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11/04/10

A ESQUERDA ISRAELI, DO POSTSIONISMO À ESPIONAGEM


Inclusso antes do assassinato de Yitzhak Rabin às mãos de Yigal Amir a esquerda israeli, encabeçada pelo jornal “Ha’aretz”, já entoava ao unísono o que remataria por converter-se no seu axioma político básico: a violência política é uma deriva congênita da direita israeli. Especialmente dos “colonos” e da direita religiosa. A violência política é uma plaga procedente e exclusiva da direita –nunca da esquerda-, têm insistido desde sempre. Naturalmente, tras o assassinato de Rabin, este mantra convertu-se em matéria teológica indiscutível.

Não só Rabin foi assassinado por um estudante religioso de direita, lembram a todos quantos querem escuitá-los. Inclusso devido a isso, qualquer pessoa que não fosse de esquerda em Israel foi considerada moral e subsidiariamente culpável da morte de Rabin. Mas para além disso, Jack Teitel, um israeli de direita originário dos EEUU, puxo um artefacto explossivo na porta do Professor Zev Sternhell que lhe causou feridas. Baruch Goldstein, outro extremista de orige estadounidense, abriu fogo no Santuário dos Patriarcas em 1994. Um direitista israeli lançou uma granada contra uma marcha de manifestantes de Paz Agora, matando a um. Alguns extemistas de direita têm-se confrontado com a polícia e os soldados nos “territórios ocupados”. E os kahanistas têm bordeado a lei, maiormente com actos de vandalismo de baixa escala, mas ocasionalmente violentos.

Tudo isso tem sido mais que suficiente para a esquerda israeli e o seu aparelho mediático subsidiário. Tudo isso “demonstrava” que na direita todos são uns criminais, uns violentos e uns assassinos em potença. Cada pedra lançada por um “colono” a um polícia não fazia senão ampliicar o coro. Tras o incidente com o professor Sternhell, vários esquerdistas atacaram-me nalgumas listas de correio de índole acadêmica, acusando-me de ter promovido o ataque porque alguma vez tinha criticado a Sternhell pelas suas posições esquerdistas e as suas opiniões politicamente ánti-democráticas.

A obsessão mediática com a pretendida inclinação congênita face a violência da direita israeli, têm sevido durante muito tempo para emascarar a congênita querência face a traição e a espionagem de boa parte dos membros da esquerda israeli. E os factos demonstram que em todos e cada um dos incidentes de espionagem ánti-israeli sempre tem estado involucrada a esquerda. O escândalo que se tem desatado em Israel, depois de que um tribunal proibisse dar-lhe publicidade, atinge a Anat Kam, uma jovem traidora da extrema esquerda que conspirou com o jornal “Haaretz” para filtrar documentos classificados pertencentes ao Exército. Kam roubou arredor de 2.000 documentos miitares classificados e fixo-os chegar a um jornalista do “Haaretz” chamao Uri Blau, que nestes momentos está oculto no Reino Unido. O “Haaretz” publicou uma série de informes utilizando material contido nesses documentos.

Anat Kam, por suposto, não é a primeira esquerdista israeli envolvida em delitos de traição e espionagem. Mordecai Vanunu, o famoso espia nuclear, era membro do Partido Comunista Israeli. Marcus Klinberg espiou em Israel para os soviéticos durante anos. Azmi Bishara, que espiou para os terroristas de Hezbolá, era um dos máximos dirigentes da esquerda israeli partidária do terrorismo árabe. O pior complote de espionagem proterrorista que tem funcionado em Israel foi organizado nos anos setenta pelo comunista nascido num kibbutz, Udi Adiv –que tras cumprir a sua condeia, ensia actualmente na Universidade Aberta de Israel. Tali Fahima foi uma esquerdista que resultou encarerada por ajudar ao seu noivo, um terrorista palestiniano, a planificar os seus atentados. Nos anos cinqüenta teria sido realmente complicado achar um só membro do Partido Comunista de Israel que não colaborasse com a URSS. Centos de esquerdistas israelis, encabeçados por Neve Goro, da Universidade Ben Gurion, promovem boicotes por todo o mundo contra Israel neste mesmo momento, assim como motins e a insurrecção entreos soldados israelis.

E assim poderíamos seguir falando longo e tendido de traidores da esquerda de hoje em dia. Curiosamente, “Haaretz” nunca saca uma editorial falando sobre as “inclinações congênitas” da esquerda a implicar-se na traição e a espionagem.

