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16/04/10

URI LUPOLYANSKI, OUTRO SACO DE ESCÓRIA

Na sua imensa maioria, os políticos em Israel são uns vampiros sociópatas que utilizam o poder para aproveitar-se dos incautos cidadãos que os eligem. Os nomes são certamente irrelevantes. Cada dia temos um escândalo tras outro, na esfera pessoal ou na pública. Todos motivados pela avarícia e o poder. Os culpáveis são diversos. A cabeça descoberta ou com kipá. Profanar o nome de D’us não é algo exclussivo dos políticos seculares. De facto, como com freqüência digo, ninguém mancha a Torá mais eficazmente que aqueles que vam por aí luzindo o disfraz de homens religiosos Portanto, por que nos haveria de surprender que este antigo alcaide de Jerusalém tenha sido arrestado pela sua suposta participação no último escândalo de “Holyland”? Lupolyanski teve um bom mestre noutro antigo alcaide de Jerusalém, que se converteu aínda num gángster maior quando chegou a ser Primero Ministro.

Tende por seguro, que os psicópatas que apoiam a Lupolyanski provavelmente culparão de udo a alguma “conspiração secular” contra os seus dirigentes religiosos. Nã acreditedes em tamanhe estupidez. Lupolyanski é tão religioso como uma ramera numa casa de prostituição. Mas pelo menos a prostituta é honesta no seu trabalho. A Esquerda e a Direita estám ateigadas de pessoas da pior calanha. Maltratadores. Violadores. Hedonistas. Extorsionadores. Ladrões. Traidores. Lupolyanski é simplesmente a última encarnação de Aryeh Deri. Um delinqüente traidor que se oculta tras a apariência dum observante judeu. Um embusteiro que falava de r estaurar a santidade na Cidade Sagrada, mentres abarrotava os seus profundos petos com mais de três milhões de shekels de dinheiro procedente da extorsão.

Lupolyanski meresce ser arrojado a uma mazmorra, junto com Ehud Olmert. A cultura da corrupção que infecta à classe política israeli tem que rematar. Os políticos, grandes ou pequenos, devem render contas pelos seus crimes, tanto pessoais como nacionais. Até que isso aconteça, o império dos sem lei continuará, e a nação continuará esmorecendo até sucumbir.


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

13/04/10

YOM HASHOA, A CHAMADA DA SIRENA

Uma coisa está clara, Yom HaShoa foi criada por (e para) judeus descarriados (muitos de eles bem intencionados), que necessitam o espectáculo dum solene ritual para comemorar o Holocausto. Pessoas ignorantes (muitas das quais se oponhem à Torá) estabeleceram um dia nacional de luto no mes de Nissan. Com que propósito? Já temos um dia de luto colectivo designado para comemorar todas as grandes tragédias da história judia. Chama-se Tisha Ba’av. Uma desagradável data na que recriamos os horrores do passado e nos arrependemos. Uma data para interiorizar as lições judias, e volver os olhos face o Todopoderoso, para que não nos sobrevenham mais horrores.

Sendo como é o Yom HaShoa uma comemoração redundante, é certo que só um autómata pode ficar indiferente ao alarido da sirena que percorre todo o país. Se ao menos essa sirena significasse algo mais…

Escuitei a sirena esta manhã. Não a sirena de alarma dum projectil que se avizinha, graças a D’us, embora essas as vaiamos a seguir escuitando no futuro. A sirena de Yom HaShoa. Conforme a sirena gemia o seu recordatório de luto, tratei de remontar-me e reflexionar sobre o escuro período da história em que os monstros com apariência humana de Europa devoraram aos meus irmãos e irmãs. Vinham-se-me à cabeça imagens de pesadelo. Montanhas de ósos judeus. Fornos escuros com cinzas judias. Homens esqueléticos olhando aos seus semelhantes. Quadros de gritos, lágrimas e Inferno. Seis milhões e meio de judeus, homens, mulheres, crianças e fetos, exterminados pelos amalequitas europeus. Lembrei a promesa do fogo e o sangue judeu. Nunca mais! Um juramento que defenderei até o meu último alento.

Obsessionado como estou com a supervivência judia, não posso evitar a percepção da ironia. O sirena pretende lembrar-nos um pesadelo inimaginável que se fixo realidade. Mentres a sirena nos abruma, a demência de Oslo continua, uma loucura que só garante que se repita a Shoá novamente. O céu não o queira. Os dirigentes de Israel seguem proporcionando armas e dinheiro a Fatah. Mentres a sirena expande a sua sombria lembrança, os chacais com carta de cidadania israeli destruim o nosso país. Os “árabe-israelis” também escuitam a sirena. Mas não significa nada para eles.

O cidadão Abdul ódia aos judeus. Ódia a Israel e ódia o Yom HaShoa. Não ódia, porém, o Holocausto. Abdul acredita que o Holocausto foi um magnífico acontecimento. Hitler, o Mufti, Arafat: esses são os seus heróis. A sirena enoja-o terrivelmente, mas conforta-se pensando em que as coisas estám cambiando em Israel. Os judeus estám-se destruíndo a sim próprios a uma velozidade sem parangão, e se o curso das coisas segue igual, não escuitaremos sirenas num futuro próximo.

Abdul sabe de matemáticas. A demografia garante a maioria árabe no futuro, inclusso se Israel trai de “importação” outro milhão de não-judeus de Europa. A sua dona, Hanan, sabe que os israelis estám cansos de lutar. Ambos terão muitos filhos, que terão grandes proles à sua vez. E eles ensinarão a estas crianças que o sonho de “Palestina” se converterá numa realidade.

Haziz sabe que quando a Knesset conte com um número significativo de árabes, o país cambiará drasticamente. A infraestrutura virá-se abaixo, mentres os partidos judeus seguirão a dentelhadas entre eles para manter-se a flote. Começarão os progromos contra os judeus, que fazerão palidecer aqueles dos anos 20 e 30. Este é um pensamento prazenteiro para ele. Muitos judeus fogirão, e aqueles que não tenham a suficiente decisão lamentarão não o ter feito. Haziz agarda pacientemente. Ele também terá muitos filhos e os educará para que se sintam orgulhosos de ser árabes. Instrui-los-á para que sonhem com o pesadelo dos judeus.

Mentres os inimigos de Israel crescem fortes e audazes, o poder das IDF é templado por uma casta política cobarde, e um atemorizado populacho que se tem acostumado a aceitar o inaceitável. Os nossos países vizinhos árabes e islâmicos estám tranquilamente observando o curso destas coisas. Têm contemplado já a debacle do Líbano e a derrota auto-imposta em Gaza.E não me refiro a Iran e Síria. Votai uma olhada aos egípcios que praticam o tiro ao branco contra aviões israelis em bulrescos postos de feira. Paz com Egito? Por suposto que sim. Fazede a prova a visitar o Cairo com uma kipá ou luzindo a Magen David.

A sirena é como o shofar. O propósito do shofar é sacudir os vossos sentidos, e fazer-vos reflexionar no passado, no presente e no futuro. Eu escuitei um shofar esta manhã. Muito penetrante, sim, mas inútil se não nos faz acordar. Não sei se Bibi escuitou a mesma sirena que eu escuitei.

Ouvim hoje a sirena. Ouvim-na e renovei os meus votos novamente. Lembrei o que nos fixo Amalek –e que nunca esquecerei. E sei que os bastardos estám aí em cada geração.

E que os filhos do Mufti estám salivando.

Volvede os olhos a D’us.

Nunca mais!



DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

21/03/10

A SERPE DE TRÊS CABEÇAS

A serpe de três cabeças da actual Administração dos EEUU é provavelmente a mais ántisemita das que tem alcançado o poder em toda a história do Estado de Israel. Em termos de estrita toxicidade, a combinação do redivivo Faraão Barack Hussein Obama, o videpresidente, Joe “Libelo de Sangue” Biden e a Secretária de Estado, Hillary Clinton, não conhece parangão. Se Israel estiver goverada por dirigentes com temor de D’us, estes micróbios com forma humana seriam anedoticamente irrelevantes. Desafortunadamente, Israel está dirigida por uns eunuos que se arrastam ante os judeófobos do mundo inteiro e que cedem às suas enfermizas exigências. Um cônclave de suicidas.

