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28/04/10

A DUAS SEMANAS DA CATÁSTROFE


Pouco antes da Conferência de Washington sobre temas nucleares, o subchefe da Comissão Atómica Iraniana anunciou que o seu país se sumaria ao clube nuclear em apenas um mes. Essa foi a primeira declaração oficial do programa militar nuclear iraniano.

Iran advertia abertamente aos EEUU que alguns “elementos” poderiam detonar artefactos nucleares em cidades norteamericanas se Iran resultasse atacada. Era a primeira declaração oficial da intenção de Iran de proporcionar ammamento nuclear a terroristas.

A Administração Obama conta com corruptos homens de negócios infiltrados entre a Garda Revolucionária e, portanto, tem abandoado a luta por lograr sanções maiores contra Iran, que poderiam perjudicar também aos seus Gardas. No plano político, Obama negocia esferas de influência com os ayatolás, na linha do espírito dos Acordos de Munich com os názis.

Obama tem tratado de obstaculizar por todos os meios possíveis um câmbio de regime em Iran. E em vez disso, aposta por um câmbio de Governo em Israel. Quando Iran tenha a arma nuclear, o Governo de Netanyahu cairá, e uma comprazente coaligação nucleada arredor de Kadima e Laboristas aceitará o plano de paz de Obama, que vai supôr o desmembramento de Israel.

Iran está enriquecendo urânio ao 20% o kilogramo. Já conta com urânio enriquecido procedente de Corea do Norde –directamente e via Síria.

A planta de água pesada próxima a Arak está praticamente concluída –cinco anos antes do previsto.

Os analistas do Governo têm chegado finalmente às mesmas conclusões que nós levamos vaticinando desde há dois anos: os iranianos vam reprocessar as velhas turbinas do reactor de Bushehr para plutônio. Os russos têm rematado as provas mais críticas do reactor de Bushehr, e pode estar listo a começos de Julho.

Agás que Netanyahu cumpra a sua promesa eleitoral de bombardear Iran nas próximas duas semanas, o Meio Leste erguerá-se em armas. Em armas nucleares.


23/04/10

ISRAEL É BOMBARDEADA DESDE JORDÂNIA


Dois mísseis disparados desde Jordânia não alcançaram por pouco território israeli.

Certamente, o ataque foi perpetrado por exaltados muçulmães locais mais que por orde do Governo hachemita. Mas, como teriam reagido os EEUU se uma banda de criminais mexicanos se adicassem a disparar mísseis desde o outro lado da fronteira?

20/04/10

OS ÁRABES PROFANAM OS CIMITÉRIOS JUDEUS

Seis adolescentes árabes foram arrestados por danar tumbas no cimitério de Merhavia (Afula). A profanação de tumbas é uma actividade rutinária nos palestinianos, lá e noutros cimitérios próximos às áreas árabes. Na maioria dos casos, os árabes não só destrozam as lápidas, senão que abrem as tumbas.

Estes árabes serão sentenciados, como máximo, a seis meses de cárcere. Sairão de ela recebidos como heróis, e continuarão com esta civilizada actividade.

Os dirigentes rabínicos –que tanto se rasgaram as vestiduras acudindo prestos a levar exemplares do Coran a uma vila árabe onde uma mesquita resultara danada- gardam um suspeitoso silêncio ante o vandalismo dos palestinianos.

DETÊM A UM MENOR JUDEU POLITICAMENTE INCORRECTO

A polícia deteve a um rapaz haredi de 14 anos por queimar uma bandeira de Israel perto de Kikar Shabbat, em Jerusalém. Os haredim consideram o Estado israeli uma entidade apóstata afastada dos valores do judaísmo.

Qualquer árabe ou esquerdista pode queimar a bandeira de Israel com absoluta impunidade.

SÃO OS JUDEU-AMERICANOS BONS PARA ISRAEL?


Segundo uma enquisa do Comitê Judeu Americano (AJC), o 55% dos judeus estadounidenses apoiam a política de Obama face Israel e o 47% apoiam a sua política com Iran –para além do facto de que apenas o 5% acredite que vaia ser efectiva.

A dizer verdade, os judeus norteamericanos não é que sejam ánti-israelis: simplesmente não sabem o que é nem lhes importa demassiado Israel. A mesma enquisa indica que o 62% apoiaria um ataque israeli contra Iran, o qual é precisamente o oposto da política de Obama.

