03/11/09

TÓPICOS DE RABIN



Ano tras ano, segundo se aproxima o 4 de Novembro, os portavozes da esquerda e dos mass media reiteram as mesmas velhas mentiras sobre o assassinato do Primeiro Ministro Rabin. Qual é a sua agenda oculta? Difamar àqueles que acreditam na Terra de Israel, de modo que se são expulsos dos seus fogares não seja algo tão indefendível.

O mal tempo levou a pospôr o Acto Memorial do Primeiro Ministro Yithzak Rabin da passada fim de semana até o vindeiro sábado pela noite. Isto permitiu que a esquerda israeli gozasse duma imprevista semana extra para preparar o Festival Rabin, um autêntico carnaval mediático intitulaod nesta ocasião “A incitação que precedeu ao assassinato”. Uma vez mais, o lugar comum, os inacreditáveis clichés progres que têm rematado sendo axiomas inquestionáveis grazas, sobretudo, à maquinária de propaganda dos mass media.

Uns quantos exemplos bastarão para vê-lo com claridade:


1. “O assassinato de Rabin supuxo a paralisasão do Processo de Oslo” –estupidez absoluta. O Processo de Oslo não se deteve pela morte de Rabin. Estancou-se devido a que o seu maior logro foi o assassinato terrorista de 1.500 cidadãos israelis –entre os que não estava incluído Yitzhak Rabin. O Processo de Oslo seguiu vivo e coleando tras a morte de Rabin. O seu sucessor, Simon Peres, continuou prestando-se a todo tipo de entregas na segunda fase dos Acordos de Oslo. O próprio Netanyahu contribuiu com os Acordos de Wye e Hebron. Aínda mais adiante, Ehud Barak asinou os Acordos de Sharm e acudiu a Camp David com inigualáveis ofertas à consideração dos palestinianos.


2. “Yigal Amir asestou um golpe mortal à Democracia” –outra imbecilidade. Yigal Amir não asestou golpe algum à Democracia, tão só a Rabin. A Democracia não se viu em absoluto afectada pela morte de Rabin. Houvo, doutra banda, um dirigente israeli que posteriormente sim que asestou um golpe letal à Democracia –mas que não soe ser mencionado: Ariel Sharon. Velaqui uma pessoa eligida democraticamente dentro duma plataforma política, que uma vez eligido se ciscou na vontade dos seus votantes e levou a cabo um programa diametralmente oposto àquele pelo que resultara eligido. Depois apresentou a plebiscito a sua nova linha política –acreditando que seria refrendada- e contemplou como foi massivamente rechazada, contrariamente ao que ele tinha planeado. Este mesmo dirigente submeteu a votação a sua nova linha política no seio do gabinete governamental e fulminou aos ministros recalcitrantes para assim lograr uma maioria artificial. Esta foi a pessoa que asestou um golpe letal à Democracia em Israel.


3. “Netanyahu tem aceitado o legado de Rabin ao manifestar-se dacordo com a solução de ‘dois Estados para dois povos’” –é difícil exprimir uma mentira maior. Quando Netanyahu fala dum Estado palestiniano, está a anos luz de distância do legado de Rabin. Rabin estava veementemente em contra dum Estado palestiniano. No seu último discruso na Knesset o 5 de Outubro de 1995, durante o debate de ratificação do Segundo Acordo de Olo, dixo: “A solução final será com umas fronteiras que incluam a maior parte dos limites existentes durante o Mandato Britânico. Ao lado destas fronteiras, surgirá uma entidade infraestatal palestiniana, que se fará cárrego autonomamente da vida quotidiana daqueles palestinianos que vivan dentro dessas fronteiras. As fronteiras de Israel na solução definitiva estarão mais alá das que existiam antes da Guerra dos Seis Dias. Não regressaremos às linhas de Junho de 1967… (Exigimos) primeiro e antetudo uma Jerusalém unificada que inclua tanto Maale Adunim como Givat Zeev, e que seja a capital de Israel e esyteja sob exclussiva soberania israeli… As fronteiras de seguridade para defender Israel estarão no Val do Jordão, na sua mais ampla interpretação possível. O que incluirá o Bloco de Etzion e outros assentamentos que estám nesse área, o leste do que no seu momento foi a Linha Verde anterior à Guerra dos Seis Dias. Devemos estabelecer blocos de assentamentos e agardar que cheguem a er como os assentamentos de Gush Katif, mas em Judea e Samaria (¡!)”.

A morte de Rabin foi o resultado da violenta atmósfera existente durante aquele período –e que o próprio Rabin contribuiu em grande medida a fomentar. Pagou com a sua vida pela atmósfera que ele propiciou fazendo afirmações que provocaram grande antagonismo face a sua pessoa. Insultou aos residentes no Golan, comparou à direita com os terroristas de Hamas –o qual não se pode qualificar senão como incitação- e declarou que ele era o máximo responsável da seguridade do 98% dos cidadãos israelis.

Noutras palavras, anunciava que a seguridade dos residentes nos assentamentos deixava de ser coisa sua.


HAGGAI HUBERMAN

02/11/09

JÓVENES COLONOS CONSTITUIM O CLUBE DE FANS DE YAAKOV TEITEL


Bem, admito-o. O titular deste post é uma parvada. Mas decidim publicar esta primícia antes de que o fagam os de Yediot Ahronot, Jerusalem Post ou Ha’aretz.


Cosmic X in Jerusalem

O SHABAK DETÉM AO ASSASSINO DE CRISTO



Coincidindo (como não!) com a apoteose da semana de exaltação do ídolo progre Yitzhak Rabin,  as autoridades israelis vêm de arrestar a Yaakov Teitel, sob os cárregos de ter cometido todos e cada um dos crimes sem resolver em Israel acaecidos durante os últimos 2.000 anos. Casualmente, repetimos, justo nos dias do Rabinaniversário.

Teitel é um judeu que vive no assentamento de Shvut Rachel (Shomron). Os seus vizinhos e amigos –que curiosamente são os nossos- descrevem-no como um homem amável, entregado à sua família e sempre disposto a ajudar aos demais membros da comunidade. Bem. Pois resulta que este “colono” é o responsável de inumeráveis assassinatos de árabes, missioneiros cristãos, do atentado contra o clube gay de Tel Aviv, de atentar contra os polícias que escoltaram a marcha do Orgulho Gay em Jerusalém, do petardo que estoirou na porta da casa do ántisemita Zeev Sternhell, etc, etc, etc. Os filhos de puta do Ha’aretz já o têm julgado e condeado.

Yaakov Teitel tem sido acusado duma ingente quantidade de crimes -sem relação alguma entre sim- cometidos com todos tipo de armas diferentes e os mais variados módus operándi durante os últimos 10 anos. Repetimos: sem relação alguma entre sim, para além do facto de que tras permanecer três dias isolado nas dependências do Shabak, Teitel tem confissado ser autor de todos eles.