É assombroso como os progressistas se derritem ante Obama e Clinton (Biden, na realidade, resulta-lhes indiferente, simplesmente porque é um homem e não é negro). Procuram todo tipo de excusas para o comportamento destes ántisemitas que pisoteam cotidianamente a Israel, mentres os árabes carentes de moral e o Islamismo anegam o mundo num ocêano de sangue e barbárie. Mentres Abbas (que o seu nome seja borrado) incita aos árabes a assassinar judeus, o vicepresidente Joe Biden embarca-se no que muitos têm comparado (correctamente) com um genuíno libelo de sangue dos nossos dias. Biden culpou a Israel das mortes dos soldados estadounidenses que são aniquilados pelos árabes. Esta é a mesma acusação que muitos gupos neonázis dos EEUU elevam contra o povo judeu.

E, em terceiro termo, velaí temos à egrégia Hillary Clinton. Uma mulher que no seu dia bicou o manteigoso rosto de Suha Arafat, momentos depois de que o seu marido lançasse um libelo de sangue ante uma audiência de judeófobos. Apenas ver o seu nome no papel já me remove as tripas. Ter que escutar a sua aguda e odiosa voz é como se me clavassem um garfo no cerebro. Contemplar o seu feo, seboso rosto…enfim, aforro-vos a sensação que me provoca. Só uma genuína antisemita pode ter o valor de condear a um pretendido “aliado” (que macabra brincadeira) por viver normalmente na sua capital nacional, mentres ignora a Abbas e a sua banda de facinerosos de Fatah inaugurando uma praza pública com o nome duma assassina de judeus. Aínda mais estomagante que os progres seculares judeus são a infinidade de progres norteamericanos que se dizem “judeus ortodoxos modernos”, que adouram a esta viciosa, e a denominam amiga de Israel. Amiga de Israel?. Hillary passará à História como uma das maiores inimigas do Povo Judeu em todos os tempos.

Mentres Iran está a ponto de culminar a sua bomba nuclear e ameaça permanentemente a Israel com o seu extermínio, Obama manda a esta criminal arpia que berre na orelha de Netanyahu durante 43 minutos. Obama e os seus satélites estám mais preocupados pelos planos de Israel de edificar em Jerusalém, que com a perspectiva dum Iran nuclearizado, uma economia que está feita jirões, ou os níveis pelo chãoi da popularidade do próprio Obama. Nada disso tem importância para Obama. Uma faixinha estreita de terreo que constitui um país chamado Israel, arrodeada de nações árabes e islâmicas por todas partes que pretendem destrui-lo, é a sua única preocupação. Obama tem uma só obsessão. Que podo fazer para destruir o Estado Judeu? Velaí precisamente por que eligiu à sua contrincante para ser Secretária de Estado. Obama ódia a Hillary com cada partícula do seu ser, mas sabe que ela possue a tenacidade e o ódio suficientes com para ir à carótida de Israel como se fosse um bulldog. Ele sabe que Hillary conta com o apoio dos judeus progres que, inclusso se são abofeteados na boca por Hillary, seguirão rezando por ela. Para além de tudo o qual, ambos coincidem no aspecto cruzial: “Israel é um país de fodidos bastardos judeus”.

Supostamente um Primeiro Ministro deveria contar com um corpo coberto duma coraza de puas, uns dentes afiados e um par de beitzim. Não é muito pedir para alguém que ocupa essa magistratura. Netanyahu carece das três coisas. M Primeiro Ministro deveria acreditar no direito do seu país a existir, ser fiel aos seus princípios fundacionais, e fazer tudo quanto esteja ao seu alcanço para proteger ao seu Povo. Deveria ter os colhões de dizer a uma morea de excrementos humanos como Clinton, Obama e Biden que se vaiam ao inferno. Desgraçadamene, Netanyahu não vai ensinar os dentes. Ele é quem é. Um cobarde. Um adúltero. Um maníaco famento de poder que mentiu entre dentes (em uas diferentes ocasiões) a fim de converter-se em Primeiro Ministro. Um fraude ideológico que fixo traição sobre cada um dos chamados “princípios do Likud” (esses míticos “princípios” que Moshe Feiglin se obceca em ressuscitar) no nome do oportunismo político. Um pobre eunuco capaz de sentar-se e aguantar calado mentres a grotesca Hillary Clinton graznava na sua orelha durante 43 minutos. Um autêntico dirigente teria colhido o telefone e dito: “Escuta-me, estridente e judeófoba bruja. Não quero volver ouvir a tua misserável voz nunca mais”. Depois teria devolto o auricular sobre a base do telefone dando um forte golpe, com a só intenção de perforar os seus tímpanos.

Com a ajuda de D’us, a serpe de três cabeças fazerá o que os pusilânimes dirigentes de Israel nunca se atreveriam, e suspenderá todas as ajudas económicas e militares a Israel. Este seria o mais grande regalo que Israel tenha recebido jamais. Curtar o cordão umbilical que bombea degradação e vergonha no Estado Judeu. Naturalmente, isto significará um pesadelo para todos os pseudojudeus do mundo inteiro, que se lamentarão e preocuparão pelo fim das “relações” entre os EEUU e Israel; mas será uma benção para aqueles que acreditam o D’us de Israel. O dia que as arcas dos EEUU estejam definitivamente cerradas, Israel não teáninguém face quem volver-se agás o Todopoderoso.

Conforme se aproxima Pesaj, rezemos pela redenção final e a chegad do Messias. Medntres leamos a Hagadá e o seu gloioso relato da Retribuição Divina, rezemos também pela vingança contra os inimigos do Todopoderoso. Yahadut exige que os crimes contra o Todopoderoso e o Seu povo eligido sejam pagados com sangu. Todos eles sofrerão pelos seu pecados –sem dúvida no mundo vindeiro; com a ajuda de D’us neste mundo também.

Os nossos inimigos apresentam-se de distintos modos. Uma grande maioria usa kefiyas, comem halal, e balbuceam num dialecto gutural. Um antisemita muito especial, com grandes orelhas emarcando um rosto de estreita idiócia, é o actul Presidente dos EEUU. Outro corrupto asno descerebrado é o seu vicepresidente. E depois tendes a Hillary, essa postmenopáusica, vingativa antisemita, que padece um grave desorde de identidade de género que usa trajes chaqueta de homem para ocultar os seus grotescos muslos de elefante. Ojalá presenciemos a vingança contra todos eles. E que os arrogantes pescozos deste reptil americano de três cabeças sejam rebanados ante a nossa olhada. Obama, Biden e Clinton. Que os seus nomes e memórias sejam borradas!

Aqueles que sendo gentis se preocupem pelo futuro dos EEUU deveriam rezar igualmente. Deveriam tirar à bassura o “Novo Testamento” e lêr o autêntico Livro, começando pelo capítulo onde o Todopoderoso fixo uma promesa a Abraham. Dveram rezar ao autêntico D’us, o único D’us, e não a esse mito pagano que não morreu por ninguém, nem salvou a ninguém.

Verte a tua ira contra as nações que não te reconheçam”…



DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

28/02/10

APOTEOSE DE PURIM (SOBRE O ASSASSINATO MORAL)

Em Purim celebra-se a morte a mãos dos judeus daqueles que os ódiam. Se como tudo aponta o Mossad esteve implicado no recente assassinato do cão de Hamas Mahmud al Mabhouh (que o seu nome e memóra sejam borradas), deveria receber a nossa ovação. Demonstraria que o Mossad aínda pode ser útil se quer. Israel deveria deixar que a comunidade internacional ladre e proteste contra “os bastardos israelis” sem imutar-se nem perder o tempo em comentários. A teor das reacções internacionais, diria-se que têm assassinado a Martin Luther King ou à já falecida idolatra “Mãe” Teresa –e não a um sanguinário terrorista que se adicava a orquestrar o assassinato de judeus. Ao inferno com a opinião internacional! Ao diablo com os britânicos, e ao inferno com Dubai -que se tem convertido numa cénaga hedonista para os hipócritas jeques do petróleo e num paraíso onde os megaterroristas podam saciar os seus apetitos mentres planificam como exterminar judeus. Deixade que estes malditos amalequitas transpirem pânico pelos seus poros, mentres passeam com o ponto de mira dum fussil telescópico no meio dos seus olhos. Este é o estilo da Torá.

