23/03/10

A UE LEVA RAZÃO, JERUSALÉM NÃO É TEL AVIV

Por suposto, as minhas razões para afirmar que Jerusalém não é Tel Aviv não são as mesmas que as do Ministro de AAEE de Luxemburgo, Jean Asselborn:

A UE “está muito contrariada pela posição do Governo israeli, até o ponto de que pode afirmar taxativamente que Jerusalém não é Tel Aviv”.

Qualquer pessoa com os mais rudimentários conhecimentos de História, antiga e moderna, sabe que ambas cidades apenas têm nada em comum. Jerusalém é uma velha localidade que tem sido a Cidade Sagrada do Povo Judeu durante milheiros de anos. O seu estatuto é abrumadoramente anterior à mera existência do Cristanismo e o Islám.

Foi declarada Capital da Nação Judia pelo Ri David, e desde então os judeus têm vivido ali ininterrompidamente.

Tel Aviv apenas vem de celebrar o seu centenário. Foi fundada pelos dirigentes do movimento sionista.

É preciso acrescentar algo mais?


BATYA MEDAD

JUDEUS COM ESTRELA AMARELA, OUTRA VEZ


Num bairro de Copenhage chamado Nørrebro, que leva desde há tempo em mãos da comunidade muçulmã, os judeus devem ocultar a sua fê para evitar sofrer persecução. As estrelas amarelas são pegadas nas mochilas dos escolares noruegos, e os professores não se atrevem a intervir. Na “próspera” cidade sueca de Malmö, muitas famílias judias já têm optado por marchar.

Em toda Escandinávia, a persecução de judeus por “pessoas do Oriente Próximo” tem-se incrementado notavelmente. O ”Frankfurter Rundschau” comenta:

“Os ataques acrescentaram-se no último ano, quando 200 manifestantes judeus participaram em actos pela paz e a compassião pelas vítimas civis de ambos bandos, mas foram dispersados por um grupo aínda maior de contra-manifestantes palestinianos com pedras, botelhas e cócteis Molotov.

Professores e pais comentaram à TV noruega que as aulas sobre o Holocausto foram boicotadas e que se proferiram berros de ‘Os judeus estavam detrás do 11-S’. Quando um dos alunos optou por denunciar que estava ameaçado de morte por ser um ‘porco judeu’, o professor disuadiu-no dizendo que essas coisas se dizem amiúde”.

Dacordo. Portanto, somos insultados a diário sendo chamados “porcos judeus”, ameaçados de morte, e maltratados Os professores que observam impassíveis, não fazem senão exteriorizar os seus próprios sentimentos judeófobos com conceitos como “aceitação das diferenças culturais” e “tolerância”.

Estes judeófobos camuflados lavam-se as mãos nas águas do politicamente correcto, deixando que sejam os judeus quem acusem publicamente a essas “pessoas do Oriente Proximo”.

Adjuntamos dois vídeos traduzidos sobre a crescente violência contra os judeus em Suécia. Os muçulmãos incitam ao ódio nas mesquitas e o resultado é a exponencial violência face as comunidades judias lá onde o número de muçulmãos é superior. No segundo de eles, inclusso o professor gentil opta por ocultar a sua identidade e voz por medo às represálias muçulmãs.

Temos reproduzido de novo a Europa dos anos názis com as mesmas ferramentas que se supunha que haveriam de evitá-la. Viva o multiculturalismo. Volvem as estrelas amarelas.






QUANTO PAGAM OS JUDEUS PELA PRESENÇA ÁRABE?

4.000 polícias mais vam ser despregados em Jerusalém para garantir que os árabes não se revoltem durante o Pesaj por incluir a Cova dos Patriarcas no nosso Património Histórico.

Que maior profanação do nome de D’us que uma revolta muçulmã na nossa cidade santa?

O despregue policial suplementário supõe para os contribuíntes judeus um milhão de dólares por dia.

Expulsar aos árabes seria muito mais barato.

AL HAARETZ LE SACAN LOS COLORES


El Haaretz ha inducido a error a sus lectores [N.P.: y entre ellos, al corresponsal del Global, muy dichoso por esos resultados] al dar la impresión de que una abrumadora mayoría de los israelíes contemplaban al presidente Barack Obama como "justo y amistoso" con respecto a Israel, ha afirmado el responsable de la encuesta del periódico, el profesor de la Universidad de Tel Aviv Camil Fuchs.

Tanto las ediciones en inglés y en hebreo del Haaretz del viernes llevaban el titular: "Encuesta: La mayoría de los israelíes consideran a Obama como justo y amistoso hacia Israel".

La edición en inglés afirmaba al lado de una foto de Obama que "el 69% piensa que Obama es justo y amistoso".

La historia en sí no proporciona cifras, pero asegura: "Una abrumadora mayoría de los israelíes cree que su tratamiento de este país es amable y justo".

La edición en inglés no contiene la distribución en gráficos de las cifras reales, ya sea en línea o en forma impresa.

La versión impresa y en línea de la edición en hebreo incluye un gráfico que indica que sólo el 18% de los encuestados considera que Obama es "amistoso" hacia Israel, 3 puntos porcentuales menos que el 21% que califica al presidente como "hostil" al estado judío.

El 10% no sabe no contesta, y el 51% define el enfoque de Obama hacia Israel usando la palabra hebrea "inyani", que puede ser traducids como "práctico, formal, realista", pero nunca como justo.

Fuchs, que preside el Depto. de Estadística de la Universidad de Tel Aviv, dijo que había recibido muchas reacciones del mundo entero que se vieron sorprendidos por el titular de la encuesta. Él se ha distanciado de los titulares y criticó la forma en que su encuesta fue presentada.

"¿Qué puedo hacer? Sólo el editor escribe los titulares", dijo Fuchs.

"Cuando se escribe un 69% en conjunto (amistoso + realista), es cierto, pero engañoso. Les sería igual de fácil si hubieran combinado las categorías de hostil y realista, y también hubieran conseguido una cifra llamativa (el 72%)".

Fuchs se dice inquieto al saber que la edición en inglés no incluía la distribución completa de las cifras. También expresó su desacuerdo con la traducción de la palabra "inyani".

Cuando se le dijo que había sido traducido como "justo", él respondió: "Definitivamente, yo no lo hubiera traducido como justo. Deben tener un problema con el inglés".

El informe original se ha retirado del archivo en línea del Haaretz. Una edición de la historia que aún permanece en línea ha sido reescrita sin ninguna referencia a la cuestión. En lugar de ello, ahora se centra en que el 27% de los encuestados dijo que Obama es antisemita.

Una fuente del Likud afirmó que el titular original del Haaretz fue un "truco destinado a convencer a la opinión pública de que Obama iba a más y Netanyahu a menos".

Encuestas realizadas durante la semana pasada por el Instituto Geocartographic para el programa de Channel 2 "Meet the Press" y por el Dahaf Institute para el Ynet, revelan que la mayoría de la opinión pública israelí culpa a la administración Obama de la crisis en las relaciones con Israel.

Otras encuestas patrocinadas por el Jerusalem Post y Truman Institute de la Universidad Hebrea han encontrado que los israelíes consideran que Obama es considerablemente más pro-palestino que pro-Israel.

La directora de la edición en inglés del Haaretz, Charlotte Halle, ha respondido que el "Haaretz publicó una representación justa y exacta de la encuesta realizada por el profesor Camil Fuchs, a petición de Haaretz. Cualquier intento de afirmar lo contrario por otro diario es falso".


