06/02/10

QUANDO A CIÊNCIA ESTÁ AO SERVIZO DA JUDEOFÓBIA


Um estudo de Lancet culpa a Israel dos maltratos de que são vítimas as mulheres palestinianas  –não faz menção, sem embargo, dos crimes de honra, a obriga de levar o rosto coberto, os matrimônios forzosos, etc.

Já é oficial. O principal jornal médico britânico, Lancet, está palestinizado. Não tem já nada a ver com o diário científico de primeira linha que foi no seu dia. Lancet é um mais dos seguidores do movimento global no que campa o prejuízo e as grandes imposturas passam por trabalho científico de linha acadêmica.

A acadêmia post-colonial está dominada pelas falazes e perigosas ideias de Edward Said (lea-se o excelente livro de Ibn Warraq “Defendendo Occidente: uma crítica do orientalismo de Edward Said”. Sem embargo, eu acreditava que a perspectiva paranoide de Said infectara e adoutrinara só as ciênciais sociais, as humanidades, e os estudos sobre o Meio Leste. Agora, vemos a sua maligna influência campando num trabalho de professores que exercem no Departamento de Medicina da Universidade de Harvard, na Divisão de Epidemiologia e Saúde da Universidad de Minnesota, na Escola Universitária de Medicina de Boston, na Universidade de Medicina de New Jersey, ou na Escola de Trabalho Social e Bem Estar Social da Universidade Hebrea de Jerusalém.

O seu estudo intitula-se: “Associação entre a exposição à violência políica e a volência conjugal no território palestiniano ocupdo: um estudo transversal”. E sim, têm concluído que os maridos palestinianos sãomais violentgos com as suas donas devido à “ocupação” israeli –e que a violência se incrementa quanto mais expostos estám esses homens à violência política.

Eu acredito que os homens árabes e muçulmãos, incluíndo os palestinianos, são sem dúvida violentos com as mulhers árabes e muçulmãs. Acredito também que o stress atribuído à guerra –incluído a pobreza dela derivada- incrementa a “violência conjugal” ou doméstica. Mas para além disso, como evaluar este estudo?

Em primeiro lugar sigamos a pista do dinheiro. Este estudo foi financiADO PELA Autoridade Nacional Palestiniana, assim como pelo grupo patrocinador da Universidade de Minnesota. Seguramente a Autoridade Palestiniana não seja uma parte desinteressada. Mas o que é aínda pior: os dados foram subministrados pela Oficina Cedntral de Estadística Palestiniana. Os palestinianos são o povo que em certa ocasião proclamaram ao mundo que os soldados israelis dispararam contra Mohammed al-Dura, cometeram uma massacre em Jenin, e atacaram intencionadamente aos civis palestinianos (que ao final resultaram ser yihadistas disfarzados com roupas civis ou escudos humanos tras os que se parapetavam os yihadistas).

Segundo: advirtamos que o estudo tem um a finalidade política para além de qualquer pretensão acadêmica ou feminista (estes investigadores afirmam sustentar uma perspectiva “feminista”). Para o meu ponto de vista, este estudo pretende apresentar aos homens palestinianos como vítimas inclusso quando (ou precisamente por) golpear rutinariamente às sas mulheres. E deseja apresentar o selvajismo cultural palestiniano –que inclui severos abusos infantis- como algo relacionado com a pretendida ocupação israeli.

Terceiro: o estudo omite a violência –incluíndo o feminicídio- que habitualmente se exerce contra filhas e irmãs na “Palestina ocupada” e opta, pelo contrário, por cntrar-se só na violência marido/mulher e só em parelhas que estejam casadas. Os assassinatos de honra de filhas e irmãs pelos seus pais e irmãos é um fenômeno bem conhecido em Gaza e o West Bank.

Tenho escrito sobre casos bem conhecidos com anterioridade. “Souad” a duras penas sobreviveu tras ser asada pela sua família do West Bank devido a que ficara prenhada pelo homem que lhe prometera matrimônio; os israelis salvaram-lhe a vida e abandoou a zona trasladando-se a Europa, onde escreveu um livro sobre a sua experiência próxima à morte. Asma’a al-Ghoul, a quem entrevistei em 2008, foi queimada por escrever uma série de artigos sobre os crimes de honra no West Bank e Gaza. Estes selvagens, misógenos e feminicidas costumes não têm nada a ver som a suposta “ocupação” política, militar ou económica dos israelis.

Quarto: se pretedessem ser sérios no que respeita à violência contra as mulheres, os investigadores deveriam reparar no papel jogado por Hamas, que mantém ocupada Gaza tanto militar como religiosamente. Desde que o fazem, mais e mais mulheres têm sido obrigadas a usar véu, e têm lugar cada vez mais matrimônios arranjados com raparigas menores de idade.

Sem dúvida, Hamas e outros grupos terroristas palestinianos têm influído em que jóvenes rapazas paletinianas se tenham convertido em terroristas suicidas. Em 2002 manipularam a Wafa Idris, uma mulher com um quadro clínico depressivo, para que se imolasse, e em 2004 figeram outro tanto com Reem al-Riyashi, uma mulher mãe de dois filhos, à que implicaram num túrbio assunto ameaçando-a com culpá-la (o que teria suposto a sua morte nm crime de honra). Em vez disso, ofereceram-lhe um “caminho à glória”.

Este estudo opta por não incluir esse tipo de violência contra as mulheres porque não poderia ser atribuído, estritamente falando, à suposta ocupação israeli –ou à questão dos territórios em desputa.