Aos progres não lhes gosta este tipo de coisas. Já sabedes, a elite de helenistas de Haifa e Tel Avv, que lêm (e escrevem para) “Ha’aretz” e “Yediot Acharonot”. Eles desprezam a vingança, em geral. Esse é o motivo pelo que no fundo não lhes gosta o Purim. Não são partidários das acções despiadadas encobertas, que tanto desgostam aos europeus e à União Europeia –que, por um extranho resorte, semelham cair enfemos cada vez que os judeus são capazes de responder a um ataque. Se não estivessem tão profundamente enfermos de espírito, estes progres eunucos bebedores compusivos de cappuccinos, saberiam que cobrar vingança contra os assassinos de judeus é um dever sagrado.

Israel deveria ser alabada para uma rara ocasião em que faz algo correcto: Felizidades!, Matar terroristas é algo bom!, Não vos sentides melhor?. A política de cazar terroristas é elevadamente noble. Agora só necessitam rematar o trabalho. Ampliar o rango e freqüência dessas acções. Incluam na lista de basura a reciclar a todos os membros de Fatah, começando pelo carniceiro em chefe, Mahmoud Abbas. Deixade a casa bem limpa antes de Pesaj, para que este ano poidamos verdadeiramnte saber o que significa viver num Estado Judeu.

Quando as mãos do Mossad não estám encadeadas, seguem sendo capazes de acobardar ao inimigo. A Meir Dagan deveria-se-lhe encomendar ressuscitar a image do Mossad na sombra, capaz de liquidar a qualquer terrorista em qualquer recôndita esquina do planeta. Semelha que está fazendo bem o seu trabalho –uma rareza hoje em dia em Israel. Tem logrado que esses animais estejam realmente aterrorizados, e imagino que sorrirá satisfeito quando se ache em companhia do seu círculo mais íntimo. Kol Hakavod para ele. Um Mossad implacável é algo que Israel necessita desesperadamente.

Que aqueles que abatem aos assassinos de judeus (sem serem entorpezidos pelos políticos nem a política) sejam fortalezidos e protegidos pelo Todopoderoso. Am Yisrael Jai!


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

12/02/10

AVRAHAM STERN: O POETA GURREIRO DO LEHI

O 25 de Shvat foi o 68º aniversário do assssinato de Yair (Avraham) Stern –que D’us vingue o seu sangue- às mãos de detectives britânicos que lhe pegaram um tiro na cabeça mentres estava com as mãos amarradas. Stern era o indiscutível dirigene e poeta-uerreiro do Lehi, que ais que ningum outro rompeu com a política esquerdista da “javlagá” [auto-contenção] e que promoveu a “tohar haneshek” [pureza do rifle], com a sua guerrilha de sangue e fogo contra os malditos názis britânicos. Ele foi a força motriz tras aqueles grandes guerreiros judeus que expulsaram aos britânicos da Terra Santa, fazendo-os fogir como aterrorizados roedores.

Stern foi o patriarca da insurgência e dos princípios do “barzel” [aceiro], o que santificou o Nome do Todopoderoso resaurando o espírito combativo dos judeus. Era um homem que lia e acreditava na verdadeira Bíblia e no Dus verdadeiro. Pinchade na seguinte ligação para lêr o podedroso hino do Lehi composto por Stern, “Soldados desconhecidos”. Um hino solene que captura o autêntico espírito daqueles que sacrificaram as suas vidas pagando, com freqüência, o preço mais elevado:


http://www.saveisrael.com/stern/sternsoldiers.htm

Dias atrás, Arutz Sheva publicava um artigo sobre uma conferência celebrada em honra de Stern. O típico evento comprendido na prototípica série “quem é quem” dos respeitáveis arribistas que vam de “activistas”, e que entendem tão bem as ideias de Avraham Stern como a fissão nuclear. Trágico e irônico. Aqueles que dizem entender a Stern deveriam estudar a esse homem, e absorber a sua autêntica ideologia, a que alimentava o espírito deste guerreiro judeu.

Que D’us vingue o seu sangue!


DANIEL BEN SHMUEL

11/02/10

SIR ELTON, FIQUE NA SUA CASA

Inclusso sendo uma criança, notei que algo era anormal em Elton John quando o vim vestido de Chicita Banana no Show dos Telenhecos.

Elton John tinha previsto dar um concerto em Tel Aviv o próximo verão. É avondo lamentável que a repulsiva cultura do lobby gay vaia permeando artificiosamente a vida da Terra Santa. O último que necessitava Israel nestes momentos era a visita desta Raínha do Pop para divulgar a sua mensagem sodomita.

Venho de lêr que um grupo de “intelectuais” ánti-semitas britânicos estám exercendo pressões sobre este degenerado para que cancele a sua gira. Não querem que venha a Israel –e eu também não.

Agardemos que os seus esforços meresçam a pena.


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

16/01/10

JUDEUS EM JORDÂNIA


Se sodes judeus, Jordânia é um sítio idôneo para morrer. Afortunadamente, os funcionários que se viram a semana passada envolvidos num incidente não foram assassinados por esses názis, a pesar de pôr em perigo as suas vidas na vergonhenta misão de fomentar boas relações com o sinistro Reino Hachemita –que o seu nome e memória sejam borrados.

Jordânia é um país onde os cidadãos transpiram judeofóbia. Não em váu, mais das três quartas partes dos seus habitantes são “palestinianos”.Um país cuja incitação religiosa e cultural contra os judeus é semelhante à de Egipto, o outro “aliado” de Israel no mundo árabe. Outro país moderado. Um país onde o libelo de sangue é cotidiano. Durante a Operação Liderádego Sólido, as massas saíram às ruas como hordas de cascudas apoiando abertamente a guerra genocida de Hamas com Israel. Por suposto que o figeram. O Reino de Jordânia está amamantado com o leite velenhoso de Amalek.


É um espectáculo muito triste que os judeus visitem Petra para contemplar a sua pagana “maravilha do mundo”. Os judeus não deveriam ter interesse algum em acudir a Petra, para além do “impressionantes” que sejam os seus vestígios. Petra é o repugnante símbolo da idolatria nabatea. Aínda mais; os judeus não deveriam visitar um país onde a sua população árabe está ansiosa de submetê-los a linchamento. Não deveriam dar apoio a uma sociedade de víbora que bailam nas ruas como monicreques transtornados cada vez que um judeu é assassinado em Israel. É trágico ver aos judeus que regressam de Petra acreditando que Jordânia é um lugar seguro para ir de visita. A sua percepção está totalmente distorsonada. Petra é uma trampa turística que para nada representa o que é a autêntica Jordânia, onde os turistas judeus são igual de benvindos que uma epidêmia de sífilis. Ide a Amman e o comprovaredes. Embora nenhum judeu no seu são juízo visita Amman. Ponde-vos uma kipá em Amman e correredes o risco de que vos fileteem em pedazos.

Um dia não muito lonjano, o impotente Reino Hachemita colapsará baixo as suas escuálidas pernas. Ambas beiras do Jordão serão nossas então. E daquela poderedes ir de visita. Não a Petra, por suposto. Dacordo com a Lei Judia Petra deverá desaparecer junto com todas as demais repugnantes reminiscências da idolatria nabatea. As mesquitas também. Quizá a Grande Bretanha poida querer algumas mais. Ou podemos ser generosos e utilizá-las como establos e letrinas –como figeram os hachemitas com as nossas sinagogas antes de que libertássemos Jerusalém em 1967.