Tras o assassinato de Rabin, todos os jornais israelis e os comentaristas de esquerda denunciaram à Universidade Bar-Ilan, uma universidade religiosa onde Yigal Amir estudara Direito. Bar Ilan tinha que ser clausurada, diziam muitos de eles. É um criadeiro de violência de direita e moralmente responsável do agir de Yigal Amir, rugiam. Bem. Nem um só daqueles mesmos têm feito um chamamento durante esta semana para que se clausure a Universidade de Tel Aviv. Anat Kam estudava nos departamentos de história e filosofia dessa Universidade –ambos entre os mais monoliticamente ánti-israelis dos departamentos acadêmicos de todo o país. Junto com os departamentos de sociologia e ciência política da Universidade de Tel Aviv, um teria que procurar com um candil para achar a algum membro dessas faculdades que não seja comunista. Nem um só jornal em Israel tem denunciado aos radicais da Universidade de Tel Aviv por adoutrinar e incitar a Anat Kam, ou exigido que fagam um exame autocrítico da sua culpa –que foi o que figeram com a Universidade de Bar Ilan.

Em 1940, Winston Churchill fechou todos os jornais vinculados à União de Fascistas Britânicos, um partido fascista pro-alemão dirigido por Oswald Mosley. Foi uma das suas primeiras medidas como Primeiro Ministro. Uns 740 dirigentes do Partido, incluíndo a Mosley, passaram o tempo que durou a guerra recluídos em prisão. Ao igual que “Haaretz”, os seus jornais lançaram uma “campanha pela paz” (com a Alemanha názi) e deram apoio aos inimigos do seu país em quase todos os aspectos.

Até agora, o “Haaretz” era um jornal com presupostos políticos muito questionáveis, mas não um jornal implicado activamente em traição e espionagem. A metade dos seus colunistas são o equivalente moral de Lord Haw-Haw. Tem um índize de distribuição em Israel de entre o 6 e o 7% -a metade dos quais suspeito que seguem suscritos, apesar da sua ideologia ánti-israeli, graças ao “The Marker”, o melhor suplemento de negócios da imprensa em Israel (de facto, eu sou um de eles). Mas agora já temos descoberto que “Haaretz” tem dado um psso mais: de apoiar abertamente a traição, a ser partícipe de ela.

Terá Netanyahu a coragem de Churchill e fechará o jornal mentres dure a confrontação? Encarcerará aos extremistas que apoiam aos inimigos do país em tempo de guerra como Sir Winston? Dado que o que fixo Kam é muito pior que aquilo pelo que Jonathan Pollard foi julgado nos EEUU, serão sentenciados Kam e Blau a prisão, pelo menos pelo mesmo tempo que leva encarcerado Pollard?

Pela sua banda, “Haaretz” alardea sobre o seu papel desempenhado neste caso de espionagem e trata de apresentá-lo como um grande acto de patriotismo. A maior parte do jornal está adicado estes dias a vanagloriar-se de ter respaldado a Kam e Blau. Um grande acto de cidadania a favor da “paz”, insistem os seus editores e colunistas. A fim de contas, entre os quase 2.000 documentos classificados e roubados por Kam para o “Haaretz” havia um par de eles que descreviam os planos militares para seguir levando a cabo atentados contra terroristas de Hamas –conta o critério da Corte Suprema Israeli, que se manifestara em contra desse tipo de acções selectivas.

Ora bem, se o Exército israeli estivesse realmente planificando acções que neste aspecto ignorasse as recomendações da Corte Suprema, o que seria é merecedor duma medalha como recompensa. Não existe base legal para que a Corte Suprema interfira e kibbutize a direcção militar israeli na guerra congtra o terrorismo. A Corte não tem legitimidade para ordear ao Exército como afrontar os seus objectivos.

Mas, por suposto, esta não é a maneira em que “Haaretz” o enfoca. “Haaretz” apoia abertamente o activismo judicial porque os activistas judiciais  geralmente  único que fazem é implementar a agenda da esquerda ao país e os seus dirigentes. “Haaretz” também  dirigira a cruzada contra o exministro de Justiça, Daniel Friedmann, que ameaçava rematar com o controlo dos activistas de esquerda sobre a judicatura.

 Mentres, Anat Kam se tem convertido na chica do póster da esquerda israeli, cada vez mais abertamente implicada na traição política. Durante anos a extrema esquerda israeli, junto com os seus mentores mediáticos do “Haaretz”, tem estado apoiando a eliminação de Israel e a sua desaparição na enteléquia do Estado “binacional”, promovendo o “direito de retorno” palestiniano, organizando a insurrecção e a deserção de soldados nas IDF, atacando a barreira de seguridade israeli e apoiando o hooliganismo violento contra os soldados e a polícia, apoiando todas as exigências dos terroristas, aplaudindo os actos de terrorismo árabe, e servindo como escuds humanos para os assassinos. A espionagem é bem pouca coisa, a fim de contas.