Quinto. Se Lancet tivesse querido analisar –analisar rigorosamente- os efectos da guerra em termos dum incremento da violência doméstica masculina, poderiam ter estudado também –ou, quando menos, fazer referência- aos estudos sobre a influência na violência doméstica nas mulheres israelis; a fim de contas, elas também são mulheres e estám ao outro lado de exactamente o mesmo conflito. Uma comparação tal teria oferecido dados mais interessantes desde um ponto de vista “feminista”. Para além do qual, o estudo poderia ter intentado estabelecer um grupo de controlo; quer dizer, os investigadores poderiam ter comparado a violência doméstica palesiniana com a violência doméstica noutros países árabes ou muçulmãos como Jordânia, Síria ou Egipto, onde supostamente não existe ocupação occidental.

Sexto: Lancet é um jornal britânico que com isto tem descido ao mesmo nível da propaganda ántisionista e judeófoba que é habitual entre os jornalistas britânicos não acadêmicos. Incontáveis jornalistas britânicos levam anos fazendo o que precisamente intentou este estudo: botar a culpa de tudo a Israel. Mas Lancet já o figera com anterioridade, e já tenho escrito sobre esta repugnante actitude em mais duma ocasião. Também tenho referido esta tendência entre as feministas no meu livro “A morte do feminismo”. Não nos confundamos: este estudo de Lancet está apresentado por Rita Giacoman, uma autêntica feminista, que ensina no Instituto de Saúde Pública de Birzeit, ubicado segundo Lancet, nos “territórios ocupados”.

Em 2002, nhuma reedição do sey livro “O preço da honra”, o jornalista britânico-americano (e ánti-sionista) Jan Goodwin afirma que as políticas militares israelis de auto-defesa têm castrado aos homens palestinianos. Os toques de queda prolongados fazem que homens e mulkheres devam permanecer durante muitas horas jntos nas casas. Baseando-se em evidências anecdóticas, Goodwin acredia que esses homens volcam as suas frustrações nas mulheres e crianças. Aquí Goodwin cita a Suha Sabbagh, que diz que “o varão palestiniano, o pai, a figura com autoridade no fogar, tem perdido toda essa autoridade”. Goodwin faz fincapê na “humilhação” sistemática dos homens palestinianos pelos israelis. Ela escreve: “Boa parte destas humilhações têm lugar diante dos seus filhos e companheiras”, o que teria contribuído a denigrar a image do homem palestiniano como figura “heróica” da família. “Para os homens árabes isto equivale à perda da sua masculinidade”.

E nisto Goodwin, como tantas outras feministas, contradiz-se. A omnipresente autoridade paterna de árabes e muçulmãos é precisamente o que tem submetido mediante a brutalidade às mulheres árabes e muçulmãs. Em 1992, Jean Sasson publicou “Princesa: a autêntica história da vida tras do véu em Arábia Saudi”. A princesa saudi, à que não se menciona pelo seu nome na história que relata Sasson, narra o modo tipicamente cruel em que os pais, irmãos e maridos tratam às mulheres da casa. Permitideme que a cite: “A autoridade do varão saudi não tem limite; a sua dona e filos vivem só se ele assim o deseja. Das portas das casas para adentro ele é o Estado…Desde temprana idade, ao rapaz ensina-se-lhe que as mulheres têm pouco valor. Os rapazes observam o desdém com o que as suas mães e irmãs são tratadas pelo seu pai. E isto conduz ao seu próprio menosprezo face as mulheres. As mulheres do meu país são ignoradas pelo seu pai, desprezadas pelos seus irmãos e vítimas dos abusos dos seus maridos”.

A iraniana-suíza, Carmen bin Laden, no seu livro “Dentro do Reino” retrata a vida das mulheres sob o domínio dos varões saudis de modo semelhante. As mulheres não podem sair sem a companhia dum varão e não podem deixar o paíssem permiso do homem e acopanhadas por ele. As filhas podem ser desposadas contra a sua vontade, o pai pode reclamar a custódia dos filhos e impedir que a sua mãe os volva a ver. Carmen bin Laden escreve: “Raramente conhecim uma mulher saudi que não tivesse pavor do seu marido. A mulher não pode fazer nada sem permiso do seu marido. Não pode sair, estudar, nem amiúde comer na mesa. As mulheres em Arábia Saudi devem viver sob a obediência, isoladas, e com medo a ser repudiadas e padecer um divórcio sumário”.

Arábia Saudi não tem sido “colonizada” nem “humilhada” pelos israelis.

Jordânia não tem sido “colonizada”, “ocupaa” ou “humilhada” por Israel. E, a pesar disso, ocupa uma das primeiras posições em crimes de honra. Segundo Elaine Sheeley, no seu livro de 2007 “Reclamando a honra em Jordânia”, cada ano têm lugar em Jordânia entre 19 e 100 crimes de honra. Baseando-se no uso doutra autora das estatísticas da ONU, Sheeley cita também um número aínda muito maior de crimes de honra em Jordânia, Gaza e o West Bank ( a cifra oferecida é de 2.550 crimes ao ano).

Devido o liderádego beduíno, os crimes de honra são algo habitual em Jordânia; a polícia encarcera às víimas potenciais (pela “sua seguridade”) em vez de aos potenciais perpetradores. Os juízes têm permiso a usar a sua discrecionalidade à hora de ditar sentências –e as sentenças são muito livianas.

Egipto não está colonizada por Israel, e a violência contra as mulheres é comum ali. Isto inclui a mutilação genital feminina, as palizas às mulheres, as palizas às filhas, os matrimônios forzosos –e, com o auge da Irmandade Muçulmã, o véu forzoso para a mulher.

Os investigadores de Lancet agiram fazendo uso de muito má fê, tanto acadêmica como política. Por exemplo, escrevem: “As políticas de ocupação, incluíndo a barreira de separação que se está erguendo em várias zonas do West Bank, afecta aos nexos familiares, privando às mulheres do contacto regular com as suas famílias, que doutro modo poderiam intervir para evitar a violência doméstica”.

As famílias palestinianas, árabes e muçulmãs nunca intervêm quando um marido está golpeando à sua mulher. Muito pelo contrário. Tanto a família do marido como a própria família da mulher interpretam isso como um direito do marido ou como algo do que a mulher é culpável. Estes “investigadores” deveriam sabê-lo. Portanto, estám contribuíndo à ignorância que campa em Occidente ao afirmar que os controlos de estrada israelis impedem essas supostas intercesões familiares a favor da mulher.

Esta não é, certamente, a primeira vez que Lancet tem estragado a sua reputação estelar como jornal acadêmico e científico. O professor de Estatística da Universidade de Berkeley, Mark van der Laan (considerado o estatístico nº 1 no mundo), e o novelista e escritor Leon de Winter, criticaram concienzudamente um informe de 2004 no Lancet ujas conclusões provocaram uma treboada mundial. Utilizando uma muito questionável metodologia, os autores de Lancet publicaram duas medições que exageravam imensamente o número de mortes em Irak sob a ocupação norteamericana. Van der Laan e De Winter afirmavam que a metodologia utilizada era tão pouco fidedigna que invalidava qualquer resultado. Sinalavam também que, casualmente, os resultados saíram à luz quatro dias antes das eleições estadounidenses de 2004. Nas suas próprias palavras: 

“Concluímos que as estimações derivadas destes dados são extremadamente pouco fiáveis e não constituim uma avaliação científica. Isto não é ciência. É propaganda”.

Não nego que as guerras sejam um inferno, nem que as mulheres com freqüência padeçam devido às guerras a frustração dos homens no fogar. Só questiono que Israel seja culpada neste estudo por uma guerra que, na realidade, foi declarada há muito tempo contra o Estado Judeu pela Liga Árabe, a Autoridade Palestiniana e, mais recentemente, por Hamas e Hezbolá. Questiono a “política” deste estudo de Lancet, cuja intenção é converter a Israel em chivo expiatório pelo selvagismo e misogínia consustancial à cultua árabe e muçulmã –sobretudo hoje em dia, quando a yihad e o seu terrorismo se expandem pelo mundo.


PHYLLIS CHESLER

HE SAID A LITTLE PRAYER

La culpa no fue del chachachá, sino del gospel. ‘Son of a preacher man’ (Hijo de un predicador) cantaba en los 60 Dusty Springfield, rescatada muchos años después por Tarantino en ‘Pulp Fiction’. ‘I say a little prayer’, aprendimos a cantar con Aretha Franklin algo después, aunque ya empezábamos a ser laicos. La pequeña oración de Zapatero justifica el rezo en castellano con una razón que nunca emplearía para defender su uso en la educación de los niños españoles, “la lengua en la que por primera vez se rezó al Dios del Evangelio en esta tierra”. Por lo demás es un canto razonable de admiración a Estados Unidos. Tiene algo del “Eres hermosa, verde y ancha, Norteamérica”, con que Neruda comenzaba ‘Que despierte el leñador’, y algo también de los credos obreristas, modelo Palacagüina.

“Citar”, escribió Ambrose Bierce, “es repetir erróneamente las palabras de otro” y el presidente se aplicó a ello con fruición en su plegaria. Abusando del quiasmo dio la vuelta al Evangelio. Donde el águila de Patmos había escrito: “la verdad os hará libres” (San Juan, VIII, 32), Zapatero reescribió “es la libertad la que os hace más verdaderos” y así lo repitió ayer en su plegaria.

Con la misma desenvoltura intelectual fue añadiendo pluralismo, solidaridad y tolerancia a la marmita de la Alianza de Civilizaciones, llegando a invocar el ‘Deuteronomio’ (capítulo XXIV) como fuente de inspiración para la justicia social con los inmigrantes, tal como los democristianos europeos citaban hace unas décadas la encíclica ‘Populorum Progressio’.

Esto lleva a confusión a los espíritus laicos. El mismo Deuteronomio prescribe esta Alianza de Civilizaciones: “esto es lo que debéis hacer con ellos: derribad sus altares y haced pedazos las estatuas, talad sus bosques profanos y quemad sus ídolos” (Deut. VII, 5). Eso por no hablar de cómo contempla la Ley de Identidad de Género: “La mujer no se vista de hombre ni el hombre se vista de mujer, por ser abominable delante de Dios quien tal hace.” (Deut. XXII, 5), amén de esta muestra de moral sexual: “Mas si es verdad lo que (el marido) le imputa y la muchacha no fue hallada virgen, la echarán fuera de la casa de su padre y morirá apedreada por los vecinos de aquella ciudad, por haber hecho cosa tan detestable en Israel” (Deut. XXII, 20-21). Finalmente, donde el mismo libro dice (XIV, 21): “No cocerás cabrito en la leche de su madre”, ¿debemos entenderlo como un alegato contra la cocina de fusión o más bien contra la redundancia?

Éste es el mismo presidente que en 2007 hacía bromas con su biógrafo Suso De Toro sobre “el complejo retardado del nacionalismo español. Es agarrarse, para salir del rincón de la historia (risas) al imperio Americano (Más risas). (‘Madera de Zapatero’, págs. 157-158).

Es verdad que arrepentidos los quiere el Señor, pero no sé si tanto, la verdad.


SANTIAGO GONZÁLEZ

MORRE O SUMO SACERDOTE DOS SAMARITANOS


Elazar Ben Tzadka, o Cohen Gadol [Sumo Sacerdote] samaritano de Samaria morreu o passado mércores no seu fogar de Har Greizim aos 83 anos de idade.

O seu funeral teve lugar o joves no cimitéio samaritano de Har Greizim.

Tzadka nascera em Sijém em 1927, e foi o Cohen Gadol durante os últimos seis anos.

Ao seu funeral assistiu a comunidade samaritana de Har Greizim, da sua comunidade irmã israeli de Holon, assim como dirigentes políticos israelis e da Autoridade Palestiniana.

A comunidade samaritana de Har Greizim vive numa curiosa zona de ninguém, em tanto que não formam parte do povo judeu e estám sob controlo administrativo da Autoridade Palestiniana. As suas crianças falam árabe e asistem às escolas palestinianas da vizinha Sijém, a pesar  que os palestinianos os acosam de modo rutinário –e i nclusso têm roubado os seus antigos rolos da Torá samaritana. Os rolos acham-se seqüestrados e exige-se por eles uma elevada quantidade de milhões de dólares, que esta comunidade não é quem de pagar. A comunidade israeli de samaritanos em Holon são cidadãos israelis de pleno direito, e servem nas IDF.

Segundo o irmão de Tzadka, Benny, o Cohen Gadol sustituto será Aharon Ben Av-Chisda.

THE MUQATA

BERLUSCONI, UM DOS MELHORES AMIGOS DE ISRAEL

Durante a sua visita a Israel, o Primeiro Ministro italiano fixo três coisas inimagináveis num político europeu:

1. Apoiou inequivocamente a guerra de Israel em Gaza.
2. Dixo a Abbas que retomasse as infrutuosas conversas de paz sem condições.
3. Afirmou ante os jornalistas que não notou o muro de separação –símbolo da “ocupaçåo” israeli.

MAIS DELÍCIAS TURCAS


Una adolescente musulmana de 16 años fue enterrada viva por sus familiares en el sureste de Turquía en un horrible asesinato por "honor" llevado a cabo porque "se hizo amiga de algunos niños", siguiendo las indicaciones del Islam, según informó la agencia de noticias Anatolia el pasado jueves.

Tras recibir una pista, la policía descubrió el cuerpo de la niña, identificada como MM, en posición fetal con las manos atadas, en un agujero de 2 metros de profundidad cavado en un gallinero fuera de su casa en Kahta, una ciudad en la sureste de la provincia de Adiyaman.

El cuerpo fue encontrado en diciembre, después de 40 días que MM había sido reportada como desaparecida y fue identificada por sus iniciales porque era menor de 18 años. Su padre y su abuelo son sospechosos del asesinato.

Un examen post mortem reveló que MM tenía una cantidad significativa de tierra en los pulmones y el estómago, lo que indica que fue enterrada viva y consciente. El resultado de la autopsia hiela la sangre. Según las averiguaciones, la chica – que no tenía moretones en su cuerpo y ningún signo de estupefacientes o el veneno en la sangre – estaba viva y consciente, cuando fue enterrada", dijo uno de los expertos.

El padre de la niña y su abuelo han sido formalmente arrestados y encarcelados en espera del juicio por asesinato, según informó la agencia. El padre dijo en su testimonio que la familia estaba infeliz porque MM tenía amigos varones.

La niña fue reportada como desaparecida y no hubo pistas sobre su desaparición durante 40 días. Su madre fue detenida junto con su padre, Ayhan, y su abuelo, Memi, pero más tarde fueron puestos en libertad. Los dos hombres fueron enviados a prisión por un tribunal local y no declararon en el juicio.

La policía encontró el cuerpo de la niña gracias a una llamada anónima diciendo que MM había muerto sobre la base de una decisión de un consejo de familia y que había sido enterrada en el patio de su casa, informó el diario Milliyet. La familia tiene nueve hijos, incluyendo la niña, y le habían dicho a los vecinos que MM se había perdido. La niña había presentado una denuncia a la policía contra su abuelo, dos meses antes de su desaparición, diciendo que él la había golpeado porque ella habló con niños.


IANUS Y SEKER SE ENCONTRARON

RECEBERÁS UMA CARTA

Clara Sánchez vem de receber cartas ameazantes por parte de cidadãos alemães názis pela sua novela “Lo que esconde tu nombre”, ganhadora do Prémio Nadal 2010. Uma obra literária que narra a pervivência de názis em Espanha, concretamente na costa mediterrânea. A autora tem afirmado que acredita que estas cartas ameazantes são algo preocupante, já que ela pensava que este tema já morrera, mas com estes últimos acontecimentos tem-se decatado que continua vivo na sociedade. Clara viveu durante os anos oitenta num povo valenciano onde observou como cidadãos de ideologia názi conviviam em plena harmonia com os habitantes do povo e conseguiam sacar adiante os seus próprios negócios. Desde esse momento interessou-se em saber como viviam estas pessoas e, sobretudo, como conseguiam passar desapercebidas.

Um dia depois de ser galardoada com o Prémio Nadal, comezou receber cartas onde se especificavam os nomes e apelidos dos remitentes. Sánchez também afirmou que a última correspondência a recebeu há um par de dias, e o remitente perguntou-lhe “por que não me contesta?, de que tem medo?”, e concluia com um “Hail, Hitler!”.

A escritora acredita que as ameazas procedem de názis instalados em Espanha ou dos seus descendentes, embora também não descarta que se trate de cidadãos názis que vivam fóra do nosso país.


FACTUAL

UM HERÓI TRATADO PIOR QUE OS TERRORISTAS


O herói encarcerado, Yigal Amir, apelou novamente aos tribunais para que revisem as condições do seu confinamento em solitário.

O establishment mantém a Yigal isolado emntres que os assassinos árabes vivem felizes em celas comuns com TV via satélite e telefone móvil.

Yigal passará o resto da sua vida no cárcere por matar a um pésimo Primeiro Ministro, mentres que Ahmed Saadat, encarcerado por assassinar a um honesto Ministro de Turismo, será posto em liberdade no próximo intercâmbio de prisioneiros.

ORAÇÃO LAICA

Obamita de mi Vida

Eres “progre” como yo

Por eso te quiero tanto

Y te rezo esta oración…


05/02/10

שַׁבָּת שָׁלוֹם

 OUTRA UCRÂNIA


Apesar do sinalado de que Ucrânia é o país idôneo para ser massacrado se um é judeu, existem alguns ucranianos que fazem honrosa excepção à devandita regra, e que são todo um exemplo de sensibilidade face o resto da humanidade. Neste grupo podemos incluir à jovem Kseniya Simonova. Simonova é uma artista especializada em animação com areia, que comezou a debuxar com este material tras o colapso do seu negócio, resultando ganhadra do certame “Got Talent” em 2009.

Na sua obra recrea uma animação acerca da vida durante a guerra contra o III Reich na 2ª Guerra Mundial. O vídeo que adjuntamos mais abaixo amosa a Kseniya Simonova debuxando uma série de cenas num taboleiro com areia, nas que se observa como a gente se viu afectada pela invasão názi nos anos 40 do século passado.

A Grande Guerra Patriótica, como foi conhecida em Ucrânia, supuxo a desapariçao da quarta parte da população –entre oito e onze milhões de pessoas.

Simonova manifesta que “acho muito dificil fazer arte utilizando papel e pinceis ou brochas, mas o uso de areia e dos dedos resulta-me muito mais imediato. A minha obra, na que a guerra é a matéria principal, às vezes faz que parte dos que a contemplam rompam em lágrimas. Não podo pensar num maior cumprimento”.


OUTRO IDIOTA DO GOVERNO ENTROMETE-SE NA RELIGIÃO

O Vice-Primeiro Ministro Dan Meridor (Likud) reuniu-se com “rabinos” reformistas e conservadores estadounidenses, fazendo proclama duma série de opiniões avondo pouco ortodoxas.

Para Meridor, o Muro Occidental ão é um lugar vinculado à religião judia, senão apenas um monumento nacional. Os rabinos, em conseqüência deveriam abster-se de ditar normas de asistência.

Também lamentou o facto de que todas as correntes religiosas não sejam iguais em Israel. Vaia, pareceu esquecer que este é o país do Judaísmo –não o dos “rabinos” reformistas ou os chamães polinésios.

Pela sua banda, os “rabinos” estadounidenses protetaram por um incidente no que uma “rabina” reformista foi expulsa do Muro Occidental porque à paiasa se lhe ocorreu profanar os tallit.

O DEUTERONÔMIO E RODRÍGUEZ ZAPATERO


Conta a História que um reclusso chamado Juan, encerrado num campo de concentração na Ilha de Pathmos, experimentou uma série e visões nas que se descrevia não apenas o que ía sueder em breve, senão também o que aconteceria ao final da História. Foi assim como levou a cabo a redacção do Apocalipse, o último livro da Bíblia que concluia da seguinte maneira:

“Eu testemunho a todo o que escuta as palavras do livro este, que se alguém acrescenta alguma coisa, D’us acrescentar-lhe-á as pragas descritas neste livro. E se quita alguma das palavras do livro desta profecia, D’us quitar-lhe-á a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa”.

As palavras do autor do último livro da Bíblia constituiam uma séria advertência. A Bíblia não é um livro qualquer, debe tomar-se na sua totalidade e não resulta lícito expurgar entre as suas ensinanzas para ficar só com uns versículos e desprezar outros. De facto, aquele que se permite quitar ensinanzas da Bíblia ao seu antolho, só pode agardar que D’us, à sua vez, o prive da possibilidade de entrar na Cidade Santa ao final dos tempos.

Ontem teve lugar o agardadíssimo Almozo de Oração com Obama, ao que estava convidado o Presidente do Governo, D. José Luis Rodríguez Zapatero. Sem intenção de esgotar o tema, os factos são os seguintes:

  1. Ontem à manhã, hoira local dos EEUU, teve lugar o Almozo de Oração com a presença de Rodríguez Zapatero. Sentado ao lado de Michelle Obama, o Presidente do Governo escutou o “D’us abençou América”, que inaugurou o acto, e posteriormente um Senador pronunciou uma oração na que todos os presentes reclinaram as suas cabezas, agás o Primeiro Ministro espanhol.
  2. Rodríguez Zapatero começou o seu discurso dando as graças por ter sido convidado à oração, no nome de Espanha, em castelhano –a língua na que por vez primeira se rezou ao D’us do Evangelho nesta terra, Rodreíguez Zapatero ensalzou que “ninguém como vocês conhece o valor da liberdade religiosa”.e elogiou a seguir a demovcracia dos EEUU, que aboliu a escravidão, outorgou a liberdade de voto e eliminou a discriminação.
  3. Rodríguez Zapatero acrescentou que Espanha mira com admiração aos EEUU, já que é uma nação diversa, forxada na diversidade, também americana, a mais multicultural de Europa e, sobretudo, cristã.
  4. Com posterioridade, Rodríguez Zapatero citou a Bíblia, escolhendo uma passagem do capítulo 24 do livro do Deuteronômio, do que curiosamente omitiu a parte final onde se menciona de maneira expressa a D’us.
  5. Rodríguez Zapoatero referiu-se aos que passam fome, e citou especificamente a catastrofe de Haiti e a situação dos imigrantes.
  6. Para além disso, Rodríguez Zapatero mencionou o problema do paro e indicou que “quero proclamar o compromisso com os homens e mulheres que padecem a falha de trabalho”.
  7. Pouco depois de citar o livro do Deuteronômio, Rodríguez Zapatero realizou um guinho face a comunidade homosexual indicando que “a minha pregária quer reivindicar a liberdade de todos para viver a sua própria vida, para viver com a sua pessoa amada e ser respeitado”.
  8. Posteriormente, Rodríguez Zapatero referiu-se ao fundamentalismo religioso ao sublinhar que os EEUU sabe que a utilização da fê espúrea para justificar a violência pode ser algo muito destrutivo.
  9. Igualmente, Rodrñíguez Zapatero pediu uma lembrança, já fosse desde uma dimensão transcendente ou cívica, para as nossas vítimas do terrorismo.
  10. Como conclusão, Rodríguez Zapatero, que em todo momento tratou de evitar a menção de D’us, rematoi dizendo que a liberdade é um dos mais preçados dons que aos homens deam os céus.


A diferência das citas tomadas de clássicos como Cervantes, Shakespeare, Dante ou Homero, as extraídas da Bíblia acham-se sujeitas a um contexto não apenas necessário, senão também ineludível. Por isso chama enormemente a atenção que Rodríguez Zapatero tenha incorrido na ousadia de lêr uma passagem –incompleta, isso sim- do livro do Deuteronômio, o quinto livro da Torá mosaica. É assim porque o Deuteronômio apresenta uma cosmovisão clara e definida que choca frontal e claramente com as acções e a ideologia de Rodríguez Zapatero. A título de exemplo, sinalemos que o Deuteronômio, no seu capítulo 8 versículo 11 indica que “o olvido de D’us é a causa do mal duma nação”; o Deuteronômio, capítulo 23 versículo 17, estabelece como um claro mandamento que “não se deve praticar a homosexualidade entre os filhos de Israel”; o Deuteronômio, capítulo 6 versículos do 2 em adiante, indica que para que a uma pessoa lhe vaia bem deve obedecer os mandamentos de D’us, desde aquele que confissa a existência dum D’us único que estabelece o seu pacto com os homens, até os que proibem render culto às imagens, cometer homicídio, mentir ou roubar. O Deuteronômio, capítulo 6 versículos do 6 em adiante, insiste em que uma parte essencial da educação é ensinar às crianças a acção de D’us na História. O Deuteronômio, capítulo 11 versículo 31, indica como Israel possue a sua Terra por decisão explícita e justa de D’us. O Deuteronômio, capítulo 14 versículos do 22 em adiante, estabelece um tipo impositivo máximo do 10%, coim o que deve cobrir-se inclusso as necessidades dos mais menesterosos. O Deuteronômio, capítulo 22 e versículos do 13 em adiante, amiosa a conveniência de chegar virgem ao matrimônio. O Deuteronômio, capítulo 28 e versículos do 15 em adiante, sinala as conseqüências lamentáveis de abandoar a Lei de D’us para uma nação, incluíndo entre essas conseqüências a crise económica, o descenso da natalidade ou o peso excessivo dos estrangeiros na sua vida. E finalmente, e só por citar um exemplo mais, o Deuteronômio, capítulo 30 e versículos do 1 em adiante, proclama que a única via de restauração nacional plena que existe é a de volver aos caminhos de D’us ensinados na Bíblia.

Algum ignorante tem-se permitido nas últimas horas dizer que Rodríguez Zapatero, ao citar o Deuteronômio, situava-se ao lado da Teologia da Libertação. A realidade, muito nos tememos, é mais prosaica.

Rodríguez Zapatero quixo quedar bem mencionando uma das muitas passagens das Escrituras nas que se faz referência aos pobres. Porém, ao o fazer tem mutilado o versículo para evitar a menção de D’us e, sobretudo, tem escolhido um livro que deixa de manifesto até que ponto a sua política é um caminho de maldição, em todos os sentidos, para a nação espanhola.

Seria de desejar que a pessoa que escolheu a passagem para Rodríguez Zapatero, também o tivesse infomado de que todo aquele que mutila as Escrituras, ou as manipula, está sujeito ao castigo de D’us. E que a única saída a essa disjuntiva é a de volver-se humilde face esse Senhor que ele não se atreve, nem sequer, a mencionar.


CÉSAR VIDAL

OS ASSENTAMENTOS ISRAELIS SÃO LEGAIS

Aínda quando os críticos possam arremeter contra os assentamentos judeus em Judea e Samaria por outros motivos, ninguém pode questionar que sejam legais. De facto, o Mandato Britânico para Palestina de 1922 animava a sua criação.

O Presidente dos EEUU, Obama, afirma, secundado pela Secretária de Estado Hillary Rodham Clinton, que “os EEUU não aceitam a legitimidade da política contínua de assentamentos israelis” no West Bank [quer dizer, em Judea e Samaria]. Ambos têm exigido o congelamento de dez meses de novas construcções –excluída Jerusalém Leste- que o Primeiro Ministro Netanyahu anunciou há uns meses.

Netanyahu faz chamamentos ao Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, para reanudar as negociações ou assumir a culpa na falha de progressos quando expire este congelamento temporal.

A diplomacia internacional não tem um botão de rebobinado. Ded ser assim, botariam uma olhada à história, que lhes serviria para entender que os assentamentos israelis não só é que sejam legítimos sob a legislação internacional, senão que esta foi quem os promoveu activamente.

O Mandato Britânico para Palestina de 1922, auspiciado pela Liga das Nações, estimula no seu artigo 6 a construcção de “assentamentos para os judeus no território, incluíndo terras estatais e terras baldias que não sejam de utilidade pública”. A maioria dos assentamentos israelis no West Bank têm sido construídos no que eram territórios baldios sob os otomanos, britânicos, jordanos e, depois da Guerra dos Seis Dias de 1967, sob os israelis, ou em territórios privados que têm sido adquiridos mediante acordos privados documentados.

Os EEUU asumiram o citado artigo 6 ao asinar em 1924 a Convenção Anglo-Americana, um tratado que estipulava a aceitação do Mandato. A Liga das Nações já não existe, mas o artigo 6 continua vigente. A Carta da ONU de 1945, no seu artigo 80 –conhecido como o “artigo palestiniano”- sinala entre outras coisas que “nada nesta Carta alterará em modo algum os direitos de qualquer Estado ou povo ou os termos existentes nos instrumentos legais internacionais”.

Eugene Rostow, Subsecretário de Estado do Presidente Lyndon Johnson –uma autoridade em legislação internacional e coautor da Ressolução 242 do Conselho de Seguridade da ONU, que explicita os requisitos para uma paz árabe-israeli- reafirmou este princípio. Em 1990 dixo: “O direito judeu de assentamento no West Bank é conforme às mesmas provisões do Mandato que autorizaram o assentamento judeu em Haifa, Tel Aviv e Jerusalém antes de que o Estado de Israel fosse constituído”.

Ao igual que no caso do chamamento da Ressolução 242 a umas “fronteiras seguras e reconhecidas”, segundo Rostow, noutro texto de 1991, uma olhada repousada à Ressolução de 1967 deixa claro que não se ordea uma retirada total do West Bank, Faixa de Gaza, Altos do Golan e península do Sinai às linhas de armistício posteriores a 1948.

Muitos dos que alegam que as comunidades judias do West Bank violam a lei internacional citam o artículo 49 da 4ª Convenção de Genebra. Esta estabelece que uma potença ocupante “não deportará ou transferirá parte da sua própria população civil ao território ocupado”. Mas Julius Stone, um eminente teórico de legislação internacional, como Rostow, escreveu no seu livro de 1981 “Israel e Palestina: um assalto à Lei das Nações” que designar os assentamentos israelis com ilegais é “uma subversão dos princípios legais internacionais”.

Stone, Stephen Schwebel, antigo juíz da Corte Internacional de Justiza, e muitos outros têm distinguido entre território adquirido numa “guerra de conquista” (como a da Alemanha názi na 2ª Guerra Mundial) e território conquistado em auto-defesa (como as conquistas israelis de 1967).

A distinção é especialmente adequada quando o território adquirido fora à sua vez conquistado ilegalmente –como se passava com Jordânia respeito o West Bank, que capturara durante a guerra dos Estados árabes contra Israel em 1948-49.

Pelo demais, o artigo 49 da 4ª Convenção de Genebra foi redactado para ilegalizar a prática názi de desprazar pela força populações nos territórios ocupados com destino aos campos de trabalho ou aos campos de extermínio. Os israelis não foram desprazados pela força ao West Bank, nem os árabe-palestinianos foram expulsados pela força. Dois anos depois de que o Departamento de Estado do Presidente Carter determinasse que os assentamentos israelis violavam a lei internacional, o Presidente Reagan dixo rotundamente que NÃO eram ilegais.

Poderia-se argumentar, como fixo Reagan e como fai Obama, que o facto de que Israel constrfua povoados nos territórios em desputa desde 1967 obstrui os esforços diplomáticos ou que, como alguns israelis criticam, essas construcções judias perto dos centros de população árabe, dispersam perigosamente a maioria judia no resto do país. Mas em todo caso, e sendo precisos, não se pode afirmar que os assentamentos sejam ilegais.


ERIC ROZENMAN

“SE HÁ GUERRA O SEU REGIME CAIRÁ”


Segundo informa a Agência EFE, o Ministro de AAEE israeli, Avigdor Lieberman, manifestou que se Síria provoca a Israel e se desata uma guera, o regime do Presidente sírio, Bashar Al Asad, cairá.

“O Ministro de Exteriores sírio vem de ameazar claramente a Israelk. A nossa mensagem a Síria é que, se há guerra, não só a perderá, senão que o regime de Al Asad colapsará”, advertiu Lieberman, numa conferência impartida na Universidade de Bar Ilan, próxima a Tel Aviv, informou o servizo israeli de notícias Ynet.

As declarações docefe da diplomacia produz-se um dia após de que o titular de Exteriores sírio, Walid al Mualem, dissesse numa rolda de imprensa conjunta junto com o seu homólogo espanhol, Miguel Ángel Moiratinos, em Damasco, que existe a possibilidade dum conflito, porque Israel “é uma entidade baseada na violência e a expansão” que “sementa um clima de guerra na região”.

Se estalar, “a guerra será global, comeze no sul do Líbano ou em Síria”, declarara Al Mualem, que advertiu: “Israelis, a irrupção duma guerra agora chegará até as vossas cidades”.

Lieberman afirmou nas suas declarações que “quem acredite que as concesões territoriais (por Israel) afastarão a Síria do Eixo do Mal está equivocado” e acrescentou que “se deve fazer entender a Síria que deve renunciar à sua exigência dos Altos do Golan”, ocupados por Israel desde 1967.

Segundo indicou a EFE um alto cárrego do Ministério de Exteriores israeli, que pediu não ser identificado, as declarações sírias devem-se a “um malentendido” por parte de Damasco sobre um comentário prévio do Ministro de Defesa israeli, Ehud Barak, que dois dias atrás manifestou que era vital volver às negociações de paz com Síria porque, doutro modo, poderia-se chegar à guerra.

“O discurso de Barak tem sido totalmente malentendido pelos sírios. Ele argumentava a favor dum acordo de paz e eles têm entendido todo o contrário e apresentado a Israel como a parte que ameaza”, explicou o alto cárrego israeli.