Medntres, não sejades parvos. E amosade um mínimo de amor próprio mantendo-vos afastados de Jordânia.

“Matade aos judeus onde queira que os achedes. Matade-os com as vossas mãos, com as vossas unhas, e os vossos dentes” –Rei Hussein o Moderado, 1967.


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

13/01/10

DIABLOS JUDEUS NA TV TURCA



Não passa um dia sem que tenhamos conhecimento dalguma nova forma de provocação procedente das bocas dos cães turcos, dos que os nossos patéticos dirigentes dizem que são uns “muçulmãos moderados”. Igual que o Hitler que adorava a egípcios e jordanos. Ontem Arutz Sheva informava  dum popular programa da televisão turca intitulado “Emboscada no val dos lobos”. Não se trata dum documental de natureza. É um show sobre uns agentes do Mossad que seqüestram crianças turcas. Só uma sociedade de amalequitas completamente enferma seria capaz de ver esta mugre, barata reminiscência da pornográfica “Der Strumer” de Julius Streicher. Benvindos a Turquia.


Diversas versões do libelo de sangue exitem no mundo árabe muçulmão, herdados dos cristãos europeus e de factura própria. A “cultura” árabe-islâmica contemporânea e a sua socieddae está repleta ded alusões ao libelo de sangue, já seja na literatura, nos filmes, na TV ou no âmbitgo acadêmico. A gente normal lê livros normais, de ficção ou doutra índole. No mundo árabe-islâmico, « Os Protocolos dos Sábios e Sion » e o “Mein Kampf” estás considerados como o não vai mais da literatura.

Com tantas oportunidades como gozam estes cães de tirar pelo chão o falso mito dos países “moderados” árabe muçulmãos, poderia-se pensar que tem que haver alguém no nosso Governo com o suficiente respeito por sim próprio de desmascarar a estes názis. Mas Israel está dirigida por uma sorte de gremlins rastreiros que qualificam a Abbas de “moderado”, mentres ele abençoa aos assassinos de judeus (mártires islâmicos).

Os eunucos são inasequíveis ao desalento. Barak e Bibi insistem em que não há crise com um país cujo populacho é alimentado no mais obsceno e primitivo dos ódios contra os judeus. Um país alinhado com os seus genocidas co-religionários de Síria, Líbano e Iran. Um país dirigido pelo Primeiro Ministro Recep Erdocão, um feroz ántisemita, que apenas pode disimular o seu ódio judeófobo, inclusso quando está no cenário internacional.

E velaqui a metáfora dos lobos. Comportamo-nos como lobos para sobreviver. Se Israel agisse adequadamente com os seus inimigos, dacordo com as leis marciais da Halajá, poderíamos conviver com essa image de lobos. Como dixo o Rav Meir Kahane (que D’us vingue o seu sangue!), “Deixade que os árabes acreditem que somos monstros”. A violência é a única linguagem que estas criaturas entendem. Desgrazadamente, na realidade não acreditam que sejamos lobos. O lobo apenas é uma forma de demonizar ao judeu, e de criar o caldo de cultiuvo para que a gente queira assassinar judeus. Oxalá chegue o dia em que poidamos amosar a Turquia e o resto dos seus congêneres amalequitas do mundo inteiro o poder dum autêntico lobo judeu.


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL




02/01/10

GLOBOS PELA PAZ DESDE SDEROT


Primeiro foi a tolêmia da “Pomba pela Paz de Sderot”, perversa ideia esquerdista de fazer arte a partir da chatarra metálica dos projectis Kassam. Uma maneira de perpetuar a enfermiza ideologia da javlagá [auto-contenção]. Agora são os “globos pela Paz”. Arutz Sheva informa que rapazes judeus de Sderot soltaram anteontem centenares de globos em direcção Gaza, com mensagens de esperança para o futuro. “Por favor, não nos assassinedes!”. O acto foi patrocinado pelo Sderot Media Center, que semelha mais preocupada pelo “processo de Paz” que pelas vidas das crianças judias.

Mira que são gilipolhas estes progres! Acreditar que uma cultura de morte e destrucção pode cambiar pela solta dumas dúzias de globos… Ou a estúpida ideia de que os nossos rapazes e os seus são idênticos. Mentres os seus filhos aprendem a ensamblar rifles Kalashnikov com os olhos vendados, os esquerdistas ensinam aos nossos filhos que se lhes enviamos muitos globos pode que nos comezem a amar. Mentres os seus rapazes são indoutrinados com mantras sobre o orgiástico prazer de reventar-se no meio duma multidão de judeus, aos nossos ensina-se-lhes a “Canção da Paz” e como Akbar e Avi têm muito em comum um com o outro.


Iniciativas como esta são a garantia de que a geração de rapazes vindeira terá o cerebro igual de lavado, e de moralmente entumecido, como a actual.

Os esquerdistas de Sderot deve ser a gente mais tarada do planeta. Desde o meio do fogo cruzado, estám mais interessados em decorar artisticamente os cascotes das bombas que em defender aos judeus dos matarifes de Hamas. Temos escuitado com freqüência que o 40% da população de Sderot padece stress post traumático. Aposto que um estudo sério elevaria esses dados a mais do 90%.

Talvez algum dia, os parvos de Sderot exigirão ao seu Governo local que os deixem de tratar como parvos. Ë improvável, já o sei. O dano psicológico de assumir o papel de vítimas é demassiado enorme como para poder-se recuperar. Mentres, os impostos locais seguirão sendo destinados a perpetuar mais projectos progres como este de lanzar globinhos a Gaza e pintar de cores os restos dos mísseis Kassam para que semelhem bonitas flores –em vez de educar aos rapazes sobre a criminal natureza do nosso inimigo árabe. Soltar globos sobre Gaza fortaleze a Hamas. O balido dos aterrorizados judeus não faz senão excitar o instinto de sangue destes monstros e garantir a tortura e carnezaria de inumeráveis judeus mais, tanto militares como civis.



DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

31/12/09

HEREJIAS DO “RABINO” SHLOMO RISKIN


Semelha que os mais prominentes dirigentes da “ortodóxia moderna”, Haskel Lookstien, Avi Weiss, e Shlomo Riskin, libram uma competição para ver quem é capaz de desecrar mais o nome de D’us. Cada um no seu estilo, estám conduzindo aos seus seguidores ao abismo aderindo duma ou outra forma ao “diálogo interreligioso”. Ironias do destino, os três presumem de ser alunos do Rav Soloveitchik, de bendita memória. Podo dizer com uma certeza do 100% que o Rav teria rasgado as suas vestiduras de ter presenciado isto. Rav Soloveitchik sempre foi firme na sua postura de que os judeus têm proibido participar em qualquer variante de discussão religiosa, debate ou diálogo com membros doutras comunidades de fê. Os seus autodenominados discípulos mancilham tudo o estabelecido pelo seu Rebbe.

O affair amoroso de Shlomo Riskin com os cristãos é absolutamente demencial. Semelha que tudo quanto se adica a fazer são vídeos nos que os alaba. Soa como um missioneiro quando se refire ao judeu morto como “rabbi jesus” e utiliza termos ideologicamente escabrosos como “ponlas” que se cruzam com os postulados cristãos. Aposto que os missioneiros o estám celebrando. Vídeos como esses estám seguramente sendo traduzidos e distribuídos entre milheiros de judeus confusos, aos que qualquer “rabino ortodoxo” estará tranquilizando dizendo que o referido farsante é também um “rabino”.

É impossível permanecer em silêncio mentres os judeus são enmerdados por supostos homens da Torá. Não só está relacionado tudo com “jesus”. Também não existe nada em comum entre vo judaísmo e qualquer outra fê na Terra. Nem um ápice em comum há com uma teologia lunática que tomou os seus leit motivs das páginas dos mais antigos livros paganos e que adora a um pagano homem-deus. Não existe uma ética comum entre o judaísmo e uma teologia que acredita que só aceitando cegamente a um morto como salvador nos podemos salvar. A fê cristã é uma negação descarada do pacto noájico. São idolatras. É Riskin tão ingênuo que não entende a artimanha desta gentuza que apenas apoiam a Israel porque acreditam que o “segundo advenimento” está próximo?

