Mostrar mensagens com a etiqueta União Nacional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta União Nacional. Mostrar todas as mensagens

23/04/10

ACERCAMENTO ENTRE OS PARTIDOS RELIGIOSO-SIONISTAS?

O membro da Knesset pelo partido Fogar Judeu, Uri Orbach, visitou o passado joves a localidade de Beit El, convidado pelo portavoz de União Nacional e membro da Knesset, Yaacov Katz e o chefe da autoridade local, Moshe Rosenboim. A visita marca o último capítulo no acercamento permanente entre os dois partidos que, segundo se agarda, poderia rematar numa próxima fusião organizativa.

Os dois parlamentários discutiram os passos a dar na prática para propiciar a união de ambas formações.

Orbach e “Ketzaleh” falaram ante um grupo de estudantes da Raayah Ulpana, um licéu religioso para rapazas, e ante estudantes da Alta Yeshiva e os seus professores.

Assitiram, assimesmo, como convidados à morada do Rabbi Zalman Melamed, o Rabbi de Beit El e máximo dirigente das instituições educativas na comunidade, para além de dirigente espiritual de União Nacional.

A visita produze-se justo um mes depois de que parlamentários das duas facções religioso-sionistas da Knesset percorreram juntas Jeusalém, na sua primeira saída conjunta tras as eleições de 2009. No transcurso do percorrido visitaram a Yeshiva Machon Meir de Kiryat Moshe (Jerusalém), e o Centro de Crise para Mulheres Religiosas.

O campo religioso-sionista tem permanecido dividido entre uma facção moderada e outra nacionalista durante vários anos, mas a finais de 2008 tanto o Partido Nacional Religioso como a União Nacional acordaram fussionar-se com o propósito de conformar o novo partido Fogar Judeu. Poém, no último momento, a lista unitária não se materializou

A facção de União Nacional abandoou antes das eleições Fogar Judeu, reconstituíndo a União Nacional e chamando a Yaacov Katz para que a dirigisse..



GIL RONEN

24/03/10

A PRESSÃO DOS EEUU SÓ ACARREARÁ MAIS DOR


Cada vez que os EEUU têm exercido pressões sobre Israel para entregar territórios a câmbio de “paz”, tem-se dado pê a ataques com mísseis e baixas civis, afirmou o passado luns o potavoz de União Nacional e membro da Knesset, Yaakov “Ketzaleh” Katz.

Pouco depois de que a Secretária de Estado dos EEUU, Hillary Clinton, airmasse na convenção anual da AIPAC que “Israel socava a política estadounidense”, Katz referiu-se especificamente ao labor dos dois anteriores Presidentes norteamericanos.

O ex-Presidente Bill Clinton, marido da Secretária Clinton, pressionara ao daquela Primeiro Ministro Eud Barak para retirar as tropas das IDF do sul do Líbano em 2000. George W. Bush, pela sua banda, convenceu a Ariel Sharon da rendição de Gaza em 2005 e da expulsão dos judeus que residiam nessa zona.
Katz sinalou que em ambos casos, os ataques com mísseis contra a população israeli não se figeram esperar.

Lembremos que Yaakov Katz, velho comandante das forzas especiais de elite ferido durante a Guerra do Yom Kippur de 1973, esteve fortemente implicado na ajuda de estabelecimentos de muitas comunidades judias em Gaza, Yehuda e Shomron.

Katz respondeu também à espeluznante advertência da Secretária Clinton sobre que se Israel não entrega Yehuda e Shomron, os árabes locais sobre-povoarão em breve o país, provocando a perda da maioria judia em Israel.

Nesse sentido, declarou que esse tipo de tácticas do pânico têm mais de um século de antigüidade e que as cifras que actualmente são utilizadas a tal fim foram promovidas pela Autoridade Palestiniana sob o daquela Presidente Yasser Arafat, num esforço de inflar o número de árabes que residem entre o Mar Mediterrâneo e o Rio Jordão.

O antigo embaixador, Yoram Ettinger, tem apresentado estatísticas de população que demonstram que as cifras demográficas habitualmente aceitadas são errôneas, e que o número de árabes na Terra de Israel é muito menor do que a gente acredita.

Katz afirmou, por último, que o medo demográfico não deveria ter a mesma consideração que as ameaças de seguridade –como a que suporia o lançamento de mísseis desde as colinas de Shomron contra os centros de população com maior densidade de habitantes.

04/03/10

NORMALIDADE LINGÜÍSTICA JUDIA


A Knesset aprovou uma proposta de Lei que exigirá que os médicos possuam um conhecimento básico da língua hebrea, antes de obter uma licença para praticar a medicina no Estado de Israel.

A Lei, promovida pelo parlamentário de União Nacional, o doutor Aryeh Eldad, passou o trâmite legislativo o martes. Eldad manifestou que esta norma foi desenhada para proteger aos pacientes garantindo que os médicos possuam umas habilidades mínimas para comunicar-se com aqueles aos que têm que atender.

“Esta Lei garante uma comunicação mínima entre doutor e paciente, e assegura que o doutor será capaz de lêr o historial médico”, explicou Eldad. “Assim, o doutor poderá tratar mais eficazmente ao enfermo e dum modo mais seguro. Protocolos básicos semelhantes existem em todos os Estados normais que existem no mundo”.

Para além disto, Eldad acrescentou que a Lei fortaleceria o estatuto do hebreu como língua principal do Estado de Israel. “Na maioria dos países, deve acreditar-se o conhecimento da língua estatal, a fim de obter a licença para exercer a medicina”, sinalou.

Os doutores que rematam os seus estudos fóra de Israel devem desenvolver o seu trabalho como residentes durante um ano num hospital israeli, antes de recever a licença. “O desejo de fazilitar a absorção de imigrantes não se pode implementar a expensas dos direitos dos pacientes, ou de pôr em risco as suas vidas”, dixo Eldad.

19/10/09

TERGIVERSAÇÃO DE ZEEVI



O establishment político israeli rendeu homenagem a Rehavam Zeevi (HY'D), o antigo ministro de União Nacional, assim como o mais alto representante das crenzas kahanistas num Governo israeli, que foi tiroteado e morto em 2001. Para manter os seus postulados dentro da “legalidade”, Zeevi propugnava um tránsfer voluntário dos árabes. O passado domingo o establishment rendeu-lhe homenagem, embora tergiversando as suas posições -como o semvergonha de Simon Peres, que teve o descaro de afirmar que Zeevi era partidário dum Estado palestiniano.

Zeevi foi assassinado por uns terroristas de Fatah numas circunstâncias muito raras –que levaram a pensar em que o Shabak estava implicado (pois os gardaespaldas do ministro o deixaram só no momento em que foi abatido).

O cerebro do assassinato de Zeevi é um dos mil e pico afortunados que serão libertados no intercâmbio por Shalit.