04/10/09

POLANSKI



É comovedora essa gentinha que não pode deixar de ouvear e ladrar desde há semanas sobre o desagradável incidente no que se viu envolto o director de cinema judeu, Roman Polanski, há 32 anos. Curiosamente, são os mesmos que calam como mómias à hora criticar a toda uma religião com centos de milhões de seguidores chamada Islám, que é a maior promotora da tortura infantil e a pedofília em todo o planeta. De modo cotidiano.

O próprio Profeta Mahoma casou com Aisha, uma criança de seis anos, e disque consumou o matrimônio quando esta cumpriu os nove –pondo, de passo, a pedra angular para a justificação da violação infantil sistemática e a pedofília no Islám até o dia de hoje.

Cada novo dia trai-nos centenares de relatos de terror sobre abuso de rapazas menores de idade, desde Pakistão até Marrocos. Todos os relatos que queiram os ántisemitas de “El País” e os escandalizados progres de Eurábia. Não um incidente isolado de há mais de 30 anos, não: um sistema institucionalizado de violação de mulheres que atinge a milhões de rapazas. Neste mesmo momento, mentres ledes estas linhas.


Os EEUU e os países europeus mantêm muito boas (e lucrativas) relações com estes países onde a pedofília é algo legal –e da que semelham não ter nada a dizer. São os mesmos hipócritas -e cobardes- que promovem a cruzada contra Geert Wilders. Ou os que intentaram reduzir imisericordemente a Oriana Fallaci por todos os meios. Nem sequer os vociferantes grupos fiministas –aos que também lhes resbalam outras violações dos direitos humanos das mulheres no Islám, como a ablação de clítoris, a obriga no uso do burka, etc- se atrevem a abrir a boca.

Só lhes escandaliza o judeu Polanski.


SOPHIA L. FREIRE

AHMADINEYAD NÃO PODE IMIGRAR A ISRAEL



O Telegraph confirmou a informação dum internauta iraniano que foi arrestado por dizer que Ahmadineyad é um judeu converso.

O jornal oferece uma fotografia amplada de Ahmadineyad com o seu cartão de identidade, onde se amosa o seu nome anterior, Sabourjian, que sem dúvida é de orige judia. É um grande varapáu para as agências de inteligência não terem descoberto antes uma informação tão perjudicial para o Presidente iraniano.

Como converso a partir do judaísmo, Ahmadineyad não tem direitos de imigração sob a Lei de Retorno israeli.

A conduta de Ahmadineyad, contudo, não é nada novidosa. Muitos antigos judeus, incluíndo os do Jstreet e os energúmenos de Paz Agora, são igualmente uns incorregíveis judeófobos.

INFORME GOLDSTONE: A NOVA LEI INTERNACIONAL





O Informe Goldstone encobre uma ameaça esquerdista para os Governos que emprendam uma guerra. Aplicando a lei comum aos tempos de guerra, qualquer exército poderá ser perseguido penalmente. Dado que os crimes contra a humanidade não têm um estatuto que marque os seus limites, os pilotos Aliados podem ser levados ante O Tribunal Penal Internacional por terem bombardeado as cidades da Alemanha názi.

Ao rematar a 2ª Guerra Mundial, os juristas internacionais aínda eram razoáveis. Os Juízos de Nuremberg processaram àqueles que foram responsáveis a grande escala, deixando que os tribunais alemães encausassem os crimes de guerra individuais. Esse equilíbrio legal foi sobretudo sensato porque passou por riba dos crimes individuais centrando-se na criminalidade de conjunto da empressa bélica. O raseiro da criminalidade imputável aos Governos era muito elevado: só as atrozidades inqualificáveis consideravam-se dignas de condeia. Aspectos como os escudos humanos, a reducção de ajuda, a restricção dos direitos humanos, e os castigos colectivos não letais eram ignorados. Certamente, quando uma guerra é genocida, todos esses tecnicismos são insignificantes, e se a guerra está justificada, esses incomodos são algo inevitável. Em ambos casos, investigá-los a um macronível internacional é absurdo.

Só depois de que o tribunal internacional  estabelecesse o propósito de criminalidade global na guerra emprendida pelos alemães, os tribunais nacionais começaram a investigar lenta e concienzudamente os crimes de índole individual. Agás num punhado escaso de incidentes, os Aliados não perseguiram os seus próprios crimes de guerra –devido à aplicação da justiza dos vencedores, sem dúvida, mas também porque só se tratara de incidentes isolados, às vezes justificados pela necessidade militar, como os bombardeos de saturação ou o fusilamento de prisioneiros de guerra quando o seu encarceramento resultava impossível.


Em grande medida o fim justifica os meios. Podemos condear a um ladrão de bancos de modo genérico, mas não quando carece doutra alternativa para alimentar à sua fomenta prole. O bombardeio britânico de Dresde não tem nada a ver com o bombardeio názi de Coventry.

Os soldados não são autómatas. Fazer a guerra é algo tão diferente do que é a vida civil que lhe aplicar as normas de criminalidade vigentes em tempos de paz é um completo sem sentido. Os Estados induzem deliberadamente o ódio contra o inimigo mediante a propaganda, e são inadmisíveis as lágrimas de cocodrilo quando os soldados agem de modo coerente com esse ódio inoculado.

Os direitos humanos deveriam ser algo natural, mas a sua restricção em tempos de guerra é algo não menos natural. Aplicar o mesmo estándar de direitos humanos aos pacífico Medio Oeste dos EEUU que à zona de guerra total do Meio Leste asiático é descabelado –especialmente quando ditas resytricções são efímeras. A maioria dos teóricos da guerra reconhecem que a doutrina do duplo efecto só protege a vida dos civis, mais que a sua propriedade ou dignidade. Seria irreal agardar que um país que se sinte atacado até o extremo de emprender uma guerra, arriscasse a vida dos seus soldados, e investisse amplos recursos materiais, para proteger as casas e outras propriedades que pertencem aos votantes e contribuíntes do Governo inimigo. Inclusso a própria dissociação população/Governo é produto dum idealismo comprensível numa forma de Estado monárquica, mas não numa democracia responsável onde a gente elige aos seus Governos e são responsáveis das suas acções. É impossível levar a cabo uma guerra sem infligir danos substanciais à população, tanto como dados colaterais dos ataques contra possíveis (mais que, como Goldstone propõe, “prováveis”) objectivos militares, como praticando o aviso deliberado à população para adverti-la de que deixe de apoiar ao Governo hostil. Embora Goldstone a censure, a doutrina da pressão é perfeitamente compatível com o estándar do duplo efecto.


A linha vermelha é: as guerras não podem conduzir-se com os métodos que usa a polícia para que se cumpram as leis domésticas. Não existe forma de individualizar aos francotiradores nas áreas urbanas. Muitas fábricas producem bens de doble uso que ajudam ao esforzo bélico inimigo indirectamente, como mínimo –inclusso o mero pago de impostos. As instalações (aparentemente) civis devem ser destruídas também para machacar quanto antes ao inimigo. Inclusso quando os francotiradores individuais e as fábricas puideram ser perfeitamente identificadas, não se considerou aceitável atacá-las com munição inteligente; Israel gastou mais de 2 milhões de dólares por cada palestiniano abatido na guerra de Gaza –muito mais do que o Governo destina ao Ministério de Sanidade israeli para salvar a vida dos judeus.

Os crimes de guerra têm sido apresentados como algo egrégio fronteirizo com a atrozidade. Como a Corte Suprema israeli dixo tras a debacle de Kfar Qasem [nota: aldeia na que morreram 40 árabes em 1956], “a marca distintiva duma orde manifestamente ilegal é que sobre uma orde tal sobrevoa, como uma bandeira negra, um aviso que diz: ‘Proibido!’”. Sem embargo, nenhuma conciência humana se vê comovida por sucessos como os que Goldstone qualifica de “crimes de guerra” –é impossível levar a cabo uma guerra respeitando àqueles que a promovem.