STEVEN PLAUT

10/03/10

MEU NOME É HORST

Rachel Corrie era membro do Movimento de Solidariedade Internacional (ISM) quando morreu em Gaza no ano 2003 atropelhada por um bulldozer das IDF, cujo condutor não a distinguiu tumbada no seu caminho mentres tratava de evitar que se derrubasse um refúgio terrorista.

Inspirado pelo facto de que os pais de Rachel Corrie estám promovendo um juízo contra Israel e as IDF pelo suicídio da sua descerebrada filha, ocorreu-se-me que tal vez o autêntico papel jogado por Rachel Corrie na história não é devidamente apreciado por alguma gente. Quer dizer, o de ser a Horst Wessel da esquerda ánti-israeli.

Permitam que me explique.

Horst Wessel foi um jovem idealista alemão que pertencia à organização Juventude Bismarckiana, um grupo de jóvenes nacionalistas na Alemanha de Weimar posterior à 1ª Guerra Mundial. Esse grupo era demasiado moderado para ele e, então, decidiu aderir ao Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialista Alemão em 1926, quando apenas contava 19 anos. Ao igual que Rachel, escrevia poemas e gostava-lhe a música. Tocava o oboe. Um dos seus poemas intitulava-se “Alçade alto a bandeira”.

Em 1930, quando ele já contava 23, teve uma desputa com a sua caseira, cujo marido era dirigente dum partido comunista. Provavelmente a conseqüência disso, o 14 de Janeiro de 1930, Wessel recebeu um disparo no rosto supostamente efetuado por Albrecht Höhler, um activo membro do partido comunista local. Wessel morreu no hospital o dia 23 de Fevereiro. O assassino foi sentenciado a seis anos de cárcere e, posteriormente, foi assassinado pela Gestapo. O partido comunista negou toda implicação na morte de Wessel e insistiu em que este morrera devido a uma desputa sobre o aluguer que tinha que pagar.

O Partido Názi, sem embargo, decidiu que Wessel poderia constituir uma brilhante figura de mártir, e que a sua trágica morte poderia ser utilizada como munição política poara promover a agenda do Partido. Goebbels e Göering organizaram um gigantesco funeral na sua honra. Wessel passou a ser lembrado em funerais, livros e filmes. Os jornais názis comparavam-no com Jesuscristo. A Armada alemã dou o seu nome a um dos seus navios de trainamento. A “Canção de Horst Wessel”, baseada no poema de Wessel “Alçade alto a bandeira”, converteu-se na canção marcial oficial do Partido Názi. Era cantada e interpretada com pro`pósitos de recrutamento pelo Partido. A juventude názi fazia pelegrinagens à tumba de Wessel. Os fascistas britânicos trocaram o textgo ligeiramente e o adoptaram como a sua própria canção marcial.

Horst Wessel foi obviamente a Rachel Corrie do movimento ánti-judeu quase 80 anos antes de que Corrie joasse um papel semelhante. Em ambos casos, oseu “martírio” foi, de facto, uma patética morte devida em boa parte à sua própria estupidez. Em ambos casos, a morte duma jovem pessoa ingênua envolvida em actividades políticas extremistas foi utilizada pelos grupos terroristas aos que pertenciam. Em ambos casos os “mártires” foiram beatificados por aqueles que procuram o assassinato e aniquilação dos judeus.

A única resposta adequada à representação da obra de propaganda ánti-semita, “Meu nome é Rachel”, nos teatros de todo o mundo onde se cenifica, seria contraprogramar com uma nova obra: uma que se intitulasse “Meu nome é Horst”.


STEVEN PLAUT


04/03/10

BENVINDOS A HAIFA, SR. E SRA. CORRIE!


A cidade de Haifa aínda se está recuperando do trauma do verão de 2006, quando, junto com o resto do norde de Israel, foi bombardeada por milheiros de mísseis Katyusha, disparados desde o sul do Líbano pelos terroristas de Hezbolá. Haifa tem sido golpeada também por muitos terroristas suicidas que protagonizaram assassinatos em massa contra civis que viajavam em autobuses ou comiam em restaurantes.

Agora Haifa está a ponto de converter-se na vítima duma nova indignidade: vai ser o cenário do assalto legal dos pais de Rachel Corrie.

Rachel Corrie, lembraredes, era uma estudante que se adicava a queimar bandeiras dos EEUU no Evergreen State College de Washington. Animada pelos seus professores mais progres, decidiu unir-se às missões organizadas pelo Movimento de Solidariedade Internacional (ISM). Ela e os seus camaradas foram enviados aos “territórios ocupados” para apoiar aos grupos terroristas palestinianos.

A ISM apoia abertamente a “luta armada” palestiniana contra Israel –que em termos comprensíveis significa “terrorismo contra judeus”. O objectivo de Corrie e os seus colegas era deter as operações ánti-terroristas israelis –algo que teria fazilitado enormemente a Hamas e os seus clões assassinar civis israelis.