O advogado de Teitel, Adi Keidar, manifestou que o seu cliente tem admitido factos delictivos que resulta impossível que tenha cometido –nomeadamente o atentado contra o Clube Gay de Tel Aviv. Aspecto este que a própria polícia reconhece.

Não fica claro onde adquiriu Teitel entrenamento no uso de tão variados tipos de explossivos e armas, como logrou organizar as fogidas de tão distintas cenas de crimes, ou como reuniu tamanhe arsenal de fussis adquiridos de contrabando tras bulrar as aduanas estadounidenses e israelis. A acusção já fala de ele como do Rambo judeu.

O portavoz do Shin Bet, Ilan Sheker, assegurou aos jornalistas que este não é o típico caso em que o Shabak agarra da suas listas a um direitista mentalmente inestável e o tortura até que confisa um montão de crimes que nem sequer um James Bond judeu teria sido capaz de levar a cabo impunemente. Não. O Shin Bet oficialmente deixou de utilizar esse tipo de tácticas já há mais de um ano (sic).

Este é um caso absolutamente legal. Não como na ocasião em que o Shin Bet enviou um agente a provocar a Yigal Amir cantando-lhe dia e noite o soniquete de “Quando fazeremos algo com Rabin” e depois mandou ao cárcere a uma jovem sem relação alguma com o caso por não avisá-los a tempo (¡!). Ou como quando inventaram uma organização terrorista judea falsa e depois propagaram os seus informes secretos. Não. O Shin Bet esta vez vai absolutamente pelo legal.

Em todo caso, vaia a nossa noraboa ao Shabak pelo arresto deste extremista DE DIREITA, culpável de todos os crimes dos últimos 2000 anos.

Estes chicos do Shabak é que são geniais e infalíveis. Mas, permita-se-me que lhes faga uma proposta: por que não se esmeram e arrestam aos tipos que levam retendo desde há vários anos no seu poder a Gilad Shalit? Sim, já sabemos que são muito escurridizos, e que requeriria entrar no território inimigo e fazer o trabalho para o que realmente lhes pagam. É muito mais singelo deter a um chivo expiatório, asustá-lo, golpeá-lo durante uns quantos dias, e depois emprumar-lhe todos os crimes sem resolver que seja capaz de confissar, de modo que coincidindo com o aniversário do idolatrado Rabin a gente veja que não sodes uma panda de incompetentes.

Por fim poderão durmir todos tranquilos de noite em Israel. Yaakov Teitel tem sido enviado ante a justiza por “fazer estoirar um petardo na casa dum árabe gay chamado Jesuscristo portando um M-16”.


SOPHIA L. FREIRE

01/11/09

URINARIA-SE LARRY DAVID NO CORAN?


Num recente episódio de Curb Your Enthusiasm [nota: El show de Larry David em Espanha], o protagonista, Larry David, urina accidentalmente sobre um retrato de Jesuscristo mentres está de visita na casa de alguém. O facto conduz a um malentendido no que os proprietários da casa acreditam que, como se duma miragre se tratasse, Jesuscristo está chorando.

Alguns cristãos têm amosado o seu comprensível escândalo.

Velaqui algumas das perguntas que eu me fago:

Temes pela sua integridade física ou a sua vida os produtores deste show, o próprio Larry David ou qualquer pessoa que tenha a ver com a série? Têm começado já os grupos cristãos a fazer chamamentos a assassinar a qualquer pessoa que tenha algo a ver com esse episódio?

Comparando isto com as revoltas originadas pelas caricaturas de Mahoma e as suas ameazas de morte, que lições podemos extrair respeito o Islám e o Cristanismo? Qual dessas fês é uma Religião de Paz e qual não?

Os produtores deste show progre teriam permitido igual de alegremente uma cena na que o helenista Larry David urina-se sobre um exemplar do Coran? Ele nunca teria urinado sobre um retrato de Mahoma porque todos nós sabemos que fazer mofa duma representação de Mahoma imediatamente implica a tua sentenza de morte. Assim que melhor nos ciscamos na Bíblia.

Pergunta: porque está na nossa “cultura” permitido defecar-se em Jesuscristo, mas urinar-se no Coran é algo simplesmente impensável? Que significa isso?

E porque os progressistas que agora mesmo entornam os seus olhos dizendo que os cristãos se deveriam calmar porque nisto consiste a liberdade de expressão, alzariam-se em armas se Larry David tivesse feito o mesmo com o Coran? São os mesmos que maldizeram aos artistas que figeram as caricaturas de Mahoma que tanto provocaram e desgostaram aos muçulmãos. São os mesmos que argumentam que quando se refere à sensibilidade do mundo muçulmão a liberdade de expressão deve ter limites. Se Curb Your Enthusiasm tiver um episódio no que Larry David se urinar no Coran, estariam em todos os titulares falando de Islamofóbia e que devemos ser sensíveis com os sentimentos dos milhões de muçulmãos, etc. Seria tachado imediatamente de discurso do ódio. Haveria pleitos judiciais, a série seria cancelada e a carreira de David teria tocado ao seu fim.

A produtora HBO tem saído em defesa do episódio, dizendo que só se trata duma paródia. Que cumpre lhe restar importância. Portanto, se Larry David urinasse encima do Coran, HBO seguro que diria que é uma paródia e que cumpriria lhe sacar importância. Por que será que acredito que isto último nunca se passaria?

Que lição podemos exrair de tudo isto?


JAMIE GLAZOV

JESÚS, EL REY DE LOS PALESTINOS




Bastaron unas pocas décadas para que un mundo crédulo y receptivo aceptara la fábula de un pueblo palestino, que jamás existió, que nunca tuvo fronteras, ni moneda, ni idioma propio, ni gobernantes conocidos en ninguna era, ni arqueología, ni ciudades históricas conocidas, ni economía propia. Aun así, con todas estas y miles de pruebas más, a este grupo de farsantes egipcios, jordanos, libaneses y sirios se les dio el mote de “Palestinos”, se les fabricó una historia y se les reconoció una entidad nacional, que jamás tuvieron, y que está en plena contradicción con la historia más objetiva.

Ahora, después del éxito alcanzado convenciendo al mundo de que sus reclamos territoriales son justos, se han largado en una nueva batalla, convencer al mundo de que Jesús, no era judío, sino palestino, al igual que su madre María, y que ambos eran árabes, y profetas del Islam, raro, teniendo en cuenta que el Islam apareció siglos después, pero a nadie le interesa, cualquier cosa es válida al momento de demonizar a los judíos.

No solo bastara con cambiar el origen de Jesús, y hacerlo árabe, sino que los romanos, que en ese entonces controlaban Judea y Samaria, hoy conocida como Cisjordania, pasaran a ser sionistas y no sería de extrañar que todo el imperio romano sea pintado de sionismo, para denotar su maldad. Seguramente se llegara a decir que Cleopatra era árabe y los sionistas de Roma aplastaron a los egipcios, suena absurdo, pero es tan absurdo como la mismísima pretendida existencia de un pueblo palestino.