Deixar que os judeus de fóra do país votem nas eleições à Knesset, como pretendem Netanyahu e Lieberman, seria uma gravíssima equivocação.

17/04/10

A LETAL INEXISTÊNCIA DUMA ZONA DE SEGURIDADE

As IDF abateram ontem outro guerrilheiro palestiniano que pretendia colocar uma bomba na fronteira de Gaza. Os mass media israelis qualificaram vergonhosamente de “terrorista” a quem não era senão um bravo combatente que, inclusso ferido já de morte, lançou uma granada contra os soldados israelis.

Os constantes enfrontamentos perto do valado acaecem devido à negativa de Israel de estabelecer uma ampla zona de acceso restringido sementada de minas e arames de espinho –como na fronteira que temos com Síria. O Governo tem medo de que os mass media occidentais se enfadem se implantamos uns quantos campos minados.

EXTRANHA DIREITA


Numa entrevista no “The Jerusalem Post”, um dos membros reputadamente mais direitistas da classe política, o Ministro dos inexistentes Assuntos Estratégicos Moshe Ya’alon (Likud), declarou que os colonos judeus poderiam continuar no Estado palestinino uma vez que este se constitua.

Por que? Se do que se trata é de viver num Estado estrangeiro, daquela Canadá semelha melhor destino que Palestina. Ya’alon não é tão estúpido como para ignorar que os árabes expulsariam decontado aos colonos mediante a sabotagem das estradas e convertendo os controlos fronteirizos num inferno cada vez que se tivessem que despraçar a Israel. Os colonos tê que viajar a Israel a diário para trabalhar, estudar ou receber asistência sanitária.

Ya’alon adopta uma pose esquerdista –como vaticinávamos há dois anos. Incapaz de expulsar a centos de miles de colonos, o establishment israeli estaria disposto a permitir que permanecessem nos territórios se o desejam –e que sejam expulsados pelos árabes.

16/04/10

SOBORNO OU BENEFICIÊNCIA?


Uri Lupolyanski, anterior alcaide de Jerusalém e em linhas gerais uma pessoa decente, foi arrestado no curso do Caso Holyland baixo acusação de soborno.

Holyland Polar Investments, e outras companhias, pagaram dúzias de milhões de shekels em sobornos a concelheiros e outros cárregos municipais para que deram via livre aos seus projectos em Jerusalém, Galilea e outros lugares. É um lugar comum que a construcção em Israel é impossível sem mordida. Os Governos israelis têm dado pê a um enredo burocrático no que é impossível navegar pretendendo ser honesto.

A detenção de Lupolyanski contrasta enormemente com o mero arresto domiciliário da traidora esquerdista Anat Kam.

Lupolyanski solicitou donativos para “Yad Sarah”, uma reputada organização de beneficência e uma escola religiosa a câmbio de fazilitar permisos de construcção. Na medida em que não agardamos que os políticos israelis sejam santos, custa-nos ver algo de criminal no proceder de Lupolyanski.

Curiosamente, a investigação implica também a Uri Messer, o que o poderia desacreditar como testemunha no processo contra Ehud Olmert.

JUDEUS: OS NOVOS INIMIGOS DE ISRAEL


As IDF estám adestrando aos seus soldados para enfrontar-se à “violência dos colonos”, uma piada usada em referência às pacíficas manifestações dos judes aos que o Governo animou no seu dia a assentar-se em Judea e Samaria, e aos que agora pretende expulsar.

A única razão pela que o Governo poderia agardar protestas é que esteja preparando o terreno para aceitar a exigência da Casa Branca de prorrogar a moratória de dez meses na construcção no West Bank, fazendo-a extensiva a Jerusalém.

PROCESSO DE PAZ: O COMEÇO DO FIM


A Agência Britânica de Estándares Publicitários tem proibido a utilização de imagens do Muro Occidental nos anúncios de turismo israeli. O Muro, afirmam, é um território ocupado, e não uma parte de Israel.

Por primeira vez, um Governo occidental tem revelado a autêntica extensão da capitulação que se lhe exige a Israel. Retirar-se às fronteiras de 1948 significaria renunciar a toda Jerusalém, e não só às vilas árabes que a arrodeam. E a explosão demográfica árabe dentro de Israel tem modificado radicalmente a fronteira de 1948 convertendo-a na de 1947, onde os judeus habitavam três estreitos enclaves apenas interconectados no meio dum mar de árabes.