Os membros do ISM entram com toda normalidade no país graças aos estúpidos complexos do Governo israeli, e uma vez aquí soem agir como escudos humanos dos terroristas. Quando menos numa ocasião foram achadas armas ocultas nas oficinas do ISM. Noutro notável exemplo de colaboração, dois terroristas muçulmãos britânicos dinamitaram o “Mike Place’s Bar” de Tel Aviv o 30 de Abril de 2003, matando três israelis e ferindo outros 50. Os terroristas foram hospedados, previamente ao atentado, por membros do ISM e segundo diziam estavam no país para colocar uma coroa de flores na tumba de –quem se não?- Rachel Corrie.

Pouco antes deste atentado, o 16 de Março de 2003, a jovem Rachel formava parte dum grupo de activistas do ISM que tratavam de evitar que uma excavadora derrubasse uma casa situada sobre um túnel construído por Hamas em Rafah. Corrie tumbou-se diante do bulldozer militar israeli. O condutor afirmou que se teria detido se ela tiver estao visível. Corrie morreu tras ser trasladada paa receber auxílio às instalações médicas palestinianas –devido seguramente à incompetência médica destas. O seu comportamento daquele dia em Gaza foi o duma adolescente jogando à galinha cega no meio duma autoestrada de New Jersey na escuridade.

Desde então, Corrie tem-se convertido numa espécie de Mãe Teresa para a esquerda radical e os apologetas do islamofascismo. Ela é a mártir sagrada do lobby proto-terrorista, e inclusso é reverenciada por gentes do KKK como David Duke.

Quando a Agência Reuters informou que os palestinianos de Gaza “honraram” a Rachel tras a sua morte num “funeral simbólico” ondeando bandeiras dos EEUU, o colunista do Wall Street Journal, James Taranto, escreveu acertadamente que se Corrie tiver estado viva, teria queimado sem duvidar essas bandeiras. Outro jornalista, Dennis Prager, escreveu: “sinto-o pelos pais de Rachel Corrie, mas evitem-me a hagiografia . Rachel Corrie morreu lutando pelo Movimento de Solidariedade Internacional, adicado, segundo as suas próprias palavras, à “luta armada” contra Israel. Rematou por ser uma idiota útil, e uma vítima mais do terrorismo palestiniano”.

A morte de Corrie converteu-se velozmente no argumento duma obra propagandística ánti-israeli intitulada “Meu nome é Rachel Corrie”, que tem sido representada em Londres e outras cidades. Os intentos de representá-la em New York no Theatre Workshop fracassou ante a oposição do público, mas finalmente foi levada às táboas no Minetta Lane Theatre de Greenwich Village.

Desde a morte de Corrie, os seus pais, Cindy e Craig Corrie, têm percorrido o globo convertidos numa espécie de equipo de SWAT propagandístico ánti-israeli. Não contentos com lamentar a trágica morte da sua filha –provocada pela sua própria estupidez- os Corrie têm-se consagrado a demonizar Israel e apoiar aos seus inimigos. Fieram uma pelegrinagem muito especial aos pagos de Yasir Arafat em Setembro de 2003 para regalar-lhe um grande póster do “martírio” da sua filha.

Os Corrie culpam a Israel da morte da sua filha. Mas como sinalou o servizo de notícias de YNET, “Uma investigação das IDF concluiu que os soldados não tiveram culpa alguma e que o condutor do bulldozer não a puidera ver e não a atropelou intencionadamente. O Exército culpou a Corrie e o ISM de ‘conduta ilegal, irresponsável e insensata’”.

Sem embargo, os Corrie promoveram a Fundação Rachel Corrie, que se adica a propagar o discurso político ánti-israeli. E compartem o entusiasmo da sua filha pela “resistência” de Hamas.

Os Corrie sustentam que Rachel era apenas uma inocente activista da paz, que não fazia nada mais que amosar a sua preocupação pelos dirfeitos humanos dos civis palestinianos –mas inclusso o jornal ferozmente ánti-israeli The Guardian confirmou (o 23 de Fevereiro de 2010) que Corrie estava fazendo de escudo humano para os terroristas.

Os Corrie acusam agora ao Estado de Israel e às IDF antes os tribunais israelis. Eles e o seu advogado árabe, Hussein Abu Hussein, um activista radical (prticipante no movimento a prol do boicote mundial contra Israel), promoveram uma causa civil nos tribunais de Haifa e a primeira audiência está fixada para o 10 de Março.