La política de reescribir la historia de la tierra de Israel con el fin de negar el derecho de Israel a existir es fundamental para la Autoridad Palestina (AP). Mucho antes de que comenzara la guerra de terror en el año 2000, la Autoridad Palestina estaba librando una guerra a la historia, había que borrar la historia judía y sustituirla por una historia palestina fabricada. Esta nueva redacción tenía y tiene dos objetivos centrales:

1 – Borrar a la nación judía y sus 3.000 años de historia en la Tierra de Israel;

2 – Inventar la antigua Palestina, con musulmanes y árabes en la historia de la tierra.



El objetivo de esta revisión histórica, como una estrategia política, se expresó por primera vez públicamente en una conferencia de “historiadores palestinos” en 1998, cuando esta reescritura de la historia se vinculó al objetivo político de negar el derecho de Israel a existir:

“El Dr. Yussuf Alzamili [Presidente del Departamento de Historia], solicitó a todas las universidades y colegios para escriban la historia de Palestina y la defendieran, y no que tal historia debía negar la existencia de Judíos en esta tierra…”

Otra distorsión es ocultar a los palestinos que Jesús era un Judío que vivía en la tierra de Judea e Israel. Los líderes de la AP en repetidas ocasiones, han definido a Jesús como un palestino que predica el Islam, negando así la historia no sólo de los judíos, sino también la historia y la legitimidad de la cristiandad, sin importar la cronología de los hechos y que el Islam apareciera siglos después de Jesús, muchos están empezando a aceptar esta extraña versión.

“No debemos olvidar que el Mesías [Jesús] es un palestino, el hijo de María, la palestina”. [Al-Hayat Al -Jadida, 18 de noviembre de 2005] Esto no es sólo una distorsión de la historia personal de Jesús, sino también un anacronismo. Los romanos cambiaron el nombre de Judea / Israel a “Palestina” 136 años después de la muerte de Jesús, para castigar a la nación judía después de su fracasada rebelión.

En otra anomalía, Jesús se convirtió en un Shahid, un santo mártir del Islam. Considerando que las enseñanzas islámicas hacer  ver a Jesús como parte de la tradición profética islámico, el Islam en ninguna parte se refiere a él como un Shahid.


Abajo detallamos algunas distorsiones que, de la misma forma en la que se acepto la existencia de un pueblo palestino, serán hechos históricos en poco tiempo:


Jesús es un profeta palestino
Fuente: televisión palestina (Al Fatah), 9 de junio 2009
Tayseer Tamimi, jefe religioso de Justicia de la PA: “Jesús es el único profeta de Palestina.”

Jesús y María eran palestinos “por excelencia”
Fuente: televisión palestina (Al Fatah), 12 de mayo 2009

El Mesías [Jesús] fue palestino
Fuente: Al-Hayat Al-Jadida (Fatah), Nov. 18, 2008
“No debemos olvidar que el Mesías [Jesús], la paz sea con él, fue palestino, el hijo de María, una palestina, que está santificada por cientos de millones de creyentes en este mundo.”

El cristianismo nació en un país árabe
Fuente: Al-Hayat Al-Jadida (Fatah), octubre 28, 2006
“El cristianismo nació en nuestros países árabes y el Mesías [Jesús] es un palestino de Siria, nacido en Nazaret.”




OUTRA FORMA DE COMEMORAR A RABIN


Por vez primeira desde o seu assassinato, a direita tem organizado uma cirimónia comemorativa de Yitzhak Rabin: uma “cirimónia alternativa para aqueles que têm sido assassinados pelos Acordos de Oslo” e também…uma vela solitária para Rabin.
A organização patriótica Eretz Yisrael Shelanu protagonizou o passado joves um memorial pelo assassinato. Até agora, este dia tem sido sempre uma data de incitação e ódio contra a direita pelos movimentos de ultraesquerda. Devido a isso, este dia praticamente vinha sendo ignorado por qualquer pessoa que se queira de direita. Mas este ano, 14 anos depois da desaparição de Rabin, uma organização pro-judia tem decidido celebrar a efeméride difundindo o autêntico legado de Rabin: encendendo um milheiro de velas em memória daqueles assassinados pelos Acordos de Oslo promovidos por Rabin.


Eretz Yisrael Shelanu, plataforma dirigida pelo Rabbi Shalom Dov Wolpe e Baruch Marzel, atacou assim directamente um dos grandes iconos dos progres israelis: os Acordos de Oslo. O Processo de Oslo legitimou à OLP e permitiu que os seus dirigentes e pistoleiros se instalassem em Yehuda, Shomron e Gaza. Os terroristas palestinianos foram autorizados a portar armas (proporcionadas por Israel) que utilizaram para assassinar judeus ao longo e ancho do Estado judeu. A onda terrorista foi especialmente aguda entre os anos 000 e 2003, durante os quais era habitual que os judeus morressem massacrados por dúzias no transcurso de apenas uns dias.

“Hoje encendemos velas em memória dos 1000 assassinados por Oslo, e uma em memória de Yitzhak Rabin. Não nos uniremos à ‘carnavalada Rabin’ que se celebra todos os anos”, dixo o joves o oficiante da cirimónia Shai Gefen.


Baruch Marzel dixo que a pesar dos intentos de vincular a resposta da direita ao assassinato com uma forma de apoio, a direita não tem nada a ver, e que o assassinato não se deveria vincular tão alegremente a estas posições ideológicas. “Nós não acreditamos que os assuntos públicos se devam arranjar a tiros, mediante a forza e a violência. Os rivais políticos não podem ser assassinados. E Rabin, ao fim e ao cabo, também fixo muito pelo Estado de Israel”.

Pela sua banda, Tiran Pollak –que perdeu duas irmãs num ataque terrorista palestiniano- dixo: “Milheiros de famílias têm perdido os seus seres queridos. Quem é o responsável desse sangue? O seu sangue também é vermelho, não é inferior ao dalgum. Segue-se falando do ‘legado de Rabin’. Que legado? Só sei que perdimos 1000 irmãos grazas aos Acordos de Oslo”.

“O legado de Rabin está corrupto. Prometeu paz e recebemos sangue, fogo, e lágrimas nos cimitérios”, afirmou no curso do acto o Rabbi Dov Wolpe.

O activista da Fronte Nacional Judia, Itamar Ben Gvir concluiu a juntanza alternativa com estas palavras: “Nesta cirimónia proclamamos: basta já! Basta de Festivais Rabin. Desejamos que esta cirimónia em memória das vítimas de Oslo se celebre nos anos vindeiros e que, eventualmente, se convirta na forma de comemorar o legado de Rabin”.

O que fica claro é que a comemoração annual do escuro assassinato de Rabin é o evento socialmente mais divisivo e de confrontação de todo o calendário israeli.

ALTALENA: O LEGADO DE YITZHAK RABIN



Os mass media israelis estám estes dias saturados de programas com evocações e homenagens em memória do seu ídolo Yitzhak Rabin. Pelo contrário, muitos de nós lembramos a um Rabin distinto e uma história de Israel diferente.

