A juíz esquerdista da Corte Suprema, Ayala Procaccia, golpea de novo: a Corte Suprema rechaçou ontem uma solicitude da Fiscalia do Estado contra as indulgentes condições de arresto de Anat Kam, acusada de espionagem. A juíz Ayala Procaccia estimou que Kam debe seguir baixo arresto domiciliário, e apenas sob umas condições levemente mais estritas. Deverá permanecer sob a supervisão dos seus pais, a sua irmã ou a sua tia as 24 horas do dia e, assimesmo, haverá de comparecer na comisaria da polícia local uma vez por semana, acompanhada por um dos seus supervisores.
Kam está acusada do roubo de centenares de documentos classificados como “top secret” dos quarteis do Comando Central das IDF, e de tê-los transferido a um jornalista do “Ha’aretz”. Surpresivamente, porém, a pesar de tratar-se dum caso no que estám em jogo acusações tão graves, não tem sido encarcerada até o momento. Em vez disso, acha-se sob arresto domiciliário mentres o seu processamento, que dou começo três meses atrás, continua o seu curso a porta fechada.
A Fiscalia solicitou o arresto pleno para Kam, como é o normal em casos nos que se julgam factos tão graves. A juiz Procaccia rechaçou a solicitude, afirmando que “teria sido possível tê-la encarcerado desde um primeiro momento; sem embargo, e dado o considerável período de tempo transcorrido no que Kam tem permanecido sob arresto domiciliário e não existindoi razões para acreditar que o vaia violar, a Corte Suprema decidiu que com extremar as condições do arresto na sua casa será suficiente”.
A Corte estima que os cárregos imputados a Kam são particularmente graves porque “poderiam causar um dano real a interesses vitais do Estado em matéria militar e de seguridade”.
O portavoz de União Nacional, o parlamentário Yaakov Katz, reagiu com enfado ante a decisão manifestando: “Todos são partícipes do mesmo clichê: o retirado juíz Dalia Dorner e a juíz Procaccia; e, se por eles fosse, Kam estaria sentada junto a eles na Corte Suprema também”.
“Kam deveria ter sido enviada a prisão desde o começo do process legal contra ela”, acrescentou, “mas para a juíz Procaccia esse seria um passo muito dificil porque, no fundo, as suas posições são as mesmas que as de Anat Kam”.
A membro da Knesset Yulia Shamalov-Berkovich (Kadima) solicitou ontem ao Ministro do Interior que figesse uso das suas atribuições para fechar o jornal “Ha’aretz”, tras as recentes revelções que implicam num escândalo de espionagem ao jornalista desse jornal, Uri Blau, e à antiga soldado Anat Kam.
A sua petição une-se a outra idêntica formulada há uns dias pelo deputado de União Nacional, o Dr. Michael Ben-Ari.
“Um dos mais graves escândalos nos que se tem visto envolvida a seguridade do país e um meio de comunicação tem sido recentemente desvelado”, sinalou Shamalov-Berkovich. “Um jornaista do ‘Ha’aretz’ incitou a uma soldado das IDF para que lhe entregasse documentos secretos ilegalmente, e saltando-se todas as regras e a própria seguridade do Estado”.
“O jornalista do ‘Ha’aretz’ está em paradeiro desconhecido em possessão de documentos secretos e nega-se a regressar”, continuou. “O Sr. Blau é um empregado do jornal, o jornal publica os seus artigos baseados no material roubado, e iso está contribuíndo ao aumento de vendas do mesmo”.
“A voz do proprietário do jornal não se tem escuitado estes dias; semelha que ele também tem optado por esconder-se”, dixo a jovem parlamentária na carta dirigida ao Ministro Eli Yishai. “Acredito que o jornal é responsável de que o seu subordinado regresse a Israel, e com ele os materias que obram no seu poder. Se o ‘Ha’aretz’ não o faz, a sua licença para publicar deveria ser revocada de imediato”.
O proprietário do “Ha’aretz”, Amos Shocken, assim como o editor chefe, Dov Alfon, têm sido entrevistados em diversos mass media defendendo a Blau e assegurando que continuarão pagando-lhe o seu salário mentres esteja oculto num paradeiro desconhecido de Londres.
O Dr. Miuchael Ben-Ari, membro na Knesset de União Nacional, dirigiu-se ao Ministro de Interior Eli Yishai o joves pela noite para exigir-lhe que no uso das suas atribuições em matéria de regulação jornalística, mande fechar o diário “Haaretz” ante a evidência do jornal estar publicando artigos de Uri Blau com documentação militar classificada como secreta.