Que o T’dopoderoso conceda aos judeus a sabiduria de desemascarar a estes perigosos indivíduos e a coragem e fortaleza de combatê-los, antes de que destruam mais almas judias. O dia chegará em que Shlomo Riskin tenha resposta ao seu peculiar apoio aos Acordos de Oslo que provocaram tanto derramamento de sangue judeu. Agora tem um pecado mais pelo que responder. A destrucção de inumeráveis espíritos judeus que será o resultado da sua enfermiza orgia com os descendentes de Edom.

Mentres os amalequitas árabes seguem tratando de expulsar-nos, os missioneiros disfrutam dum éxito sem precedentes na sua guerra eterna com a alma judia. Dramaticamente, os inimigos físicos e espirituais do Judaísmo estám sendo ajudados pelos guias “ortodoxos modernos”, que utilizam os seus púlpitos para colaborar na execução dos seus insidiosos planos. Com “rabinos” assim, quem necessita inimigos?


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

26/12/09

QUEM MATOU AO RAV MEIR JAI?




Outro judeu tem sido assassinado mentres conduzia pelas estradas das áreas libertadas. O Rav Meir Avshalom Jai (D’us vingue o seu sangue) foi assassinado pelos vermes de Fatah, que são pertrechados e entrenados pelo General Keith Dayton no nosso próprio país. Agota tem sobre a sua conciência sete rapazes judeus orfos. Vejamos se Obama inclui o “Exército de Dayton” na lista de organizações terroristas do FBI.

Obama é um criminal, disso não cabe já dúvida. Adica-se a entrenar aos terroristas que massacrarão judeus. Um dia destes esse vírus com forma humana aprenderá que o D’us de Israel nem durme nem esquece. Mas não nos enganemos. Pode que Obama seja um irrelevante ántisemita; mas Israel é uma nação soberana que se move como um servo lobotomizado. Os autênticos misseráveis estám muito mais perto do que acreditamos.

Netanyahu, Barak e os demais traidores do Governo mataram ao Rav Jai na mesma medida que o verme de Fatah que o abateu a tiros. Quem é que se nega a expulsar a estes animais árabes do país? Quem trata de apaciguar a Fatah, Hamas e Hezbolá, e permite que o exército dos EEUU entrene dentro das nossas fronteiras a estes bárbaros nas mais inovadoras tecnologias do crime? Quem suprime os controlos de estrada e os checkpoints para assim garantir o assassinato de mais judeus? Quem perpetua o mito do “Islám moderado” e dos “sócios da paz”, e a imbecilidade de que a Brigada dos Mártires de Al Aqsa não é o mesmo que Fatah? Quem fixo possível que os selvagens de Fatah assassinassem outro judeu?


Morte àqueles que se alimentam do sangue judeu, seja qual for o seu nome e a sua forma ! Devem ser exterminados como as 7 nações de antanho, antes de que mais crianças fiquem orfas. A quinta coluna árabe tem que se transferida aonde seja. Obama semelha preocupar-se muito por eles: pois que os leve com ele. Poderiam ser fazilmente reubicados nos EEUU., onde sobra sítio para tamanhe empressa. Deixemos que se amose humanitário com estes seres inhumanos no seu próprio país, onde seguro que os seus fanáticos partidários os abrazarão com o amor e a compassião que profesam face aqueles desgrazados que não vivem perto de eles.

Algo mais antes de rematar; devemos fazer que lhe quede claro algo a Netanyahu: aqueles de nós com olhos no rosto e capazidade para distinguir as cores não poderemos esquecer jamais que as suas mãos estám tingidas de vermelho. Nem todo o xabão do mundo poderá limpar essas manchas.

Que D’us vingue o sangue do Rav Jai e proporcione conforte às suas orfas crianças! Que sejamos dignos de presenciar a vingança do Todopoderoso com os nossos próprios olhos!


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

16/12/09

GENUÍNOS MACABEUS



A Janucá não é a “festividade das luzes” na que os judeus se abrazam ao mundo gentil.

Os macabeus não era um cenáculo de “pluralistas” combatendo por um trozo do pastel multicultural. Eram zelotes judeus que livraram uma feroz guerra contra a piara grega que tratava de destruir o Judaísmo. Assassinaram ao inimigo para salvar o espírito judeu. Em resumo, emprenderam um combate físico contra um inimigo espiritual. Esquecede qualquer noção de universalismo das que a esquerda secular trata de associar com a Janucá.

Velaqui outro aspecto que os judeus tendem a infravalorar. O primeiro objectivo da sua revolta foi o enfrontamento dos helenistas contra o campo judeu. Combateram violentamente e sem piedade. Mataram muita gente. E a autêntica tradição do Judaísmo ensalza a estes filhos de Matityahu como os mais heróicos dos judeus, homens e mulheres que santificaram o nome do Altíssimo salvando o judaísmo da sua extinção.

Se os macabeus vivessem hoje em dia, o Shabak teria toda uma divisão adicada ao único propósito de aniquilar e destruir a estes “terroristas hasmoneus” judeus. Netanyahu e Barak enviariam o exército e à sádica polícia de fronteiras para acabar com eles. E, por suposto, os assimilacionistas condeariam a estes heróis com a mais severa terminologia:

“Não se podem queimar lugares de oração!”.

“O Judaísmo respeita os direitos religiosos dos demais”.

Etc.

Freqüentemente escutamos esse tipo de estupidezes procedentes de pretendidos judeus cujo conhecimento do que é o Judaísmo é inferior ao que têm sobre a vida íntima dos pepinos. Polemistas progres sem base alguma no Judaísmo. Sempre é lamentável escutar essas bobadas quando se sabe o que a Jalajá diz realmente sobre o tema. Custa-me exprimir a ira que sinto quando alguns “rabinos” cuspem essas mentiras e lixam o nome do Altíssimo diante de todo o mundo.

O passado venres, uma mesquita foi queimada na vila ocupada pelos árabes de Yasuf, em Samaria. Os traidores da esquerda no Governo e os seus mamporreros nos mass-meia estám pregoando que colonos religiosos estám detrás do ataque. Já não é preciso que sejas Barry Chamish [Nota: um dos principais teóricos de que tras o assassinato de Yitzhak Rabin se acha o Presidente Peres] para ser suspeitoso quando algo assim sucede. Não seria a primeira vez que o Shabak orquestra um ataque com o só propósito de demonizar aos judeus. Lembra alguém a Avishai Raviv?

Não importa, não me vou centrar nessa hipótese. Nego-me a obviar o verdadeiramente importante. A questão dio que a Lei Judia tem a dizer sobre o assunto. Abordemos o incidente aceitando a premisa de que um ou mais indivíduos cometeram o ataque incendiário. A fim de contas, estamos em Janucá. Que melhor época para transmitir as verdades do Judaísmo?


Permitide que me aclare:

Inclusso se isto foi obra dum judeu o duns judeus, daquela não seria ou seriam outra coisa que uns heróis judeus santificando o nome do Altíssimo ante o mundo. Mágoa que a mesquita (um reconhecido enclave de criminal incitação contra os judeus) não ardesse na sua totalidade com a sua congregação de criminais depredadores no interior. Quem saiba algo da história dos Macabeus sabe que Matityahu teria queimado esse edifício e a vila inteira. Assim as gastavam os Macabeus. Sejamos honestos com a nossa própria história.

Um assunto como este coloca ao povo judeu num campo ou no outro. O pequeno grupo que se sinte implicado e o imenso grupo que abarca o amplo espectro de judeus que está aí fóra. Os da “direita” e toda a esquerda. Religiosos, irreligiosos, assimilados, ánti-sionistas, gays, socialistas, jareidin, igualitaristas, feministas, etc. Os que se sintem vinculados ao Judaísmo e os que apenas o fazem. Todos têm uma coisa em comum: a sua nula capazidade de processar tudo quanto fique para além da sua distorsonada forma de pensar.