Os Corrie também querem processar à companhia Caterpillar por vender a Israel o bulldozer que feriu à sua filha. Estám tratando de movilizar aos que apoiam o terrorismo em todo o mundo para que boicotem a companhia Caterpillar pelo crime de vender bulldozers, alguns dos quais são utilizados para combater o terrorismo, a Israel. Os fães de Corrie fazem manifestações nas reuniões dos accionistas de Caterpillar para exigir-lhes que boicotem a Israel.

Ironicamente, os Corrie estiveram seqüestrados por um breve período de tempo em Gaza por terroristas de Hamas em Janeiro de 2006, quando se achavam lá para amosar aos yihadistas locais o seu apoio. The Jerusalem Post, o British Daily Telegraph e outros mass media informaram do incidente. Velaqui como o descreberam na MSNBC:

Pistoleiros palestinianos irromperam numa vivenda de Rafah a primeira hora do mércores e trataram de seqüestrar aos pais de Rachel Corrie, que foi assassinada em 2003 mentres protestava para impedir a demolição duma casa no sul de Gaza, segundo uma testemunha.

Os cinco pistoleiros semelhavam estar afiliados ao movimento Fatah, segundo Samir Nasralá, o anfitrião dos Corrie. Os pistoleiros, tras ser informados de que eram os seus hóspedes, desistiram das suas intenções”.

Segundo o The Telegraph, “Os pistoleiros queriam seqüestrar à parelha para forçara libertação dum irigente da milícia, Alaa al-Hams, arrestado sob suspeita de ordear o seqüestro da activista britânica dos direitos humanos, Kate Burton e os seus pais”. Os Corrie, a posterióri, sacaram uma nota na que negavam rotundamente que tivessem sido seqüestrados. Apenas estiveram alojados a ponta de pistola. Mas o certo é que os Corrie foram libertados quando Hamas entendeu que eram mais úteis se seguiam enredando por aí.

Essa deveria ter sido uma agnífica oportunidade para que os Corrie apendessem de primeira mão o que é o terrorismo palestiniano, e por que Israel necessita combater o terrorismo com todos os meios ao seu alcanço –incluíndo os bulldozers. Mas não foi assim. Os Corrie seguiram com a sua propaganda ánti-israeli, a maior parte da qual é promovida em sítios web ánti-semitas e pro-yihadistas.

Mentres, o ISM avança imparável face um récord de utilização dos tribunais israelis cada vez que um dos seus escudos humanos resulta contusonado ou arrestado.

Num caso bem documentado, um voluntário do ISM chamado Tom Hurndall, do Reino Unido, resultou ferido na cabeça mentres fazia de escudo humano duns terroristas que mantinham um fogo cruzado com tropas das IDF. Hurndall foi alcançado por um soldado israeli árabe-beduíno (facto que os mass média britânicos ánti-israelis ignoraram na sua cobertura do caso). O heróico beduíno estava respondendo o fogo dos terroristas de Hamas que disparavam aos israelis. A família de Hurndall denunciou a Israel ante os tribunais judeus. O mesmo fez o condado de County, activista do ISM, e o advogado Radhika Sainath.

Agora, são os Corrie os que vêm a Haifa a continuar a guerra de agressão da sua filha contra Israel. Vam denunciar a Israel para tratar de revisar nos tribunais os factos que arrodearam a orte da sua filha. Agardo que alguns estudantes de Im Tirtzu se manifestem com fotografias de todas as mulheres judias chamadas Rachel que foram assassinadas pelos terroristas a quem apoiam os Corrie.

Em nome dos cidadãos de Haifa, gostaria-me oferecer aos Corrie um adequado recebimento à nossa cidade mediante a seguinte


CARTA ABERTA


Queridos Sr. e Sra. Corrie,

Chegades à nossa amada cidade para denunciar a Israel, dizendo que a vossa filha foi “assassinada por um bulldozer israeli”. Mas não fazedes menção às circunstâncias nas que morreu (nem ao facto de que morreu devido às suas feridas mentres estava sob os cuidados médicos palestinianos).

Tendes afirmado: “Ela estava trabalhando em Rafah com uma organização de resistência pacífica, o ISM tratando de evitar a destrucção de casas e pozos palestinianos”.

Casas e pozos, eh?

Bem. Pois não é verdade.Rachel estava tratando de evitar a demlção de túneis dois utilizados para fazer contrabando de armas para os terroristas palestinianos que assassinam civis judeus. O ISM apoia abertamente a “luta armada” palestiniana contra as crianças judias e os civis, e colabora abertamente com o terrorismo. Têm dado escondite a terroristas perseguidos e as suas armas no interior das suas oficinas. São cúmplizes de assassinatos. Mentir não é a melhor maneira de estimular a nossa simpatia face a vossa filha.