Yitzhak Rabin foi partidário de David Ben Gurion, oficial do Palmaj [nota: unidade de elite da Haganá], chefe das IDF, duas vezes Primeiro Ministro israeli, e foi assassinado tras uma aparição numa manifestação da esquerda, há catorce anos. Desde então, a esquerda, os massa media, os políticos e acadêmicos israelis têm-no utilizado como excusa, como justificação, para arremeter contra todo aquele que ouse amosar o seu desacordo com a sua ideologia e opiniões.

Se se tratar de literatura, em vez de história, poderíamos falar dum caso de justiza poética, “…um procedimento literário no que a virtude é finalmente recompensada, e frequentemente na literatura moderna por um giro irônico do destino intimamente relacionado com a própria condita d personagem”.

O qual nos leva até o Altalena, uma tragédia provocada pelo envilecido ódio duns judeus contra outros judeus. E que deixa reduzida a anedta a desprezável “caceria” na que os seguidores de Ben Gurion proporcionaram os nomes dos seus compatriotas judeus do Irgun às autoridades britânicas para que os mantivessem sob arresto ou os eliminassem.

Em 1948, o Irgun de Menajem Begin apanhara-se para adquirir umas armas muito necessárias na batalha pela independência de Israel. Alcanzara-se um acordo com o novo Governo provisional respeito a como deveriam ser usadas e distribuídas, com uma prioridade absoluta para libertar a Cidade Velha de Jerusalém. Mas Ben Gurion enganou-no e rematou enviando aos seus soldados –incluíndo a Yitzhak Rabin- a atacar o barco Altalena, destruir o armamento e assassinar aos judeus que o transportavam.


“Begin, mentres tanto, subira a bordo do Altalena, que agora se dirigia face Tel Aviv. Aínda agardava que fosse possível chegar a um acordo com o Governo Provisional e descarregar as armas restantes pacificamente. Mas não foi ssim. Ben-Gurion ordeou a Yigael Yadin que concentrasse um grande número de tropas na praia de Tel Aviv e que tomasse o barco pela forza. Foi transportado à zona armamento pesado e às quatro da tarde, Ben-Gurion ordeou o afundimento do Altalena. Um dos projectis alcanzou o barco, que comezou a arder. Existia o perigo de que as lapas se extendessem aos contenedores que continham explosivos, e o capitão ordeou que toda a tripulação abandoasse o buque. A gente saltou pela borda, mentres os seus companheiros os íam recolhendo em balsas. Embora o capitão enarbolou a bandeira de rendição, o fogo a discreção continuou caíndo sobre os superviventes desarmados. Begin, que estava em coberta, accedeu a abandoar o barco só uma vez que até o último dos feridos tivo sido evacuado”.

O velho Shmuel Katz confissou-me que ele sempre acreditara que o principal objectivo do ataque foi o assassinato de Menajem Begin –a quem Ben-Gurion considerava o seu mais forte rival. Menajem Begin, sempre todo um cavaleiro, na sua ingênua inocência nunca aceitou essa hipótese, nem ecigiu escusas daqueles que trataram de acabar com ele e que assassinaram aos seus companheiros.

Em Psicologia rege um princípio chamado projecção. “A projecção sempre aparece quando vemos os nossos próprios rasgos noutra pessoa…”. Isso explica por que Menajem Begin e os nacionalistas judeus da direita israeli não verbaliza permanentemente uma personalidade assassina e incitadora face a esquerda –mas a esquerda sempre o faz respeito à direita.

A equerda israeli tem uma bem documentada história de discriminação e violênca –por exemplo o Altalena e Amona- contra a direita, a pesar de que não têm problemas com proclamar constantemente que nós somos os que atacamos a outros judeus.

A sociedade israeli aínda está pagando os ódio prévios à constituição do Estado e o assassinato de Yitzhak Shair segue sendo utilizado como ferramenta contra um grande e crescente sector do Povo de Israel. Ignoro se alum dia chgaremos a saber quem esteve realmente detrás do assassinato. Só sei que a esquerda o tem adoptado entusiastamente como o seu mantra, a sua arma de guerra contra os mais leais e honestos dos cidadãos israelis.


BATYA MEDAD

30/10/09

שַׁבָּת שָׁלוֹם

O PROBLEMA ÁRABE NÃO TEM FÁZIL SOLUÇÃO


Os residentes do bairro de Pisgat Zeev retomaram os enfrontamentos com os imães na municipalidade de Jerusalém. Cada dia às 4 ou 5 da manhã, os muçulmãos encendem centenares de altavozes com as pregárias do muezzin –o que faz que todo um bairro se veja convertido numa espécie de ensurdecedora estação de combois.

O problema dos muezzin estava anteriormente confinado aos bairros de maioria árabe, donde todos afirmavam que os judeus podiam marchar se não gostavam dos seus alborotadores vizinhos. E o volume dos altavozes não faz senão ir em aumento.

Doutra banda, a polícia pouco pode fazer para identificar a procedência dos estridentes aparelhos, pois os árabes os colocam nas janelas só uns minutos antes de começar a pregária e os sacam imediatamente depois.

Não queda mais remédio que expulsar a todos os árabes.

UM HOMEM HONESTO NA KNESSET


O deputado de União Nacional, Michael Ben Ari, converteu-se no primeiro membro da Knesset em boicotar o servizo memorial de Yitzhak Rabin. Levada a cabo com o mais estalinista dos despregues mediáticos, a semana em memória de Rabin inclui todos os anos um linchamento oficial do judaísmo nacionalista, sessões de lavado de cerebro nas escolas e gardarias, e cirimónias públicas mais próprias do reinado de Genghis Khan.

Os dignatários israelis adicam-se nesta semana a competir entre sim a ver quem diz a estupidez mais grande. Segundo o criminal Peres, Rabin “uniu o país durante a guerra” (que ele deshonrou em 1967) “e a paz” (houvo algo que unisse mais o país que os Acordos de Oslo???). Netanyahu louvou o gênio militar de Rabin. Sem dúvida. Como Uri Milstein detalha na sua biografia de Rabin, esse tarado fogiu correndo tão rápido como puido do campo de batalha em Jerusalém, abandoando aos seus soldados ante a aniquilação.

E, por suposto, ninguém lembrou publicamente a autêntica razão pela que Peres acabou com a sua némese. Num determinado momento, Rabin comezou a duvidar de fazer mais concessões à OLP e declarou na sua última intervenção ante a Knesset que o Val do Jordão devia permanecer em mãos israelis. E que não se devia dar passo ao Estado Palestiniano. Essa actitude foi a sua sentença de morte, pois era mais valioso como heróico mártir pela Paz, que como problemático político com vida.

EL AMIGO DE LAS CIVILIZACIONES



La niña bonita de Rodríguez Zapatero, la «Alianza de Civilizaciones» ha contado como gran -y casi único- apoyo con el primer ministro turco, Recep Tayyip Erdogan. Pero el rumbo que éste está imprimiendo a Turquía, alejándola de Occidente e islamizándola progresivamente, obliga a un replanteamiento.