Seis décadas atrás, quando a jurisprudência militar aínda não fora tomada ao asalto pelos idealistas progres, um tribunal dos EEUU absolveu aos názis do pretendido “crime de guerra” que teria suposto o asédio de Leninegrado, que deixou centos de milheiros de civis mortos. Dacordo com a cruel lógica da guerra, promover a fome massiva na população inimiga era uma táctica militar legítima. As convenções de Genebra moderaram essa doutrina um pouco para permitir que chegassem alimentos às mulheres e crianças. Mas, quem pode assegurar que os alimentos não rematarão no buche dos aguerridos soldados? Tras contrastar a óbvia falha de sentido prático de tal proposta, em 1977 os esquerdistas cambiaram a lei drasticamente proibindo promover a fome como método de guerra. Seguindo esse razoamento, todas as guerras havidas na história da humanidade têm sido ilegais.


Goldstone baseia as suas cusações em dois enfoques contraditórios. A fim de condear a Israel pela suposta fome induzida nos gazenhos, qualifica o conflito de ·guerra internacional” (para assim poder julgá-lo sob a jurisdicção das convenções de Genebra). Mas no mesmo informe, denuncia a ocupação israeli da Gaza sem Estado –o que reduz o tema da fome induzida a um assunto doméstico de Israel, onde as convenções de Genebra não são aplicáveis.

Toda vez que a proibição absoluta de reduzir mediante a fome aos civis reside em sucessivos protocolos mais que nas Convenções de 1949, a potestade do Tribunal Penal Internacional no assunto é mais que duvidosa. A Corte Extraordinária instituída no caso de Camboia, por exemplo, tinha um mandato explícito para entender das graves infracções das Convenções –mas não dos protocolos. A diferença não é menor, dado que os protocolos tinham mais a consideração de declarações bem intencionadas que de lei.

Aínda mais, a perseguição sob a 4ª Convenção só é possível se a fome está directamente relacionada com o conflito armado internacional. Dificilmente é este o caso, dado que tanto Egipto como Israel limitaram o acceso de convóis a Gaza antes de que comezasse a guerra dos Qassam. As restricções começaram com o seqüestro dum soldado israeli –o que foi considerado mais um acto de seqüestro como tal que como a toma dum prisioneiro de guerra, assim só fosse porque não tem sido tratado como prisioneiro de guerra nem capturado por um exército reconhecido como tal. Cobra forza o argumento de que as restricções de Israel contra Gaza não têm relação com um conflito armado, senão mais bem com um conflito intra-estatal.

Não há via judicial para interpretar a 4ª Convenção de Genebra como criminalizadora das restricções da livre circulação de comida a um território asediado. A Convenção detalha vários crimes, mas não menciona as restricções de fronteira entre eles. A omissão é deliberada: é inconcebível que qualquer exército em combate consinta o livre movimento de bens pretendidamente humanitários na zona de guerra. Inspeccionar todos e cada um no fragor da batalha ou permitir só os envios dirigidos a civis é materialmente impossível, na medida em que só serviria para fortalecer ao inimigo.





As alegações de “genocídio” em Gaza são semelhantemente infundadas. A lei de genocídio não tem aplicação aos grupos sociais ou políticos por uma razão: as acções contra eles são militar ou politicamente inevitáveis, e carecem da brutalidade sem sentido de querer destruir uma étnia, ou um grupo nacional ou religioso. Claramente, Israel não pretende aniquilar centos de milhões de árabes ou muçulmãos, nem na sua totalidade nem em parte. Mire-se como se mire, é rotunda a evidência de que Israel não procura a destrucção dos árabes como grupo nacional.

Sabedor da debilidade dos cárregos de “genocídio”, Goldstone dá um rodeo à excepção do “grupo político ou social”, falando de “crimes contra a humanidade”. Resultaria-lhe dificil argumentar que Israel trata de matar aos gazenhos como grupo político, quando de facto a população de Gaza incrementou-se em mais de seis vezes nos últimos 40 anos. O estatuto do Tribunal Penal Internacional aclara que a privação de alimentos só constitui um crime contra a humanidade se “está calculada para destruir a toda ou a uma parte da população”. Dada a ausência de mortes por inanição, tal cálculo não teve lugar. Goldstone prefire ignorar que a ONU enviou a Gaza todo quanto envio de alimentos quixo, até o ponto que de ter-se produzido uma fome massiva, Israel não teria sido responsável.

Nos tribunais de Camboia e Ruanda, a inanição por fome só foi contemplada como um meio de morte a grande escala. O intento de Goldstone de rebaixar esse estándar para criminalizar uma fome que só provocou sofrimento, mas não morte alguma, não se apoia na legislação internacional, e será dificil que seja algum dia adoptado, na medida em que criminalizaria os boicotes e sanções mesmos.

Israel perjudicou-se a sim própria quando etiquetou a Operação como ánti-terrorista, mais que como de guerra. Fomos atacados por um Governo Palestiniano cujo Parlamento apoiou de modo unânime destruir Israel. Urante a guerra, o Governo Palestiniano utilizou recursos públicos: polícia e milñicias governamentais, impostos, hospitais e esforzos diplomáticos. Não se tratou duma operação ánti-terrorista do tipo das que a Grande Bretanha livrou contra os terroristas do IRA.

Mas não só isso. Israel causou um grave perjuízo a outros exércitos estabelecendo um novo e elevadíssimo paradigma de ser cuidadosa com a população inimiga: avisando-os de que fogissem mediante chamadas telefónicas. Os estadounidenses figeram algo semelhante em Viet-Nam, onde distribuiam panfletos antes dos ataques –política que contribuiu decisivamente à sua falha de ineficácia nessa guerra. Israel levou essa táctica até o extremo: mentres os norteamericanos destruiam vilas vazias, Israel nem sequer destruiu os distritos previamente vaziados, senão que se limitou a rastreá-los durante o combate urbano. Em pouco tempo ninguém lembrará que Israel esteve livrando um minúsculo conflito em Gaza, mas comezará a exigir-se a aplicação dessses novos estándards nas guerras a grande escala.

Fica por ver se o sentido comum trunfa sobre o idealismo, ou se são os progressistas os que trunfam maniatando aos exércitos occidentais, pondo-os assim em igualdade de condições com as bandas terroristas.


OBADIAH SHOHER

03/10/09

O CHIVO EXPIATÓRIO DO FASCISMO HONDURENHO


A tensa situação política das Honduras tem propriciado a aparição de expressões de ánti-semitismo e odiosas teorias conspirativas ánti-israelis. Segundo a ADL (Anti-Defamation League), alguns dirigentes políticos, comentaristas e outros estám dizendo em Venezuela e Honduras que Israel e os judeus têm jogado o seu papel na destituição e intimidação do Presidente Manuel Zelaya, e que estám confabulados com o Presidente de facto, Roberto Micheletti.

A ADL tem accedido a algumas passagens traduzidas de entrevistas e comentários realizados por algumas figuras políticas e comentaristas jornalísticos hondurenhos e venezolanos, que coincidem em culpar aos judeus e Israel da crise política. O 25 de Setembro, um comentarista da Radio Globo de Honduras, sinalou que os judeus e os israelis são “pessoas que danam este país”, acrescentando, “pelo que tenho aprendido, pergunto-me por que não se deixou que Hitler levasse a cabo a sua missão histórica?”.

“Desde o Presidente Zelaya até os comentaristas mediáticos e os activistas políticos, tem-se desatado um perturbador transfundo de ánti-semitismo na situação das Honduras”, afirma Abraham H. Foxman, Director Nacional da ADL. “Sabemos pela História que em tempos de agitação e distúrbios, os judeus são o chivo expiatório por antonomásia, como se está comprovando nas Honduras, um país que tem uma minúscula minoria judia”.

A ADL tem compilado várias declarações de personagens públicas hondurenhas, analistas e outros, desde o 7 de Julho de 2009, assim como manifestações do Presidente de Venezuela, Hugo Chávez, e sicários do Governo venezolano da TV e a rádio. As devanditas declarações incluim:

a) Alegações falsas do Presidente Zelaya de que “mercenários israelis” estám intentando assassiná-lo.

b) Falsas afirmações do Presidente Chávez, de Venezuela, e outros partidários de Zelaya de que Israel foi o único país em reconhecer o Governo de facto de Micheletti.

c) Declarações de David Romero, Director Executivo de Radio Globo, dizendo que “oficiais do exército judeu” estám trabalhando em conspiração com as Forzas Armadas em Honduras. As suas palavras foram contestadas por Adolfo Facusse, Presidente da Associação Nacional de Empressários em Tegucigalpa, que afirmou que “os judeus são nossos curmãos e não toleraremos esse tipo de linguagem”.