Fonte: SAFED TSFAT

OS JUDEUS CAPITULAM EM GAZA

O Governo israeli agacha as orelhas ante as exigências da ONU e amosa-se disposto a reconstruir 150 vivendas para os votantes de Hamas em Khan Yunis (Gaza) destruídas durante a guerra de 2009.

Proporcionamos-lhes asistência médica gratuíta, água gratuíta, electricidade praticamente gratuíta, combustível esporadicamente grátis, e, para além de tudo isso, absolvemo-los de quaisquer responsabilidades pelas acções do seu Governo.

22/03/10

CHOVENDO PEDRAS

Mentres “El País” e os demais meios ánti-israelis fazem o impossível para retratar a utilização de pedras dos palestinianos contra os soldados das IDF como uma versão renovada da luta de David contra Goliat, a realidade discorre por caminhos mais prosaicos.

Neste vídeo podedes ver um aguerrido palestiniano lançando uma enorme pedra a escasos centímetros de distância, contra um automóvil no que viajam várias crianças.

Ah, essa luta tão heróica dos pobres palestinianos…!



O BURKA OU A APARIÇÃO PROIBIDA


Com razão, muitos dos nossos concidadãos perguntam-se se é necessária a proibição do burka ou de qualquer outra prenda que oculte o corpo até o ponto de fazê-lo irreconhecível. Sem embargo, até o dia de hoje, não se têm plantejado com a suficiente seriedade estas duas perguntas: que escondem o burka e as prendas que lhe são semelhantes? Qual é o propósito destas camuflagens?

Que é um ser humano? Resposta: um rosto. É possível definir o homem com uma multidão de características como podem ser a razão (Aristóteles), o trabalho (Marx), o desejo (Spinoza), a política (outra vez Aristóteles), a inventiva técnica (Bergson), o ser (Heidegger), mas smelha que nada se aroxima tão essencialmente à verdade humana como a afirmação de Levinas: o ser humano é um rosto. Antes que ser razão, trabalho, desejo, animal político, animal trabalhador, animal artesano, etc. Todo homem, no sentido genérico da palabra, é um rosto. Cumpre tomar nota de que D’us, na Bíblia, é aquele cujo rosto não amosa e a quem ninguém pode nunca ver o semblante: Deus absconditus.

Um rosto é uma aparição, a de um ser humano a outros seres humanos. Não é algo trivial, nem também não animal, é uma entidade da que sabemos decontado que é ao mesmo tempo um sujeito e uma realidade única, em definitiva, um ser humano. Poderia-se dizer que uma alma. Esse rosto único indica uma singularidade global: um corpo único, um sujeito ou uma alma únicas. Tudo isto, o sujeito, o corpo, a alma, aparecem simultaneamente com o rosto. Nada mais verdadeiro: o homem, a mulher, e a criança são seres que se nos aparescem.

Não olhamos aos outros como olhamos aos animais, plantas ou estrelas. Olhamo-los de modo que se produz um acontecimento: nós aparecemo-nos os uns aos outros. A aparição do rosto, do corpo e da alma que há detrás, realiza-se na reciprocidade. Eu aparesço-me aos demais e os demais aparescem-se-me a mim. É graças a este aspecto de reciprocidade que cada um e cada uma se interessa na humanidade. Assim, a aparição recíproca funciona melhor que o vínculo social: realiza o vinculo humano. Dito doutra maneira, ela conforma a cada um e a cada uma como uma pessoa. Assim pois, é a base sobre a que se desenvolve a ida de cada homem e cada mulher como pessoa.

Pelo geral, a roupa fabrica-se para impedir a visibilidade e a capazidade de aparescer-se. Demassiado perto da biologia e da animalidade, os corpos espidos seriam um obstáculo para a aparição, já que desprazariam o rosto a um segundo plano. A roupa modera a violência biológica do corpo espido, mentres que proporciona uma subjectividade útil –alguns diriam que a alma- para fazr-se visível. Neste sentido, a roupa produz um efecto análogo na manifestação, isto é ao que os espiritistas, os seguidores de Allan Kardec, têm chamado “realização”: permite que a alma individual e a intimidade do sujeito se fagam visíveis. Paradoxalmente, ao impedir esta “materialização”, o burka e qualquer outro véu integral são prendas ánti-roupa.

O burka é um conjunto de negações: a negação da matéria ou da alma, a negação do orpo, a negação do rosto; o burka proíbe a sua aparição. Que é realmente o que aparesce quando contemplamos uma pessoa com burka? Qualquer outra coisa que o rosto dessa pessoa, a sua alma ou corpo; uma forma informe, uma silueta vaga e escura como procedente do inferno. Mais importante aínda, o burka faz algo mais do que retirar as olhadas da que o porta das olhadas dos demais: retira-as da reciprocidade das apariências, da base da existência humana. Da comum pertença à humanidade. O burka retira-as do intercâmbbio de rostos.

Se ao ser humano o definimos pelo rosto e à pessoa pelo reconhecimento recíproco dos rostos, o burka apresenta-se-nos como uma negação da humanidade. Este cárcere ambulante, esta cela de prisão, indica-nos, antes que naa, que a pessoa dentro da prisão não é um ser humano como todos os demais. Cumpre ver nesta parálise da reciprocidade o núcleo do dispositivo, o elemento desumanizador decisivo: quem se vê obstaculizada por um burka, olha sem ser olhada. Ao eliminar a visibilidade recíproca da comunicação dos rostos, as mulheres às que se les impõe o burka ficam eliminadas, ipso facto, da humanidade.



ROBERT REDEKER

21/03/10

A BANDEIRA PALESTINIANA QUE NÃO VEREDES EM “EL PAÍS”


Se algum de vós chega ver esta fotografia nalgum dos mass media de maior tirada (especialmente se se trata de imprensa escrita em papel), tomade-vos a liberdade de afear-me a conduta nos Comentários a pê de página.

Duvido seriamente que a vaiades ver em qualquer outro meio jornalístico agás naquele onde apareceu, que é este.

Dada a história sobradamente documentada de colaboração entre o mundo árabe e Adolfo Hitler, a alguém lhe causa surpresa?


Estes são os tipos aos que Barack Hussein Obama está empecinado em regalar um “Estado”.

Que pode ter de máu?

A SERPE DE TRÊS CABEÇAS

A serpe de três cabeças da actual Administração dos EEUU é provavelmente a mais ántisemita das que tem alcançado o poder em toda a história do Estado de Israel. Em termos de estrita toxicidade, a combinação do redivivo Faraão Barack Hussein Obama, o videpresidente, Joe “Libelo de Sangue” Biden e a Secretária de Estado, Hillary Clinton, não conhece parangão. Se Israel estiver goverada por dirigentes com temor de D’us, estes micróbios com forma humana seriam anedoticamente irrelevantes. Desafortunadamente, Israel está dirigida por uns eunuos que se arrastam ante os judeófobos do mundo inteiro e que cedem às suas enfermizas exigências. Um cônclave de suicidas.