Esta semana Erdogan ha realizado una visita a Teherán para reunirse con Ahmadineyad, a quien ha calificado de «amigo». Aunque no estaba allí para mediar sobre el programa nuclear, el momento elegido no podía ser más crítico al respecto, en medio del tira y afloja sobre las nuevas propuestas para el enriquecimiento de uranio. Su presencia le ha insuflado nuevos bríos a un Ahmadineyad altamente contestado por sus ciudadanos y también por algunos de los suyos.

Para empezar Erdogan ha afirmado que Irán está en su derecho de proseguir con las tecnologías nucleares con las que está trabajando, en clara contradicción con lo que demanda la ONU; en segundo lugar, Erdogan se ha sumado a las diatribas que lanza continuamente el líder iraní contra Israel. Si bien no ha ido tan lejos como Ahmadineyad que pide «borrar del mapa a Israel», Erdogan ha dejado claro que Israel ya no es socio preferente para Turquía.

En las últimas semanas, Turquía impedía la celebración de unas maniobras navales de la OTAN por el mero hecho de que se había invitado a un buque de la Marina israelí, lo que se sumaba al enfrentamiento que el propio Erdogan sostuvo con Peres en Davos y su condena sobre la acción militar contra Hamas en Gaza.

Erdogan fue el primer líder político en felicitar a Ahmadineyad por su victoria del pasado 12 de junio, como sabemos teñida por el fraude masivo y, posteriormente, manchada por la sangre de los manifestantes. Si es este el amigo de la alianza de civilizaciones, más vale que nuestro presidente cambie de amigos. Y pronto.


RAFAEL L. BARDAJÍ

29/10/09

EHUD BARAK: O ROSTO DA MULTIDÃO ASSIMILADA



A hipocresia dos bolcheviques israelis:
  • Aos” direitistas" proibe-se-lhes dizer ‘Kahane tinha razão’. Os progres, sem embargo, podem incitar a violência contra os judeus observantes e fazer chamamentos a que os ‘colonos’ sejam castrados ou exterminados.
  • Os” direitistas” têm proibido exprimir a sua oposição à política governamental, inclusso através da desobediência civil não-violenta sem correr risco de que a sua cabeza seja reventada por uma banda de kapos portando cachiporras. Os progres podem exprimir-se como queiram e considerem necessário.   
  • Os soldados “direitistas” que exprimam a sua oposição à política do Governo constituim uma ameaza à moral das IDF. Os soldados progres que se neguem a servir nas áreas libertadas verão respeitada a sua toma de posição. 

Os soldados da Brigada de Infanteria Samson que recentemente protestaram contra a expulsão dos judeus de Homesh na sua cirimônia de jura, santificaram o nome do Altíssimo ante toda a nação. Desgrazadamente o seu activismo teve um prezo. Dois soldados foram expulsos da brigada e deverão permanecer 20 dias em prisão. Podedes ter a certeza de que qualquer soldado que no futuro trate de seguir o seu exemplo será golpeado aínda mais forte.

O sádico Ministro de Defesa está fóra de sim. Referiu-se à protesta, que consistiu em exteriorizar o rechazo à expulsão de Homesh, como “um grave e anómalo sucesso, que tem danado a image das IDF, o Estado, e o carácter especial da cirimônia”. Resulta curioso que isso seja o que constitui um “grave sucesso” para Barak. Sobretudo vindo dum homem que reiteradamente tem usado à polícia, o exército e os gardas de fronteira para expulsar judeus dos seus fogares, e que os tem golpeado brutalmente em progromos patrocinados pelo Estado. É impossível calcular em que medida os progressistas têm destruído a moral das IDF, cada vez que as têm utilizado para atacar aos nossos cidadãos.


Um soldado das IDF deveria ser respeitado, na medida em que combate contra o inimigo. A partir do momento em que o soldado golpea a um judeu, ou destrui um fogar judeu, deixa de ser um soldado e converte-se num traidor ao seu povo. O soldado das IDF tem uma obriga com o povo de Israel que trascende obedecer ordes cegamente. Pouco importa se o soldado não usa meios violentos nem se chora e baila com a mesma gente cujos fogares vem de destruir. Nem importa se o seu farsante rabino promulgou um estúpido edicto estabelecendo que um soldado não pode rechazar ordes nas IDF.

Barak é um traidor merecedor de ser enjuizado por alta traição junto com os seus seqüazes. A nossa história lembrará a Barak como um criminal que fixo dano ao Povo Judeu. Estes dois soldados emprisonados passarão à história como heróis. Longe de danar ao país, ou o pretiígio das IDF, desafiando a Barak e a multidão assimilada ante toda a Nação, estes soldados têm protagonizado um Kiddush Hash’m sem precedentes. A mensagem foi diâfana. Somos soldados das IDF. Estamos no exército para combater o inimigo. Não seremos utilizados para golpear e acosar a outros judeus.

Não gosto da expressão “motim do Kotel”, tal e como este incidente tem passado a ser conhecido –inclusso entre aqueles que apoiam aos soldados. Combater pela Judeuidade não constitui um “motim”. Restaurar publicamente em parte da sua honra a um exército judeu caído em desgraza é o epítome do Kiddush Hash’m. Lembremos o que realmente é um motim. Netanyahu é o capitão deste navio que está indo a pique. Até onde lembro, o Likud ganhou as eleições. Por que diablos Barak ocupa uma posição na que pode sacar a reluzir o seu rechoncho rosto de porco e falar com rango oficial? O quid da questão é que Bibi e Barak são a mesma coisa. Bibi simplesmente carece da coragem de amosar o seu autêntico rosto aos que o eligiram, deixando o trabalho sujo ao sádico de Barak, que disfruta enviando aos seus esbirros a bater nos judeus e destruir as suas casas. Por uma vez na sua vida, o decrépito Sumo Sacerdote do Helenismo, Simon Peres, esteve no certo ao sinalar que Netanyahu não é um “direitista”. As suas posições estám em consoância com tudo aquilo pelo que luta a Esquerda: apaciguar aos árabes mediante concessões territoriais, armar ao inimigo, auto-contenção, congelar o desenvolvimento das áreas libertadas, a criação dum Estado “palestiniano”, etc. Se fai cua-cua como um pato…

Estes soldados são autênticos filhos de Matatias, de bendita memória. Macabeus no genuíno sentido do termo. Que o Sagrado, bendito seja, lhes dê forza e benção!



DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

OS MUÇULMÃOS FALAM OUTRO IDIOMA



Os mass média israelis celebraram as declarações do Primeiro Ministro turco efectuadas em Teheran, e segundo as quais as relações de Turquia com Israel “seguirão adiante”. Erdogan, sem embargo, dixo algo totalmente diferente: “[as relações] seguirão adiante conforme os princípios de justiza e integridade”. Quer dizer, Turquia compremete-se a pressionar a Israel para que acceda a mais concessões aos palestinianos e sírios.