Muitos judeus progres, religiosos ou não, baseam a sua estreita forma de pensar na absurda noção de que esta mesquita era uma espécie de inocente “casa de oração”. Um lugar onde singelos e inocentes camponeses vinham para viver a sua fê.

Nada mais longe da verdade. Este era um lugar onde os amalekitas vinham depositar o seu ódio e a planificar ataques terroristas contra o povo judeu. Um lugar onde os assassinos de judeus se reuniam com regularidade. Por não mencionar que, inclusso se estes árabes fossem inocentes de qualquer acção ou intenção homicida, um lugar gentil de pregária está fóra de lugar na Terra Santa. Isto não é a minha opinião pessoal. É a Jalajá.

O gentil não permanecerá nesta Terra agás se aceita o critério jalájico de Ger Toshav (residentes estrangeiros). Maimónides explica que isto significa que devem aceitar as Sete Leis Noájicas e as condições de “tributo e servidão” ante um tgribunal judeu, durante o ano do jubileu.

Cumpre dizer estas coisas sem doblezes nem titubeos. Os “rabinos” multiculturalistas não fazem outra coisa que denigrar o nome de D’us. Repugnantes detrítus humanos como o “Rabino Chefe do Multiculturalismo” Yona Metzger e o monigote de Menajem Froman, de Tekoa, que foram a Yasuf o luns para exprimir a sua indignação aos ancianos da vila. Ironicamente, os chacais residentes nessa aldeia evitaram uma enorme profanação do nome de Hash’m ao saír em manada a linchar a esses fríkis misseráveis a pedradas. O exército teve que escoltar a estes inadaptados judeus às afóras da vila.

Yona Metzger, um heregem barbudo que de modo regular cuspe sobre a Torá em defesa dos traidores esquerdistas que estám destruíndo o país. Uma retorzida criatura que teve os incríveis colhões de comparar este justo acto de vinganza com a Kristallnacht promovida pelos seus amigos alemães. Metzger merece um lugar destacado nos livros de texto islamistas pela sua obscena comparação dos judeus com os názis. Menajem Froman, outro pervertido, um extranho especímen cujos maiores fitos consistiram em fotografar-se com os vermes de Fatah e Hamas, e enviar cartas de amor a Arafat.

Estes barbudos assimilacionistas disfarzados de rabinos têm sido desde sempre o mais perigoso cenáculo de corruptos. Existe algo mais execrável que a image duns “religiosos” judeus portando um exemplar do Coran para re-emprazar os que foram chamuscados durante o incêndio? Matityahu, o recto Sumo Sacerdote hasmoneu, teria padecido graves problemaas com os Metzgers e Fromans de hoje em dia.

Estes fraudulentos rabinos são cúmplizes de Fatah, Hamas e Hezbolá. Quando os judeus são assassinados pelos árabes, gardam silêncio. Quando as sinagogas são incendiadas e os nossos livros sagrados reduzidos a cinzas. Se alguém cuspe a um cura na Cidade Velha, declaram um dia de luto. Os dias de justiza chegarão em que pagarão pelo sangue judeu que mancha as suas mãos.

Os judeus que comprendem o que significa a Janucá sabem que um ataque contra uma mesquita é um momento de alegria. Não nos auto-denigremos. Desde o mero ponto de vista da supervivência se alguém te exige que adores ídolos ou te rebanará o pescozo, o “pragmático” é salvar a gorja e inclinar-se ante o ídolo. O Judaísmo exige algo mais. A Lei Judia exige que te negues, inclusso a costa da tua vida. A Jalajá não sempre é pragmática nem “amável” desde o prisma convencional. Às vezes, a Jalajá obriga-nos a lutar até a morte.

Se este incêndio, finalmente, foi obra dum grupo de judeus (ou dum só Judeu) que teve a coragem de fazer o que deveria fazer o Governo de Israel, contem de todo coração com o meu apoio e recebam a minha benção.

Filhos de Matityahu, saudo-vos onde queira que estejades!


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

11/12/09

CHAMAMENTO TURCO À GUERRA



Venho de lêr no sítio web do The Jerusalem Post que o cabecilha da jauria turca fixo uma advertência a Israel, em resposta aos rumores de que a Força Aérea Israeli usa o espaço aéreo turco para espiar a Iran. Ao tempo que negava os devanditos rumores, Erdogan deixou clara qual seria a sua posição se algum dia Israel incorrisse na tentação: “Israel recebiria uma resposta semelhante a um terremoto”, afirmou este impotente judeófobo. Curiosa a sua advertência, tendo em conta que procede dum “amigo”.

Saquemos as máscaras. Erdogan não é um “moderado”. É um dirigente muçulmão dum país islamista que ódia a Israel e ao povo judeu. Sobretudo a partir da guerra de Gaza, Erdogan tem aproveitado cada oportunidade da que tem disposto para fazer soar os tambores de guerra. Está sedento de assassinar judeus. Erdogan appia plenamente o programa iraniano de destrucção de Israel. Quantas fotografias necessitamos dos seus encontros e boa sintonia com Ahmadineyad? Um país moderado? Um amigo de Israel? Aposto que inclusso os gilipolhas que propagam essas patranhas teriam reticências a ir-se de vacações com os seus moderados amigos turcos esta Janucá. Qualquer pessoa com um punhado de neuronas no seu cerebro entende que Israel carece de amigo algum no mundo. Árabes, muçulmãos ou de qualquer tipo.

Estamos nas datas da Janucá. Imaginade por um instante que os macabeus aínda estivessem por aí. Os genuínos filhos de Matityahu, com o potencial tecnológico das IAF. Que pensades que fazeriam como resposta a este género de ameazas? Em primeiro lugar, convertiriam Iran numa terra erma. Fim da ameaza nuclear. E, na viagem de volta a casa, renderiam visita a Erdogan e tingiriam o seu país de judeófobos num ocêano de sangue turca.

O que só é fantasia hoje, pode ser a realidade amanhã. O autêntico Messias chegará algum dia, e não o fazerá portando uma ponla de oliveira.

Ojalá o vejamos com os nossos olhos.


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

08/11/09

POLÍCIAS OU KAPOS?


Titular em Israel National News: “A Polícia é multada com 315 $ por golpear brutalmente a um rapaz de 15 anos”.

“Um tribunal disciplinário policial concluiu que dois agentes sejam achados culpáveis de golpear selvajemente a um adolescente de 15 anos natural de Shomron [Samaria] por não amosar a sua tarxeta de identificação –que legalmente não pode obter até os 16 anos [¡!]. Os polícias foram multados com 1200 shekels por uso de violência inecessária, mas não se dou trâmite a cárregos criminais alguns.

O jovem, Yaakov H, da comunidade do norte de Samaria de Kfar Tapuaj, estava agardando numa estação de autoestrada em 2005, quando um veículo de polícia que passava se deteve e lhe pediu a tarxeta de identificação. O incidente teve lugar no período em que o Governo dera ordens de arrinconar aos activistas contrários ao plano de expulsão de milheiros de judeus dos seus fogares em Gaza e parte do norte de Shomron”.


COMENTÁRIO: Que atrozidade! 315 misseráveis dólares? Como diablos é possível que esses dois matões não estejam em prisão ? Se a vítima tiver sido um árabe ou um esquerdista de caminho à algarada habitual de Paz Agora, estes polícias estariam pudrindo-se no cárcere. Mas a coisa câmbia quando se trata dum judeu com kipá, particularmente os que transitam pelas estradas de Yehuda e Shomron. Seguramente este provocador levava peyot [tirabuzões]. Que foi o que levou a que esses dois selvagens reagissem golpeando-o até reduzi-lo a uma massa sanguinolenta.