É assombroso como os progressistas se derritem ante Obama e Clinton (Biden, na realidade, resulta-lhes indiferente, simplesmente porque é um homem e não é negro). Procuram todo tipo de excusas para o comportamento destes ántisemitas que pisoteam cotidianamente a Israel, mentres os árabes carentes de moral e o Islamismo anegam o mundo num ocêano de sangue e barbárie. Mentres Abbas (que o seu nome seja borrado) incita aos árabes a assassinar judeus, o vicepresidente Joe Biden embarca-se no que muitos têm comparado (correctamente) com um genuíno libelo de sangue dos nossos dias. Biden culpou a Israel das mortes dos soldados estadounidenses que são aniquilados pelos árabes. Esta é a mesma acusação que muitos gupos neonázis dos EEUU elevam contra o povo judeu.

E, em terceiro termo, velaí temos à egrégia Hillary Clinton. Uma mulher que no seu dia bicou o manteigoso rosto de Suha Arafat, momentos depois de que o seu marido lançasse um libelo de sangue ante uma audiência de judeófobos. Apenas ver o seu nome no papel já me remove as tripas. Ter que escutar a sua aguda e odiosa voz é como se me clavassem um garfo no cerebro. Contemplar o seu feo, seboso rosto…enfim, aforro-vos a sensação que me provoca. Só uma genuína antisemita pode ter o valor de condear a um pretendido “aliado” (que macabra brincadeira) por viver normalmente na sua capital nacional, mentres ignora a Abbas e a sua banda de facinerosos de Fatah inaugurando uma praza pública com o nome duma assassina de judeus. Aínda mais estomagante que os progres seculares judeus são a infinidade de progres norteamericanos que se dizem “judeus ortodoxos modernos”, que adouram a esta viciosa, e a denominam amiga de Israel. Amiga de Israel?. Hillary passará à História como uma das maiores inimigas do Povo Judeu em todos os tempos.

Mentres Iran está a ponto de culminar a sua bomba nuclear e ameaça permanentemente a Israel com o seu extermínio, Obama manda a esta criminal arpia que berre na orelha de Netanyahu durante 43 minutos. Obama e os seus satélites estám mais preocupados pelos planos de Israel de edificar em Jerusalém, que com a perspectiva dum Iran nuclearizado, uma economia que está feita jirões, ou os níveis pelo chãoi da popularidade do próprio Obama. Nada disso tem importância para Obama. Uma faixinha estreita de terreo que constitui um país chamado Israel, arrodeada de nações árabes e islâmicas por todas partes que pretendem destrui-lo, é a sua única preocupação. Obama tem uma só obsessão. Que podo fazer para destruir o Estado Judeu? Velaí precisamente por que eligiu à sua contrincante para ser Secretária de Estado. Obama ódia a Hillary com cada partícula do seu ser, mas sabe que ela possue a tenacidade e o ódio suficientes com para ir à carótida de Israel como se fosse um bulldog. Ele sabe que Hillary conta com o apoio dos judeus progres que, inclusso se são abofeteados na boca por Hillary, seguirão rezando por ela. Para além de tudo o qual, ambos coincidem no aspecto cruzial: “Israel é um país de fodidos bastardos judeus”.

Supostamente um Primeiro Ministro deveria contar com um corpo coberto duma coraza de puas, uns dentes afiados e um par de beitzim. Não é muito pedir para alguém que ocupa essa magistratura. Netanyahu carece das três coisas. M Primeiro Ministro deveria acreditar no direito do seu país a existir, ser fiel aos seus princípios fundacionais, e fazer tudo quanto esteja ao seu alcanço para proteger ao seu Povo. Deveria ter os colhões de dizer a uma morea de excrementos humanos como Clinton, Obama e Biden que se vaiam ao inferno. Desgraçadamene, Netanyahu não vai ensinar os dentes. Ele é quem é. Um cobarde. Um adúltero. Um maníaco famento de poder que mentiu entre dentes (em uas diferentes ocasiões) a fim de converter-se em Primeiro Ministro. Um fraude ideológico que fixo traição sobre cada um dos chamados “princípios do Likud” (esses míticos “princípios” que Moshe Feiglin se obceca em ressuscitar) no nome do oportunismo político. Um pobre eunuco capaz de sentar-se e aguantar calado mentres a grotesca Hillary Clinton graznava na sua orelha durante 43 minutos. Um autêntico dirigente teria colhido o telefone e dito: “Escuta-me, estridente e judeófoba bruja. Não quero volver ouvir a tua misserável voz nunca mais”. Depois teria devolto o auricular sobre a base do telefone dando um forte golpe, com a só intenção de perforar os seus tímpanos.

Com a ajuda de D’us, a serpe de três cabeças fazerá o que os pusilânimes dirigentes de Israel nunca se atreveriam, e suspenderá todas as ajudas económicas e militares a Israel. Este seria o mais grande regalo que Israel tenha recebido jamais. Curtar o cordão umbilical que bombea degradação e vergonha no Estado Judeu. Naturalmente, isto significará um pesadelo para todos os pseudojudeus do mundo inteiro, que se lamentarão e preocuparão pelo fim das “relações” entre os EEUU e Israel; mas será uma benção para aqueles que acreditam o D’us de Israel. O dia que as arcas dos EEUU estejam definitivamente cerradas, Israel não teáninguém face quem volver-se agás o Todopoderoso.

Conforme se aproxima Pesaj, rezemos pela redenção final e a chegad do Messias. Medntres leamos a Hagadá e o seu gloioso relato da Retribuição Divina, rezemos também pela vingança contra os inimigos do Todopoderoso. Yahadut exige que os crimes contra o Todopoderoso e o Seu povo eligido sejam pagados com sangu. Todos eles sofrerão pelos seu pecados –sem dúvida no mundo vindeiro; com a ajuda de D’us neste mundo também.

Os nossos inimigos apresentam-se de distintos modos. Uma grande maioria usa kefiyas, comem halal, e balbuceam num dialecto gutural. Um antisemita muito especial, com grandes orelhas emarcando um rosto de estreita idiócia, é o actul Presidente dos EEUU. Outro corrupto asno descerebrado é o seu vicepresidente. E depois tendes a Hillary, essa postmenopáusica, vingativa antisemita, que padece um grave desorde de identidade de género que usa trajes chaqueta de homem para ocultar os seus grotescos muslos de elefante. Ojalá presenciemos a vingança contra todos eles. E que os arrogantes pescozos deste reptil americano de três cabeças sejam rebanados ante a nossa olhada. Obama, Biden e Clinton. Que os seus nomes e memórias sejam borradas!

Aqueles que sendo gentis se preocupem pelo futuro dos EEUU deveriam rezar igualmente. Deveriam tirar à bassura o “Novo Testamento” e lêr o autêntico Livro, começando pelo capítulo onde o Todopoderoso fixo uma promesa a Abraham. Dveram rezar ao autêntico D’us, o único D’us, e não a esse mito pagano que não morreu por ninguém, nem salvou a ninguém.

“Verte a tua ira contra as nações que não te reconheçam”…



DANIEL BEN SHMUEL ISRAEL

BAN KI-MOON SALTAVA-SE AS CLASSES DE HISTÓRIA


Durante a sua visita a Israel, o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-Moon, não teve a mínima decência de não ofender aos seus anfitriões. Afirmou que todas as construcções israelis no “território ocupado” eram ilegais.

Inclusso fazendo uma leitura minimalista, isso significaria ter que expulsar a 650.000 judeus das áreas nas que se assentaram tras repeler a invasão árabe de 1967.

Todos os territórios israelis para além das fronteiras da ONU em 1947 estám tecnicamente “ocupados”. Uma leitura tal da história privaria a Israel do Muro Ocidental e dum terzo da população judia, que vive nos territórios ocupados durante a Guerra de Independência.