“Mentres agardamos por uma rápida e pacífica ressolução da crise desse país, é imperativo que todas as partes implicadas nas negociações –incluíndo os mediadores estrangeiros- deixem o ántisemitismo fóra do discurso público”, dixo o Sr. Foxman. “Estamos alentados de observar que alguns dirigentes públicos hondurenhos plantam cara à retórica ánti-semita, e agardamos que outros tenham a coragem moral de fazer o mesmo”.

Neste país de 8 milhões de habitantes, apenas um centenar de famílias são judias.

02/10/09

שַׁבָּת שָׁלוֹם

REVOLTA ÁRABE EM ISRAEL



Os residentes árabes do Estado Judeu comemoram o noveno aniversário das suas algaradas, que acabaram com a vida dum punhado de eles.

Esta vez, a polícia israeli fixo tdo o possível para evitar os enfrontamentos directos. Em vez de usar esquadrões ánti-disturbos, a polícia movilizou helicópteros para controlar aos delinqüentes palestinianos.

Os árabes responderam veementemente ao chamado de Abbas a defender Al Aqsa. Incapaz de exercer qualquer tipo de influência positiva sobre a sua manada, Abbas compite com Hamas em retórica extremista. Desgraçadamente, Israel semelha temerosa de derrubar a abominação muçulmã que coroa o nosso sagrado Monte do Templo.

01/10/09

HOLOCAUSTO ZELAYA


Apenas uns dias depois de que o aspirante a ditador marxista, Manuel Zelaya, comentasse que Israel trata de acabar com ele mediante radiações de alta freqüência e gases tóxicos, o seu propagandista, David Romero Ellner–director de Rádio Globo- sustenta a teoria conspirativa deste sujeito afirmando que Hitler estava no certo, e que foi uma desgraza que não pudesse levar até as suas últimas conseqüências a Solução Final.

David Romero Ellner, o novo herói de certa “imprensa livre”, comezou a sua carreira como activista do Partido Comunista de Honduras, fundando depois a União Revolucionária Popular –autora de incontáveis atentados terroristas, como o seqüestro do voo 414 a New Orleans em 1981. Com o passo do tempo, rematou nas filas do partido de Mel Zelaya, do que é portavoz oficioso.

Velaqui o áudio da entrevista na que Romero faz apologia do Holocausto.

Fagam-lhe sítio na Alianza de Civilizações.

PEDOFÍLIA PALESTINIANA



Mahoma se casó con una niña de seis años. Pero el Islam ha evolucionado en 1.500 años. En la tierra de Hamas, en 2009, las novias tienen casi siete.

Un evento de gala se ha desarrollado en Gaza:
Hamas patrocinó un casamiento masivo para cuatrocientos cincuenta parejas. La mayoría de los novios estaban en sus medianos veinte; la mayoría de las novias eran menores de diez años.
Dignatarios musulmanes, incluyendo a Mahmud Zahar, un líder de Hamas, estaban presentes para felicitar a las parejas que tomaron parte en la celebración, cuidadosamente montada.
“Le estamos diciendo al mundo y a Estados Unidos que no nos pueden negar la dicha y la felicidad”, les dijo Zahar a los novios, todos los cuales estaban vestidos con idénticos trajes negros, y provenían del cercano campo de refugiados Jabalia.


Cada novio recibió de Hamas un regalo de 500 dólares.
Las prepúberes niñas, vestidas de blanco y adornadas con chillones maquillajes, recibieron ramos de novia.
“Presentamos este casamiento como un regalo a nuestro pueblo que se mantuvo firme enfrentando el sitio y la guerra”, dijo en su discurso el hombre fuerte de Hamas, Ibrahim Salaf.
Las fotos del casamiento cuentan el resto de la sórdida historia.


El Centro Internacional de Investigación Sobre Mujeres estima que, actualmente, hay 51 millones de niñas desposadas que viven en el planeta tierra y casi todas en países musulmanes.
Un 29% de esas niñas desposadas son golpeadas regularmente y abusadas por sus esposos en Egipto; 26% sufren un abuso similar en Jordania.


Cada año, de acuerdo a UNICEF, tres millones de niñas musulmanas son objeto de mutilación genital. Esta práctica no ha sido ilegalizada en muchas partes de Estados Unidos.



La práctica islámica de la pedofilia proviene del profeta Mahoma, que acumuló once esposas y muchas concubinas, después de la muerte de su primera esposa Khadijah, en 619 D.E.
Después que la anciana esposa de Mahoma, Khadijah, murió en 619 D.E., él acumuló once esposas. Coordinó las visitas a las tiendas de sus mujeres a lo largo de sus ciclos menstruales. Su capacidad para la actividad sexual parecía no tener fronteras. Sahih Bukhari, uno de los más reverenciados textos islámicos, dice: “El Profeta solía visitar a sus esposas en forma cíclica, durante el día y la noche, y ellas sumaban once. Le pregunté a Anas, “¿Tenía el Profeta la fortaleza para ello?” Anas respondió, “Solíamos decir que el Profeta tenía la resistencia sexual de treinta hombres”.


Porque, en medio de esas delicias, el Profeta mantenía un establo de concubinas, incluyendo a Reihana, su cautiva ‘judía’. Sus esposas y amantes estaban obligadas, por la ley musulmana, a satisfacer sus necesidades sexuales en cualquier momento del día o de la noche, y el Profeta se reservaba el derecho de disfrutarlas “desde la cima de sus cabezas hasta la planta de sus pies”.

Esto parecería no ser terrible para los estudiantes del Informe Kinsley, con excepción del caso de Aisha, la esposa favorita de Mahoma. Aisha era la hija de Abu Bakr, el mejor amigo del Profeta y su más fiel seguidor. Ni bien Mahoma posó sus ojos en Aisha, comenzó a fantasear con tener sexo con ella. Había un problema con esta fantasía. Aisha, en ese entonces, era un pequeña niña de cuatro o cinco años, mientras Mahoma era un hombre de mediana edad de cincuenta.


Y aún así, el Profeta no perdió tiempo en hacer realidad su fantasía. Cuando Aisha cumplió seis años, Mahoma le pidió a Abu Bakr la mano de su hija en matrimonio. Abu Bakr pensó que esa unión sería impropia – no porque Aisha fuera simplemente una pequeña sino más bien porque él se consideraba hermano de Mahoma. El Profeta dejó rápidamente de lado esta objeción diciendo que la unión era perfectamente correcta a los ojos de Allah. Abu Bakr consintió. Y Mahoma tomó a la pequeña niña como su nueva desposada.
Cuando estuvieron casados, Mahoma, en su misericordia, permitió que Aisha llevara sus juguetes, incluyendo sus muñecas, a su nueva tienda . El casamiento fue consumado cuando Aisha tuvo nueve años y el Profeta cincuenta y tres . Los tres años del período de espera no se debieron a la preocupación de Mahoma de no abusar de una niña sino, más bien, al hecho de que Aisha contrajo cierta enfermedad que provocó la pérdida de su cabello.

La pedofilia no fue practicada sólo por Mahoma, sino también sancionada por el Corán. En el debate sobre el período de espera requerido para determinar si una esposa está encinta antes del divorcio, el texto sagrado dice, “Si estás en duda en lo concerniente a aquellas de tus esposas que han cesado de menstruar, sabe que su período de espera debe ser de tres meses. El mismo período se aplica para aquellas que aún no han menstruado” (65:4). Aquellos que piensan que los musulmanes modernos han abandonado estas enseñanzas, deberían estudiar las fotos y videos que acompañan este artículo y recordar las palabras del Ayatollah Khomeini, el clérigo islámico más famoso del siglo 20:

Un hombre puede tener placer sexual de una niña tan joven como un bebé. Sin embargo, no debe penetrarla; sodomizar a una niña está bien. Si un hombre penetra y daña a una niña, entonces debe ser responsable por su subsistencia toda su vida. Esta niña, sin embargo, no cuenta como una de sus cuatro esposas permanentes. El hombre no tendrá derecho a casarse con la hermana de la niña… Es mejor para una niña casarse en una época en que comenzará a menstruar en la casa de su esposo, mejor que en la casa de su padre. Un padre que case a su hija tan joven, tendrá un lugar permanente en el cielo.