Quando os muçulmães tenham jurisdicção sobre o Monte do Templo, os judeus não serão quem de orar lá abaixo no Muro Occidental, baixo a permanente chuva de pedradas.

Os judeus já tragaram resignadamente a primeira píldora quando a Agência nos proibira publicitar as covas de Qumran –patrimônio nacional “palestiniano”, sem dúvida.

15/04/10

TRAIDORA ESQUERDISTA DESAFIA AO SHABAK


Anat Kam manifestou que tem extraviado um dos discos com ficheiros secretos das IDF cuja devolução lhe exige o Shabak.

Fazendo-se eco da morralha da ONU, Kam aproveitou para acusar às IDF de crimes de guerra contra os palestinianos.

COM UNS QUANTOS SCUD SERÁ SUFICIENTE

Um jornal kuwaiti amargou o dia aos dirigentes israelis com uma incômoda exclussiva: Síria vem de transferir alguns dos seus mñisseis SCUD a Hezbolá.

Não é uma grande surpresa, doutra banda. As filtrações procedentes dos serviços de inteligência que alertavam da transferência de SCUDs já começaram há mais de um ano, ignorando amplamente as inúteis advertências dos dirigentes israelis.

Segundo isto, Síria teria trasladado vários SCUD-D perto do Líbano, e posteriormente dentro das fronteiras desse país. Não é comprensível o por que Síria se teria desprendido dos seus modelos mais novos, provado com éxito penas há três anos. Os SCUD-D sírios não são como os russos: têm uma guia óptica menos eficaz, são menos precisos, mas têm um rango de alcanço superior (400 fronte menos de 200 milhas). Tem pouco sentido pensar que Síria pretenda atacar Dimona, Ashdod, Ashkelon Eilat desde o Líbano, em vez de desde Gaza.

Caberia entender que Síria pretendesse desfazer-se dos seus antiquados e numerosos SCUD-C entregando-os a Hezbolá. Mas entregar os modernos SCUD-D só tem sentido se Síria está realmente preparando-se para uma guerra e pretende diseminar os seus arsenais, concentrados com anterioridade na base de A Safir.

Se alguma vez tem existido uma casus belli, não é outra que a transferência de SCUD-D’s a uma organização terrorista, movimento que sinala inquestionavelmente a iminência da guerra e a aliança entre Síria,Iran e Líbano/Hezbolá.

De momento, Israel não tem reagido. E os EEUU têm solicitado ao Embaixador sírio que, por favor, cessem com a transferência de SCUD’s.

ISRAEL, O FAZ-ME-RIR DO MEIO LESTE

O pintoresco Reino de Jordânia entregou ao Embaixador israel uma irrespetuosa nota manifestando o malestar dos beduínos com as novas normas de residência para os palestinianos do West Bank.

Pouco importa que Jordânia governasse esse mesmo território com punho de ferro: fechando todas as Universidades e a maioria dos mass media, proibindo toda actividade política, assassinando sem miramentos a centos de membros da OLP, e, recentemente, revocando a cidadania jordana a dúzias de miles de palestinianos.

ESTÚPIDO OPTIMISMO DE OBAMA COM CHINA

A Casa Branca louvou a inesperada resposta positiva de China ante “potenciais” sanções contra Iran.

Podedes apostar a vossa hipoteca contra isto: China nunca adoptará sanções efectivas contra Iran, um dos seus mais importantes sócios comerciais e aliado estratégico.

13/04/10

A AMBAS PARTES GOSTOU-LHES A GUERRA

Human Right Watch emitu um informe que acusa tanto a Israel como a Hamas de negar-se a investigar os supostos crimes de guerra, tal e como exigiam as recomendações do Informe Goldstone. Sem dúvida, Human Right Watch está no certo: as IDF recorriram a adiar várias investigações dilatórias, mentres Hamas simplesmente optou por ignorar as exigências da ONU.

Uma questão de enorme importância aparece aquí: se os Governos legítimos de ambas partes estás satisfeitos com a forma em que se desenvolveram os operativos militares, que diablos pinta em tudo isto a comunidade internacional? A guerra não produziu externalidades: só os votantes desses dois Governos são quem para sentir-se agraviados. Se eles estivessem disconformes com as medidas empregadas na guerra de 2009, sempre estám a tempo de eligir um novo Governo que emprenda as investigações adequadas.