Dizedes que a vossa filha morreu tratando de proteger uma “inocente casa”. Ded novo vos digo: isso não é certo. Essa “inocente casa” era a tapadeira para um não tão inocente túnel de contrabando terrorista, e os habitantes essa casa sabiam todos eles da existência desse túnel.

A vossa filha estava numa zona de guerra combatendo do lado dum movimento de árabes fascistas que aspiram a destruir Israel e assassinar a tgodos os judeus que lhes seja possível. A vossa filha morreu mentres interferia numa operação ánti-terrorista levada a cabo por soldados dum país onde a ela não se lhe perdera nada.

Pedides que empatizedmos com a vossa dor pela perda da vossa filha, para além de que a vossa filha fosse cúmplize desses que querem assassinar aos meus filhos. Vós não sentides empatia pelas dúzias de mártires que na minha cidade de Haifa morreram às mãos desses terroristas.

A vossa filha pus a sua vida em perigo voluntariamente desafiando um bulldozer e colocando-se justo onde o condutor não puidesse vê-la. Sabedes perfeitamente que o condutor do bulldozer não tginha intenção de fazer-lhe dano algum.

Tendes escrito: “Não podemos entender a deastadora natureza da situação palestiniana”. Por suposto, jamais tendes expressado o mais mínimo interesse pela devastadora natureza da situação dos judeus. Os judeus têm estado lutando contra o fascismo árabe e o terrorismo genocida durante um cento de anos, antes, durante e depois do Holocausto názi de seis milhões de judeus. A vossa filha estava ajudando àqueles que perpetram atrozidades semelhantes às dos názis contra judeus seleccionados ao azar.

Vanidosamente promocionades a obra sobre a vossa filha, ignorando a todas as demais Rachels –as vítimas judias do terrorismo em Israel que foram assassinadas por terroristas genocidas.

A vossa filha, e aparentemente vós também, nunca teve a mais mínima comprensão sobre o conflito do Meio Leste. O conflito do Meio Leste não tem nada a ver com o direito de autodeterminação dos árabe-palestinianos, senão mais bem com o direito de autodeterminação dos judeus israelis. Durante um século os árabes têm intentado frustrar qualquer intento de autodeterminação judia, usando a violência, a agressão armada e o terrorismo. Os árabes controlam hoje em dia 22 países e um território aproximadamente do tamanho dos EEUU multiplicado por dois. Rechazam compartir nemsequer uma fracçãó do 1% do Meio Leste com os judeus, num território inclusso inferior ao tamanho de New Jersey.

Os países árabes inventaram o “povo palestiniano” e a sua “tragédia” como arma de propaganda a imitação da campanha alemã a prol da autodeterminação dos Sudetes nos anos trinta. Ao igual que a luta pela “libertação dos Sudetes” não era nada mais que uma folha de figueira tras a que se ocultava a agressão alemã dirigida a aniquilar Checoslováquia, a luta pela “libertação palestiniana” não é nada mais que a cobertura duma yihad destinada a destruir Israel e o seu Povo.

Escrevedes: “Inquestionavelment, a nossa filha tem-se convertido num símbolo para o povo”. Temo-me que vos equivocades. A vossa filha tem-se convertido num símbolo da estupidez suicida. Essencialmente, suicidou-se num gesto vazio para ajudar a uns assassinos terroristas.

Quredes que o mundo chore pela vossa filha, que morreu mentres colaborava com uns monstros para massacrar os nossos filhos. Nas páginas dos magazines e sítios web de propaganda ánti-semita denunciades a Israel, mas não tendes nem uma só palabra de simpatia face as famílias dos milheiros de inocentes israelis, vítimas dos terroristas com os que a vossa filha dediciu se aliar.

Em nome dos cidadãos de Haifa, a todos os que os amigos de Hamas da vossa filha pretendem exterminar, saudo-vos


STEVEN PLAUT

12/10/09

O ENTORNO POLÍTICO DA NOBEL ISRAELI



Bem, o lixo político sobre a última Nobel israeli comeza saír à luz. A ganhadora do Prémio Nobel de Química, que faz chamamentos a libertar milheiros de terroristas convictos e assassinos a câmbio de nada –por que “isso é o que se deve fazer”-, é um exemplo perfeito de que um pode ser um gênio nalguma faceta da vida, e, à vez, um insuperável estúpido politicamente falando.