Numa carta dirigida ao portavoz do partido Shas, o Dr. Ben-Ari defendeu o valor da liberdade de expressão numa democracia, mas acrescentou que “quando o “Haaretz” anuncia que o jornal apoiará financieiramente a Uri Blau, e que este se nega a regressar ao país e devolver a documentação roubada, não fica mais remédio que ordear a clausura do “Haaretz” –e não por um breve período- até que Blau regresse, se submeta a interrogatório, e devolva todos os documentos substraídos”.
Inclusso antes do assassinato de Yitzhak Rabin às mãos de Yigal Amir a esquerda israeli, encabeçada pelo jornal “Ha’aretz”, já entoava ao unísono o que remataria por converter-se no seu axioma político básico: a violência política é uma deriva congênita da direita israeli. Especialmente dos “colonos” e da direita religiosa. A violência política é uma plaga procedente e exclusiva da direita –nunca da esquerda-, têm insistido desde sempre. Naturalmente, tras o assassinato de Rabin, este mantra convertu-se em matéria teológica indiscutível.
Não só Rabin foi assassinado por um estudante religioso de direita, lembram a todos quantos querem escuitá-los. Inclusso devido a isso, qualquer pessoa que não fosse de esquerda em Israel foi considerada moral e subsidiariamente culpável da morte de Rabin. Mas para além disso, Jack Teitel, um israeli de direita originário dos EEUU, puxo um artefacto explossivo na porta do Professor Zev Sternhell que lhe causou feridas. Baruch Goldstein, outro extremista de orige estadounidense, abriu fogo no Santuário dos Patriarcas em 1994. Um direitista israeli lançou uma granada contra uma marcha de manifestantes de Paz Agora, matando a um. Alguns extemistas de direita têm-se confrontado com a polícia e os soldados nos “territórios ocupados”. E os kahanistas têm bordeado a lei, maiormente com actos de vandalismo de baixa escala, mas ocasionalmente violentos.
Tudo isso tem sido mais que suficiente para a esquerda israeli e o seu aparelho mediático subsidiário. Tudo isso “demonstrava” que na direita todos são uns criminais, uns violentos e uns assassinos em potença. Cada pedra lançada por um “colono” a um polícia não fazia senão ampliicar o coro. Tras o incidente com o professor Sternhell, vários esquerdistas atacaram-me nalgumas listas de correio de índole acadêmica, acusando-me de ter promovido o ataque porque alguma vez tinha criticado a Sternhell pelas suas posições esquerdistas e as suas opiniões politicamente ánti-democráticas.
A obsessão mediática com a pretendida inclinação congênita face a violência da direita israeli, têm sevido durante muito tempo para emascarar a congênita querência face a traição e a espionagem de boa parte dos membros da esquerda israeli. E os factos demonstram que em todos e cada um dos incidentes de espionagem ánti-israeli sempre tem estado involucrada a esquerda. O escândalo que se tem desatado em Israel, depois de que um tribunal proibisse dar-lhe publicidade, atinge a Anat Kam, uma jovem traidora da extrema esquerda que conspirou com o jornal “Haaretz” para filtrar documentos classificados pertencentes ao Exército. Kam roubou arredor de 2.000 documentos miitares classificados e fixo-os chegar a um jornalista do “Haaretz” chamao Uri Blau, que nestes momentos está oculto no Reino Unido. O “Haaretz” publicou uma série de informes utilizando material contido nesses documentos.
Anat Kam, por suposto, não é a primeira esquerdista israeli envolvida em delitos de traição e espionagem. Mordecai Vanunu, o famoso espia nuclear, era membro do Partido Comunista Israeli. Marcus Klinberg espiou em Israel para os soviéticos durante anos. Azmi Bishara, que espiou para os terroristas de Hezbolá, era um dos máximos dirigentes da esquerda israeli partidária do terrorismo árabe. O pior complote de espionagem proterrorista que tem funcionado em Israel foi organizado nos anos setenta pelo comunista nascido num kibbutz, Udi Adiv –que tras cumprir a sua condeia, ensia actualmente na Universidade Aberta de Israel. Tali Fahima foi uma esquerdista que resultou encarerada por ajudar ao seu noivo, um terrorista palestiniano, a planificar os seus atentados. Nos anos cinqüenta teria sido realmente complicado achar um só membro do Partido Comunista de Israel que não colaborasse com a URSS. Centos de esquerdistas israelis, encabeçados por Neve Goro, da Universidade Ben Gurion, promovem boicotes por todo o mundo contra Israel neste mesmo momento, assim como motins e a insurrecção entreos soldados israelis.