PAUL L. WILLIAMS

* Thanks PATRIA JUDIA

HASBARÁ VARIANTE GOLDSTONE


Nos começos do movimento sionista, Herzl entendeu que o assentamento judeu na Terra de Israel teria lugar com o apoio internacional. Um dos presupostos do sionismo tem sido sempre que mediante a constituição dum Estado judeu, o ánti-semitismo desapareceria e os judeus viviriam no seu legítimo lugar entre a família das nações. Portanto, a opinião pública sempre tem jogado um papel muito destacado no projecto sionista. Desde a política de havlagá [contenção] de Ben Gurion, em resposta aos ataques e provocações árabes, até os esforzos actuais de hasbará [esclarecimento], Israel sempre tem intentado ganhar o favor da comunidade internacional.

Com a publicação do tendencioso e factualmente incorrecto Informe Goldstone, que qualifica a Israel de agressora por responder aos mais de 10.000 projectis disparados desde Gaza, e que a acha culpável de “crimes de guerra”, os israelis têm reagido tratando de expôr com claridade o seu caso ante o mundo. Pretendemos que a gente comprenda o sofrimento e penúrias dos habitantes de Sderot, uma cidade onde a prática totalidade da sua população padece Desorde de Stress Post-Traumático, que entendam o que é contar com 15 segundos para correr da tua casa a um refúgio antes de que um missil Grad estale no teu fogar ou posto de trabalho. Respondendo às críticas internacionais pelas acções das IDF em Gaza, os israelis têm aparecido ante as câmaras dos informativos comentando ao mundo quais eram as suas opções, perguntando se algum outro país teria tolerado tão reiterados ataques contra a sua soberania e cidadãos, e se teriam agardado pacientemente. “Que opção nos ficava? Teriam consentido os EEUU que México disparasse 10.000 projectis sobre California antes de responder?”, perguntavam, apenados pela severidade internacional. Para o mundo, a sentência está ditada: os judeus foram os promotores, e disparar mísseis contra objectivos civis é a reacção legítima à ocupação israeli de Gaza rematada três anos atrás. O júri internacional tem ditaminado que Israel não tinha direito a defender-se e posiciona-se com os bravos lutadores pela liberdade de Gaza que esconderam armas nas mesquitas e hospitais e utilizaram à suas próprias donas e crianças como escudos humanos. Temo-nos esforzado enormemente em dar o nosso relato ao mundo, e só para sermos abofeteados no rosto com o informe-farsa da UNHRC. E outra vez, como num disco raiado, seguimos tratando de explicar-nos ao mundo e de justificar por que os nossos filhos não são merescedores de serem destrozados nas suas escolas e pátios de jogo.

Eu já estou farto de desculpas, explicações e justificações. É hora de que os judeus deixemos de avergonhar-nos e de que alzemos a cabeza. Como implorando que se absolva a Israel do seu crime existencial, os apologistas do perdão israelis repitem como um catecismo que Israel é a única democracia do Meio Leste e que os árabes em Israel disfrutam de mais direitos e liberdades que em qualquer outro país árabe. Para contrarrestar as mentiras envelenhadas e as difamações contra o nosso bravo exército, repetimos ad nauseam que Israel conta com o exército mais moral do mundo, e acto seguido relatamos –como se for uma insígnia de virtude em vez duma absoluta insensatez- como Israel põe em perigo aos seus próprios soldados antes que ferir a algum civil inimigo.


Os amigos de Israel fazeriam bem em lembrar as palavras de Jabotinsky, escritas em 1911 mas aínda válidas hoje em dia. No seu clássico ensaio “Em vez de desculpas excessivas”, explica que o mundo judeu não debe aos seus inimigos diatriba moral ou desculpa pelo seu direito a existir. “Desculpamo-nos em voz alta constantemente…Em vez de voltar o dedo contra os nossos acusadores, pois de nada nos temos que desculpar, e ante ninguém apresentar excusas. Repetimos uma e outra vez que não é culpa nossa…A hora é chegada de responder a todas essas e as futuras acusações, reproches, suspeitas, difamações e denúncias colhendo-nos das mãos e emitindoo bem alto, clara e tranquilamente, o único argumento accesível e comprensível por estes energúmenos: ‘Ide-vos ao Inferno!’. Desculpam-se os nossos vizinhos pelas atrozidades cristãs em Kishinyov quando fenderam as suas unhas nos olhos dos judeus recém nascidos? Em absoluto. Caminham com a cabeza erguida e miram a todo o mundo por riba do hombro; e fazem o que é correcto, e o que se debe fazer, porque aqueles que não são responsáveis não têm porque se desculpar…Nós não temos porque pedir perdão a ninguém, nem nos submeter ao exame de ninguém, e ninguém é o suficientemente superior como para pedir-nos explicações. Somos anteriores a todos eles e seguiremos quando eles não existam. Somos o que somos, somos bons para nós próprios, não cambiaremos e não queremos cambiar”.

Quantas vezes se têm desculpado os árabes por assassinar e mutilar a judeus que estavam sentados numa cafetaria ou restaurante? Têm-se sonrojado pelos terroristas que dispararam contra o rapaz de 10 meses de idade Shalhevet Pas, sentado no porche da sua casa em Hebron, ou por tirotear a sangue frio a oito adolescentes que estudiavam a Torá na yeshiva de Jerusalém? Aínda agardo a ver uma só condeia internacional da incitação diária contra os judeus nos mass média árabes, ou o discurso institucionalizado do ódio nas escolas palestinianas.

A Operação Liderádego Sólido foi a mais exacta definição do que é uma guerra justa. Desde a retirada de Gaza, a vida no sul de Israel convertera-se nalgo virtualmente impossível. A sireia de alerta e os 15 segundos para correr e pôr-se a coberto converteram-se numa rutina em Sderot. Aqueles que calavam mentres os Kassams caiam sobre as casas, escolas, sinagogas e centros de trabalho de Sderot não têm nenhum direito a exprimir a sua opinião sobre a resposta de Israel. A hipocresia dos manifestantes “pela paz” internacionais, escandalizados pelas “atrozidades” israelis não conhece limites. Israel tem uma obriga, sim: proteger ao seu povo. Fim do conto. A responsabilidade por cada civil morto recai exclussivamente sobre aqueles que utilizaram as casas de estes e as suas mesquitas como armazéns militares, e os que aceitaram sem rubor algum utilizar mulheres e crianças como escudos humanos. Como dissemos então, e desde então uma e outra vez, se te deitas com mísseis na tua casa não te extranhes se não acordas pela manhã.

Nego-me a explicar e justificar mais o direito de Israel a existir. Israel existe por direito próprio, como qualquer outro país do planeta. Só Israel é permanentemente questionada e deslegitimizada. Em vez de comparecer ante o mundo para dar o nosso relato e convencê-lo do justificado do nosso proceder, devemos responder do único modo que a comunidade internacional entende: “Querido mundo, ide-vos ao Inferno!”.


BAR KOCHBA

O TERRORISMO É ENDÊMICO



O terrorismo nunca foi significativo em Israel. Lógico, não deixa de ser uma operação a pequena escala. Uma vez que se desenvolve nalgo maior –como se passa no Líbano- os grupos terroristas têm que organizar-se em milícias e, eventualmente, em míni-exércitos –o que redunda em que perdam a sua maior ventagem: a dificil vencibilidade. Deixam de poder agachar-se eficazmente, e passam a ser susceptíveis de represálias levadas a cabo por exércitos convencionais de maior tamanho.

Inclusso nos seus momentos cume –derivados do processo de “paz” de Oslo- o dano causado pelo terrorismo em Israel palidecia comparado com as cifras provocadas pelos accidentes de tráfico. Por alguma extranha razão, a mentalidade do ser humano considera a violência algo mais importante que os accidentes; talvez a história ensinou aos humanos que, contrariamente aos accidentes, a violência desenvolve-se em espiral. Os mass media encarregam-se alegremente de amplificar a ameaça terrorista para manter à gente no cortelho do “processo de paz”.

Nenhum grupo palestiniano está realmente interessado em destruir Israel. A sua retórica é meramente propagandística, mas tão distante da realidade como o discurso judeu sobre as fronteiras da Terra Prometida. Tras a retirada de Israel de Gaza, Hamas adicou-se a bombardear não por alguma razão existencial, senão por dois motivos práticos e muito específicos: para expulsar a Israel do West Bank, e posteriormente evitar o bloqueio. Em ambos casos, Hamas tem resultado vitoriosa.