Somos incapazes de comprender porque essa Proibição não afecta à ocupação estadounidense de Texas, Novo México e California. Nem por que não dixo nada aos russos sobre a Konigsberg ocupada ou as Ilhas Kuril durante a sua visita a Moscova.

UM PRIMEIRO MINISTRO SUFICIENTEMENTE HIPÓCRITA

Netanyahu está à par dos seu colegas estrangeiros: mentres eles amosam uma descarada hipocresia face Israel, ele amosa idêntica hipocresia face o seu próprio país.

Netanyahu exprimiu o seu desejo de fazer “futuras concessões”, mas não no que respeita a Jerusalém. Mas qual é, sem embargo, a diferença entre Ramat Shlomo em Jerusalém e qualquer bloco de assentamentos? Por que os residentes dos assentamentos devem padecer uma sobrepopulação, e não poder amplar o seus fogares legalmente edificados ou construir novas residências próximas para os seus filhos?

Só nos resta sonhar com chegar algum dia a ter um dirigente israeli que manifeste rotundamente que não necessitamos para nada um tratado de paz com os palestinianos, que não estamos desejosos de fazer concessões a câmbio dum trozo inservível de papel, e que se os árabes querem, estamos preparados para escutar as suas concessões.

JUAN MARCH CONTRA LOS NAZIS


El financiero mallorquín Juan March supo aprovechar para sus negocios las oportunidades de los dos grandes conflictos mundiales. Así lo han corroborado recientes estudios históricos sobre su figura que se han fijado en el papel desempeñado por March a favor de Gran Bretaña durante la Segunda Guerra Mundial y su colaboración con Londres para evitar que el régimen de Franco entrara en guerra al lado de Alemania. Lo que no se sabía es que March fue objetivo del espionaje nazi que indagó en sus actividades clandestinas en apoyo de los huidos de la Europa ocupada por los nazis a través de la España de Franco y a favor de una restauración de la monarquía que desplazara al Caudillo del poder.

Un informe localizado por la germanista Rosa Sala Rose en un archivo de Berlín demuestra que los espías y confidentes nazis en España estaban al corriente de los contactos de March en estos dos supuestos. El informe está firmado por Walter Schellenberg, uno de los principales responsables del espionaje alemán, y relata una reunión celebrada en una casa de Vilanova i la Geltrú durante la noche del 29 al 30 de junio de 1942 en la que participaron miembros del Intelligence Service y de la aristocracia española. La información, filtrada por un "amigo español, un viajero poseedor de muy buenas relaciones con la aristocracia, a quien se considera persona digna de confianza", no concreta el número de asistentes y sólo identifica a dos de ellos, "un hombre de enlace del gran industrial Juan March y el infante don Alfonso de Borbón y Borbón". El nombre de este último es muy posible que sea un error del informante ya que, por edad, el asistente a la reunión tuvo que ser Alfonso de Borbón-Dos Sicilias y Borbón. Una de las primeras conclusiones que aporta el informe es que en la sesión "se discutieron cuestiones fundamentales sobre la distribución del servicio de inteligencia británico en España".

Walter Schellenberg, abogado y general de las SS, ocupó cargos en la Gestapo. Era un oficial nazi de buena planta, afable y diestro en la conversación. Fue amante de Coco Chanel, a la que utilizó para organizar una operación de aproximación a personalidades británicas y atraerlas a la causa alemana, lo que volvió a intentar con los duques de Windsor, entonces residentes en Portugal. Fue condenado a siete años de cárcel y murió en Italia en 1952.

Además de diversas consideraciones sobre supuestas acciones de esta red controlada por el Intelligence Service, el informe explica otra reunión, celebrada en San Sebastián, en la que se contó con miembros de la aristocracia española y en la que "se habría puesto de manifiesto con qué entusiasmo estaban todos ellos dispuestos a trabajar a favor de Gran Bretaña". Del mismo modo se da cuenta de la presencia en la reunión del "jefe" de una organización clandestina, dedicada a la agitación monárquica denominada Cultura Catalana. Según el informe, los monárquicos fieles a don Juan de Borbón pretendían el reparto de fotografías del heredero de la Corona entre sus seguidores, para lo que contaban con la colaboración británica.

El informe concluye explicando que "al final de la sesión se habría organizado una colecta para la organización de "paso ilegal de ciudadanos ingleses, canadienses, franceses y otros" en la que se lograron reunir importantes sumas de dinero. Estas observaciones dejan bien claro que en los últimos tiempos el sistema de inteligencia británico goza de un apoyo creciente entre los círculos monárquicos".

Según el historiador Pere Ferrer, autor de una exhaustiva biografía de Juan March (El hombre más misterioso del mundo), el documento demuestra que los nazis no se fiaban del financiero. En aquel momento, March había conseguido, mediante sobornos, el apoyo de unos treinta generales para neutralizar un posible intento de Franco de entrar en la guerra junto a Hitler y Mussolini. En su libro, Ferrer explica que el 24 de julio de 1942, casi un mes después de la reunión de Vilanova i la Geltrú, un agente americano, Lean, informaba desde Madrid que "Juan March había sido interceptado cuando la conjura de los generales contra Franco se acercaba al clímax. March había sido detenido durante unas horas en los calabozos de la Dirección General de Seguridad porque los servicios secretos de Franco tenían algún indicio de que March azuzaba a los militares monárquicos para que conspirasen contra él. Cuando recuperó la libertad, abandonó el país".

De la lectura del documento descubierto por Rosa Sala Rose, Ferrer aventura que la detención de March "pudo ser una advertencia de Franco a Juan March para hacerle saber que sabía de su apoyo a favor de los conspiradores monárquicos y del riesgo que correría si continuaba ayudándoles". Ferrer cree que el informe demostraría que Franco recibía información de los nazis sobre las actividades de los españoles favorables a Gran Bretaña, "más en unos momentos en que Alemania pretendía forzar la entrada de España en la Guerra". Con todo, el biógrafo de March afirma que no se sabe el motivo ni la causa de la detención porque el informe del agente norteamericano que cita en su libro no lo aclara. Los espías nazis sabían que March conspiraba con los británicos a favor de la restauración monárquica en el marco de una estrategia para apartar a Franco del poder y asegurar que no se aliaría con Hitler.

Rosa Sala localizó el documento en el transcurso de una investigación para su próximo libro, un recorrido por las historias personales de ciudadanos judíos, desertores o opositores al fascismo que huyen de la Europa nazi a través de España, entre 1940 y 1943, y que en su gran mayoría son detenidos y encarcelados por las autoridades franquistas.

El libro, que se titulará La penúltima frontera. Historias de fugitivos del nazismo en España, pretende rescatar del anonimato a estos refugiados, gente como el historiador italiano Franco Venturi, un disidente antifascista italiano que huye de Mussolini a través de España, o la desgraciada historia de la familia Levi, con todos los papeles en regla pero devueltos a Francia después de ser acusados de infamias a Franco.

"Desgraciadamente, el cónsul alemán en Barcelona durante la Segunda Guerra Mundial, Hans Kroll, tuvo la idea de destruir toda la documentación de la legación diplomática. De haberse conservado, hoy podríamos saber quiénes eran los topos que la Gestapo tenía en la policía franquista, gracias a los cuales los agentes alemanes estaban siempre al corriente de las detenciones de refugiados y disidentes efectuadas en la frontera". Kroll, que hizo carrera política con los democristianos de Josef Strauss, consiguió no dejar rastro de sus relaciones con las autoridades franquistas de la época.