E assim poderíamos seguir falando longo e tendido de traidores da esquerda de hoje em dia. Curiosamente, “Haaretz” nunca saca uma editorial falando sobre as “inclinações congênitas” da esquerda a implicar-se na traição e a espionagem.
Tras o assassinato de Rabin, todos os jornais israelis e os comentaristas de esquerda denunciaram à Universidade Bar-Ilan, uma universidade religiosa onde Yigal Amir estudara Direito. Bar Ilan tinha que ser clausurada, diziam muitos de eles. É um criadeiro de violência de direita e moralmente responsável do agir de Yigal Amir, rugiam. Bem. Nem um só daqueles mesmos têm feito um chamamento durante esta semana para que se clausure a Universidade de Tel Aviv. Anat Kam estudava nos departamentos de história e filosofia dessa Universidade –ambos entre os mais monoliticamente ánti-israelis dos departamentos acadêmicos de todo o país. Junto com os departamentos de sociologia e ciência política da Universidade de Tel Aviv, um teria que procurar com um candil para achar a algum membro dessas faculdades que não seja comunista. Nem um só jornal em Israel tem denunciado aos radicais da Universidade de Tel Aviv por adoutrinar e incitar a Anat Kam, ou exigido que fagam um exame autocrítico da sua culpa –que foi o que figeram com a Universidade de Bar Ilan.
Em 1940, Winston Churchill fechou todos os jornais vinculados à União de Fascistas Britânicos, um partido fascista pro-alemão dirigido por Oswald Mosley. Foi uma das suas primeiras medidas como Primeiro Ministro. Uns 740 dirigentes do Partido, incluíndo a Mosley, passaram o tempo que durou a guerra recluídos em prisão. Ao igual que “Haaretz”, os seus jornais lançaram uma “campanha pela paz” (com a Alemanha názi) e deram apoio aos inimigos do seu país em quase todos os aspectos.
Até agora, o “Haaretz” era um jornal com presupostos políticos muito questionáveis, mas não um jornal implicado activamente em traição e espionagem. A metade dos seus colunistas são o equivalente moral de Lord Haw-Haw. Tem um índize de distribuição em Israel de entre o 6 e o 7% -a metade dos quais suspeito que seguem suscritos, apesar da sua ideologia ánti-israeli, graças ao “The Marker”, o melhor suplemento de negócios da imprensa em Israel (de facto, eu sou um de eles). Mas agora já temos descoberto que “Haaretz” tem dado um psso mais: de apoiar abertamente a traição, a ser partícipe de ela.
Terá Netanyahu a coragem de Churchill e fechará o jornal mentres dure a confrontação? Encarcerará aos extremistas que apoiam aos inimigos do país em tempo de guerra como Sir Winston? Dado que o que fixo Kam é muito pior que aquilo pelo que Jonathan Pollard foi julgado nos EEUU, serão sentenciados Kam e Blau a prisão, pelo menos pelo mesmo tempo que leva encarcerado Pollard?
Pela sua banda, “Haaretz” alardea sobre o seu papel desempenhado neste caso de espionagem e trata de apresentá-lo como um grande acto de patriotismo. A maior parte do jornal está adicado estes dias a vanagloriar-se de ter respaldado a Kam e Blau. Um grande acto de cidadania a favor da “paz”, insistem os seus editores e colunistas. A fim de contas, entre os quase 2.000 documentos classificados e roubados por Kam para o “Haaretz” havia um par de eles que descreviam os planos militares para seguir levando a cabo atentados contra terroristas de Hamas –conta o critério da Corte Suprema Israeli, que se manifestara em contra desse tipo de acções selectivas.
Ora bem, se o Exército israeli estivesse realmente planificando acções que neste aspecto ignorasse as recomendações da Corte Suprema, o que seria é merecedor duma medalha como recompensa. Não existe base legal para que a Corte Suprema interfira e kibbutize a direcção militar israeli na guerra congtra o terrorismo. A Corte não tem legitimidade para ordear ao Exército como afrontar os seus objectivos.
Mas, por suposto, esta não é a maneira em que “Haaretz” o enfoca. “Haaretz” apoia abertamente o activismo judicial porque os activistas judiciais geralmente único que fazem é implementar a agenda da esquerda ao país e os seus dirigentes. “Haaretz” também dirigira a cruzada contra o exministro de Justiça, Daniel Friedmann, que ameaçava rematar com o controlo dos activistas de esquerda sobre a judicatura.