Os arsenais de Gaza não supõem uma ameaça para Israel. Uns escasos centenares de primitivos projectis são incapazes de infligir estadisticamente danos significativos. Hamas sairia perdendo os pés se uma acção militar levada a cabo com armamento de pouco alcanzo se prolongasse em Gaza mais de duas semanas. Pelo contrário, Hamas tem-se amosado seriamente comprometida com a seguridade de Israel, na medida em que tem evitado que outros pequenos grupos violassem o alto o fogo.

O terrorismo no West Bank apenas é uma brincadeira. As IDF interceptam de modo rutinário terroristas suicidas nos controlos de estrada, inclusso a pesar de que estes são uma mera pantomima. O qual só é possível devido a que os soldados estám sobre aviso. Apenas estoiram artefactos explossivos dentro de Israel, dado que quase todos os terroristas são antes interceptados. Isto seria completamente impossível num conflito real: optariam por infiltrar-se através de áreas fronteirizas permeáveis em vez de fazê-lo através de controlos de estrada. A autêntica razão do assombroso éxito do Shabak contra o terrorismo é o colaboracionismo. Os mandamais terroristas estám na obriga de amosar certa actividade ánti-israeli –mas não pretendem que Israel aniquile as suas organizações como acto de represália. Dacordo com isto, enviam homens-bomba e, simultaneamente, informam ao Shabak. Tras a retirada israeli do West Bank, a zona seguirá sendo um paraíso de corrupção e anarquia criminal, mas não um ninho terrorista. Palestina inclusso gozará de mais orde baixo Hamas que agora com Fatah –e desaparecerá o terrorismo.


Os milicianos do West Bank não acreditam na causa de libertar aos seus irmãos israelis. Em primeiro lugar porque os palestinianos nunca têm abrazado um sentimento nacional, e estám fragmentados em inumeráveis grupos: jordanos, gazenhos, habitantes do West Bank,… Deixado ao seu albur, o Estado palestiniano não suporia um problema para Israel, embora sim que seria uma grande humilhação –os inimigos ocupando a terra que D’us nos entregou, e que os judeus cederiam tremando de medo.

O Estado palestiniano dificilmente sobreviviria por sim próprio. Síria, Jordânia e Iran competiriam ferozmente por impôr a sua influência nele. No Líbano, Hezbolá não sustenta agrávios significativos respeito a Israel, a pesar de opôr-se a nós. As forzas aliadas de Iran na Palestina seriam subversivas dum modo semelhante. Sempre estaria, isso sim, o pretexto: a “opressão” israelis dos seus árabes, as restricções de visados para os trabalhadores emigrados palestinianos, ec. Mas essa hostilidade não se veria traduzida num problema existencial para Israel, embora um tratado formal de paz com os palestinianos, sofocaria a represália israeli pelos ocasionais ataques com fogueteria.

Só existe um problema: o terrorismo de base. Conforme as organizações terroristas estabelecidas cesassem no seu agir ánti-israeli, os grupos formados ad hoc comezariam a proliferar. Acá e acolá, pequenos grupos de jóvenes palestinianos uniriam esforzos para acometer acções específicas. Esses grupos são presa fázil para os servizos de inteligência quando os seus membros são concienzudos propagandistas e despregam a sua mensagem entre a gente, mas podem tornar-se impenetráveis se os seus dois ou, ao sumo, três membros integrantes agem com um mínimo de sentido comum. Em muitas ocasiões, os ataques são perpetrados por terroristas solitários incontrolados: as excavadoras, os atropelos com um carro, e as pessoas acoiteladas de súpeto, não são acções menos efectivas que as bombas magnificadas a efectos mediáticos. Este terrorismo de base é o que inunda a Pequena Israel e o West Bank. O aumento das jóvenes gerações garante a existência duma grande população árabe desempregada, sem qualificação, vaga e invejosa do bem estar israeli –e esse sector da população cresce imparável.

Não basta com os controlos no West Bank. Cumpre expulsar aos árabes.


OBADIAH SHOHER

30/09/09

20 TERRORISTAS A CÂMBIO DE NADA


O Governo israeli aceitou libertar a 20 terroristas palestinianas a câmbio duma fita de vídeo na que supostamente aparece Shalit aínda vivo.

Dado que os intermediários alemães têm confirmado tras ver o filme que a pessoa seqüestrada segue viva, não vemos a razão para libertar a essas assassinas.

Na realidade, com esta jogada o Governo de Netanyahu quere pôr a prova à opinião pública ante um intercâmbio de dimensões massivas.

Quando Israel soltou um cento de terroristas a câmbio de Tannenbaum, pelo menos tinha o sentido remoto de que este possuia informação ultra-secreta do armamento de Israel.

Mas…um milheiro de terroristas a câmbio dum cabo de esquerdas?

A RECONCILIAÇÃO DEFINITIVA (OUTRA VEZ)



Os grupos terroristas palestinianos vêm de anunciar novamente a sua quase definitiva reconciliação. O desacordo, nesta ocasião, radica na percentagem de candidatos de distrito nas listas eleitorais das vindeiras eleições. Dado que Israel proíbe que Hamas participe em processos eleitorais, Hamas utiliza partidos-títere, mas confia mais nos candidatos de distrito. Hamas exige que, ao menos, o 30% dos membros do Parlamento palestiniano sejam eleitos em votações de distrito. Fatah carece de candidatos com tirão popular, e o acordo asseguraria que Hamas obteria como mínimo esse 30% de assentos no futuro “Parlamento palestiniano”.

Fatah semelha que accedeu a incluir 3.000 terroristas de Hamas na sua forza policial –financiada pela transferência de impostos israelis. Esse aporte estaria, provavelmente, limitado a Gaza.

Hamas rechazara previamente os anteriores acordos da OLP com Israel, mas agora semelha disposta a “respeitá-los” (mais que a “reconhecê-los”). Os governos europeus estám conformes com esta transparante pantomima. Necessitam que Hamas respalde o Governo palestiniano a fim de recuperar um sócio nominal para o “processo de paz”.

Em pouco tempo, Hamas dará a image duma entidade moderada. Sob a pressão dos jóvenes mais radicais, os fundamentalistas Salafistas Muçulmãos e a facção mais pro-iraniana de Hamas reconduzirão a situação face uma vaga de radicalismo religioso e político que –afortunadamente- fazerão impossível qualquer acordo com Israel.

28/09/09

DESTRUIR A CÚPULA DA ROCA


Derrubar a Cúpula da Roca é um mandamento sagrado –acaso um dos principais. Os judeus não estám emprazados a expurgar outras religiões da face da Terra, mas apenas no magro e estreito território que D’us nos entregou.

O extremismo não é máu per se. Proporciona-che um objectivo que deves cumprir –ou não. O para além é o objectivo, a claridade é a direcção. Passa-se como em geometria: se debuxas um ponto muito próximo a outro, podes errar ao trazar a linha. Mas debuxando o ponto o suficientemente longe, tens a garantia de que a linha irá trazada correctamente. De modo semelhante, os objectivos devem ser difíceis de alcanzar, inclusso idealistas. Na realidade, nunca deveríamos poder alcanzá-los, mas apenas tê-los como referência da direcção na que avanzar. Se destruímos Haram ash-Sharif, aínda sem sermos capazes de erracicar plenamente o Islám em Israel, isso seria o suficientemente bom -de momento.

A tolerância é positiva, mas não até o limite de caír no conformismo. Os muçulmãos e os cristãos não são conformistas respeito os seus valores fundamentais. Os judeus da Diáspora, temerosos de perder o seu seguro estátus entre os gentis, são conformistas –e traizoam os seus valores.

O socialismo atéu é um ardente defensor de coisas muito irracionais: o sentido comum das massas (democracia), a igualdade de gentes radicalmente diferentes, e a planificação estatal de sociedades dinâmicas. Os atéus explicam complexos processos biológicos não muito melhor de cómo as pessoas religiosas explicam a Criação. As ideologias sociais e os Estados-nação têm sobrepassado de longo ao Cristanismo e à Igreja. A gente não é capaz de viver isolada, querem lazos comunais. Ante a ausência de comunidades de pessoas que pensem de modo semelhante, introduze-se a comunalidade através de mega-religiões ou mega-ideologias.