Fonte: LA VANGUARDIA

(15 de Março de 2010)

HITLER EL “COMEALFOMBRAS” (I)

En su maravilloso libro sobre el lenguaje del Tercer Reich, Viktor Klemperer hace constar que en otoño de 1941, cuando ya no cabía esperar un rápido final de la guerra, Hitler solía abandonarse a arrebatos de furia que acobardaban a sus subordinados.

Primero eran rabietas, después arrebatos de furia ciega; se decía que en uno de ellos el Führer le habría dado un mordisco a su pañuelo, después a un cojín; después se decía que se había lanzado al suelo y había mordido la alfombra. Y entonces --estas historias solían ser difundidas por gente ordinaria, operarios, vendedores ambulantes, carteros ingenuos-- "masticaba los flecos de la alfombra", los roía regularmente, ganándose así el apodo de "comealfombras" (Teppichfresser).

Klemperer relacionó enseguida esta leyenda con el episodio bíblico de la locura de Nabucodonosor, rey de Babilonia, condenado por Dios a comer hierba como los bueyes en castigo de su arrogancia. William Blake, por cierto, nos ha legado un bonito dibujo sobre este episodio:



No obstante, el apodo de Hitler como "comealfombras" es anterior a 1941. El corresponsal en Alemania de la CBS William Shirer, en su muy recomendable Diario de Berlín, lo hace remontar a 1938, durante las tensas negociaciones que acompañaron la incorporación forzosa al Reich de los Sudetes. En aquellos días, desde la terraza de un hotel, Shirer contemplaba el caminar nervioso de Hitler:


Me pareció, tal como apunté esa noche en mi diario, que estaba al borde de un ataque de nervios. "Teppichfresser", musitó mi compañero alemán, un editor que despreciaba secretamente a los nazis. Y me explicó que durante los últimos días Hitler había estado de tan mal humor por culpa de los checos que en más de una ocasión había perdido el control por completo, lanzándose al suelo de rabia y masticando el borde de la alfombra. De ahí el apodo de "comealfombras". La noche anterior, al hablar con algunos de los líderes del Partido en el hotel Dreesen, había oído esa expresión aplicada al Führer... siempre por lo bajini, por supuesto.

Probablemente la confusión y la consecuente leyenda surjan del hecho de que décadas atrás en alemán se decía que comían alfombras las personas que, preocupadas por asuntos gravosos, iban de un lado a otro de la habitación y gastaban así la superficie de la alfombra.

Pero de lo que no cabe duda es de que Hitler manifestaba frecuentes y virulentos accesos de rabia cuando recibía malas noticias, aunque aún hoy se discute si se trataba de actuaciones premeditadas destinadas a la intimidación o si eran un síntoma inequívoco de su personalidad neurótica. Sus temidos arrebatos de furia fueron especialmente frecuentes durante los últimos días en el búnker, cuando asistía con sus acólitos a la caída de ese Tercer Reich que había de durar mil años y las malas noticias no cesaban de llegar.

Curiosamente, se conserva (¡sin mordiscos!) un trozo de la alfombra, bastante kitsch, que amenizaba con sus coloridas flores el suelo de hormigón de su cuarto en el búnker. Un soldado americano se lo había llevado como recuerdo en 1945.

La vinculación entre Hitler y las alfombras ha sido sorprendentemente productiva, llevando a algunos resultados inesperados y sin duda polémicos, como esta obra del artista israelí Boaz Arad que se expuso en el Centro de Arte contemporáneo de Tel Aviv en 2007:

Con esta obra, el joven artista no sólo permitía hacer realidad el deseo más o menos inconfesable de limpiarse los pies en la piel de Adolf Hitler. Según Arad, también pretendía manifestar hasta qué punto el Holocausto ha marcado a Israel al tiempo que ha sido objeto de su abuso. Además, la alfombra representa lo que haría un cazanazis si lograra capturar su pieza más preciada. Un curioso deseo de violencia y de venganza póstuma, me parece a mí, un poco en la línea de la película Inglorious Bastards de Quentin Tarantino. ¿Nos estamos aproximando a una época en la que queremos vengarnos de Hitler, no sólo por las atrocidades que cometió, sino también por el peso insoslayable con el que su figura lastra nuestra memoria?

Precisamente de películas les quería hablar en mi próxima entrada, donde les mostraré cómo los ya tópicos arrebatos de ira de Hitler han sido representados en la gran pantalla.


ROSA SALA ROSE

GAZA EM CIFRAS


Segundo Yediot Ahronot, 738.000 toneladas de ajuda humanitária entraram em Gaza em 2009 –arredor de meia tonelada por pessoa, incluíndo as crianças. O contrabando através de 400 túneis e as importações comerciais deixam, sem dúvida, em anecdóticas essas quantidades.

Mais de 10.000 gazenhos entreram a Israel para receber tratamento médico. A maioria de eles, acrescentemos, disfrutaram de asistência médica gratuíta –pagada implicitamente pelos contribuíntes judeus.

Gaza segue sendo o maior receptor de ajuda internacional. Aproximativamente, 1.100 $ per cápita anuais.

NÃO SEJAMOS SERVOS DO FARAÃO OBAMA

Os titulares dizem o seguinte: “Ao borde do linchamento em Hebron”, “Os soldados escudam-se nas ordes recebidas” (Israel National News); “Tropas das IDF assaltadas na zona árabe de Hebron” (Ha’aretz); “O erro dos mandos leva à humilhação em Hebron” (Yediot Ahronot). Até aí os titulares israelis.

O sucedido o joves em Hebron pode provavelmente ser definido, como se indica acima, de humilhação. Mas foi muito mais que isso. É uma Chilul HaShem –ou, em inglês, uma profanação do nome de D’us. Um objectivo supremo de qualquer judeu é oKiddush HaShem, quer dizer, santificar o nome de D’us. O acaecido anteontem vai na linha diametralmente oposta.

Os soldados israelis estacionados em Hebron podem ser vistos freqüentemente percorrendo as ruas, passeando ou fazendo footing. Na tarde do joves, um grupo de soldados abandoou a zona “habitual” mentres se exercitavam e foram parar a um dos “outros” bairros da cidade, aínda ocupados só por árabes, e sem representação judia alguma. Um dos soldados, que não estava seguro de onde se achavam, perguntou a um vizinho como regressar à “área judia”. Esse “amável árabe” sinalou na direcção oposta à que se tinham que diigir, e o grupo rematou por perder-se totalmente, pelos vericuetos de Hebron. Dada a circunstância de que só estavam em missão de observação, só um dos soldados integrantes do grupo portava um arma.

Antes de ter tempo a reagir, o grupo viu-se arrodeado por um multidão árabe, que começaram a berrar, empurrar e lançar pedras. O único soldado armado esitou à hora de sacar a sua arma; as ordes proibem utilizar armas se um permisso explícito dum oficial de rango superior, agás nos casos de vida ou morte. Os soldados, tras forcejear com os árabes num combate corpo a corpo, lograram escapar,m fogindo a pê, alcançando depois dum rato a parte “judia” da vila.

Três soldados foram hospitalizados, ao igual que três árabes.

Isto é “paz”, “boa vontade” e “desejo de coexistência”.

Segundo a informação que recebim procedente de duas fontes, uma das conclusões às ue têm chegado os mandos das IDF em Hebron é que debe ser terminantemente proibido fazer exercício físico pelas ruas de qualquer parte de Hebron ao cair a tarde.