Ada Yonath é curmã da judeóboba ánti-israeli e defensora do terrorismo a tempo completo, Ruchama Marton. Uma ultraesquerdista e ánti-sionista co-autora dum “livro” com Neve Gordon [nota: ”Tortura: Direitos Humanos, Ética médica e o caso de Israel”]. Feminista radical tem impartido aulas, como não, na Universidade Ben Gurion. Junto com Gordon esteve entre as fundadoras da ONG de propaganda ánti-israeli Físicos Israelis pelos Direitos Humanos – grupo que anos atrás foi condeado por distribuir caricaturas ánti-semitas; uma ONG que considera que os judeus não têm direito a desfrutar de direitos humanos, mas os árabes têm o direito humano de assassinar judeus. Como o seu co-autor, tem-se labrado a sua carreira a base de escrever carnaza para a propaganda occidental ánti-israeli. Tem escrito sobre o terrorismo no conflito do Meio Leste –afirmando que é Israel quem exerce o terrorismo, por suposto.


Enfim, que a mazá do Nobel tem caído, com verme e todo, da árvore familiar.


STEVEN PLAUT

22/09/09

NOVA LITÚRGIA REFORMISTA: ABENÇÕAR O SEXO ESPORÁDICO E A TRANSEXUALIDADE


Extraído dum artigo no New York Times Magazine do 20 de Setembro. Não se trata duma brincadeira:

O Judaísmo Reformista não é responsável da evolução dos tempos. Recentemente a sua litúrgia vem de incorporar uma pregária especial para as pessoas que estám acometendo operações de câmbio de sexo. E uma Sinagoga de signo predominantemente gay, em San Francisco, a Congregação Sha’ar Zahav, tem composto a sua própria oração para ser recitada depois de praticar sexo anônimo: “Na escuridão, num lugar extranho, o nosso pai Jacob achou um desconhecido com quem forcejeou toda a noite…Nunca soubo o nome do desconhecido, mas o seu encontro foi uma benção que levou a Jacob a Israel e fixo-lhe saber que vira a D’us fronte a fronte. O devoto pide a D’us –criador da passião e que a entregou mediante a sua criação- que abençoe o sexo ocasional e o convirta numa benção que nos permita tocar e ver a sua divindade”.


Extraordinário. Crescim no seio do “Movimento” Reformista do Judaísmo. Grazas a ele e, em geral, à sua base moral e ética, o Judaísmo Reformista logrou que abandoasse o Judaísmo e a minha identidade judia durante quase 20 anos. Acredito que o Reformismo Judeu está mais perto do Cristanismo ou duma agenda progre esquerdista que qualquer outra coisa. Que diablos têm estes “Movimentos” a ver com o Judaísmo? Um judeu é um judeu. Não necessitamos de “Movimento” nenhum para racionalizar as coisas que não nos gosta fazer (a pesar de que Hashem nos ordeou fazê-las) ou para adequar as nossas próprias perversões morais. O Judaísmo consiste em esforzar-se permanentemente pela excelência –não em rebaixar o listão constantemente e fazer um judaísmo aguado e umas mitzvot de pega, até o ponto de não saber que significa ser judeu.

Se o que assegure a continuidade do Judaísmo radica no rigor do Movimento Reformista, daquela deveríamos ter algumas coisas em consideração.


STEVEN PLAUT

11/09/09

ISRAEL NUNCA SERÁ O SUFICIENTEMENTE PEQUENA

Uma visão futurista desde 2016.


Como todos sabemos, um revolucionário novo programa de paz foi proposto há seis anos, em 2010, e implementado em 2012. O plano baseava-se no princípio de “Dois Estados para Dois Povos” e recebeu praticamente o unânime apoio da esquerda israeli. Entre os que celebraram o decisivo logro tras promover a proposta estavam Paz Agora, os Físicos pelos Direitos Humanos, Meretz, Yesh Gvul e muitas outras organizações pelo estilo.

Numerosos governos europeus decidiram proporcionar generosas ajudas aos grupos que apoiaram o plano.

O novo plano de “Dois Estados para Dois Povos” era muito simples. A Faixa de Gaza, o West Bank, e grandes áreas de Israel –dentro da Linha Verde (quer dizer, dentro dos limites de Israel anteriores a 1967) conformariam um novo Estado árabe-palestiniano. Ao mesmo tempo, aos judeus concederia-se-lhes manter o seu próprio Estado nos limites do que se passou a denominar Míni-Israel.

Míni-Israel era uma cidade em miniatura, semelhante a Madurodam em Holanda e outras cidades em miniatura que há nalguns países europeus. Ubicada num precioso parque perto de Latrun, no Val de Ayalon, com accessos singelos para chegar desde o Aeroporto Internacional Yasser Arafat, em Lod (o antigo nome de Aeroporto Ben Gurion foi trocado em 2012), constituia uma exitosa atracção turística.

Inaugurada em 2012, reunia arredor de 350 formosos modelos réplica de lugares históricos, religiosos e arqueológicos. Míni.Israel recebia aos vsitantes através duma comovedora introducção a Israel, num entorno mágico. Tudo estava feito a escala exacta, onde cada 4 centímetros equivaliam a um metro do território libertado por Palestina.