Judea não teria por que ser menos racional que qualquer outro Estado secular estruturado arredor de ideologias sociais ou nacionais.


OBADIAH SHOHER

CIUDAD DE DIOS



El Guía vela desde la ciudad de Dios. Qom es el centro neurálgico de la teocracia iraní. Teherán, apenas nudo administrativo, que vehicula lo que sólo en la intimidad con Alá de los grandes brujos de la Ciudad Santa, tiene su origen.

La obviedad metafórica de colocar en Qom el principal centro iraní -hasta hace una semana, secreto- de producción nuclear, puede llamar la atención por lo primario. Pero así ha sido el régimen de los ayatolahs, desde su implantación por un Jomeini cuya campaña contra el corrupto modernismo del Shah Pahlevi tuvo su inicio en ese mismo santuario. De muchas cosas se podrá acusar a los locos de Alá que imponen su terror en la vieja Persia. No de mentir. Desde su primer día, la República Islámica ha estado en guerra contra los dos Satanes: los Estados Unidos e Israel. Desde su primer día, todos cuantos gobernantes pasaron por Teherán han hecho resonar -con distintas intensidades, es cierto- el explícito mandato de Alá recibido: aniquilar ambas sedes del diabólico enemigo del Islam sobre la tierra. A largo plazo, la del más duro de roer Satán americano; a plazo lo más breve posible, la de un Satán israelí al que su mínima extensión territorial hace verosímil aniquilar mediante un bombardeo nuclear masivo e imprevisto.

Es un cálculo loco, porque con ninguna sorpresa puede contarse ya en tal ataque. Todo el mundo sabe -Israel con más motivo que nadie- que la operación se producirá en el momento mismo en que Irán disponga de bombas de suficiente potencia y de misiles de bastante precisión y alcance. Y que la respuesta no podrá sino ser de nivel máximo. Pero aquel equilibrio, al cual en los añorados años de la guerra fría -que enfrentaba a dos enemigos asentados sobre criterios de racionalidad bélica muy similares- se llamó «del terror», y que, al cabo, evitó un guerra atómica en los años cincuenta, carece de verosimilitud cuando uno de los contrincantes, Irán, ha recibido de su Dios un mandato terminante, que pasa por encima de todo cálculo de costes, de los propios como de los ajenos: atacar. La orden partirá de Qom, porque sólo al Guía Supremo de la Revolución compete darla. Será el Gran Ayatolah Jamenei, como portavoz de Alá, quien curse esa orden. Sobre Ahmadineyad no recae en esta historia otro papel que el del ejecutor. Porque no hay lugar a un poder político autónomo en la literalidad de la ley islámica.
Sarkozy, Brown y Obama (más Merkel, que no participó en el anuncio del ultimátum, al no poseer Alemania información de sus propios servicios de inteligencia, pero que se sumó de inmediato a la posición de sus colegas), explicitando las dimensiones exactas del centro nuclear secreto de Qom (3.000 centrifugadoras en curso de instalación, que, sumadas a las más de 8.000 de Natanz, fijan un potencial incompatible con el simple uso civil), han querido levantar acta de un punto sin retorno: Irán camina hacia la guerra atómica a una velocidad vertiginosa.

Las carcajadas, sin embargo, de los ayatolahs ante la reconvención anglo-franco-americana deben estar resonando todavía en la Ciudad de Dios: amenazar con represalias económicas a quien tiene como objetivo inmediato planificar el Apocalipsis, es querer jugar a los cromos con Jack el Destripador. Y los fieles de Jamenei son potenciales genocidas, pero no imbéciles. Las señales de debilidad que Barack Obama lanza las puede percibir hasta un niño que no sea del todo bobo. Irán va a tener armamento nuclear muy pronto. Sólo una intervención militar fulminante podría evitar eso. Pero es tan consolador cerrar los ojos. Eso lo sabe el Guía. Que vela desde la Ciudad. De Dios.


GABRIEL ALBIAC

PIXELADO


Me enfrento a la portada de ABC del viernes y, por un instante, creo estar viendo un fotograma de La familia Monster. Pero no. Es la imagen, difundida por la Casa Blanca, del encuentro de los Obama y los Rodríguez en el Metropolitan de Nueva York. ¿Qué la hace tan unheimlich, tan, cómo diría yo, siniestra? Precisamente, su pretendida atmósfera de placidez familiar, que se tiñe de abismo con los retoques en los rostros de las niñas Rodríguez, convertidas por el pixelado en criaturas del inframundo, como escapadas de un relato de Lovecraft. Estas cosas no hay que hacérselas a las menores convocadas a la vida, que me las traumatizan. Además, no entiendo el motivo. Una larguísima tradición, que inauguraron la Reina Victoria de Inglaterra y el Príncipe Alberto, incluye, como elemento obligado en toda representación fotográfica del poder, a los niños del gobernante, cuya contigüidad lo humaniza y transmite a la ciudadanía la convicción de que cualquier español/española puede llegar a presidente. La fotografía es un arte democrático.

No así la pintura al óleo. El retrato de familia de Carlos IV por Goya enfatiza la sacralidad del linaje real, su distancia ontológica respecto al súbdito, aunque el pintor se las ingeniara para desvelar, en los rasgos de los infantes Fernando y Carlos María Isidro, la que se le venía encima a España. Como buen artista del dieciocho tardío, Goya había aprendido a deslizar lo siniestro tanto en lo familiar como en lo solemne. Una técnica que daría materia abundante a la especulación psicoanalítica, y que desde sus orígenes se conoció como «lo gótico».


Los retratos del poder, en su fase fotográfica, procuran mantener alejado lo gótico. Si lo siniestro emerge, lo hace como interpretación retrospectiva. Contemplamos una foto de familia de los últimos Romanov y, si no supiéramos de la hemofilia del zarevich y de la tragedia de Ekaterinburgo, nos quedaríamos tan anchos. La pauta, como digo, la impuso la Reina Victoria cuando su homóloga española sólo se atrevía a dejarse retratar por Madrazo. La inglesa -lo desveló mi amiga Isabel Burdiel en su estupenda biografía de Isabel II- intuía que todas las familias británicas acabarían por identificarse con una familia en el trono, si ésta se prestara a mostrar su normalidad cotidiana mediante la fotografía. Como Victoria cedió nietos y nietas a todas las familias reales del continente, el ejemplo cundió y fue imitado por todo gobernante en ejercicio. Conocemos imágenes de intimidad hogareña de Negrín, de Suárez, de Leopoldo Calvo-Sotelo, de Felipe González y de Aznar, incluso de Franco, pero Rodríguez se las apaña para preservar la suya incluso cuando más simpático hubiera quedado exhibirla.

¿Qué mecanismo perverso le ha impulsado a uniformar de negro a sus chicas para presentárselas a Michelle y a Barack? Acaso lo explique la misma pulsión mimética que lleva a la vicepresidenta a disfrazarse de jesuita o de cardenal cuando visita el Vaticano. Que a éstas me las vistan de gothic en Gotham City, la ciudad de Batman, vale, aunque hay que cuidar el calzado. Botas al estilo del que gastan los skin no parecen adecuadas a la ocasión. Puestos a ir de góticos, los Rodríguez podrían haber optado por el American Gothic de Grant Wood, porque dan el tipo de granjeros baptistas del Medio Oeste, tan tranquilizador. En vez de ello, dan la nota. Si eso es lo primero que puede hacer Rodríguez por Obama, pixelemos cuanto antes a los niños.

JON JUARISTI

DESCURSO DE NETANYAHU ANTE A ONU



Sr. Presidente, Damas y Caballeros,

Hace cerca de 62 años, las Naciones Unidas reconocieron el derecho de los judíos, un antiguo pueblo de 3.500 años de edad, de tener un estado propio en su patria ancestral. Hoy estoy aquí como el Primer Ministro de Israel, el estado judío, y les hablo en nombre de mi país y mi pueblo.

Las Naciones Unidas fueron fundadas después de la carnicería de la 2ª Guerra Mundial y los horrores del Holocausto. Se le encomendó la prevención de la recurrencia de tales horrendos eventos.

Nada ha minado esa misión central más que el sistemático asalto a la verdad. Ayer, el Presidente de Irán estuvo en este mismo podio, vomitando su último despropósito antisemita. Sólo hace unos pocos días, nuevamente alegó que el Holocausto es una mentira.