Os mass media também celebraram o discurso de Ahmadineyad onde proclamou a sua intenção de passar da confrontação à cooperação com a comunidade internacional nos assuntos relacionados com a energia nuclear. Mas isso não significa que Iran esteja dacordo com deter o seu programa nuclear ou a exportação de urânio enriquecido. Mais bem, Ahmadineyad exige que Occidente abandoe a sua actitude belicosa face Iran e se decida a cooperar –nos termos que propugna Iran, claro.

Ehud Barak alabou as manifestações feitas por Assad de que os sírios estám preparados para a paz com Israel. Mágoa que isso dependa do que cada um entenda por paz e preparados. Tendo emprendido –e perdido- três guerras com Israel, não é de extranhar que os sírios estejam preparados para a paz. Mas que classe de paz?: Síria recuperaria a bíblica Bashan –os Altos do Golan-, ocuparia o Lago Kinneret, seguiria exercendo de base militar de Rússia e Iran, apoiando a Hamas e Hezbolá, e –ao igual que Egipto- agardando a oportunidade de dar a punhalada a Israel.

27/10/09

DELÍCIAS TURCAS



Às vezes o nome diz muito duma pessoa. Tomemos ao Primeiro Ministro turco, Recep Tayyip ErDOGan, por exemplo. Certamente é um cão [dog]. Um raivoso cão judeófobo, que já começara ensinar as suas autênticas fauces durante a Operação Liderádego Sólido. Evidentemente, a ideia duns judeus capazes de defender-se foi muito mais do tolerável por este escorpião. Erdogan adicou-se, em conseqüência, a demonizar a Israel e defender a Hamas, de modo semelhante a como o faz o enrugado judeófobo cacauetero Jimmy Carter. Antes de continuar, desejo-lhe sinceramente a esse cão um lento cancro rectal seguido dum aneurisma cerebral (e outro tanto para Carter).

Não há tanto tempo que os judeus mais estúpidos louvavam as virtudes de Turquia. E não me refiro precisamente aos membros da extrema esquerda. Muitos “moderados”, “razoáveis”, e “religiosos” judeus proclamavam essa parvada de que Turquia é um país muçulmão razoável e moderno. Uma e outra vez citavam a Turquia como prova de que Israel tinha, quando menos, um amigo sincero nesse mundo. Bem, pois o cabeza de cão de Erdogan vem de mandar fazer punhetas a falsa moderação de Turquia amosando o autêntico rosto que há debaixo.

É um prazer contemplar como se derruba ante a olhada de todos o mito da “moderada Turquia”. Os judeus progres sempre têm acudido a Jordânia, Egipto e Turquia como exemplo de países árabes moderados. Por suposto que o são. E perfeitos lugares para que um judeu seja impunemente assassinado. ErDOGan demonstra o que Rabbi Kahane (HY’D) sempre manteve: não existem árabes ou muçulmãos moderados, nem sequer na “moderada” Turquia. Os Husseins, Mubaraks, ErDOGans –todos eles moderados, faltaria mais- estariam dispostos a arrancar a pele a tiras aos judeus sem que lhes tremesse o pulso. Mas têm aprendido que é melhor morder a língua, inclusso quando queres berrar “Morte ao judeu!”. Se fazes as coisascorrectamente, os próprios judeus fazilitar-che-ão o caminho.


Logicamente, um cão judeófobo como Erdogan às vezes tem dificuldades para reprimir-se. Lembrades quando mordeu ao flácido Simon Peres? Por que lhe ladraria? Observade no vídeo [ver abaixo] ao Primeiro Ministro turco perpetuando trunfante o típico libelo de sangue árabe contra os judeus, mentres o pusilânime Shimon Peres permanece sentado como uma babosa tragando-o tudo. Nauseabundo. Eu teria-me lanzado directamente, como mínimo, à tráquea de Erdogan (bom, de entrada já nunca me teria sentado ao seu lado).

Analisemo-lo por um momento: que pode ter Erdogan contra o sumo sacerdote do Helenismo, o arquitecto supremo dos Acordos de Oslo? Peres, a fim de contas, tem feito mais pela destrucção do Estado de Israel que todas as nações árabes juntas. A resposta é singela. ErDOGan teve um mal dia. A ele, no fundo, importam-lhe uma figa os míticos “palestinianos”. Simplesmente Erdogan perdeu a paciência; os judeus não se estavam matando entre eles o suficientemente rápido.


O mundo árabe/muçulmão ódia aos judeus. Curiosamente, também ódiam a Simon Peres –embora se tenha comprometido a reduzir o Estado de Israel ao tamamnho aproximado do Ghetto de Varsóvia. Como os seus predecessores europeus, os názis do mundo árabe têm uma Solução que pretendem levar a cabo. E a primeira fase requer a existência dum Ghetto judeu. A tal fim, os “moderados” têm que convencer aos Judenrats para que prestem a sua colaboração. Com o respaldo do resto do mundo, exercerão pressão sobre Israel para que ceda territórios e armas aos seus inimigos jurados.

Aceitar alto-o-fogos unilaterais com názis que sorrim mentres seguem lanzando foguetes Qassam contra as cidades israelis. Essa, repito, é a primeira fase. A segunda fase é a que podemos contemplar em Yad Vashem.

Amalek é fazilmente predizível..

Mas Erdogan vem de manifestar que Iran é amiga de Turquia. Erdogan vem de sacar-se a máscara. E isso é bom, porque os árabes mais perigosos são os que vam disfarzados.

No que a mim respeita, qualquer amigo de Iran meresce o seu mesmo destino: a aniquilação total.


DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL




AHMED & SALIM, EPISÓDIO 6

26/10/09

ATAQUE A CIVIS: GOLDSTONE, ONDE ESTÁS?


Esta fotografia:






intitula-se: “Um jovem palestiniano lanza um bloco de cemento contra a polícia israeli e civis”.

Fixo-a Warrick Page/Getty Images e pode-se ver aqui.

Como denominaria Goldstone a isso? Um crime de guerra?

Goldstone! Onde estás quando te necessitamos?



YISRAEL MEDAD

PAZ AGORA, UMA BANDA DE CRIMINAIS



O membro da Knesset Danny Danon (Likud) revelou no dia de hoje que está ultimando os planos para criminalizar as actividades da organização mafiosa Paz Agora e outras do seu estilo. Numa entrevista com Arutz-7, Danon dixo que está trabalhando num texto legislativo que proibirá no sucessivo que organizações financiadas por governos estrangeiros poidam desenvolver a sua actividade em Israel.

Paz Agora está financiada praticamente na sua totalidade por governos europeus, especialmente os de Noruega, Finlândia e a Grande Bretanha. Danon já exigira com anterioridade a Paz Agora que abandoasse o seu estatuto de organização sem ânimo de lucro, toda vez que se negaram a publicitar as suas subvenções procedentes do estrangeiro.