Isto é um surrealista. Soldados israelis “fugindo à carreira” dum grupo de delinqüentes árabes? Soldados israelis que sofrem ataques porque estavam “no lado equivocado da cidade”? Soldados israelis aos que se lhes proíbe fazer footing pela noite por medo a passar pelo “lado equivocado da cidade”? (os soldados amiúde exercitam-se pela noite, porque as temperaturas são mais agradáveis).

Que se passa quando os árabes accedem à “secção judia” de Hebron? Eles já têm acceso a mais do 98% da cidade. Numa minúscula área fechada por motivos de seguridade, existem pontos de acceso. Os árabes que accedem à ”área judia” não são atacados, nem pateados, nem golpeados, nem se lhes arrojam pedras. Abaixo adjunto um pequeno vídeo onde se pode comprovar que o que digo é certo.

Se eu tomasse as decisões, exigiria que os exercícios físicos que fazem a diários os soldados das IDF a partir de agora tivessem lugar na zona onde os soldados foram atacados anteontem, proporcionando-lhes algum tipo de “medidas de seguridade extra”, de resultar necessário. É incomprensível que os soldados israelis poidam ser atacados deste modo tão selvagem, sem que se produça uma resposta das IDF.

Por suposto, a melhor resposta seria reunificar as “duas partes de Hebron” e, imediatamente, enviar judeus a assentar-se em todos os bairros da cidade, integrando Hebron e finalizando com a humilhação dos judes que se poidam chegar a encontrar “no lugar equivocado”. Semelha que uma solução deste tipo tardará aínda algo em ser implementada.

Desgraçadamente, este tipo de sucessos não são hoje em dia uma excepção à regra. O mesmo joves, os árabes lançaram pedras e botelhas contra Beit Hadassah. A resposta das IDF foi insignificante. Um vizinho meu, que presenciou o ataque, comentava-me que chegou um momento em que os soldados apedreados se limitaram a agachar-e tratando de esquivar as pedras sem oferecer nenhum tipo de resposta. O nauseabundo relato dum soldado estacionado em Hebron, apareceu em Israel National News ontem mesmo, onde relatava como as mãos das IDF estám literalmente atadas –têm proibido tomar qualquer iniciativa, de ataque ou defesa, sem o permisso expresso de oficiais de alto rango, inclusso no caso de serem atacados. Em muitos casos, as patrulhas têm ordes de “agardar pela chegada de reforços ou escapar da zona”. Novamente, pois, soldados israelis aos que se les ordea escapar, fogir, diante dum ataque do inimigo.

E tudo isto mentres o Estado de Israel está submetido a uma agressão internacional desde todas as esquinas do planeta.

Que é o que diz a imprensa internacional?: “As potenças internacionais exigem o congelamento dos assentamentos israelis”, “O Quarteto para a Paz no Meio Leste ‘condeia’ o plano de construcção israeli em Jerusalém Leste” (MSNBC); “Os assentamentos israelis ameaçm a seguridade mundial”, “Os israelis deveriam formar um Governo de unidade nacional, e não respaldar à extrema direita –cuja política ameaça a seguridade mundial” (Christian Science Monitor).

Esta campanha de ataques, dirigida por Obama, Biden, Hillary e cia., têm o objectivo de forçar a continuação nas concessões israelis. O objectivo do Quarteto é a constituição dum Estado Palestiniano de aquí a dois anos e, portanto, rematar com a “ocupação”. A visita de Netanyahu a Washington a próxima semana será, sem dúvida, uma repugnante e labiríntica carreira de obstáculos, desenhada para humilhá-lo, e deixá-lo sem nada. Para deixar a Israel sem nada.

Nessa medida, inclusso para além das críticas que se lhe poidam fazer ao Governo, Netanyahu está aguantando o tirão melhor do que cabia agardar. Poderia ter cedido na questão “Jerusalém”, mas se tem mantido firme à hora de exprimir a antigüidade de Israel, e os direitos que D’us outorgou à nossa cpital eterna. Igual que quando é necessário somos os primeiros em criticá-lo, acredito que ante a partida do Prieiro Ministro face os EEUU, devemo animá-lo e respaldá-lo, num esforço patriótico por evitar que a posição de Israel se desmorone ante os muros da Casa Branca.

Tenhamos todos a Bibi na nossa lembrança: a próxima semana, quando demos começo à festividade de Pesaj, celebraremos a libertação do nosso Povo da escravidão estrangeira. 3.300 anos depois, sigamos adiante, na mesma direcção, sem retroceder volvendo a sermos servos do Faraão Obama.


DAVID WILDER


LA SENYORETA ALY HERSCOVITZ

La vaig conèixer a Berlín quan el dòlar valia tres-cents milions de marcs, i la relació durà més enllà de l'estabilització de la moneda alemanya, que s'establí a base de: un dòlar=quatre bilions dos-cents mil milions de marcs. Era jueva, tenia la família a Leipzig establerta en el comerç —família provinent de Iassi, a les boques del Danubi, en el mar Negre. Era molt jove (vint-i-un anys) no gaire alta, plena, rossenca, ulls grisos, dentadura blanca, poc preocupada per la manera de vestir. Havia estat molt ben ensenyada i educada, sabia molt bé el francès i l'anglès i tenia una conversa agradabilíssima. M'explicà moltes coses de la vida intel•lectual de Leipzig —població que adorava— a l'època de Goethe.

La vaig conèixer al cafè —probablement al Romanisches Caffee, a tocar de Kurfürstendamm. La vaig convidar a sopar; acceptà, i al cap de dos o tres repassos vingué a viure al pis on jo vivia com a rellogat de la senyora Behrens, en un carrer el nom del qual no recordo, molt trist, allunyat del Berlín dels estrangers. Li agradava la vida de restaurant —era afeccionada al Wiener-Snitzel— i els cafès, sobretot si hi havia música. Jo vaig suposar, al principi, que com a jueva li agradava una determinada classe de música: en realitat, però, el que li agradava més eren les peces de música militar, amb instruments de vent, les marxes sorolloses i impel•lents, que electritzaven els alemanys i a ella mateixa. La senyoreta Herscovitz era una gran admiradora d'Alemanya i de les seves virtuts patriòtiques —o almenys ho deia.

Quan jo em llevava, a les dotze del matí, ja feia molta estona que havia sortit de casa. Era matinera, a la manera positiva i germànica. No vaig saber mai exactament a què es dedicava. Deia que feia de secretària i d'intèrpret dels estrangers que es trobaven a Berlín o que acompanyava comerciants de províncies que venien pels seus negocis. Era molt activa, tenia una admirable resistència a les dificultats hivernals, i així no crec que li costés gaire de subsistir, amb una aparença almenys alegre i animada. Tenia un abric de pells una mica esfilagarsat però eficient. Sempre tenia gana i set, li agradaven els llocs on hi havia molta gent, fumava cigarrets Muratti sense parar. La fabricació de bitllets era, però, enorme i les coses tenien una tendència a la puja molt ràpida. Quan es feia fosc tornava a la casa indefectiblement amb la pell de la cara glaçada i vermella i amb els ulls brillants. Un dia m'assegurà que la feina que realitzava li donava prou per a pagar l'habitació, el desdejuni, el dinar i el fumar, però que tenia el sopar molt incert i penjat a l'aire. Així sortírem molts de dies a sopar a fora, sobretot en un restaurant de Wilmersdorff, que era molt del seu gust. Era un establiment freqüentat per senyores sàfiques que em semblà molt corromput, és a dir, gens natural i molt artístic i literari. Altres vegades, la senyora Behrens servia uns piscolabis molt magres amb una tassa de te o altra.

Amb això, un bon dia s'acabà la inflació monetària i passàrem d'un dòlar=quatre bilions quatre-cents milers de marcs, a un dòlar=quatre marcs vint pfennigs. Aquesta aparatosa diferència convertí les poques divises que jo rebia en una pura inanitat. La meva subsistència esdevingué molt precària. Si la inflació m'havia permès de fer algunes francesilles, la deflació m'afamà. M'afamà des del punt de vista material; des del punt de vista moral vaig tenir la satisfacció de veure la fi d'una immensa bretolada que havia durat massa i produiria conseqüències catastròfiques incalculables. La senyoreta Herscovitz també se n'alegrà —se n'alegrà per patriotisme, és a dir, per l'esperança que Alemanya entraria en la normalitat. Vaig marxar de Berlín i em vaig instal•lar a París. En travessar Alemanya, en tren, em vaig poder fer càrrec dels progressos immensos que havia fet durant la inflació el partit de Hitler. La proliferació del vestuari del partit era molt vasta.

A París vaig rebre una carta de la senyoreta Herscovitz en què em deia que li havien sortit unes taques a la pell; que havia vist el metge; que després de les anàlisis li havien diagnosticat una sífilis avançada; que el metge li havia proposat l'entrada en un hospital. Afegia que estava molt espantada; que l'espantava sobretot pensar en la seva família, de Leipzig, tan honorable; que li era absolutament impossible entrar en un hospital perquè no estava disposada a donar als seus pares un disgust tan gran. Li vaig proposar de venir a París, cosa que féu de seguida que tingué el passaport arreglat. No li costà pas gaire: tenia una gran habilitat per a aquesta classe de treballs. A París, vaig aconseguir, a base d'una recomanació de M. P., polític conegut, la seva entrada en un establiment clínic del Boulevard de Port-Royal, on la curaren. Una vegada adobada, París fou del seu gust: es posà a treballar, fou model de diversos escultors i es guanyà molt bé la vida. Entrà en una indepència total. Havent hagut de marxar de París per una temporada, que la feina allargà, quan hi vaig tornar, em digueren, a l'hotel, que la senyoreta Herscovitz vivia, que havia tornat a Alemanya. M'ho digueren amb una cara llarga, perquè aquella noia havia arribat a fer-se estimar.

Anys més tard, en plena segona guerra general, vaig saber la notícia de l'existència, a Alemanya, de camps de concentració, amb forns crematoris destinats especialment als jueus que no havien pogut emigrar. Un moviment fulgurant de la intuïció em féu suposar que la senyoreta Herscovitz havia estat cremada. Acabada la guerra, a través d'un organisme internacional radicat a Suïssa, vaig tractar d'assegurar-me'n. Em digueren que no es dedicaven a aquesta classe de treballs. Potser hauria estat més eficaç cercar les notícies a través de Leipzig. Però ¿com posar-se en comunicació, en aquells anys terribles, amb la zona russa d'Alemanya? Així passaren els primers deu anys. El pas del temps ho ha confirmat tot. Pobra criatura! Com més incert és el record, més dolorosa i tràgica és la catàstrofe final.


JOSEP PLA

LA CAÍDA DE PARIS


Querido J:

Hace diez días se ha estrenado en Francia La Rafle (La redada), una película que cuenta los sucesos de la madrugada del 16 de julio de 1942, cuando la policía francesa, y sólo la francesa, detuvo alrededor de trece mil judíos, hombres, mujeres y niños, y encerró a la mitad de ellos (la otra mitad fue trasladada a diversos campos de concentración) en el famoso Velódromo de Invierno (Vel d’Hiv) de París, lugar de gestas ciclistas y tema de una alegre y nonchalante canción de Montand. Allí pasaron cinco días hacinados,
que acababan en Auschwitz. De las trece mil personas sólo volvieron alrededor de cuatrocientas.

Como bien sabes, yo no tenía la menor idea de este asunto hasta que empecé a participar en la investigación de la vida y el destino de Aly Herscovitz, la novia judía de Josep Pla, que fue, junto a su madre, una víctima de la redada y cuyo rastro se perdió en Auschwitz. La investigación de la vida de esa muchacha habrá sido uno de los trances fuertes de mi trabajo. Para decirlo en términos generales supuso la encarnación del genocidio, de la inconcebible destrucción de los judíos europeos, en la muy justa expresión de Raul Hilberg. Sobre los sucesos concretos del Velódromo de Invierno hubo algo más, relacionado con París y sus calles y nuestras biografías. Pensé en ello en el primer viaje que hice a la ciudad en busca de la vida de Aly Herscovitz.

El Velódromo ya no existe. Estaba en el cruce del Boulevard de Grenelle con la calle Nélaton, en el distrito XV, próximo a la torre Eiffel y los jardines del Campo de Marte. Hoy se alza allí el ministerio del Interior. Nada menos. Hay sólidas casas burguesas a su alrededor, avec gaz à tous les étages. Cerca, junto al río, construyeron un discreto monumento a los deportados, que data de 1994. Cincuenta y dos años después de los hechos. Dos años después de que François Mitterrand presidiera la conmemoración del medio siglo de la redada y un año antes del decisivo discurso de Jacques Chirac (16 de julio de 1995) donde por primera vez la alta autoridad francesa reconoció la implicación de Francia en las deportaciones. La de Francia subrayo (y no sólo la que en la lápida de ese monumento se llama pudorosamente l’autorité de fait dite gouvernement de l’état français, es decir, Vichy). La grandeza de Chirac en ese trance siempre será la de haber señalado, aunque fuera de modo implícito, el sujeto exacto. Francia.

Las calles de París. Francia. Desde que las pisé por vez primera, y me encontré como en casa (sólo que en una casa noble, culta, rica, libre, desvelada y feliz), estuve dispuesto a aceptar que allí hubiese pasado la historia con su carraca asociada de sangre, sudor y lágrimas, bien sûr et bien naïf. Todo podía haber pasado, a excepción de la vergüenza. Justo lo que aporta a Francia la historia de la redada del Vel d’Hiv y que yo estaba descubriendo en la figura frágil, incierta y vagabunda de Aly Herscovitz. Lo que le sucedió a ella y lo que me sucedería a mí años después se desprende de la obra canónica sobre el crimen, La Grande Rafle du Vel d’Hiv, de Claude Lévy y Paul Tillard. Los judíos arrestados aquella noche eran orientales. No hubo franceses, aunque en posteriores redadas muchos franceses también fueran deportados. Escriben Lévy y Tillard:

«Estos judíos alemanes eran alemanes hasta la médula. Orgullosos de serlo. Se jactaban con orgullo, mientras aún estaban en Alemania, de sus honores de guerra, conquistados al lado de sus compatriotas, en la guerra del 14. Qué angustia para ellos, que desde 1933 se vieran rechazados y perseguidos por su propio país. Tuvieron que huir: pobres, desgarrados, expoliados de su patria y de sus bienes y tuvieron incluso que desembarazarse de su estado de ánimo, de su manera de ser e incluso de su propio aspecto alemán.»

Aly era una ellas, desde luego. En la única nota sobre su vida y su muerte que escribió,

Pla detallaba el gusto por los himnos de su novia judía. Y concluía: «La señorita Herscovitz era una gran admiradora de Alemania y de sus virtudes patrióticas.»
La cuestión fundamental era que una vez dejaron de ser alemanes (¡por la fuerza ahorcan!) decidieron ser franceses. Si Aly decidió volver a París desde Leipzig y Praga fue porque en París se sentía segura. Porque llegaba a Francia. No tomaba posesión de un lugar, sino de un concepto. Y fueron los guardianes de ese concepto, la policía francesa, los que les arrebataron su libertad y vendieron su vida en la noche infame del Vel d’Hiv. Las calles serenas de París. Su última foto, de junio de 1940, la muestra en el Bois de Boulogne, junto a su madre. Una exiliada, tal vez. Pero que ha encontrado su exilio. Su Francia. La mía.

Bien. La cuestión, amigo, es que ha llegado La Rafle. La gran pantalla. Ya sabes lo que eso significa. En estos últimos diez días se ha hablado más del Vel d’Hiv que en todas las cinco décadas anteriores. Lo que no consiguió el libro de Lévy y Tillard. Ni el honrado discurso de Jacques Chirac. Ni el documental de Gilles Nadeau y Jacques Duquesne. El cine, enfocando al Velódromo en primer plano, desde luego: Losey hizo una película, Mr. Klein, en el año 1976, que pasaba por el Velódromo, pero no hubo nada. Por cierto: no tengo que exhibirte el rastro de la redada en la prensa española. La abrumadora mayoría de las ocho o nueve referencias que conserva se deben a la novela de Juana Salabert (Velódromo de invierno), documentada y emocionante.

No he visto más que fragmentos sueltos de La Rafle de Roselyne Bosch. Parece que la reconstrucción del Velódromo (que era en su momento el edificio cubierto más grande de Francia), es espectacular y muy fidedigna. La reconstrucción en imágenes tiene en este caso un valor particular.


Sólo existe una foto del Vel d’Hiv en los días de la redada, un plano oscuro de los autobuses aparcados junto al edificio y la silueta de un hombre que pasa en su bicicleta. La ausencia de imágenes indica que el genocidio no puede ser filmado. No sólo en el sentido de la reflexión de Primo Levi (nada más que los muertos podrían contarlo), sino también por la evidencia de que las cámaras son un arma de defensa masiva. La película, según buena parte de la crítica, es útil, aunque torpe y escolar y cargada de alguna escena peligrosamente pintoresca como las que protagoniza un Hitler de cartón. En otoño se estrenará en España.

Los franceses han tardado en encararse con el Vel d’Hiv. La imagen de su complicidad con los nazis destruía el mito de la Resistencia. La complicidad no se redujo a la actuación de la policía. Aquel verano, la mayoría de los habitantes de París miró hacia otro lado, como sucedió en tantas ciudades alemanas. Medio siglo después todos han conseguido mirar en la misma dirección: hacia ese no lugar miserable y tristísimo junto al quai de Grenelle. Una memoria. La que no dejan las guerras civiles, lo sabes, cuya memoria no cierra nunca.

Sigue con salud


ARCADI ESPADA

20/03/10

EL RECONOCIMIENTO DE UN FRACASO


La bronca entre norteamericanos e israelíes a propósito de la comunicación de nuevas edificaciones en asentamientos sitos en Cisjordania en plena visita del vicepresidente Biden a Israel, ha provocado, como era de esperar, innumerables comentarios. Sin embargo, lo que a mí personalmente me ha sorprendido ha sido el hecho de que algunos analistas hayan aprovechado la oportunidad para ir más allá del estado de las relaciones entre ambos Estados, apuntando a una evaluación del año largo de presidencia Obama en política exterior. Tiene sentido, porque el vínculo entre Israel y Estados Unidos va mucho más allá de lo bilateral. Israel es el Estado democrático que se encuentra en primera línea frente a los grandes problemas de nuestro tiempo: acceso a los recursos energéticos, islamismo, terrorismo jihadista y proliferación de armas de destrucción masiva. Los intereses son comunes, las respectivas opiniones públicas así lo entienden y sus elites políticas dan por sentada la necesidad de una coordinación entre sus respectivas estrategias. Si la confianza se resquebraja es que algo importante está cambiando, como nos recuerda John Bolton desde las páginas del Wall Street Journal.

Netanyahu ve a Obama como un problema para la seguridad de Israel, mientras el presidente norteamericano considera al primer ministro israelí como un estorbo en su política hacia el Mundo Árabe. Cuando esto ocurre es que se ha perdido la sintonía estratégica que ha venido caracterizando la relación entre ambos países durante años, tema al que he hecho referencia en anteriores artículos y que nos proporcionará nuevas ocasiones para la reflexión.

Obama representa un importante cambio ideológico en la política norteamericana, con su lógica repercusión en la diplomacia. Pero lo que subrayan hoy los comentaristas no es tanto su ideología como su incompetencia. Veamos dos ejemplos interesantes por su autoridad y complementariedad. El semanario alemán Der Spiegel, que es diario en su versión online, ha publicado un largo artículo firmado por tres miembros de la redacción, analizando los objetivos y logros de la renovada diplomacia obamita. Desde el Washington Post un clásico del análisis de política internacional, Robert Kagan, centra su columna mensual en el mismo tema. Los primeros representan el pensamiento progresista europeo. El segundo es un conservador norteamericano. Unos y otro coinciden en lo fundamental: Obama ha dado un giro a la política exterior norteamericana, ha planteado nuevas vías de solución de viejos problemas... pero hasta la fecha sólo ha cosechado fracasos.

Las relaciones entre Israel y Estados Unidos no pueden ir bien desde el momento en que Obama ha hecho concesiones excesivas al Mundo Árabe y trata de que Israel siga el mismo sendero, abandonando el principio establecido ya en la Resolución 242 por el que las partes deben avanzar al mismo ritmo. No puede haber confianza cuando Obama se comprometió a impedir que Irán accediera al armamento nuclear y ni ha movido ficha ni se espera que lo haga. Todo apunta a que su Administración da por sentado que Irán se convertirá en una potencia nuclear y, haciendo de la necesidad virtud, trata de aprovechar el miedo árabe al hegemonismo persa para aumentar su influencia en la región.

Allí donde Obama ha intentado dar una lección de cómo su nueva diplomacia es capaz de resolver viejas tensiones, allí ha cosechado un soberbio fracaso. Así ha ocurrido con viejos rivales, como Rusia o China. Así está sucediendo con potencias proliferadoras, como Irán o Corea del Norte. En América Latina ha hecho el ridículo. En Europa ha pasado de despertar pasiones a convencer de la inevitabilidad de la deriva continental. En Asia ha logrado que los indios consideren que Estados Unidos no es un socio serio y en Japón la situación es tragicómica, aunque aquí las responsabilidades están compartidas. Los diplomáticos árabes no ocultan su disgusto y, como sus vecinos israelíes, acusan a Obama de haberles mentido en la cuestión iraní.

Obama ha dañado seriamente la autoridad de Estados Unidos en el mundo. Hay quien piensa, como yo, que sus posiciones ideológicas son una amenaza. Pero, sobre todo, Obama es un incompetente, alguien que confunde sus deseos con la realidad, un dirigente cuya autoestima le lleva a despreciar tanto la experiencia de años como el consejo de quien sabe.


FLORENTINO PORTERO