El mes pasado, fui a una villa en un suburbio de Berlín llamado Wannsee. Ahí, el 20 de enero de 1942, después de una buena comida, importantes funcionarios nazis se reunieron y decidieron cómo exterminar al pueblo judío. Las detalladas actas de esa reunión han sido preservadas por sucesivos gobiernos alemanes. Aquí está una copia de esas actas, en las cuales los nazis expidieron instrucciones precisas de cómo llevar a cabo la exterminación de los judíos. ¿Es esto una mentira?

Un día antes de que estuviera en Wannsee, en Berlín me dieron los planos de construcción originales del campo de concentración Auschwitz-Birkenau. Esos planos están firmados por el propio Heinrich Himmler, vice de Hitler. Aquí está una copia de los planos para Auschwitz-Birkenau, donde un millón de judíos fueron asesinados. ¿Esto también es una mentira?

Este junio, el Presidente Obama visitó el campo de concentración de Buchenwald. ¿El Presidente Obama rindió tributo a una mentira?

¿Y que hay con los sobrevivientes de Auschwitz cuyos brazos llevan todavía marcados en ellos los números tatuados por los nazis? ¿Esos tatuajes son mentiras? Un tercio de todos los judíos perecieron en la conflagración. Casi cada familia judía fue afectada, incluyendo la mía. Los abuelos de mi esposa, dos hermanas y tres hermanos de su padre, y todas sus tías, tíos y primos, todos fueron asesinados por los nazis. ¿Eso también es una mentira?

Ayer, el hombre que denomina al Holocausto una mentira, habló desde este podio. Para aquellos que rehusaron venir y para aquellos que abandonaron esta sala en protesta, mis elogios. Se erigieron en aras de una claridad moral y llevaron honor a sus países.
Pero aquellos que prestaron oídos a este negador del Holocausto les digo, en nombre de mi pueblo, el pueblo judío, y de los pueblos decentes de todas partes: ¿No tienen vergüenza? ¿No tienen decencia?

Sólo seis décadas después del Holocausto, le dan legitimidad a un hombre que niega que el asesinato de seis millones de judíos tuviera lugar y promete borrar al estado judío.

¡Qué desgracia! ¡Qué burla a la carta de las Naciones Unidas! Quizás algunos de ustedes piense que este hombre y su odioso régimen amenaza sólo a los judíos. Están ustedes equivocados.

La historia nos muestra una y otra vez que lo que comienza con ataques a los judíos, finalmente termina envolviendo a muchos otros.

Este régimen iraní está alimentado por un extremo fundamentalismo que apareció en la escena mundial hace tres décadas, después de mantenerse dormido durante siglos. En los pasados treinta años, este fanatismo ha barrido al globo con violencia asesina y con una imparcial sangre fría en la elección de sus víctimas. De forma cruel mató salvajemente a musulmanes y cristianos, a judíos e hindúes, y a muchos otros. Aunque compuesto por diferentes ramas, los adherentes a este nada indulgente credo, buscan retrotraer a la humanidad a los tiempos medievales.

Ahí donde pueden, imponen una atrasada sociedad regimentada, donde las mujeres, las minorías, los homosexuales o cualquiera no considerado como un verdadero creyente, es brutalmente subyugado. La lucha contra este fanatismo no enfrenta fe contra fe ni civilización contra civilización.

Enfrenta a la civilización contra la barbarie, el siglo XXI contra el siglo IX, a aquellos que santifican la vida contra aquellos que glorifican la muerte.

Este primitivismo del siglo IX no debería tener lugar para el progreso del siglo XXI. El encanto de la libertad, el poder de la tecnología, el alcance de las comunicaciones deberían, seguramente, triunfar. En última instancia, el pasado no puede triunfar sobre el futuro. Y el futuro ofrece a todas las naciones magníficas recompensas de esperanza. La senda del progreso crece exponencialmente.

Nos tomó siglos llegar de la imprenta al teléfono, décadas llegar del teléfono a la computadora personal, y sólo algunos años llegar de la computadora personal a Internet.
Lo que parecía imposible hace unos pocos años, ya está pasado de moda, y apenas podemos entender los cambios que están todavía por venir. Descifraremos el código genético. Curaremos lo incurable. Prolongaremos nuestras vidas. Encontraremos una alternativa barata para los combustibles fósiles y limpiaremos el planeta.

Estoy orgulloso que mi país, Israel, va a la vanguardia de estos avances – liderando innovaciones en ciencia y tecnología, medicina y biología, agricultura y agua, energía y el medio ambiente. Estas innovaciones, en el mundo entero, ofrecen a la humanidad un soleado futuro de inimaginable promesa.

Pero si el más primitivo fanatismo puede obtener las más mortales armas, la marcha de la historia podría revertirse por un tiempo. Y así como la tardía victoria sobre los nazis, las fuerzas del progreso y la libertad prevalecerán sólo después de que una horrorosa cuota de sangre y fortuna haya sido arrancada de la humanidad. Esa es la razón por la que la mayor amenaza que enfrenta el mundo hoy en día es el maridaje entre el fanatismo religioso y las armas de destrucción masiva.

El más urgente desafío que enfrenta esta institución es impedir que los tiranos de Teherán obtengan armas nucleares. ¿Están los estados miembros de las Naciones Unidas preparados para este desafío? ¿Confrontará la comunidad internacional al despotismo que aterroriza a su propio pueblo mientras éste se alza valientemente por la libertad?

¿Ejercerá alguna acción contra los dictadores que robaron una elección a plena luz del día y bajaron a balazos a manifestantes iraníes que murieron en las calles ahogándose en su propia sangre? ¿La comunidad internacional frenará a los más perniciosos patrocinadores y profesionales del terrorismo?
Sobre todo ¿La comunidad internacional frenará al régimen terrorista de Irán en su desarrollo de armas atómicas que, de ese modo, pone en peligro la paz del mundo entero?


El pueblo de Irán se está alzando con coraje contra este régimen. La gente de buena voluntad alrededor del mundo está de su lado, así como lo han hecho los miles que han protestado fuera de esta sala. ¿Las Naciones Unidas se colocarán de su lado?

Damas y Caballeros,

El jurado está todavía fuera de las Naciones Unidas, y las recientes señales no son alentadoras. En lugar de condenar a los terroristas y sus patrocinadores iraníes, algunos aquí han condenado a sus víctimas. Eso es exactamente lo que hizo un reciente informe sobre Gaza, igualando falsamente a los terroristas con aquellos que eran sus blancos.
Durante ocho largos años, Hamas disparó desde Gaza miles de misiles, morteros y cohetes contra ciudades israelíes cercanas. Año tras año, mientras estos misiles eran deliberadamente lanzados contra nuestros civiles, ni una resolución de la ONU fue aprobada condenando esos criminales ataques. No oímos nada – absolutamente nada – del Consejo de Derechos Humanos de la ONU, una institución con un nombre equivocado, si alguna vez hubo alguna.

En 2005, con la esperanza de hacer progresar la paz, Israel se retiró unilateralmente de cada centímetro de Gaza. Desmanteló 21 asentamientos y desarraigó a más de 8.000 israelíes. No obtuvimos paz. En su lugar obtuvimos una base de terrorismo apoyada por Irán a ochenta kilómetros de Tel Aviv. La vida en poblados y ciudades israelíes cercanas a Gaza se convirtió en una pesadilla. Como ven, los ataques con cohetes de Hamas no sólo continuaron, se incrementaron diez veces. Nuevamente, la ONU se mantuvo en silencio.

Finalmente, después de ocho años de esta incesante agresión, finalmente Israel se vio forzado a responder. ¿Pero como debíamos responder? Bueno, sólo hay un ejemplo en la historia, de miles de cohetes siendo disparados sobre la población civil de un país. Ocurrió cuando los nazis dispararon cohetes sobre ciudades británicas durante la 2ª Guerra Mundial. Durante esa guerra, los aliados arrasaron ciudades alemanas, causando cientos de miles de bajas. Israel eligió responder en forma diferente. Enfrentado a un enemigo que cometía un doble crimen de guerra, disparando contra civiles mientras se escudaba detrás de civiles – Israel buscó efectuar ataques quirúrgicos contra los lanzadores de cohetes.