Caso contrário, em que se basea a comunidade internacional para meter os seus narizes?

ISRAEL FAZ O TRABALHO SUJO DE FATAH

A Administração Militar israeli de Judea e Samaria adoptou uma ordenança para expulsar aos árabes que careçam dos correspondentes permisos de residência.

Embora os nacionalistas judeus quiçá se frotem as mãos agadando que estas norvas normas serão utilizadas para expulsar às dezenas de miles de estrangeiros árabes que accederam ilegalmente ao West Bank atraídos pelas melhores condições de vida existentes nos territórios controlados pelos judeus, na prática a ordenança vai só dirigida contra os gazenhos que se trasladaram ao West Bank.

Fatah e os seus relativamente prósperos súbditos detestam aos seus irmãos de Gaza que, empobrecidos e enraizados no crime, desestabilizam a sociedade do West Bank.

AMANHANDO A TRAIÇÃO CONTRA ESTADO


O advogado de Anat Kam anunciou que está mantendo conversas com o Shabak para chegar a uma componenda que, cabe agardar, permitirá que a sua cliente eluda a sentência de cárcere a câmbio de devolver os documentos roubados –sem importar as cópias dos mesmos que poidam ter sido realizadas.

Tamanhe componenda seria inclusso denegada a um vulgar carteirista que devolvesse o bolso sustraído a câmbio da imunidade. Mas as regras sempre são diferentes para os traidores da esquerda.

Entrando neste vergonhoso mercadeo, o Shabak reconhece que não tem nem ideia do destino dos documentos roubados. Como??? Que registem as moradas do jornalista Blau, dos seus parentes e amigos, as vivendas dos psos pesados do “Al Ha’aretz”. Igual que teria feito o Shabak em qualquer outro caso.

Em vez de estar suplicando a Blau que devolva os documentos top-secret roubados, o Governo deveria ter cursado imediatamente uma orde de extradição a Grande Bretanha.

Mas frouxeam-lhes os pantalões ante a resposta dos poderosos mas media da esquerda.

11/04/10

ESVÁSTICAS NA GALILEA

Como é habitual na véspera do Dia de Lembrança do Holocausto, apareceram esvásticas em várias vilas judias. Nesta ocasião maioritariamente na aldeia de Givan Avni na Galilea.

Que quem são os culpáveis? Os árabes ou os eslavos, fica à vossa eleição.

KACZYNSKI, UM AMIGO MENOS PARA ISRAEL


O Presidente polaco, um atípico dirigente europeu amigo de Israel (porque já não há judeus no seu país), morreu num accidente de avação junto com vários dirigentes do seu país.

O accidente é um feliz incidente para Putin: os polacos voavam face Smolensk, uma cidade do oeste de Rússia, para comemorar uma massacre russa de prissoneiros de guerra polacos. A total ausência de representantes de alto rango por parte de Rússia na comemoração programada, amosa às claras o controvertido do evento.

A aeronave polaca tratou de aterrar no meio da névoa e teve lugar o accidente. A fala de visibilidade a 1.200 pés já é extranha de por sim, mas aínda é mais raro que, segundo testemunhas presenciais, o avião descesse a menos de 15 pés (à altura da copa das árvores) a mais de uma milha das pistas do aeroporto, o qual é praticamente impossível se a equipas de navigação do aeroporto tivessem funcionado correctamente.

JUDEUS QUE PROFANAM A MEMÓRIA DE JOSUÉ

Uns 5.000 judeus rezaram o joves pla noite ante a tumba de Josué bin Nun, o conquistador da Terra Prometida.

Para além da questionável prática de rezar ante as tumbas, estes judeus incorriram numa mastodôntica abominação recorrendo a esconder-se sob a protecção das IDF para evitar serem lapidados por uma piara de árabes durante a oração.

Josué dirigiu à multidão de judeus que exterminram aos nativos caananitas. “Não deixou nem as suas sombras”. Os gibeonitas –única tribo supervivente- pactaram com Josué que os aceitassem como escravos, para assim salvar as suas vidas.

Os judeus não podem rezar ante a tumba de Josué, mentres se negam a levar a cabo o tipo de política daquele ao que rezam. Seguindo o seu exemplo, esses 5.000 judeus poderiam ter rematado para sempre com o problema dos residentes dessa vila árabe que os apedrearam com total impunidade.