Danon vem de reiterar o seu chamamento a investigar a financiação de Paz Agora, tras o incidente no que três seqüazes de Paz Agora figeram-se passar por “estudantes” no interior da Knesset, num intento de obter material que poder utilizar contra os membros do campo nacional na Knesset. O incidente cobra uma especial importância a teor da pergunta que deixou Danon no ar: donde saca os recursos económicos Paz Agora para investir centos de horas num filme falaz e manipulador, dirigido a deteriorar a image das forzas que não defendem o entreguismo com o inimigo árabe?

Seguindo ordes do kapo de Paz Agora, Yariv Oppenheimer, os “activistas” de extrema esquerda entrevistaram ao próprio Danon e a Fania Kirshenbaum (Yisrael Beiteinu), supostamente como parte dum estudo universitário sobre a “democracia”. Figeram perguntas absurdas, segundo dixo Danon: “Como preferiria vocé expulsar aos árabes, em autobus ou em comboio?”. “Dim-me conta enseguida de quem eram estes “estudantes” e ordeei o seu desalojo.

“Se Paz Agora me tiver solicitado uma entrevista, teria-lha concedido”, afirmou Danon. “Mas o seu proceder o único que demonstra é que nunca terám maneira de acceder à Knesset agás por meios ilegais como este. Carecem de apoio para serem eligidos, e optam por este caminho”.

Os três simpatizantes de Hamas foram identificados e expulsos da Câmara tras intentar entrevistar ao membro de União Nacional, Michael Ben-Ari, quem suspeitou decontado da farsa avisando ao servizo de seguridade da Knesset.

Paz Agora é um perigoso grupúsculo de extrema esquerda simpatizante da insurgência palestiniana. O seu máximo dirigente, Yariv Oppenheimer (membro do Partido Laborista), é um progre fracassado que manda à sua rapazada a incitar aos árabes para que promovam progromos contra os assentamentos judeus.

TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO COM ISRAEL



25/10/09

“SAMSON NÃO EVACUARÁ HOMESH!”



No transcurso da cirimónia de juramento celebrada o passado joves perto do Muro Occidental, soldados do Batalhão Samson da Brigada Kfir, despregaram uma pancarta [ver vídeo abaixo] na que rechazavam evacuar assentamentos judeus.

O destacamento provavelmente será desmantelado e os seus heróicos soldados castigados e degradados a posições afastadas dos postos de combate.

Homesh é uma localidade judia do norte de Samaria da que em 2005 foram expulsados todos os judeus, pelo daquela Primeiro Ministro Ariel Sharon, para demonstrar que a expulsão de judeus não só se limitava a Gaza. Desde então, os judeus têm regressado a Homesh uma e outra vez, e as IDF têm procedido a expulsá-los cada uma dessas vezes –amiúde em Shabat.


O Dr. Michael Ben-Ari, membro na Knesset de União Nacional, defendeu a legitimidade da protesta do Batalhão Samson e dixo que o Ministro de Defesa, o laborista Ehud Barak, “tem convertido aos soldados das IDF em funcionários ao servizo do Partido Laborista, agindo ao seu servizo e convertendo-se numa forza hostil à empressa dos assentamentos”. Acrescentando que “os soldados supõe-se que estám para combater contra o inimigo e não contra os seus irmãos”.

Doutra banda, a mãe dum dos soldados dixo que “nós não somos colonos, mas estamos orgulhosos dos nossos filhos e do facto de que não se comportem como robots. Foram chamados ao exército para cumprir o servizo militar a fim de combater o inimigo, não a outros judeus”.




O TERRORISMO PALESTINIANO CAMPA POR AL AQSA


Arredor dum centenar de árabes esconderam-se hoje na mesquita de Al Aqsa tras violentos enfrontamentos com a polícia israeli.

A polícia irrompeu no Monte do Templo depois de que as câmaras de seguridade amosaram aos árabes preparando pedras e projectis para atacar aos judeus e os turistas. Os árabes responderam com uma chuva de pedras e bombas incendiárias.

Dado que arrasar Al Aqsa seria politicamente incorrecto, a polícia permitiu que os terroristas abandoassem o Monte impunemente.

Os membros árabe-israelis da Knesset condearam a brutal actuação policial e aos judeus que provocaram aos pacíficos árabes.

Os rabinos consideram abominável que os ritualmente impuros judeus subam ao Monte do Templo, mais que o facto de que este esteja nas mãos dos árabes que desde ali apedream aos judeus. O Rabino Elyashiv posicionou-se com os árabes contra a visita dos judeus ao Monte do Templo.

O Instituto do Monte do Templo, porém, fez um chamamento aos judeus a ascender o Monte e comemorar assim o 843 aniversário da visita de Rambam ao mesmo lugar.

O Rabino Elyashiv considera-se uma autoridade religiosa superior a Rambam –que foi quem de ascender ao Monte.

IMANES CON BARRETINA



José Luis Carod Rovira quiere un islam a la catalana, deseo muy loable que no sabemos cómo habrá recibido Bin Laden, cuya principal preocupación tras las abluciones matinales y el primer rezo del día, como todos sabemos, es conocer las declaraciones más recientes del vicepresidente de la Generalidad de Cataluña. Si se atiene al tenor literal de lo dicho por Carod para caracterizar este nuevo islam se habrá sentido insultado, pues el credo de Mahoma no es ni "abierto", ni "acogedor" ni tiene "vocación universal" en el sentido occidental, sino cerrado, hosco y totalitario allí donde triunfa.

No obstante, a poco que en los desiertos arábigos conozcan la realidad de la Cataluña actual la acogida habrá cambiado de signo, pues entre la política nacionalista catalana y las sociedades islámicas no hay diferencias sustanciales en lo que se refiere a la imposición de un determinado modo de vida y la persecución del disidente.
Por otra parte, las recientes apelaciones de Carod tienen una clara vertiente de iniciativa empresarial, aspecto éste que tradicionalmente ha distinguido a los emprendedores catalanes. Y es que en Cataluña hay toda una red de instalaciones claramente desaprovechadas, que podrían cederse a las autoridades islámicas a cambio de un buen puñado de petrodólares. Me refiero obviamente a la Iglesia Católica en Cataluña, desaparecida a excepción de unos cuantos grupúsculos nacionalcatólicos que han encontrado acomodo en las estructuras residuales de una jerarquía rabiosamente nacionalista, principal responsable de que a sus misas no acuda ya ni Dios (especialmente Él).

Los seminarios están vacíos y los monasterios ya ni siquiera se utilizan para organizar encierros contra el poder establecido, porque los que tenían por costumbre recluirse píamente para desafiar al Gobierno son ahora los que mandan y no están dispuestos a cambiar la mullida moqueta por el frío pavimento cenobial. A pesar de la crisis económica y el pinchazo de la burbuja inmobiliaria, los bienes patrimoniales de la Iglesia en Cataluña forman un paquete muy apañado que haría las delicias de los dirigentes religiosos islámicos y sus financieros saudíes. Con poner una estelada colgando de la fachada de los templos reconvertidos en mezquitas para el rezo de los viernes, Carod Rovira y sus compañeros agnósticos se darían por satisfechos. Y por si eso fuera poco, Martínez Sistach podría blasonar orgulloso de su hazaña: por primera vez desde que los bisbes nacionalistas aterrizaron, las iglesias de Cataluña se verían llenas de fieles.