Esa no fue una tarea fácil porque los terroristas disparaban misiles desde casas y escuelas, usando mezquitas como depósitos de armas y escondiendo explosivos en ambulancias. Israel, por el contrario, trataba de minimizar las bajas urgiendo a los civiles palestinos a que abandonaran las zonas de objetivos.

Lanzamos incontables volantes sobre sus casas, enviamos miles de mensajes de texto y llamamos a miles de teléfonos celulares pidiendo a la gente que se fuera, nunca un país ha llegado a tales extraordinarios extremos para evitar que la población civil del enemigo sea dañada.

Aún así, enfrentado con un tan claro caso de agresor y víctima, ¿A quién decidió condenar el Consejo de Derechos Humanos de la ONU? A Israel. Una democracia defendiéndose legítimamente contra el terrorismo es moralmente colgada, equiparada y descuartizada, y se la juzgó deslealmente para rematarla.

A través de estas retorcidas normas, el Consejo de Derechos Humanos de la ONU habría arrastrado a Roosevelt y a Churchill al banquillo de los acusados como criminales de guerra. Qué perversión de la verdad. Qué perversión de la justicia.
Delegados de la Naciones Unidas.

¿Aceptarán ustedes esta farsa? Porque si lo hacen, las Naciones Unidas volverá a sus más oscuros días, cuando los peores violadores de los derechos humanos estaban sentados juzgando a las democracias respetuosas de la ley, cuando el sionismo fue equiparado con el racismo y cuando una mayoría automática podía declarar que la tierra es plana.

Si esta institución no rechazara este informe, enviaría un mensaje a los terroristas en todas partes: el terrorismo paga; si lanzáis vuestros ataques desde áreas densamente pobladas, ganaréis inmunidad. Y condenando a Israel, esta institución también le dará un golpe mortal a la paz. He aquí por qué.

Cuando Israel abandonó Gaza, muchos esperaron que los ataques con misiles acabarían, Otros creían que, por fin, Israel tendría legitimidad para ejercer su derecho a la auto defensa. ¿Qué legitimidad? ¿Qué auto defensa?

La misma ONU que aclamó a Israel cuando abandonó Gaza y prometió apoyar nuestro derecho de auto defensa, ¿ahora nos acusa – a mi pueblo, a mi país – de crímenes de guerra? ¿y por qué? Por actuar responsablemente en defensa propia. ¡Qué parodia!
Israel se defendió en forma justa contra el terrorismo. Este tendencioso e injusto informe es una prueba clara y evidente para todos los gobiernos. ¿Estarán con Israel o estarán con los terroristas?

Debemos saber la respuesta a esa cuestión ahora. Ahora y no más tarde. Porque si a Israel se le pide nuevamente tomar más riesgos por la paz, debemos saber hoy que ustedes estarán con nosotros mañana. Sólo si tenemos la confianza de que podremos defendernos, podemos asumir más riesgos para la paz.

Damas y Caballeros,


Todo Israel quiere paz.

En todo momento en que un líder árabe quiso genuinamente la paz con nosotros, hicimos la paz. Hicimos la paz con Egipto liderado por Anwar Sadat. Hicimos la paz con Jordania liderado por el Rey Hussein. Y si los palestinos quieren verdaderamente la paz, yo y mi gobierno, y el pueblo de Israel, hará la paz. Pero queremos una paz genuina, una paz defendible, una paz permanente. En 1947, esta institución votó el establecimiento de dos estados para dos pueblos – un estado judío y un estado árabe. Los judíos aceptaron esa resolución. Los árabes la rechazaron.

Les pedimos a lo palestinos que, finalmente, hagan lo que han rechazado hacer durante 62 años: Digan sí a un estado judío. Así como se nos pide reconocer a una nación-estado para el pueblo palestino, a los palestinos se les debe pedir reconocer la nación-estado del pueblo judío. El pueblo judío no es un conquistador extranjero en la Tierra de Israel. Esta es la tierra de nuestros ancestros.

Inscripto en los muros exteriores de este edificio está la gran visión bíblica de paz: “Nación no levantará espada contra nación. No sabrán de guerra nunca más”. Estas palabras fueron dichas por el profeta judío Isaías hace 2.800 años mientras caminaba por mi país, por mi ciudad, en las montañas de Judea y en las calles de Jerusalem.
No somos extraños en esta tierra. Es nuestra patria. Tan profundamente conectados como estamos con esta tierra, reconocemos que los palestinos también viven ahí y quieren un hogar propio. Queremos vivir lado a lado con ellos, dos pueblos libres viviendo en paz, prosperidad y dignidad.

Pero debemos tener seguridad. Los palestinos deberían tener todos los poderes para gobernarse a sí mismos, excepto aquel puñado de poderes que podrían poner en peligro a Israel.

Esa es la razón por la cual un estado palestino debe ser efectivamente desmilitarizado. No queremos otra Gaza, otra base terrorista, apoyada por Irán, colindando con Jerusalem y posada en las montañas a pocos kilómetros de Tel Aviv.

Queremos paz.

Creo que una tal paz puede lograrse. Pero sólo si desmantelamos las fuerzas del terrorismo, dirigidas por Irán, que busca destruir la paz, eliminar a Israel y derrocar el orden mundial. La cuestión que enfrenta la comunidad internacional es si está preparada para confrontar esas fuerzas o darles cabida.

Hace más de setenta años, Winston Churchill lamentó lo que él llamó la “confirmada imposibilidad de aprendizaje de la humanidad”, el desafortunado hábito de las sociedades civilizadas de dormir hasta que el peligro casi los supera.

Churchill se lamentaba de lo que él llamaba “la falta de previsión, la falta de voluntad para actuar cuando la acción sería simple y efectiva, la falta de pensamiento claro, la confusión en aconsejar hasta que llega la emergencia, hasta que la auto preservación golpea el discordante gong”

Hoy hablo aquí con la esperanza de que la evaluación de Churchill de la “imposibilidad de aprendizaje de la humanidad” por una vez pruebe ser incorrecta.

Hablo hoy aquí con la esperanza de que podemos aprender de la historia – que podemos prevenir el peligro a tiempo.

En el espíritu de las eternas palabras dichas por Joshua hace más de 3.000 años, seamos fuertes y valerosos. Confrontemos este peligro, aseguremos nuestro futuro y, con la ayuda de Di-s forjemos una Paz duradera para las futuras generaciones

………………………………………. “ה’ עוז לעמו יתן ה’ יברך את עמו בשלום”

“Di-s le de coraje a su Pueblo y que lo bendiga con la Paz”










27/09/09

A COBARDIA DAS GUERRAS DELEGADAS


Entregar fundos ao Governo palestiniano para aplacar a Hamas é uma táctica de cobardes. Os autênticos inimigos de Israel a dia de hoje são Síria e Iran, que utilizam a Hamas como apoderado. Os judeus comportam-se como um cão que morde o páu em vez de trabar ao homem que o sustenta.

Os palestinianos gozam de livre albedrio e devem ser responsabilizados pelas suas acções. Castigá-los é uma táctica correcta –sem embargo, cumpre castigá-los como vingança mais que como um intento de reconduzi-los. As represálias a meias tintas de Israel não logram o seu objectivo, sobretudo na medida em que os donantes internacionais reconstruim rapidamente o que Israel destrui nos seus ataques.

Ajudando aos palestinianos proporcionando-lhes postos de trabalho em Israel e transferindo-lhes parte dos impostos –mentres o seu Governo fixa pré-condições às conversas de paz com Israel ou rechaza reconhecê-la como Estado judeu- é absurdo e é um proceder que deve rematar –embora rematando essa actitude não vaiamos acabar com o seu terrorismo.

Os palestinianos não vam deter as suas acções contra Israel em tanto recebam dinheiro, armas e apoio procedente de Síria e Iran. Quando os terroristas feyahidin atacaram Israel desde Gaza a iniciativa egípcia, Israel teve a suficiente inteligência como para tomar represálias contra o próprio Egipto. Hoje em dia, a represália israeli contra os palestinianos só infunde ânimos a Síria para oferecer àqueles mais apoio: os palestinianos estám furiosos e os sírios a salvo.

A fim de rematar com os ataques mediante morteiros, Israel deve bombardear Damasco em vez de Gaza City.


OBADIAH SHOHER