Mentres, Anat Kam se tem convertido na chica do póster da esquerda israeli, cada vez mais abertamente implicada na traição política. Durante anos a extrema esquerda israeli, junto com os seus mentores mediáticos do “Haaretz”, tem estado apoiando a eliminação de Israel e a sua desaparição na enteléquia do Estado “binacional”, promovendo o “direito de retorno” palestiniano, organizando a insurrecção e a deserção de soldados nas IDF, atacando a barreira de seguridade israeli e apoiando o hooliganismo violento contra os soldados e a polícia, apoiando todas as exigências dos terroristas, aplaudindo os actos de terrorismo árabe, e servindo como escuds humanos para os assassinos. A espionagem é bem pouca coisa, a fim de contas.
El Haaretz ha inducido a error a sus lectores [N.P.: y entre ellos, al corresponsal del Global, muy dichoso por esos resultados] al dar la impresión de que una abrumadora mayoría de los israelíes contemplaban al presidente Barack Obama como "justo y amistoso" con respecto a Israel, ha afirmado el responsable de la encuesta del periódico, el profesor de la Universidad de Tel Aviv Camil Fuchs.
Tanto las ediciones en inglés y en hebreo del Haaretz del viernes llevaban el titular: "Encuesta: La mayoría de los israelíes consideran a Obama como justo y amistoso hacia Israel".
La edición en inglés afirmaba al lado de una foto de Obama que "el 69% piensa que Obama es justo y amistoso".
La historia en sí no proporciona cifras, pero asegura: "Una abrumadora mayoría de los israelíes cree que su tratamiento de este país es amable y justo".
La edición en inglés no contiene la distribución en gráficos de las cifras reales, ya sea en línea o en forma impresa.
La versión impresa y en línea de la edición en hebreo incluye un gráfico que indica que sólo el 18% de los encuestados considera que Obama es "amistoso" hacia Israel, 3 puntos porcentuales menos que el 21% que califica al presidente como "hostil" al estado judío.
El 10% no sabe no contesta, y el 51% define el enfoque de Obama hacia Israel usando la palabra hebrea "inyani", que puede ser traducids como "práctico, formal, realista", pero nunca como justo.
Fuchs, que preside el Depto. de Estadística de la Universidad de Tel Aviv, dijo que había recibido muchas reacciones del mundo entero que se vieron sorprendidos por el titular de la encuesta. Él se ha distanciado de los titulares y criticó la forma en que su encuesta fue presentada.
"¿Qué puedo hacer? Sólo el editor escribe los titulares", dijo Fuchs.
"Cuando se escribe un 69% en conjunto (amistoso + realista), es cierto, pero engañoso. Les sería igual de fácil si hubieran combinado las categorías de hostil y realista, y también hubieran conseguido una cifra llamativa (el 72%)".
Fuchs se dice inquieto al saber que la edición en inglés no incluía la distribución completa de las cifras. También expresó su desacuerdo con la traducción de la palabra "inyani".
Cuando se le dijo que había sido traducido como "justo", él respondió: "Definitivamente, yo no lo hubiera traducido como justo. Deben tener un problema con el inglés".
El informe original se ha retirado del archivo en línea del Haaretz. Una edición de la historia que aún permanece en línea ha sido reescrita sin ninguna referencia a la cuestión. En lugar de ello, ahora se centra en que el 27% de los encuestados dijo que Obama es antisemita.
Una fuente del Likud afirmó que el titular original del Haaretz fue un "truco destinado a convencer a la opinión pública de que Obama iba a más y Netanyahu a menos".
Encuestas realizadas durante la semana pasada por el Instituto Geocartographic para el programa de Channel 2 "Meet the Press" y por el Dahaf Institute para el Ynet, revelan que la mayoría de la opinión pública israelí culpa a la administración Obama de la crisis en las relaciones con Israel.
Otras encuestas patrocinadas por el Jerusalem Post y Truman Institute de la Universidad Hebrea han encontrado que los israelíes consideran que Obama es considerablemente más pro-palestino que pro-Israel.
La directora de la edición en inglés del Haaretz, Charlotte Halle, ha respondido que el "Haaretz publicó una representación justa y exacta de la encuesta realizada por el profesor Camil Fuchs, a petición de Haaretz. Cualquier intento de afirmar lo contrario por otro diario es falso".