PABLO MOLINA

PALESTINIANA ACOITELA SOLDADO



Uma jovem palestiniana acoitelou hoje a um soldado israeli no checkpoint de Kalandia, perto de Jerusalém. O soldado sobreviveu, com o qual esta dama não é tecnicamente uma assassina, e será posta em liberdade imediatamente grazas à mediação humanitária.

Inclusso a pesar de que a sua vítima fosse um soldado, o facto de que ela fosse vestida com roupa civil e não militar, converte a sua acção num acto de terrorismo. Sem embargo, Israel manterá aberto esse checkpoint para que mais terroristas palestinianos sigam podendo acceder ao nosso país.

SHAMNI, O ADEUS DUM NEONÁZI UNIFORMADO



[Gadi Shamni, Comandante em Chefe saínte das do Mando Central das IDF, tem sido nomeado novo agregado militar em Washington. A continuação reproduzimos uma carta enviada por Ariel Ben Yochanan –e que tem sido censurada- ao jornal Yediot Ahronot].

O legado de Gadi Shamni seguirá vivo em Samaria como mínimo durante vários meses mais, tras asinar as ordes de expulsão contra Akiva Hacohen, Ariel Gruner e Eliav Eliyahu, três judeus bons, inocentes e jóvenes com família e pequenas crianças ao seu cárrego. Como veu sendo habitual, não houvo cárregos específicos nem motivos para tamanhe decisão –agás que as vítimas são bons judeus leais a Hash’m. Isso é algo que Shamni nunca puido suportar. Um autêntico e apassionado judeófobo ao servizo do Estado, o seu nome lixará por sempre a image das IDF em Shomron. Alguém, ao longo da sua carreira militar deveria ter parado os pés deste skinhead –mas desgrazadamente ninguém o fixo. E o povo judeu segue pagando o prezo de tamanhe negligência.

Não é dificil imaginar que este elemento será uma espécie de Presidente Hussein implantado na Embaixada israeli de Washington, mais que um defensor de qualquer coisa que cheire a judeu.

Desde as colinas de Samaria esperamos e rezamos para que este odioso indivíduo –que fixo que a vida fosse tão dificil como puido para os judeus que vivemos aquí- se veja arrodeado pelo agir nada respeitoso dos nossos amigos em Washington ou onde queira que vaia.


ARIEL BEN YOCHANAN

24/10/09

IRAN OU ARMAGEDON?



Durante as décadas passadas, a história tem-se repetido no que respeita aos judeus, como se estiver obstinada em ensinar-nos uma lição.

Primeiro, tivemos uma cópia a papel carbão do Éxodo: a Terra Prometida estava agardando, e a judearia europeia negava-se a marchar ao seu encontro. Ao igual que as 4/5 partes rechazaram abandoar Egipto e pereceram, uma proporção semelhante morreu em Europa. Só os hebreus endurecidos por décadas vagando no deserto do Sinai entraram na Terra; os pioneiros israelis não diferiam muito dos judeus do Exílio. Como em Egipto, os nossos assassinos e opressores foram em última instância saqueados. Em ambas ocasiões, estivemos a um passo da aniquilação total: a primeira vez mercede à orde do Faraó de aniquilar às crianças de sexo masculino, e o posterior enfrontamento entre o exército egípcio e a multidão judia nas beiras do Mar Vermelho. A seguinte ocasião foi no Holocausto.


Dois anos depois dessa carneçaria, os judeus aínda se negavam a construir o seu próprio Estado, confiando mais bem na idolatria socialista; então foram golpeados com a Guerra de Supervivência de 1947-48. Em 1967, a nação semelhava novamente em perigo de aniquilação: fora convintemente rodeada por todas partes de modo que sírios e egípcios puidessem exterminar-nos fazilmente. Em ambas guerras, os judeus venzeram só tras ter perdido toda esperança nos amigos terrenais: o embargo de armas dos EEUU em 1947 e a sua indiferença em 1967 semelhavam assegurar a nossa aniquilação.

Agora, velaquí temos a Ahmadineyad, inquedantemente parescido ao seu homólogo alemão dos anos 30: um paiaso, um líder carismático, um orador talentoso, completamente irracional, e exprimindo abertamente as suas ânsias genocidas. A comunidade internacional pergunta-se que será o que tem em mente –negando-se a escuitar as suas diâfanas palavras. Iran esforza-se por lograr o domínio na região –quizá o domínio a nível planetário-, mentres vai construíndo cabezas de praia e avanzadilhas chiítas no remoto Leste e em África. Simbolicamente, Iran trunfa onde os alemães fracassaram: em conseguir a bomba atómica. Novamente, os judeus estám ao borde do extermínio -com toda a comunidade internacional na nossa contra: ninguém está disposto a apoiar o nosso ataque contra Iran.

Uma vez mais, só poderemos ganhar se perdemos toda esperança nos nossos amigos terrenais.


OBADIAH SHOHER

23/10/09

22/10/09

TZIPI LIVNI, ADVOGADA DA AUTORIDADE PALESTINIANA


O anterior embaixador dos EEUU em Israel, Martin Indyk, afirmou que quando Tzipi Livni era Ministra de Exteriores advertiu à Autoridade Palestiniana que não aceitassem a oferta de “paz” oferecida pelo então Primeiro Ministro, Ehud Olmert.

“Numa charla no transcurso da Conferência Presidencial “Simon Peres ante o amanhã” –celebrada em Jerusalém- Indyk dixo que os palestinianos não deviam ser culpabilizados por rechazar a oferta de paz de Olmert, devido à sua inestável situação política naquele momento”, informou a Rádio do Exército.

Ao ser perguntado pelo jornalista de Channel 2, Udi Segal, sobre se os palestinianos perderam uma oportunidade ao rechazar a oferta de Olmert, Indyk respondeu que “o Primeiro Ministro estava às portas de ser processado e a Ministra de Exteriores dixo tanto aos EEUU como aos palestinianos que não deviam asinar o acordo”.


Bem. Velaqui as cinco razões principais que se nos ocorrem para justificar que Livni advertisse aos palestinianos:

1. Não queria que se vissem envolvidos num possível novo escândalo ou acusação com o sem vergonha de Olmert.

2. Preocupava-lhe que asinar permitisse que as ambulâncias de Magem David Adom proporcionassem servizos de emergência aos palestinianos em Jerusalém Leste.

3. Tinha medo de que Ariel Sharon despertasse do seu coma.

4. Tinha ciúmes de que Mahmoud Abbas fosse convidado de honra na Conferência de Jstreet antes que ela.

5. Estava convencida de que ganharia as eleições e poderia entregar aínda MUITO MAIS aos palestinianos do que lhes prometera Ehud Olmert.


THE MUQATA