Os lugares em Míni-Israel reflexavam diferentes tradições e os grupos étnicos a elas associadas –muçulmãos, judeus, cristãos, drusos, beduínos e outros.

A ideia de recolocar Israel nos limites de Míni-Israel, foi “simplesmente extraordinária”, segundo proclamava entusiasmado o velho incórdio esquerdista Yossi Beilin.

“A fim de contas, Míni-Israel recolhe todos os aspectos de Israel e a sua variedde de culturas e tradições. Há temas seculares e religiosos, arte, música, antigüidades, etc.”. “Temos insistido durante décadas que o território carece de importância no mundo moderno”, acrescentou Shulamit Aloni. “Sob este plano de paz, demonstramos que os israelis podem conservar todos os aspectos da sua herdança sem ocupar terras que pertencem sem dúvida a outros”.

Míni-Israel, sinalavam ansiosos os esquerdistas e progres, tinha tudo aquilo que os judeus necesitavam para gozar do seu próprio Estado. A comida e os subministros podiam adquirir-se na tenda de souvenirs. A maqueta continha 30.000 figuras, 50 animais, 15.000 árvores (autênticos bonsais, cultivados e plantados pelos viveiros Agronoy), 4.700 automóveis, 100 motocicletas, 14 comboios, 3 helicópteros, 32 aviões, 175 barcos e 230 camiões.

O parque estava desenhado como uma Estrela de David, com cada um dos seus seis triângulos representando um área ou cidade –Jerusalém, Tel Aviv, Haifa, Galil, Negev, etc.- embora uma vez que a originária Israel se trasladou a Míni-Israel, o desenho foi modificado para não ofender aos residentes não judeus.

O princípio subjazente para acadar a paz com este plano baseou-se na reciprocidade igualitária. Todos os judeus deviam ser expulsos da área para dar passo a Palestina, mentres que aos árabes se lhes devia, reciprocamente, permitir o retorno a Míni-Israel.

Os judeus progressistas dos outros países –J Street, o Centro de Acção Religiosa do movimento Reformista, etc.- uniram-se aos seus irmãos espirituais israelis no apoio entusiasta do plano, urgindo ao Presidente Obama e à Secretária de Estado Clinton a que o adoitassem como política própria estadounidense.

A única oposição ao plano procedia dalguns que acreditavam que não era o suficientemente ambicioso.

“A proposta deixa sem resolver a injustiza fundamental: que Míni-Israel é um regime de apartheid no que se nega aos árabes a igualdade de direitos”, insistia o ultra-esquerdista Uri Avnery. Várias editoriais do Ha’aretz coincidiam nesse ponto. A iniciativa dos Departamentos de Ciência Polític das Universidades Ben Gurion e de Tel Aviv, 637 professores israelis assinaram um documento exigindo que Míni-Israel fosse boicotada, porque algumas das sinaturas não estavam escritas em árabe.

Também figeram um chamamento à União Europeia e os EEUU a intervir no conflito e enviar tropas a Míni-Israel para evitar que os malvados Judeus incrementasem com taxas de admissão os tickets de entrada dos viitantes árabes.

Mas as críticas contra o novo Estado judeu de Míni-Israel começaram a extender-se quase tão cedo como o novo plano foi posto em marcha. Segundo se aproximava a celebração dos seis meses de entrada em vigor do plano “Dois Estados para Dois Povos”, A Universidade de Toronto converteu-se na primeira das 27 universidades de Norteamérica que emprendeu conferências sobre a injustiza e a discriminação em Míni-Israel.

As coisas não figeram senão empiorar. O Governo de Míni-Israel decidiu erigir uma vala de seguridade para proteger-se dos visitantes que tratavam de entrar sem mercar o ticket. “Abaixo com o Muro do Apartheid!”, berravam os membros de Anarquistas contra o Muro e dos Movimento Internacional de Solidariedade. Os partidos de esquerda israelis organizaram manifestações na Praza Rabin –a pequena, a de Míni-Israel, por suposto, não a dos território libertado palestiniano.

Baixo bandeiras com os lemas “Agora temos um sócio de paz” e “Não remataremos até a negociação”, protestavam ante a Míni-Knesset pela repressália de Míni-Israel contra Palestina, pelos projectis e morteiros disparados contra Míni-Israel desde a Latrun libertada.

O ayatolá da Palestina libertada, no entanto, respondeu a uma petição de urgência dos residentes de Míni-Israel para que se lhes permitisse chegar ao Aeroporto Arafat, desde onde poderiam tomos voos que os pugessem a salvo além mar.

“Usade o vosso aeroporto de Míni-Israel”, foi a sua lacônica resposta. “Não se vos ocurra sobrevoar o nosso espaço aéreo”.


STEVEN PLAUT