A moral de Sodoma e Gomorra tem-se convertido em lei nesta terra, uma grotesca paródia de justiza perpetuada pelos tribunais progres que têm uma lei para os esquerdistas e os terroristas árabes, e outra para os patriotas judeus. Quem sustente o contrário é um iluso ou um mentiroso. O tribunal estabeleceu que os oficiais utilizaram uma “violência excessiva”, embora não houvo cárregos criminais. Que merda significa isso? Por que tiveram que usar forza alguma? Não existe evidência alguma de que o rapaz se resistisse à detenção. Estes dois malnascidos arrojaram-no dentro do carro como faziam os da Gestapo, e golpearam-no despiadadamente. Não se trata dum incidente isolado, senão apenas o último no longo e escuro funcionamento destes travéstis da justiza. A polícia em Israel está fóra de controlo. Nenhuma sociedade minimamente moral (nem a judia nem nenhuma outra) permitem que um sádico ou um psicópata porte uma placa. E quando o sistema falha, a pesar de todos os controlos, e um oficial comete um desliz, sobre esse oficial tem que cair a lei com todo o seu rigor.

O problema radica no perfil da gente que se recluta para as forzas policiais. A convocatória debe ser algo semelhante a isto:

1. Queres levar uma pistola e sentir o prazer de saber-te poderoso como só tens imaginado nos teus sonhos mais selvagens?

2. Queres jogar ao béisbol com um bate utilizando as cabezas dos judeus observantes para praticar?

3. Queres beneficiar-te de sobornos lucrativos com delinqüentes beduínos, que só te pedirão que mires para outro lado mentres traficam com amas e rapazas ao longo da fronteira?

4. Es emocionalmente inestável? Vago? Alcoólico? Es um imbécil? Pegas à tua mulher e/ou filhos?

Se tens contestado « sim » a alguma dessas perguntas, noraboa: é muito provável que tenhas um sítio nas nossas forzas policiais.


Estou seguro de que há muitos tipos decentes na polícia israeli. Nunca tivem a sorte de conhecer a nenhum. Pido desculpas de antemão àqueles que puidesse haver –mas que são, evidentemente, incapazes de cambiar o sistema. Provavelmente sofram em silêncio todos os dias vendo o que há ao seu arredor. Repito, não é de eles que falo. Falo do prototípico oficial de polícia israeli que todos conhecemos e do que, D’us não o queira, talvez um dia devas requerir a sua asistência.

Também não ajuda demassiado a elevada existência de gentis na polícia, o que erosiona aínda mais qualquer rasto de moralidade que puider ficar. Os judeófobos que se têm infiltrado através da porosa Lei de Retorno têm, ironicamente, uma oportunidade única de fazer aos judeus na sua própria terra o que os seus avós lhes faziam em Rússia e Ucrânia.

De existir justiza, o tribunal teria sentenciado que alguém partisse todos e cada um dos ósos desses dois oficiais de polícia, e depois teriam sido arrojados durante uns quantos anos a uma cela na que puidessem reflexionar sobre o seu crime. A corrupção inerente ao sistema de justiza israeli e o seu brazo executor rematarão por expulsar-nos da nossa Terra. Quem acredita aínda que existe um mínimo de justiza neste enfermo país? Quem acredita aínda que nenhum homem está por riba da Lei? Estes dois sádicos com placa demonstram precisamente tudo o contrário.


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

29/10/09

EHUD BARAK: O ROSTO DA MULTIDÃO ASSIMILADA



A hipocresia dos bolcheviques israelis:
  • Aos” direitistas" proibe-se-lhes dizer ‘Kahane tinha razão’. Os progres, sem embargo, podem incitar a violência contra os judeus observantes e fazer chamamentos a que os ‘colonos’ sejam castrados ou exterminados.
  • Os” direitistas” têm proibido exprimir a sua oposição à política governamental, inclusso através da desobediência civil não-violenta sem correr risco de que a sua cabeza seja reventada por uma banda de kapos portando cachiporras. Os progres podem exprimir-se como queiram e considerem necessário.   
  • Os soldados “direitistas” que exprimam a sua oposição à política do Governo constituim uma ameaza à moral das IDF. Os soldados progres que se neguem a servir nas áreas libertadas verão respeitada a sua toma de posição. 

Os soldados da Brigada de Infanteria Samson que recentemente protestaram contra a expulsão dos judeus de Homesh na sua cirimônia de jura, santificaram o nome do Altíssimo ante toda a nação. Desgrazadamente o seu activismo teve um prezo. Dois soldados foram expulsos da brigada e deverão permanecer 20 dias em prisão. Podedes ter a certeza de que qualquer soldado que no futuro trate de seguir o seu exemplo será golpeado aínda mais forte.

O sádico Ministro de Defesa está fóra de sim. Referiu-se à protesta, que consistiu em exteriorizar o rechazo à expulsão de Homesh, como “um grave e anómalo sucesso, que tem danado a image das IDF, o Estado, e o carácter especial da cirimônia”. Resulta curioso que isso seja o que constitui um “grave sucesso” para Barak. Sobretudo vindo dum homem que reiteradamente tem usado à polícia, o exército e os gardas de fronteira para expulsar judeus dos seus fogares, e que os tem golpeado brutalmente em progromos patrocinados pelo Estado. É impossível calcular em que medida os progressistas têm destruído a moral das IDF, cada vez que as têm utilizado para atacar aos nossos cidadãos.


Um soldado das IDF deveria ser respeitado, na medida em que combate contra o inimigo. A partir do momento em que o soldado golpea a um judeu, ou destrui um fogar judeu, deixa de ser um soldado e converte-se num traidor ao seu povo. O soldado das IDF tem uma obriga com o povo de Israel que trascende obedecer ordes cegamente. Pouco importa se o soldado não usa meios violentos nem se chora e baila com a mesma gente cujos fogares vem de destruir. Nem importa se o seu farsante rabino promulgou um estúpido edicto estabelecendo que um soldado não pode rechazar ordes nas IDF.

Barak é um traidor merecedor de ser enjuizado por alta traição junto com os seus seqüazes. A nossa história lembrará a Barak como um criminal que fixo dano ao Povo Judeu. Estes dois soldados emprisonados passarão à história como heróis. Longe de danar ao país, ou o pretiígio das IDF, desafiando a Barak e a multidão assimilada ante toda a Nação, estes soldados têm protagonizado um Kiddush Hash’m sem precedentes. A mensagem foi diâfana. Somos soldados das IDF. Estamos no exército para combater o inimigo. Não seremos utilizados para golpear e acosar a outros judeus.

Não gosto da expressão “motim do Kotel”, tal e como este incidente tem passado a ser conhecido –inclusso entre aqueles que apoiam aos soldados. Combater pela Judeuidade não constitui um “motim”. Restaurar publicamente em parte da sua honra a um exército judeu caído em desgraza é o epítome do Kiddush Hash’m. Lembremos o que realmente é um motim. Netanyahu é o capitão deste navio que está indo a pique. Até onde lembro, o Likud ganhou as eleições. Por que diablos Barak ocupa uma posição na que pode sacar a reluzir o seu rechoncho rosto de porco e falar com rango oficial? O quid da questão é que Bibi e Barak são a mesma coisa. Bibi simplesmente carece da coragem de amosar o seu autêntico rosto aos que o eligiram, deixando o trabalho sujo ao sádico de Barak, que disfruta enviando aos seus esbirros a bater nos judeus e destruir as suas casas. Por uma vez na sua vida, o decrépito Sumo Sacerdote do Helenismo, Simon Peres, esteve no certo ao sinalar que Netanyahu não é um “direitista”. As suas posições estám em consoância com tudo aquilo pelo que luta a Esquerda: apaciguar aos árabes mediante concessões territoriais, armar ao inimigo, auto-contenção, congelar o desenvolvimento das áreas libertadas, a criação dum Estado “palestiniano”, etc. Se fai cua-cua como um pato…

Estes soldados são autênticos filhos de Matatias, de bendita memória. Macabeus no genuíno sentido do termo. Que o Sagrado, bendito seja, lhes dê forza e benção!



DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

27/10/09

DELÍCIAS TURCAS



Às vezes o nome diz muito duma pessoa. Tomemos ao Primeiro Ministro turco, Recep Tayyip ErDOGan, por exemplo. Certamente é um cão [dog]. Um raivoso cão judeófobo, que já começara ensinar as suas autênticas fauces durante a Operação Liderádego Sólido. Evidentemente, a ideia duns judeus capazes de defender-se foi muito mais do tolerável por este escorpião. Erdogan adicou-se, em conseqüência, a demonizar a Israel e defender a Hamas, de modo semelhante a como o faz o enrugado judeófobo cacauetero Jimmy Carter. Antes de continuar, desejo-lhe sinceramente a esse cão um lento cancro rectal seguido dum aneurisma cerebral (e outro tanto para Carter).

Não há tanto tempo que os judeus mais estúpidos louvavam as virtudes de Turquia. E não me refiro precisamente aos membros da extrema esquerda. Muitos “moderados”, “razoáveis”, e “religiosos” judeus proclamavam essa parvada de que Turquia é um país muçulmão razoável e moderno. Uma e outra vez citavam a Turquia como prova de que Israel tinha, quando menos, um amigo sincero nesse mundo. Bem, pois o cabeza de cão de Erdogan vem de mandar fazer punhetas a falsa moderação de Turquia amosando o autêntico rosto que há debaixo.

É um prazer contemplar como se derruba ante a olhada de todos o mito da “moderada Turquia”. Os judeus progres sempre têm acudido a Jordânia, Egipto e Turquia como exemplo de países árabes moderados. Por suposto que o são. E perfeitos lugares para que um judeu seja impunemente assassinado. ErDOGan demonstra o que Rabbi Kahane (HY’D) sempre manteve: não existem árabes ou muçulmãos moderados, nem sequer na “moderada” Turquia. Os Husseins, Mubaraks, ErDOGans –todos eles moderados, faltaria mais- estariam dispostos a arrancar a pele a tiras aos judeus sem que lhes tremesse o pulso. Mas têm aprendido que é melhor morder a língua, inclusso quando queres berrar “Morte ao judeu!”. Se fazes as coisascorrectamente, os próprios judeus fazilitar-che-ão o caminho.


Logicamente, um cão judeófobo como Erdogan às vezes tem dificuldades para reprimir-se. Lembrades quando mordeu ao flácido Simon Peres? Por que lhe ladraria? Observade no vídeo [ver abaixo] ao Primeiro Ministro turco perpetuando trunfante o típico libelo de sangue árabe contra os judeus, mentres o pusilânime Shimon Peres permanece sentado como uma babosa tragando-o tudo. Nauseabundo. Eu teria-me lanzado directamente, como mínimo, à tráquea de Erdogan (bom, de entrada já nunca me teria sentado ao seu lado).

Analisemo-lo por um momento: que pode ter Erdogan contra o sumo sacerdote do Helenismo, o arquitecto supremo dos Acordos de Oslo? Peres, a fim de contas, tem feito mais pela destrucção do Estado de Israel que todas as nações árabes juntas. A resposta é singela. ErDOGan teve um mal dia. A ele, no fundo, importam-lhe uma figa os míticos “palestinianos”. Simplesmente Erdogan perdeu a paciência; os judeus não se estavam matando entre eles o suficientemente rápido.


O mundo árabe/muçulmão ódia aos judeus. Curiosamente, também ódiam a Simon Peres –embora se tenha comprometido a reduzir o Estado de Israel ao tamamnho aproximado do Ghetto de Varsóvia. Como os seus predecessores europeus, os názis do mundo árabe têm uma Solução que pretendem levar a cabo. E a primeira fase requer a existência dum Ghetto judeu. A tal fim, os “moderados” têm que convencer aos Judenrats para que prestem a sua colaboração. Com o respaldo do resto do mundo, exercerão pressão sobre Israel para que ceda territórios e armas aos seus inimigos jurados.

Aceitar alto-o-fogos unilaterais com názis que sorrim mentres seguem lanzando foguetes Qassam contra as cidades israelis. Essa, repito, é a primeira fase. A segunda fase é a que podemos contemplar em Yad Vashem.

Amalek é fazilmente predizível..

Mas Erdogan vem de manifestar que Iran é amiga de Turquia. Erdogan vem de sacar-se a máscara. E isso é bom, porque os árabes mais perigosos são os que vam disfarzados.

No que a mim respeita, qualquer amigo de Iran meresce o seu mesmo destino: a aniquilação total.


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL




11/10/09

BARBÁRIE ISLÂMICA E CUMPLIZIDADE PROGRE



Venho de lêr um texto muito recomendável: “Mutilzação genital feminina, Islám e o silêncio da esquerda”, publicado por Jamie Glazov na Frontpage Magazine. Trata-se dum perturbador artigo sobre uma prática aínda mais perturbadora, a selvagem forma de cirurgia amateur conhecida como mutilação genital feminina. Para quem não o saiba, este primitivo rito religioso/cultural é muito popular na maioria do mundo islâmico –incluídos Jordânia e Egipto. Outra típica mostra de cómo os progressistas têm um sentido selectivo do que é escandaloso moralmente, quando tem a ver com o Islám.

Estas seriam algumas das pautas gerais para tratar de entendermos a hipocresia do código moral da esquerda. Os progres acreditam que:

  1. Só os brancos são razistas.

  1. Todos os brancos são razistas.


  1. Os negros não são capazes de cometer crimes de ódio. Inclusso quando uns negros lincham um judeu nas ruas de Crown Heights, ou prendem lume a um homem branco, não se trata dum crime de ódio.

  1. Os homens são violentos. Ter testículos implica que deves refrear constantemente o desejo de violar e golpear mulheres.


  1. O Governo  tem a obriga de arrebatar as armas dos cidadãos amantes da lei, e estimular que poidam praticar-se abortos de seres completamente desenvolvidos.

  1. A violação de crianças é aceitável se formas parte da decadente e auto-indulgente elite hollywoodiense.


  1. Os assassinos em série que liquidam famílias inteiras, mas que depois se adicam a escrever contos para rapazes em prisão, merescem evitar a cadeira eléctrica.

  1. A pena de morte é razista e imoral –agás que se aplique aos fetos que ameazam com complicar a vida da mãe potencial com toda sorte de responsabilidades.


  1. O Governo tem a obriga de expandir um sistema universal de saúde de tipo socialista. A exclussiva modalidade de cuidado aos ancianos do prestigioso Dr. Kevorkian só seria accesível mediante petição (como na TV por cable). Infanticídio. Gerontocídio. Isso sim, proibiriam-se os pesticidas.

  1. O Islám é uma religião admirável (e é razista pedir-lhes que nos proporcionem algum exemplo desta afirmação).


  1. A escravidão é má quando é cometida pelos brancos. A escravidão do mundo árabe/islâmico –que persiste normalmente hoje em dia- é algo totalmente distinto, que não debe ser julgado desde o prisma da olhada occidental.


  1. A ONU é uma instituição elevadamente moral encomendada a bla, bla, bla.


  1. Um Presidente negro não pode ser estúpido por definição (sem importar que realmente seja muito estúpido). Do mesmo modo, um Presidente negro não pode ser razista nem ántisemita (sem importar todas as vinculações que tenha com razistas ou com elementos ántisemitas). Se sustentas o contrário, é que es um razista.

  1. A violação e o adultério são máus, agás que sejam cometidos por algum antigo Presidente com cara de porco que –por alguma razão inexplicável é a querida dos progressistas, a pesar de oito anos de incompetência e negligência.


  1. Iran não é uma ameaza para o mundo. O problema é Israel.

  1. Israel não tem direito a proteger-se. Não conduziria a nada e só entorpeceria o “processo de paz”.


  1. A violência sempre é negativa, agás quando é perpetrada pela esquerda. Ou pelos “combatentes pela liberdade” que não têm outra opção que fazerem-se detonar embutidos em explossivos no meio de passeios ou centros comerciais.



DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL