27/03/10

ONDE ESTÁ A IMPRENSA?

MAS NÃO SABEM QUE TODA ISRAEL É UM ASSENTAMENTO?

Shamir Salads, uma companhia israeli ubicada no West Bank, está distribuíndo os seus produtos em Europa utilizando um endereço falso no occidente da Linha Verde –violando ssim um acordo entre Israel e a União Europeia.

A semana passada, uns activistas judeus entregaram à organização esquerdista Gush Shalom uma etiqueta das latas de hummus que comercializa Shamir Salads e que adquiriram em La Haya. A lata leva um endereço pertencente a Kiryat Ata e um número de telefone da área de Tel Aviv.

O sítio em internet da companhia, sem embargo, sinala quese pode contactar com eles em Shamir Salads, 2006 ltd. P.O. Box 5, área industrial de Barkan. Gush Shalom acusa à companhia de enganar tanto às autoridades fiscais europeias como aos consumidores –que não são devidamente informados de que estám adquirindo um produto elaborado nos assentamentos.

Bem. Ante tudo, o nosso direito a residir e edificar no território vem legitimado pelo artículo nº 6 do Mandato, que garante “que os judeus se assentem no território, incluíndo as terras estatais que não tenham utilidade pública”.

“Territórios”. Não “país”. E sem importar sob que tipo de regime político –Mandato, Estado, autonomia.

E em segundo lugar, a propaganda árabe refere-se à totalidade de Israel como um conglomerado de assentamentos.


YISRAEL MEDAD

26/03/10

שַׁבָּת שָׁלוֹם

JERUSALÉM? NOT, YOU CAN'T

EE UU FINANCIA A LOS ENEMIGOS DE ISRAEL

«El programa más estúpido que el gobierno estadounidense ha emprendido nunca» es como llamé el año pasado a los esfuerzos estadounidenses por mejorar la capacidad militar de la Autoridad Palestina (AP). Ligeramente exagerado, sí, pero la descripción se ajusta porque esos esfuerzos mejoran la capacidad de combate de los enemigos de EE UU y de su aliado israelí. Poco después de que Yasser Arafat falleciera a finales de 2004, el gobierno de EE UU creó la Oficina del Coordinador de Seguridad para reformar, reclutar, entrenar y equipar a las milicias de la AP y hacerlas políticamente justificables. Durante casi toda su existencia, la oficina ha estado dirigida por el Teniente General Keith Dayton. Desde 2007, el contribuyente estadounidense la ha financiado a un ritmo de 100 millones al año. Muchas agencias del gobierno estadounidense han participado en el programa, entre ellas la Oficina de Seguridad Diplomática del Departamento de Estado, el servicio secreto o ramas del ejército.

La milicia de la AP tiene alrededor de 30.000 efectivos, de los cuales cuatro batallones de 2.100 soldados han superado el control por no tener vínculos terroristas ni antecedentes delictivos y se han sometido a 1.400 horas de entrenamiento en unas instalaciones estadounidenses en Jordania. Allí estudian materias que van desde tácticas de incursión a pequeña escala e investigaciones forenses a primeros auxilios y derechos humanos.

Con el permiso de Israel, estas tropas se han desplegado en zonas de Hebrón, Jenín y Nablús. Hasta el momento, este experimento ha salido bien, lo que despierta la admiración generalizada. El Senador John Kerry llama al programa «muy alentador», y Thomas Friedman descubre en las tropas de entrenamiento estadounidenses un posible «socio de paz palestino para Israel» tomando forma. Mirando al futuro, sin embargo, predigo que esas tropas serán probablemente más un rival de guerra que un socio de paz para Israel. Considere el probable papel de las tropas en varios escenarios:

No hay Estado palestino: Dayton en persona advierte «grandes riesgos», lo que probablemente significa que sus tropas recién formadas empezarán a dirigir sus habilidades militares contra Israel.
Hay Estado palestino: si la AP se convierte en Estado, es seguro que va a perseguir su objetivo histórico, sólo que ahora estará equipada con un arsenal a estrenar y efectivos entrenados por los americanos.

La Autoridad Palestina derrota a Hamás: si la AP prevalece sobre Hamás, incorporará a los efectivos de Hamás en su propia milicia y a continuación ordenará a sus tropas combinadas atacar Israel.

Hamás derrota a la AP: si la Autoridad Palestina sucumbe a Hamás, absorberá la menor parte de los «hombres de Dayton» en su propia milicia y los desplegará en un esfuerzo por eliminar al Estado judío.

Hamás y la AP cooperan: se agitaría el fantasma de que las fuerzas entrenadas por EE UU y Hamás coordinen ataques contra Israel. Cuando eso suceda, Dayton y los genios que de forma idealista amasan las fuerzas del enemigo de Israel se encogerán de hombros y dirán: «Nadie podría haber previsto este resultado».

El proceso de Oslo de 1993 no puso fin a la intención de los dirigentes palestinos de eliminar a Israel.


DANIEL PIPES

25/03/10

ISRAEL COMO CHECOSLOVÁQUIA


A crise não é só entre a Administração Obama e Israel. Por uma curiosa coincidência, o Governo do Reino Unido tem-se sumado à aposta contra o seu único amigo e aliado no Meio Leste. Primeiro os obamitas deliberada e gratuitamente amplificaram o assunto menor dos permisos de construcção israelis para além da linha verde em Jerusalém –numa zona judia que se acha no meio doutras áreas judias- convertendo-o num processo a grande escala contra Israel, e provocando a pior crise entre os EEUU e Israel desde há três décadas. Depois, o Embaixador de Israel no Reino Unido foi chamado a consultas pelo Foreign Office comunicando-se-lhe que, para fazer patente o enfado britânico pelo suposto roubo do Mossad das identidades  duns cidadãos britânico-israelis com a finalidade de matar ao terrorista de Hamas Mahmoud al Mabhouh em Dubai o passado mes de Janeiro, um diplomático israeli –supostamente vinculado ao Mossad- ía ser expulsado da Grande Bretanha.

A palavra “desproporcionado” vem-se-nos à mente.

Aínda há demassiadas coisas sobre a morte de Mabhouh que ficam sem diluzidar nem explicar –como o abultado número de agentes (27) presuntamente involucrados no operativo. E Israel não tem confirmado nem negado que o Mossad tivese nada a ver, embora Grande Bretanha afirme que há “razões apremiantes” para acreditar que esteve implicado o uso fraudulento de passaportes bitânicos.

“Razões apremiantes”, eh? Nem uma só prova. Ponto. Mas, quem necessita provas quando, a olhos do Governo britânico, Israel já é culpável a priori? Caberia pensar que a morte dum vil inimigo da humanidade deveria ser causa de discreta satisfacção na luta desesperada que se livra para defender a vida, a liberdade e a justiça contra aqueles que querem destrui-las. Mas resulta que não –como sinala Douglas Murray –, a Grande Bretanha castiga àqueles que estám na fronte de batalha nessa defesa, mentres permite livre circulação –por não mencionar as plataformas públicas e inclusso o labor governamental- àqueles juramentados na destrucção da Grande Bretanha, Israel e o mundo livre.

Segundo eu o entendo, roubar umas identidades nuns passaportes é uma táctica comum em grande parte das agências de inteligência –por exemplo no M16. Isto sempre e quando, claro está, realmente tivessem sido roubadas tal e como afirma crfipticamente Miliband –algo que para uma servidora está muito longe de ser provado. Os proprietários dos passaportes não tiveram nada a ver com a morte de Mabhouh. Mas se as suas identidades foram clonadas, isso por sim mesmo não prova nada para além do simples facto.

Certamente, aínda tendo sido roubados e as vidas desses cidadãos britânico-israelis postas remotamente em risco, caberia agardar um toque de atenção por parte do Governo britânico. Mas expulsar a um membro do corpo diplomático é uma das decisãos mais extremas que um país pode adoptar no terreno da diplomacia. Fazê-lo contra um pretendido aliado sugire que existe uma séria fractura na sua relaão, muito para além do desgosto provocado pelo tal incidente. Aínda mais, fazê-lo tras toda uma série de actos hostis contra Israel por parte do Governo britânico –como tomar partido a favor de Hamas na guerra de autodefesa israeli, forçar um embargo aos barcos de guerra israelis, incitar um boicote económico contra os produtos israelis procedentes dos territórios em desputa, rechaçar votar em contra do grotesco Informe Goldstone-, sugire que forma parte duma estudada estratégia de arrojar a Israel baixo as rodas do autobus.

E fazê-lo mentres a crise entre Israel e os EEUU aínda está latente, sugire que Hillary Clinton tem estado quentando-lhe a orelha ao seu colega David Miliband, entanto Gordon Brown segue duvitativo o passo que marca Obama na causa comum de deslegitimação de Israel arrojando-a às fauces dos genocidas lobos islâmicos.


Os problemas surgem uma e outra vez entre os bons amigos e entre os países aliados. A pesar da sua relação especial, os EEUU e o Reino Unido têm mantido diferenças com freqüência. Mas os amigos e os aliados, geralmente, procuram limar os pontos de fricção. De facto, isto é o que valida o seu vínculo. Doutra banda, quando um amigo ou um aliado permite que o desacordo vaia em aumento até provocar uma crise ou prender o fogo, isso vaticina que já não serão amigos ou aliados por demassiado tempo.

Lembremos a Jacques Chirac, Presidente da França entre 1995 e 2007, que, numa visita de Estado a Israel em 1995, converteu um malentendido menor com a escolta de seguridade israeli na Cidade Velha num altercado entre ambos países. Chirac provocara umas desculpas absolutamente inecessárias do daquela Primeiro Ministro Netanyahu. Tal actitude simplesmente antecedia o que haveria de se passar: o alinhamento de Chirac com Yasser Arafat e personagens semelhantes no Meio Leste.

O antigo Primeiro Ministro israeli Ariel Sharon protestou em certa oportunidade –ante o escândalo diplomático geral- advertindo que Israel não estava disposta a jogar o papel de Checoslováquia nos anos trinta. Seria terrível que a repetição desse catastrófico episódio fosse o que tivessem em mente os governos dos EEUU e o Reino Unido.

Os sinais procedentes das Administrações do Reino Unido e dos EEUU não podem ser mais claros. Medntres Iran acelera para obter  sua bomba genocida, Obama e Miliband preparam-se para abandoar à sua vítima putativa –e, de passo, aos seus próprios países- mentres se arrastam ante os inimigos da civilização. A deslegitimação sistemática de Israel tem resultado exitosa entre a opinião pública –na Grande Bretanha, quando menos- asumindo-se como lógica a aniquilação daqueles que apenas querem que se lhes permita viver em paz no seu fogar histórico. Mentres o linchamento de Israel segue o seu curso, quem de entre o establishment político estadounidense e britânico erá a integridade e a valentia de erguer-se e proclamar: “Não no meu nome”?


MELANIE PHILLIPS

OBAMA NÃO ACREDITA EM NETANYAHU

A viagem de Bibi aos EEUU viu-se empanhada por outro “despiste”: a municipalidade de Jerusalém aprovou a construcção de 20 apartamentos para judeus em Shimon HaTzadik.

Mas, por que haveria de ser um “despiste”? Netanyahu tem declarado em inumeráveis ocasiões que Israel nunca deterá a construcção em Jerusalém. A histérica reacção da Casa Branca ao referido anúncio só tem sentido se consideramos que são conscentes de que a retórica de Netanyahu é falsa e, na realidade, agardam de ele que mande imponha um congelamento da construcção em Jerusalém.

Segundo um portavoz da Casa Branca, Tommy Vietor, a construcção judia em Jerusalém é “perjudicial para o processo de paz”.

Certo. Na mesma medida em que a presença judia em Israel.

COMPLOT OBAMA/LIVNI?


Por duas vezes no transcurso de duas semanas, as relações entre os EEUU e Israel têm-se posto tensas no momento em que os mass media israelis publicaram notícias de carácter técnico relativas a projectos em marcha destinados a construir em Jerusalém Leste –primeiro em Ramat Shlomo, e depois no solar do Hotel Shepherd. Em ambos casos, as filtrações produziram-se mentres o Primeiro Ministro israeli, Binyamin Netanyahu se disopunha a reunir-se com as duas principais magistraturas dos EEUU: o Vicepresidente Joe Biden, no primeiro caso, e o Presidente Barack Obama, no segundo.

Alguns analistas acreditam que isto não pode ser uma mera coincidência, e as teorias da conspiração começam a aflorar. Um meio escrito denuncia um complot entre Obama e a dirigente da oposição Tzipi Livni (Kadima). Outra fonte jornalística, culpa a Arnon Moses proprietário do “Yediot Ahronot” e do sítio de notícias online Ynet.

Ammon Lord, editor do jornal de orientação nacionalista “Makor Rishon”, sinalou num artigo em primeira plana o passado venres, que Jeffrey Gldberg do ”Atlantic Monthly”, meio escrito próximo à Administração Obama, apostou rotundamente que Obama estava detrás da filtração –sobre a construcção de 1.600 apartamentos em Ramat Shlomo- que pretendidamente colheu por surpresa à Administração dos EEUU e tanto os fixo enfurecer.

Obama não pretende destruir as relações dos EUU com Israel; apenas intenta promover a campanha de Tzipi Livni para ocupar o posto de Primeiro Ministro ou, uando menos, para a sua inclusão num Governo de ampla base centrista”, escreveu Goldberg. “O objectivo”, continuava explicando, “não é outro que forçar a ruptura da coaligação de Governo, o qual obrigaria a Netanyahu a dar entrada ao partido centrista Kadima, de Tzipi Livni (…) conformando uma ampla maioria de 68 escanos na Knesset, que não teria que depender dos votos duns gángsters, messiânicos e medievais”.

Sob o titular “O Profeta Yoel”, Lord sinalava também que a rádio governamental Reseht Bet gravara ao membro da Knesset Yoel Hasson, homem próximo a Livni, predizendo misteriosamente uma semana antes da chegada de Biden a Israel que “nas semanas vindeiras ficará claro o débeis que são as relações ente Netanyahu, Europae os EEUU”.

Ao ser perguntado, tras o incidente com Biden, como fora capaz de predizer a crise que se vizinhava, Hasson apenas “sorriu misteriosmente”.

A conclusão de Lord: o assunto foi preparado com a ajuda de Kadima.

Mentres, o concelheiro de Jerusalém, Elisha Peleg, sugeriu que a Agência de Seguridade Israeli (o Shin Bet) deveria  emprender uma investigação para determinar responsabilidades na filtração da notícia aos titulares dos jornais justo no momento em que se produziu. “Eu pediria à ISA que averiguasse quem são esses que acreditam que os interesses dos palestinianos estám por diante dos interesses dos israelis”, manifestou à rádio das IDF, assegurando que se trata dum claro caso de “traição”.

A Municipalidade de Jerusalém emitiu uma nota afirmando que o informe relativo ao Hotel Shepherd foi “distorsonado” e “sacado à luz com a só intenção de agir como provocação coincidindo com a estância do Primeiro Ministro Netanyahu em Washingon”.

O plano já fora aprovado em Julho de 2009 pelo comitê local” sinala a Municipalidade. “A sua aprovação foi feita pública naquele mesmo momento. Os proprietários do terreno pagaram as taxas o 15 de Março deste ano, e a aprovação tomou forma automaticamente a partir dessa data”.

O Ministro de Protecção Medioambiental, Gilad Erdan (Likud), manifestou também que a filtração deste passado martes foi parte duma “trama da esquerda”. Qualificou-na como “verborrea sem fundamento que alguns elementos da esquerda tratam de utilizar para lixar o nome de Netanyahu, inclusso a costa dos nossos vínculos com os EEUU”.

News1, um sítio web de notícias propriedade dum jornalista independente em meteórico ascenso, Yoav Yitzchak, tem a sua própria teoria no que respeita a estas embaraçosas filtrações. Ele aponta que a filtração do Hotel Shepherd fora previamente publicada em Ynet, e cita fontes políticas da sua absoluta credibilidade que estimam que Arnon Moses estaria tratando de botar abaixo o Governo de Netanyahu. Moses está no meio duma guerra mediática contra um novo rival impresso, o “Yisrael HaYom”, que ameaça seriamente o papel de privilégio do esquerdista Yediot Ahronot no mercado israeli. O “Yisrael HaYom” é propriedade de Sheldon Adelson, considerado próximo a Netanyahu.


GIL RONEN

AJUDAR AOS ÁRABES É A PRIORIDADE NACIONAL JUDIA

O Ministro de Seguridade Pública, Yitzhak Aharonovitch (Israel Beiteinu), que habitualmente se conduz como um patriota sensato, anunciou a “prioridade nacional” do corpo de polícia: combater o crime nos bairros árabes.

O crime nesses vizindários é, sem dúvida, rampante. Mas por que motivo haveriam os contribuíntes judeus, que respeitam as leis, sufragar o tremendo custe financeiro que supõe obrigar a que se cumpra a lei entre os árabes? Se lhes gosta assassinar-se e roubar-se uns aos outros, que o fagam.

Para além disso, o plano ministerial resultará inútil: a polícia só se atreve a entrar nos bairros árabes a bordo de veículos blindados, que são habitualmente recebidos com uma chuva de pedras e cócteis molotov no momento em que intentam deter aalgum dos gángsters dessas vilas.

PUBLICIDADE JUDEÓFOBA PAGADA PELA UNICEF


Sucede cada mes de Outubro, milhões de rapazes nos EEUU disfarçados e indo de porta em porta pedindo doces. As nossas casas são assaltadas por grupinhos de pequenos fantasmas, trasgos, Batmans e Peter Pans. Muitos dos que chamam à nossa porta recaudam esmola para uma organização que financia as actividades terroristas e ánti-semitas. Essa organização, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) é identificável pelas pequenas caixas de cor laranja que entregam às crianças para que recolectem uns peniques.

O que a maioria da gente desconhece é que parte do recaudado pela UNICEF serve para financiar projectos como os Campus de Verão Palestinianos, que adoutrinam aos rapazes para chegar a ser terroristas suicidas, editar literatura ánti-semita, ou a redacção de material louvando o regime de Corea do Norde. Em ressumo, que esses peniques vam destinados a apoiar o terrorismo e o ódio.

Hoje temos um novo exemplo. Palestinian Media Watch (PMW) tem descoberto um anúncio promovendo publicidade ánti-semita sob o logo de UNICEF duma ONG que desfruta do apoio desta agência da ONU. O anúncio pertence a uma organização juvenil da Autoridade Palestiniana chamada PYALARA (Associacção Juvenil Palestiniana para o Liderádego e a Activação de Direitos), financiada pela UNICEF. Promove um show televissivo criado pela PYAARA.

O anúncio amosa um machado destruíndo uma Estrela de David. A grande Estrela de David que é destruída vai decorada com barras e estrelas, presumivelmente representando os EEUU, e uma pequena Estrela de David adicional –tema recorrente nas bandas dsenhadas ánti-semitas que insinuam o controlo judeu dos EEUU. No machado que destrui a Estrela de David figura a palavra “Boicote!”.

Este anúncio é um exemplo mais do uso fraudulento dos fundos da ONU. Um anúncio duma orgaização juvenil palestiniana, PYALARA, que está financiada pela UNICEF, amosa um machado destruíndo uma Estrela de David. O logo da UNICEF vai à direita do anúncio [ver image]. A grande Estrela de David que está sendo destruída inclui debuxos de barras e estrelas, que representam os EEUU, e uma Estrela de David suplementária.

A organização PYALARA vem sendo financiada pela UNICEF desde o ano 2.000: “PYALARA te sidoi eligida pela UNICEF como o seu sócio estratégico preferencial em Palestina” [PYALARA website].

Sabemos que a Autoridade Palestiniana está vinculada a grande número de acordos que proíbem o boicote a Israel. Mas fazemos um chamamento à juventude, a todos os residentes, a todos os negócios e armazéns, a que boicotem por todos os meios a Israel
[PA TV 21 de Março de 2010]

Mais “PAZ” financiada a cárrego das Nações Unidas, os peniques estadounidenses e os dólares dos contribuíntes dos EEUU.


OS CÁRCERES ISRAELIS SÃO MAIS JUDEUS QUE JERUSALÉM

A Corte Suprema rechazou a petição dum preso árabe que exigia pão levedado durante o Pesaj.

A mesma Corte Suprema autorizou a venda de pão levedado em Jerusalém durante o Pesaj.

24/03/10

DISCURSO DE NETANYAHU ANTE A AIPAC


Membros da Administración Obama, Senadores, Membros do Congreso, ministro da Defensa Ehud Barak, ministro Uzi Landau , embaixador Michael Oren, Howard Kohr, Victor David, Lee Rosenberg Líderes da AIPAC, Señoras e Señores:

Cando o mundo afronta desafíos monumentais, sei que Israel e Estados Unidos van afrontalos xuntos. Estamos xuntos porque estamos guiados polos mesmos ideais e inspirados polo mesmo soño, o soño de alcanzar a seguranza, a prosperidade e a paz. Este soño parecía algo imposíbel para moitos xudeus o século pasado. Este mes, o meu pai conmemorou o seu centésimo aniversario. Cando el naceu, os zares gobernaban Rusia, o Imperio Británico abarcaba todo o mundo e os otomanos gobernaban o Oriente Medio. Durante a súa vida, todos eses imperios desmoronáronse, outros floreceron e sucumbiron, e o destino xudeu pasou da desesperación a unha nova esperanza, o renacemento do Estado xudeu. Por primeira vez en dous mil anos, o pobo xudeu soberano podía defenderse dos ataques. Antes diso, fomos sometidos á incesante barbarie: A carnificina da Idade Media, a expulsión dos xudeus da Inglaterra, España e Portugal, os masacres sanguinarios dos xudeus da Ucraína, os pogroms na Rusia, que culminaron co maior dos males, o Holocausto. A fundación de Israel non interrompeu os ataques contra os xudeus. Limitouse a dar aos xudeus o poder deles propios de defenderen contra aqueles ataques.

Os meus amigos,

Quero falarvos do día en que comprendín a profundidade desa transformación. Foi o día en que coñecín a Shlomit Vilmosh, hai máis de 40 anos atrás. Eu servín con seu fillo, Haim, na mesma unidade de elite do exército. Durante unha batalla en 1969, Haim foi morto por unha rafaga de metralladora. No seu funeral, descubrín que Haim nacera pouco despois que súa nai e o seu pai foran liberados dos campos de morte da Europa. Se Haim nacese dous anos antes aquel coraxoso mozo sería lanzado aos fornos como un millón doutros nenos xudeus. Shlomit, a nai de Haim, dixome entón que estaba angustiada, mais tamén moi orgullosa. Cando menos, dixome ela, o meu fillo caeu vestindo o uniforme dun soldado xudeu defendendo o Estado xudeu. Unha e outra vez, o exército israelí conseguiu repelir os ataques de poderosos inimigo determinados a nos destruír. Cando Exipto e Xordania recoñeceron que non poderían derrotarnos en batalla, adoptaron o camiño da paz. Aínda hai aqueles que continúan a agresión contra o Estado xudeu e abertamente piden a nosa destrución. Eles procuran alcanzar este obxectivo a través do terrorismo, dos ataques de mísiles e, máis recentemente, a través do desenvolvemento de armas atómicas. A reunión do pobo xudeu en Israel non disuadiu a eses fanáticos. Na verdade, iso só ten agudizado o seu apetito. Gobernantes do Iran din que "Israel é país dunha soa bomba". O xefe do Hezbolláh di: "Se todos os xudeus se reúnen en Israel, iso nos aforrará o traballo de perseguíos en todo o mundo".


Os meus amigos,

Estas son realidades desagradabables, mais son a realidade. A maior ameaza para calquera organismo vivo ou nación non é a de recoñecer o perigo a tempo. Setenta e cinco anos atrás, moitos líderes ao redor do mundo puxeron as súas cabezas na area. Incontábeis millóns de persoas morreron na guerra que seguiu. Finalmente, dous dos maiores líderes da historia axudaron a marea a mudar. Franklin Delano Roosevelt e Winston Churchill axudaron a salvar o mundo. Mais era tarde demais para salvar a seis millóns do meu propio pobo. O futuro do Estado xudeu nunca pode depender das boas intencións até mesmo do máis importante dos homes. Israel debe sempre reservarse o dereito de se defender. Hoxe, unha ameaza sen precedentes para a humanidade é inminente. Un réxime radical iraniano con armas nucleares podería traer un fin á era da paz nuclear que o mundo ten gozado nos últimos 65 anos. Ese réxime podería fornecer armas nucleares a terroristas e podería mesmo ser tentado a usalas. O noso mundo nunca máis sería o mesmo. A descarada carreira de Irán para desenvolver armas nucleares é, en primeiro lugar, unha ameaza para Israel, mais tamén é unha grave ameaza para a rexión e para o mundo. Israel espera que a comunidade internacional actúe rápida e decisivamente para impedir ese perigo. Mais sempre nos reservamos o dereito da autodefesa.

Temos tamén de nos defender contra mentiras e difamacións. Ao longo da historia, as calúmnias contra o pobo xudeu sempre precederon as agresións físicas contra nós e foron usadas para xustificar eses ataques. Os xudeus eran chamados de envelenadores da humanidade, fomentadores da inestabilidade e fonte de todo o mal so o sol. Infelizmente, eses ataques caluniosos contra o pobo xudeu tampouco terminaron coa creación de Israel. Por un tempo, o antisemitismo aberto foi colocado en xeque pola vergoña e o choque do Holocausto. Mais só por un tempo. Nas últimas décadas, o odio aos xudeus rexurdiu con forza crecente, mais cunha distorsións insidiosa. Non é só dirixida ao pobo xudeu, cada vez máis contra o Estado xudeu. Na súa forma máis perniciosa, alega que, se Israel non existise, moitos dos problemas do mundo acabarían.

Os meus amigos,

Será que iso significa que Israel está por enriba de calquera crítica? Claro que non. Israel, como calquera democracia, ten súas imperfeccións, mais nós nos esforzamos para corrixílas a través do debate aberto e escrutinio. Israel ten tribunais independentes, Estado de Dereito, prensa libre e un vigoroso debate parlamentario, creanme, é vigoroso. Eu sei que membros do Congreso se refiren un ao outro, como "o meu ilustre compañeiro de Wisconsin ou o senador por California". En Israel, os membros do Knesset non se refiren así aos seus ilustres compañeiros de Kiryat Shmona ou de Beer Sheva. Dicimos: "Ben, vostede non quere saber o que falamos". En Israel, a autocrítica é un modo de vida, e aceptamos que a crítica forma parte da guia de conduta dos asuntos internacionais. Mais Israel debe ser xulgado polos mesmos parámetros aplicados a todas as nacións, e as alegacións contra Israel deben ser baseados en feitos. A alegación pola cal se tenta describir os xudeus como colonizadores estranxeiros na súa propia patria é unha das grandes mentiras dos tempos modernos. Na miña oficina teño un anel con sinete, que me foi prestado polo Departamento de Antiguidades de Israel. O anel foi encontrado xunto ao Muro Occidental, mais remonta hai cerca de 2.800 anos atrás, douscentos anos despois que o rei David transformara Xerusalén na nosa capital. O anel é un selo dun funcionario xudeu, e inscrito en hebraico está o seu nome: Netanyahu. Netanyahu Ben-Yoash. Ese é meu apelido. O meu primeiro nome, Benjamin, remontase a 1.000 anos antes de Benjamin, fillo de Jacob. Un dos irmáns de Benjamin era chamado Shimon, que tamén acontece de ser o primeiro nome do meu bo amigo, Shimon Peres, o presidente de Israel. Cerca de 4.000 anos atrás, Benjamin, Shimon e os seus dez irmáns vagaban polas montañas de Judéa.


Señoras e Señores,

A conexión entre o pobo xudeu e a terra de Israel non pode ser negada. A conexión entre o pobo xudeu e Xerusalén non pode ser negada. O pobo xudeu estivo construíndo Xerusalén 3.000 anos atrás e o pobo xudeu constrúe Xerusalén hoxe. Xerusalén non é un asentamento. É a nosa capital. En Xerusalén, o meu goberno ten mantido as políticas de todos os gobernos israelís desde 1967, incluíndo aqueles liderados por Golda Meir, Menachem Begin e Yitzhak Rabin. Hoxe, case un cuarto dun millón de xudeus, case a metade da poboación xudea da cidade, vive en barrios que están máis alén das liñas de 1949. Todos estes barrios están dentro dunha distancia de cinco minutos de coche da Knesset. Eles son parte integrante e inseparábel da Xerusalén moderna. Todo o mundo sabe que eses barrios serán parte indivisíbel de Israel en calquera acordo de paz. Por tanto, construír neles, de forma algunha exclúe a posibilidade dunha solución de dous Estados.

Nada é máis extraño no Oriente Medio que a tolerancia ás crenzas dos outros. É só baixo a soberanía israelí, en Xerusalén, a liberdade relixiosa para todas as crenzas foi garantida. Mentres queremos a nosa patria, tamén recoñecemos que os palestinos viven alí igualmente. Nós non queremos dominalos. Nós non queremos gobernalos. Nós os queremos como veciños, vivindo en seguranza, dignidade e paz. No entanto, Israel é inxustamente acusado de non querer facer a paz cos palestinos. Nada podería estar máis lonxe da verdade. O meu goberno deu probas do seu compromiso coa paz en palabras e actos. Desde o primeiro día pedimos á Autoridade Palestina que inicie as negociacións de paz sen demora. Eu fago esa mesma petición hoxe. Presidente Abbas, veña a negociar a paz. Líderes que realmente queren a paz deben sentarse fronte a fronte. Naturalmente que os Estados Unidos poden axudar as partes a resolveren os seus problemas, mais non poden resolver os problemas para as partes. A paz non pode ser imposta de fóra. Ela só pode vir a través de negociacións directas nas cales estamos desenvolvendo confianza mutua. O ano pasado, falei dunha visión de paz na cal un Estado palestino desmilitarizado recoñece o Estado xudeu. Así como os palestinos esperan que Israel recoñeza un Estado palestino, nós esperamos que os palestinos recoñezan o Estado xudeu. O meu goberno retirou centenares de controis, barreiras e postos para facilitar o movemento dos palestinos. Como resultado, axudamos a impulsar un boom fantástico na economía palestina (cafeterias, restaurantes, empresas, e até mesmo cinemas multiplex). E anunciamos unha moratoria sen precedentes nas novas construcións israelís en Judéa e Samária. Isto é o que o meu goberno fixo pola paz.

Que ten feito a Autoridade Palestina pola paz? Ben, eles só teñen posto pre-condicións para as negociacións de paz, moven unha implacábel campaña internacional para minar a lexitimidade de Israel, e promoveron o notorio Informe Goldstone, que falsamente acusa Israel de crimes de guerra. Certamente, eles están facendo ben agora no ámbito da ONU o que grotescamente fixeron no Consello dos Dereitos Humanos da ONU. Quero agradecer ao presidente Obama e ao Congreso dos Estados Unidos polos seus esforzos en frustrar esa calúmnia, e pido polo seu continuo apoio.

De forma lamentábel, a Autoridade Palestina tamén continúa o incitamento contra Israel. Algúns días atrás, unha praza pública nas inmediacións de Ramallah recibiu o nome dunha terrorista que matou 37 civís israelís, incluíndo 13 nenos. A Autoridade Palestina nada fixo para impedir iso.

Señoras e Señores,

A paz esixe reciprocidade. Non pode ser unha rúa de sentido único, na cal só Israel fai concesións. Israel está preparado para asumir compromisos necesarios para a paz. Mais esperamos que os palestinos se comprometan tamén. Mais unha cousa que nunca vai se comprometer é a nosa seguranza. É difícil explicar a situación da seguridade de Israel para alguén que vive nun país con 500 veces o tamaño de Israel. Mais imaxinen os Estados Unidos enteiros comprimidos no tamaño de Nova Jersey. Axiña, poña na fronteira norte de Nova Jersey a un representante terrorista de Irán chamado Hezbolláh, que dispara 6.000 foguetes contra ese pequeno Estado. Imaxinen entón que este axente terrorista acumulou máis de 60.000 mísiles para lanzar sobre vostede. Espere. Ainda non terminei. Agora, imaxinen na fronteira sur de Nova Jersey outro axente terrorista iraniano chamado Hamas. El tamén lanzou 6.000 foguetes contra o seu territorio, mentres contrabandea armas aínda máis letais ao seu territorio. Vostedes non pensan que se sentirían un pouco máis vulnerábeis? Vos pensades poderían esperar algunha comprensión da comunidade internacional cando se defenderen?

Un acordo de paz cos palestinos deben incluír medidas de seguranza eficaces na rexión. Israel precisa se certificar de que o que sucedeu no Líbano e en Gaza non volva a acontecer na Cisxordania. O principal problema da seguranza de Israel co Líbano non é súa fronteira co Líbano. É a fronteira do Líbano coa Siria, a través da cal Irán e Siria contrabandean decenas de miles de armas ao Hezbolláh.

O principal problema da seguranza de Israel con Gaza non é súa fronteira con Gaza. É a fronteira de Gaza con Exipto, na cal cerca de 1.000 túneles foron cavados para contrabandear armas. A experiencia ten demostrado que só a presenza israelí no local pode impedir o contrabando de armas. É por iso polo que un acordo de paz cos palestinos debe incluír unha presenza israelí na fronteira oriental dun futuro Estado palestino. Se a paz cos palestinos verifica a súa durabilidade ao longo do tempo, poderemos revisar os acordos de seguranza. Estamos dispostos a asumir riscos para a paz, mais non seremos irresponsábeis coa vida da nosa poboación e a vida do primeiro e único Estado xudeu.


Señoras e Señores,

O pobo de Israel quere un futuro no cal nosos fillos xa non proben os horrores da guerra. Queremos un futuro no cal Israel realice todo o seu potencial como un centro global de tecnoloxía, ancorado nos seus valores e viva en paz con todos os seus veciños. Eu presinto un Israel que pode dedicar aínda máis os seus talentos creativos e científicos para axudar a resolver algúns dos grandes desafíos da actualidade, antes de todo, encontrar un substituto limpo, accesíbel e máis barato para a gasolina. E cando encontrarmos esa alternativa, imos parar de trasladar centenares de billóns de dólares para réximes radicais que apoian o terror. Estou seguro de que na persecución destes obxectivos, temos a amizade duradeira dos Estados Unidos da América, a maior nación da terra. O pobo americano ten sempre demostrado a súa coraxe, a súa xenerosidade e a súa decencia. Dun presidente para o seguinte, dun Congreso para o subsequente, o compromiso dos EUA coa seguranza de Israel foi firme. O ano pasado, o presidente Obama e o Congreso norteamericano deron significado a esa promesa, fornecendo asistencia militar a Israel, permitindo exercicios militares conxuntos e traballando xuntos na defensa antimíseis. Así tamén Israel ten sido un aliado leal e firme dos Estados Unidos. Como dixen o vicepresidente Biden, América non ten mellor amigo na comunidade das nacións que Israel. Durante décadas, Israel serviu como un baluarte contra o expansionismo soviético. Hoxe, está axudando a América a conter a onda militante do islamismo. Israel comparte cos Estados Unidos todo o que sabe sobre como combater un novo tipo de inimigo. Intercambiamos informacións de intelixencia. Cooperamos en moitos outros campos dos cales eu non podo divulgar. Esta cooperación é importante para Israel e está axudando a salvar vidas americanas. Os nosos soldados e os seus soldados loitan contra inimigo fanáticos que detestan os nosos valores comúns. Aos ollos deses fanáticos, somos vós e vós estades connosco. Para eles, a única diferenza é que vós sodes moi grandes e nós somos moi pequenos.

Vós sodes o Grande Satán e nós somos o Pequeno Satán. Ese odio fanático pola civilización occidental antecede o establecemento de Israel por máis de mil anos. Os militantes islámicos non odian o Occidente por causa de Israel. Eles odian a Israel por causa do Occidente, porque consideran a Israel como un posto avanzado da liberdade e da democracia, que impide que rebasen Oriente Medio. É por iso polo que cando Israel está contra os seus inimigo, está contra os inimigo de América.

O presidente Harry Truman, o primeiro líder en recoñecer a Israel, dixo: "Eu teño fe en Israel e eu creo que el terá un futuro glorioso, non só como outra nación soberana, mais como unha personificacións dos grandes ideais da nosa civilización".

Os meus Amigos,

Estamos reunidos aquí hoxe porque cremos nos ideais comúns. E por causa deses ideais, estou seguro de que Israel e os Estados Unidos de América estarán sempre xuntos.


BINYAMIN NETANYAHU

O LINCHAMENTO DE NETANYAHU, OREN E ISRAEL

Comentando a “bronca com Biden” da semana passada, o Presidente Obama afirmou que não havia “crise” engtre os EEUU e Israel, que a iniciativa do Ministro de Interior israeli apenas fora “desafortunada”, e que “o Primeiro Ministro Netanyahu reconheceu-no assim e se desculpou”. Seguro? Daquela por que a Administração dos EEUU montou semelhante alboroto todos estes dias, toda vez que Netanyahu já se desculpara formalmente? Por que a Administração seguiu afirmando que o Governo de Israel –não o Ministro do Interior- insultara aos EEUU? E por que a Administração chegou ao extremo de chamar a consultas ao Embaixador israeli em Washington para dar-lhe uma reprimenda, um duríssimo gesto sem precedentes nas relações diplomáticas, especialmente entre países amigos?

Repassemos os factos. O Vicepresidente Joe Biden aterrizou em Israel o 8 de Março pela tarde. O ambiente era imelhorável. Todos, tanto por parte israeli como norteamericana, lembravam que Biden, na sua anterior etapa, sendo aínda senador, fora um dos mais fidedignos amigos de Israel no Capitólio.

O 9 de Março transcorreu igualmente de maneira idílica. Quer dizer, até as 6 da tarde. A partir daí, salta a notícia, procedente de fontes do Ministério do Interior: Israel dispõe-se a construir 1.600 apartamentos em Ramat Shlomo, um bairro do norde de Jerusalém que a Administração Obama considera parte de Jerusalém Leste, quer dizer, “um território palestiniano ocupado”. (As anteriores Administrações dos EEUU tiveram diversas posições sobre Jerusalém Leste: aquelas partes da cidade que eram terra de ninguém ou que estiveram baixo a ocupação jordana até 1967. Mas geralmente coincidiam em que o seu estatuto legal definitivo estava aínda por decidir, e deveria ser estabelecido nas negociações entre israelis e árabes, ou entre israelis e palesinianos).

Semelhava uma patochada israeli, ou inclusso uma provocação, toda vez que Netanyahu aceitara a petição de Obama, uns seis meses antes, de congelar durante uns meses a construcção de assentamentos no West Bank –aínda que não em Jerusalém Leste. Biden insistia no das desculpas. Netanyahu amosava-se ansioso por deixar aparcado o incidente –ele e a sua dona supunha-se que tinham que receber aos Biden essa mesma noite para cear- e desculpou-se uma e outra vez com ele.

Sem embargo, ficou imediatamente claro que não havia decisão alguma por parte israeli de expandir Ramat Shlomo. O Primeiro Ministro israeli não aprovara semelhante decisão. O Ministro do Interior israeli –Eli Yishai, do Partido ortodoxo sefardi Shas- também não o figera. Só existia uma luz verde, a um nível burocrático muito inferior no Ministério, de revisar um projecto de edificação, sem nenhum tipo de implicação governamental aínda. Lara Friedman, uma analista que trabalha para Americans for Peace Now, um grupo activista que se opõe a qualquer tipo de assentamento israeli para além da linha verde anterior a 1967, manifestou:

Tudo isto tem sido considerado por muitos como uma bofetada deliberada no rosto do Vicepresidente Biden por parte do Governo de Israel. Os factos são menos evidentes. Desde o nosso ponto de vista semelha quase comprovado que o Primeiro Ministro Netanyahu não sabia nada do plano nem fora advertido que seria tomado em consideração e aprovado para a sua revisão pública nesse momento. Igualmente, este não é o tipo de coisas que dependam da autoridade do Alcaide (de Jerusalém) Barkat. Se o momento de fazê-lo público foi deliberado, daquela a culpa é mais bem do Ministro do Interior, Eli Yishai (Shas) ou dalgum mando intermédio da burocracia do Ministério do Interior”.

Friedman acrescentou:

Deveria-se sublinhar que este é um plano do Governo, não um plano privado. O que significa que o Governo tem o controlo ao 100% de se o plano vai para adiante. O Governo poderia retirar o plano em qualquer momento, se quiger fazê-lo. Em circunstâncias semelhantes é o que em 1995 o Primeiro Ministro Rabin fixo, precisamente”.

Poderiamos ter agardado que a Administração Obama se desse por satisfeita com as desculpas de Netanyahu, ou que, quado menos, prestasse certa atenção ao informe de Americans for Peace Now. Em vez disso, incrementaram os ataques contra Netanyahu e contra Israel. E isto é o que converte toda esta história em algo verdadeiramente asombroso.

Os problemas surgem uma e outra vez entre os bons amigos e entre os países aliados. A pesar da sua relação especial, os EEUU e o Reino Unido têm mantido diferenças com freqüência. Mas os amigos e os aliados, geralmente, procuram limar os pontos de fricção. De facto, isto é o que valida o seu vínculo. Doutra banda, quando um amigo ou um aliado permite que o desacordo vaia em aumento até provocar uma crise ou prender o fogo, isso vaticina que já não serão amigos ou aliados por demassiado tempo.

Lembremos a Jacques Chirac, Presidente da França entre 1995 e 2007, que, nuyma visita de Estado a Israel em 1995, converteu um malentendido menor com a escolta de seguridade israeli na Cidade Velha num altercado entre ambos países. Chirac provocara umas desculpas absolutamente inecessárias do daquela Primeiro Ministro Netanyahu. Tal actitude simplesmente antecedia o que haveria de se passar: o alinhamento de Chirac com Yasser Arafat e personagens semelhantes no Meio Leste.

Está claríssimo que se tem producido um intento, nalgum escalafão muito alto da Administração Obama, de tirar um benefício político do anúncio de Ramat Shlomo. E quizá de aproveitar tal anúncio, em primeiro lugar. Analisemos: a gente do Shas foi talvez responsável do equívoco comunicado procedente do Ministério do Interior o dia 9 de Março; mas não esqueçamos que existem muitos burócratas de esquerda em quase todas as escalas de Israel, e pode que alguns de eles desejassem promover algo que poderia aparecer como uma provocação de Netanyahu –já for por iniciativa e cálculo próprios, ou a petição de amigos estadounidenses ou europeus activos no movimento pro-palestiniano. A gente pode ser manipulada de muitas formas. Alguns podem ser comprados com dinheiro, ou honras, ou com a vanaglória acedêmica. Muitos estám decididos a desfogar-se na sua ideiosincrásia. Existe um algo muito veloz e de gatilho rápido na maneira em que o Vicepresidente Biden e a Secretária de Estado, Hillary Clinton, atacaram a Netanyahu como para descartar essa especulção às primeiras de câmbio.

Igualmente humilhante resultou, nesse sentido, a pouco protocolária chamada a consultas doi Embaixador israeli Michael Oren, um historiador de primeira linha que tem escrito extensamente sobre a Guerra dos Seis Dias e os antigos interesses dos EEUU no Meio Leste, e que é provavelmente o melhor advogado dos seus interesses que Israel poida ter hoje nos EEUU. Tratá-lo como se for o enviado dum Estado bananeiro não pode ser algo casual. Evidentemente, o que a Administração Obama tinha em mente era despojá-lo de boa parte da sua autoridade natural e carisma.

Accidental ou premeditado, o linchamento de Netanyahu, Israel e Oren provavelmente teve algo a ver com a Conferência da AIPAC que haveria de ter lugar entre o 21 e o 23 de Março. A maioria dos judeus estadounidnses –o 77% deles- votou por Barack Obama em 2008. Muitos perguntam-se hoje se figeram o correcto. Os desacordos podem conduzir ao desafecto, uma perspectiva nada boa num ano de eleições em outono. E velaí a solução: converter a Netanyahu num mero provocador que insulta aos EEUU, e a Obama nuym genuíno amigo de Israel.

Porém, a minuciosa operação semelha ter saltado pelo ar. Quanto mais a gente dá voltas à questão, mais evidente lhes resulta que é Obama quem tem insultado a Israel –e ao povo norteamericano. Não ao revês. Obama estava agora ansioso de encontrar-se com Netanyahu no marco na Conferência da AIPAC. Todo um câmbio de actitude em apenas uma semana.


MICHEL GURFINKIEL

JERUSALÉM, ESTE É O MOMENTO!


Este é o momento de falar bem alto, para todos aqueles que acreditam que os judeus têm direito à mesma liberdade, liberdade nacional, civil e religiosa, que qualquer outro povo a ter o seu lugar no mundo, incluíndo o direito a viver onde queiram em Jerusalém, a capital eterna do Judaísmo. Este é o momento no que sugerir, exigir ou inclusso aceitar algo por debaixo de isso é apoiar abertamemnte a persecução religiosa contra os judeus.

O insulto do que acusa ao Estado Judeu a actual Administração dos EEUU, por desafiar com o projecto de construir fogares para os judeus num bairro judeu, a escasos metros do lugar mais sagrado para o Judaísmo, o Monte do Templo, e por levar a cabo esse desafio aproveitando a visita a Israel do vicepresidente dos EEUU, Joe Biden, tem sido amplamente tergiversado e constitui, em sim mesmo, uma afrenta. A expressão pública desse “insulto” não deixa de ser, assimesmo, outra forma de pressionar injustamente ao Governo de Israel.

O insulto provém paradoxalmente dos que se sintem insultados. Provoca-nos uma especial consternação por proeder daqueles que se dizem aliados de Israel, e que pretendem impôr esta política de intolerância religiosa com ameaças de suspender oficialmente o apoio diplomático e militar.

Sejamos claros: as únicas desculpas deveriam proceder daqueles que intentam proibir aos judeus edificar fogares e viver em quaisquer bairros de Jerusalém, e daqueles que acreditam que se os judeus edificam em Jerusalém deveriam fazê-lo a escondidas e sem que ninguém o perciba. Rechaçamos tamanhe discriminação e hipocresia. Manifestamos àqueles que dizem apoiar o Estado Judeu, incluíndo os dirigentes israelis, que não devem ter medo de proclamar bem alto: Sim, os judeus podem, devem, e construirão e viverão em Jerusalém, agora e por sempre. Fazemos um chamamento àqueles que rechaçam esta posição a que expliquem por que é aceitável uma política de discriminação religiosa quando se exerce em contra dos judeus.

Aínda mais chocante é que uma Administração norteamericana que se diz partidária duma Israel forte, promova uma política que encende as chamas do ódio, a incitação e a violência árabes contra o único dos seus aliados livre e democrático no Meio Leste.

LORI LOWENTHAL MARCUS, Presidente de Z Street

Asinam:

Eli Hertz, Myths and Facts
Helen Freedman, Americans for a Safe Israel
Charles Jacobs, Americans for Peace and Tolerance
Doris Wise Montrose, Children of Jewish Holocaust Survivors
Mort Klein, Zionist Organization of America  
Cherna Moskowitz, The Moskowitz Foundation
David Wilder, Hebron

(Lista completa de assinantes em: http://www.zstreet.org/)


SE COMPARTIDES O DITO E QUEREDES MANIFESTAR PUBLICAMENTE O VOSSO APOIO AO DIREITO DOS JUDEUS A VIVER ONDE QUEIRAM, ESPECIALMENTE EM QUALQUER BAIRRO DE JERUSALÉM, POR FAVOR ESCREVEDE A lorilowenthalmarcus@zstreet.org E O VOSSO NOME SERÁ ACRESCENTADO A ESTA DECLARAÇÃO


[Via: David Wilder]

QUE IMPORTA QUEM TENHA RAZÃO?

Imaginade que os palestinianos estám inquestionavelmente no certo. Imaginade que eles viveram nesta terra durante um milheiro de anos, e qued drenaram os pantanos e os converteram em jardins. Imaginade que deram a benvinda aos refugiados judeus e os deixaram viver aquí livremente. Cambiaria isso nalgo as coisas? Os judeus seguiriam necessitando um Estado próprio e estariam obrigados a expulsar aos amigáveis palestinianos que, em virtude simplesmente do seu número, socavam a soberania dos judeus.

A Torá sanciona o genocídio de palestinianos. No Deuteronômio, Moisés chama a Israel a matar a todo aquele que habite na região de Sihon, incluídos mulheres e crianças. Como outras nações na Terra de Israel, Sihon não ía ser exterminada, senão apenas expulsada. Essa opção esfumou-se no momento em que Sihon decidiu combater contra os hebreus.

A sua decisão não foi um pecado contra D’us, porqueeste endurecera o coração de Sihon –como fixo com o Faraão e, aparentemente com os názis alemães. Sihon já pecara com anterioridade, e portanto o endurecimento do seu coração fora um castigo, e a posterior derrota apenas a conseqüência lógica desse castigo. Em termos modernos, o castigo consiste em sentenciar ao acusado a morte, e a injecção do velenho letal é simplesmente a conseqüência da sentença.

Sihon ameaçou aos judeus. Presumivelmente, eles não teriam amosado piedade de nós, e nós agimos seguindo a regra do quid pro quo.

Normalmente, o bando que inícia as hostilidades –como figeram os judeus- considera-se que é o culpável, e que a parte contrária se limita a reestabelecer o status quo combatendo contra ele. Não existe direito de quid pro quo desde o ponto de vista do agressor. Com os judeus foi diferente, já seja no caso de Sihon ou no dos palestinianos. O nosso ataque contra Sihon não foi imoral, como o são outras agressões, senão neutral. Não tinhamos animadversão contra Sihon. Não eligimos atacá-los –apenas cumprimos com os desígnios de D’us. Procedimos como instrumentos mais que como indivíduos com livre vontade (e vontade de fazer dano). Condear-nos é igual de absurdo que condear um cavalo de batalha ou uma espada.


OBADIAH SHOHER

A PRESSÃO DOS EEUU SÓ ACARREARÁ MAIS DOR


Cada vez que os EEUU têm exercido pressões sobre Israel para entregar territórios a câmbio de “paz”, tem-se dado pê a ataques com mísseis e baixas civis, afirmou o passado luns o potavoz de União Nacional e membro da Knesset, Yaakov “Ketzaleh” Katz.

Pouco depois de que a Secretária de Estado dos EEUU, Hillary Clinton, airmasse na convenção anual da AIPAC que “Israel socava a política estadounidense”, Katz referiu-se especificamente ao labor dos dois anteriores Presidentes norteamericanos.

O ex-Presidente Bill Clinton, marido da Secretária Clinton, pressionara ao daquela Primeiro Ministro Eud Barak para retirar as tropas das IDF do sul do Líbano em 2000. George W. Bush, pela sua banda, convenceu a Ariel Sharon da rendição de Gaza em 2005 e da expulsão dos judeus que residiam nessa zona.
Katz sinalou que em ambos casos, os ataques com mísseis contra a população israeli não se figeram esperar.

Lembremos que Yaakov Katz, velho comandante das forzas especiais de elite ferido durante a Guerra do Yom Kippur de 1973, esteve fortemente implicado na ajuda de estabelecimentos de muitas comunidades judias em Gaza, Yehuda e Shomron.

Katz respondeu também à espeluznante advertência da Secretária Clinton sobre que se Israel não entrega Yehuda e Shomron, os árabes locais sobre-povoarão em breve o país, provocando a perda da maioria judia em Israel.

Nesse sentido, declarou que esse tipo de tácticas do pânico têm mais de um século de antigüidade e que as cifras que actualmente são utilizadas a tal fim foram promovidas pela Autoridade Palestiniana sob o daquela Presidente Yasser Arafat, num esforço de inflar o número de árabes que residem entre o Mar Mediterrâneo e o Rio Jordão.

O antigo embaixador, Yoram Ettinger, tem apresentado estatísticas de população que demonstram que as cifras demográficas habitualmente aceitadas são errôneas, e que o número de árabes na Terra de Israel é muito menor do que a gente acredita.

Katz afirmou, por último, que o medo demográfico não deveria ter a mesma consideração que as ameaças de seguridade –como a que suporia o lançamento de mísseis desde as colinas de Shomron contra os centros de população com maior densidade de habitantes.

CRISIS AMERICANO-ISRAELÍ: LA CULPA ES DE OBAMA


El pasado noviembre el Gobierno de Israel dio su visto bueno a una moratoria de 10 meses sobre la construcción de viviendas judías en la Margen Occidental. La moratoria no afectaba a las escuelas, las sinagogas y los edificios ya en construcción; tampoco a Jerusalén Oriental, donde viven unos 180.000 israelíes, más de un tercio de la población judía de la ciudad.

Incluso sin las salvedades referidas, se trató de una concesión sin precedentes, destinada, dijo el primer ministro Netanyahu, a "alentar la reanudación de las conversaciones de paz con [los] vecinos palestinos".

En aquel momento, la Administración Obama aplaudió el anuncio de Israel. La secretaria de Estado, Hillary Clinton, dijo que se trataba de "un paso adelante"; y el enviado especial de Obama a la región, George Mitchell, aseguraba que se trataba de "un movimiento positivo" que podría tener "un impacto sustancial sobre el terreno": "Es más de lo que ha hecho nunca Gobierno israelí alguno", reconoció.

De forma que, cuando el Ministerio de Interior de Israel anunció recientemente la aprobación provisional de la construcción de 1.600 nuevas viviendas en el barrio jerosolimitano de Ramat Shlomo no estaba faltando a ningún compromiso. Si alguien es culpable de mala fe en esta crisis diplomática es Obama, que ahora dice digo donde en su momento dijo Diego.

El Gobierno de Israel fue culpable, como mucho, de elegir mal el momento del anuncio, pues se produjo cuando el vicepresidente americano Biden se encontraba en el país y había previstas unas conversaciones indirectas con los palestinos, que desde hace más de un año se niegan a mantener contactos directos con los israelíes. La metedura de pata podría haber quedado en nada tan pronto como Netanyahu pidió disculpas por el torpe anuncio de su Gobierno, del que él no tuvo conocimiento de antemano; pero la Administración Obama decidió pasar a la ofensiva: Clinton criticó públicamente a Israel, que supuestamente habría afrentado a EEUU, y riñó a Netanyahu en una tensísima conversación telefónica de 45 minutos cuyo guión había redactado el propio Obama. Para colmo, el portavoz del Departamento de Estado exigió a Israel que demostrara con "acciones específicas" su compromiso con la paz. Quedaban en el olvido, pues, la moratoria sin precedentes de noviembre y otros innumerables gestos israelíes, como la liberación de prisioneros y las ofertas de paz a los palestinos; gestos no correspondidos.



Cuando el presidente Obama fue preguntado acerca de si las relaciones americano-israelíes están en crisis, respondió tajante: "No". Pero lo cierto es que su Administración parece empeñada en crear una atmósfera de crudo antagonismo.

Si lo que pretendía Obama era sentar a israelíes y palestinos en la mesa de negociaciones y reactivar el llamado "proceso de paz", no podría haber elegido una táctica más contraproducente. Así, la Autoridad Palestina (AP) explotó rápidamente la oportunidad para retirarse de las conversaciones indirectas acordadas: ¿por qué negociar concesiones israelíes si Washington puede obligar a Israel a servirlas en bandeja, y a cambio de nada? "Para empezar las negociaciones, queremos oír a Mitchell decir que Israel ha anulado la decisión de construir viviendas ", declaró el negociador palestino, Saeb Erekat.

Ésta viene siendo la estrategia de la Autoridad Palestina desde que Obama asumió el poder, con una postura lo que se dice no muy proisraelí. La primavera pasada el presidente de la AP, Mahmud Abbás, confesó a Jackson Diehl, del Washington Post, que no tiene la menor intención de negociar con Israel; que estaba encantado cruzado de brazos y dejando que Washington sacara concesiones a Netanyahu."Los estadounidenses son los líderes del mundo –dijo Abbás–. Ellos pueden hacer valer su peso en cualquier parte del mundo... Voy a esperar ".

Por lo general, Israel se esfuerza por dar cabida a las peticiones de Washington, pero hay algunas cosas a las que ningún gobierno israelí puede renunciar. Una de ellas es el derecho de los judios a vivir en Jerusalén; en la totalidad de Jerusalén, incluidas las zonas de la ciudad conquistadas por Jordania en 1948 y conservadas Judenrein hasta 1967. Los israelíes discuten mucho, pero casi todos están de acuerdo en que Jerusalén jamás debe volver a ser dividida. Los también están de acuerdo en eso: de hecho, la Ley de la Embajada de Jerusalén (1995) dice que ésta " debe seguir siendo una ciudad unificada en la que los derechos de todos los grupos étnicos y religiosos estén protegidos".

En la campaña electoral de 2008, Obama dijo que ésa era también su posición. Millones de votantes proisraelíes le creyeron, igual que le creyeron cuando habló de la "inquebrantable amistad" con Israel. Tal y como están las cosas, lo mismo hoy ya no le creen tanto...


JEFF JACOBY

ENCONTRO OU BOFETADA?

A reunião entre Obama e Netanyahu na Casa Branca foi sem acceso dos meios de comunicação. O que, implicitamednte, significa conceder ao encontro um rango devaluado e quase extra-oficial.

Obama pressionou de certo a Netanyahu para que detenha a construcção em Jerusalém –que é a condição de Abbas para reanudar a futil ronda de conversas de paz. Ninguém pressiona a Abbas para que as retome, para além da situação que se vive em Jerusalém.

Há uns quantos anos, tras reunir-se com Obama, daquela um humilde senador, é célebre que Netanyahu vaticinou-lhe que chegaria a Presidente. Agora Bibi tem que apandar com as conseqüências.

23/03/10

DESCANSAR EM PAZ

O Governo pretende construir um novo –e imprescindível- quirófano de urgências no Hospital Barzilai de Ashkelon. Este quirófano irá baixo terra e protegido cotra ataques com mísseis. Como na maior parte dos lugares de Israel, quando se emprende uma excavação, acham-se restos arqueológicos ou tumbas.

Aquí vêm de achar uma série de antigas tumbas. Não está claro se as tumbas pertencem aos judeus ou aos romanos (provavelmente sim que está claro, mas ambas partes vem-se na obriga de manifestar o que lhes convém).

Existem duas opções chegados a este ponto. Trasladas respeitosamente as tumbas a um novo empraçamento, ou construir o quirófano de urgências noutro lugar –com o custe adicional de 100 milhões de shekels e um grande retrasso no tempo.

Com tudo o que está caíndo sobre Israel, o partido Judeus Unidos pela Torá (UTJ) ameaça com abandoar a coaligação e sacar aos seus activistas às ruas se o Governo continua com a sua intenção inicial de trasladar as tumbas e construir o quirófano de emergências.

Só me posso perguntar por que o UTJ não ameaçou com sacar os seus activistas à rua ou abandoar a coaligação quando os judeus mortos de Gush Katif foram desenterrados e trasladados. Daquela estavam também sentados na coaligação de governo de Sharon que perpetrou a “desconexão”. De facto, uniram-se à coaligação de Sharon o 30 de Março de 2005 –justo antes das expulsões e a exumação de 48 judeus (6 de eles vítimas do terrorismo palestiniano). O único que lembro é que permaneceram em silêncio.

Não semelha que lhe importe muito ao UTJ que os seus compatriotas judeus vivos não possam edificar ou ampliar os seus fogares –inclusso, que sejam botados a patadas dos seus fogares. Nem sequer semelha que lhes importe que os seus queridos judeus haredim de Ramat Shlomo, em Jerusalém, não podam edificar ou ampliar as suas casas para poder viver com as suas famílias.

Não tenho escutado ameaças de irem abandoar a coaligação ou de emprender a batalha nas ruas.

Não haverá um transfundo de hipocresia em tudo isto?

Gostaria-me oferecer uma proposta de solução que arranjasse isto fazilmente.

Dado que o UTJ considera que é da máxima importância que não se trasladem as tumbas duns quantos soldados romanos, até o ponto de ameaçar com revoltas e derrubar o Governo –algo com o que não tinham ameaçado recentemente ante qualquer outra questão, daquela é necessária uma solução de compromiso.

A minha proposta de compromiso é que os 100 milhões extras de shekels procedam, não dos meus e os vossos impostos, senão dos fundos governamentais destinados aos seus programas e organizações.

Dado que essa é uma clara linha vermelha para eles, não me gostaria que a tivessem que cruzar; mas eles podem, se querem, contribuir financeiramente a achar uma soluçao alternativa que não ofenda a sua sensibilidade e que, ao mesmo tempo, não resulte onerosa para os nossos petos.

Nota:

Pessoalmente, não sou partidário de remover tumbas para construir edifícios. Mas a Halajá admite a possibilidade de trasladar os restos sob determinadas circunstâncias, fazendo-o com todos os cuidados, em consideração a factos excepcionais.

O único que pretendo fazer ver (para aqueles que não se tenham decatado) é a extrema hipocresia e carência de valores na Torá do partido UTJ, à hora do que eles consideram motivo para emprender uma revolta.


JOE SETTLER

O NOVO PÓSTER ÁNTI-OBAMA


Numa parede da Rua Aggripa.



Diz:

PRECAUÇÃO! UM AGENTE DA OLP NA CASA BRANCA



[Hat tip: Yisrael Medad]

A UE LEVA RAZÃO, JERUSALÉM NÃO É TEL AVIV

Por suposto, as minhas razões para afirmar que Jerusalém não é Tel Aviv não são as mesmas que as do Ministro de AAEE de Luxemburgo, Jean Asselborn:

A UE “está muito contrariada pela posição do Governo israeli, até o ponto de que pode afirmar taxativamente que Jerusalém não é Tel Aviv”.

Qualquer pessoa com os mais rudimentários conhecimentos de História, antiga e moderna, sabe que ambas cidades apenas têm nada em comum. Jerusalém é uma velha localidade que tem sido a Cidade Sagrada do Povo Judeu durante milheiros de anos. O seu estatuto é abrumadoramente anterior à mera existência do Cristanismo e o Islám.

Foi declarada Capital da Nação Judia pelo Ri David, e desde então os judeus têm vivido ali ininterrompidamente.

Tel Aviv apenas vem de celebrar o seu centenário. Foi fundada pelos dirigentes do movimento sionista.

É preciso acrescentar algo mais?


BATYA MEDAD

JUDEUS COM ESTRELA AMARELA, OUTRA VEZ


Num bairro de Copenhage chamado Nørrebro, que leva desde há tempo em mãos da comunidade muçulmã, os judeus devem ocultar a sua fê para evitar sofrer persecução. As estrelas amarelas são pegadas nas mochilas dos escolares noruegos, e os professores não se atrevem a intervir. Na “próspera” cidade sueca de Malmö, muitas famílias judias já têm optado por marchar.

Em toda Escandinávia, a persecução de judeus por “pessoas do Oriente Próximo” tem-se incrementado notavelmente. O ”Frankfurter Rundschau” comenta:

“Os ataques acrescentaram-se no último ano, quando 200 manifestantes judeus participaram em actos pela paz e a compassião pelas vítimas civis de ambos bandos, mas foram dispersados por um grupo aínda maior de contra-manifestantes palestinianos com pedras, botelhas e cócteis Molotov.

Professores e pais comentaram à TV noruega que as aulas sobre o Holocausto foram boicotadas e que se proferiram berros de ‘Os judeus estavam detrás do 11-S’. Quando um dos alunos optou por denunciar que estava ameaçado de morte por ser um ‘porco judeu’, o professor disuadiu-no dizendo que essas coisas se dizem amiúde”.

Dacordo. Portanto, somos insultados a diário sendo chamados “porcos judeus”, ameaçados de morte, e maltratados Os professores que observam impassíveis, não fazem senão exteriorizar os seus próprios sentimentos judeófobos com conceitos como “aceitação das diferenças culturais” e “tolerância”.

Estes judeófobos camuflados lavam-se as mãos nas águas do politicamente correcto, deixando que sejam os judeus quem acusem publicamente a essas “pessoas do Oriente Proximo”.

Adjuntamos dois vídeos traduzidos sobre a crescente violência contra os judeus em Suécia. Os muçulmãos incitam ao ódio nas mesquitas e o resultado é a exponencial violência face as comunidades judias lá onde o número de muçulmãos é superior. No segundo de eles, inclusso o professor gentil opta por ocultar a sua identidade e voz por medo às represálias muçulmãs.

Temos reproduzido de novo a Europa dos anos názis com as mesmas ferramentas que se supunha que haveriam de evitá-la. Viva o multiculturalismo. Volvem as estrelas amarelas.