Respeito ao regresso às negociações indirectas com Síria com mediação de Turquia, o funcionário ded Exteriores estimou que “é impossível mentres (Recep Tayip) Erdogan sig sendo o Primeiro Ministro: haverá que agardar a que haja outro Governo ou procurar outro mediador no que ambas partes tenham confiança”.

A fonte considerou também que “é surprendente” que Al Mualem nas suas declarações “se ponha de facto do lado de Hizbulá comprometendo-se a intervir e implicar-se se se passa algo no sul do Líbano, algo que (os sírios) não figeram no 2006, quando tiveram a oportunidade”.

A IGREJA CATÓLICA, EMBAIXADORA DO ISLÁM EM EUROPA

Na França, Hassen Chalghoumi tem cobrado celebridade por “não ser um iman como os demais”. Leva aos seus filhos a um colégio privado católico, tem solicitado um crédito da banca tradicional para comprar a sua casa e “estreita as mãos das mulheres”. Por suposto, estas actitudes não saim grátis em Al-França. O passado 25 de Janeiro um “comando islamista”, na realidade, uma das habituais bandas de facinberosos histéricas ao berro de “Alá é grande”, asaltava de forma violenta a sua mesquita entre ameazas de morte.

“Estou a favor da proibição do burka por lei (…) Mas isso deve-se combinar com um trabalho pedagógico como o que se fixo com o véu nos colégios em 2004. Não imagino um polícia fretirando o véu duma mulher em plena rua. O véu integral não é um preceito religioso, senão uma prisão para as mulheres, uma dominação sexista e uma imposição islamista”. Essa é a opinião que Chalghoumi manifestava sem se arredar pela apocalipse de ameaças que recebe quase a diário na sua mesquita de Seine-Saint-Denis. Os islamistas não estám dacordo. Mas a Igreja Católica da França, também não. Quando menos, não o estám os seus dirigentes.

O Conselho para as Relações Interreligiosas da Conferência Episcopal francesa emitia um comunicado o luns passado contra a medida que impulsa o Governo do Presidente Sarkozy: “É muito limitado o número de mulheres que leva o véu integral, e as decisões que se adoptem não devem levar a uma estigmatização dos crentes muçulmãos”, dizia o monsenhor Michel Santier como Presidente do Conselho para as Relações Interreligiosas desde o sítio web da Conferência Espiscopal francesa.

“Se se aopta uma lei neste sentido, o risco para as mulheres muçulmãs que levem o véu integral é que não saiam de casa e estejam aínda mais marginadas”. Alertando sobre a tentação de que “os cidadãos franceses e, entre eles, os católicos” se deixem “seducir pelo medo à teoria do choque de civilizações”, Santier rematava o seu comunicado com argumentos que semelhavam confirmar, precisamente, o choque de civilizações que ele próprio vinha de condear.

“Se queremos que os cristãos em minoria em países ded maioria muçulmã tenham todos o direitos, devemos respeitar no nosso país os direitos de todos os crentes no exercício do seu culto”, afirmava equiparando as liberdades dos cristãos no orbe islâmico com as que os muçulmãos disfrutam na França. “Um diálogo sincero entre crentes permitirá superar as desconfianças recíprocas”, concluia.

A posição de Santier vinha coincidir com a já tradicional política seguida pelo seu homólogo do diálogo interreligioso no Vaticano, o também francês, cardenal Jean-Louis Tauran. Em ambos casos, La Croix oferecia cobertura ideológica amiga para lembrar como Tauran se manifestara mais ou menos nos mesmos termos contra o referéndum de proibição de construcção de novos minaretes em Suíza. Esta actitude concluiu com a aberta condeia vaticana do resultado final da consulta como “um duro golpe contra a integração e a liberdade religiosa”.

Porém, desde outros âmbitos mais laicos, advirte-se com muita maior crudeza sobre as “coneqüências” duma proibição do burka na França. “Nos países de maioria muçulmã, proibir o véu converte-se num ataque ao Islám”, prevêm desde os think thank de seguimento das relações internacionais, dando por entendido o que significa na prática a ‘ofensa’ das delicadas sensibilidades isâmicas.

Pelo momento, e mentres o projecto legal de proibição continua o seu curso em Paris entre comisões parlamentárias e ameaças soterradas das organizações muçulmãs aliadas em argumentos com a Igreja Católica, o Executivo francês não semelha arredrar-se em excesso a julgar pela audácia duma medida que se permitia confirmar de modo oficial, mediante comunicado do Ministério de Imigração, Integração e Identidade Nacional: a denegação da nacionalidade a um muçulmão que obrigava à sua mulher francesa a levar o burka numa actitude que, para Paris, supõe “o rechazo dos princípios de laicidade e igualdade entre homens e mulheres”.


Fonte: NOVO DIGITAL INTERNACIONAL

04/02/10

POLÍTICA E LIBERDADE


Pode que os muçulmãos se sintam insultados pelas opiniões de Geert Wilders sobre o Islám. Porém, Geert Wilders e os que não somos muçulmãos sentimo-nos insultados –e ameaçados- pelas hostis e negativas opiniões que sobre nós figuram nos venerados livros sagrados, nas leis e nos costumes dos muçulmãos. Textos e actitudes que não se disimulam ou revisam como algo desfasado, senão que são permanentemente proclamados com orgulho, publicaos, ensinados e expostos ao longo de todo o mundo –sem que os dirigentes muçulmãos fagam objecção alguma.

Os occidentais têm-se acostumado, grazas aos seus Governos, mass media, e à palestinização da sua cultura e sociedade, a sentir-se culpáveis e a aceitar sem abrir a boca o contínuo fustigamento da ameaça terrorista. Este terrorismo tem-se cobrado já demassiadas vidas inocentes e mutilado outras tantas desde o seu começo nos anos sesenta em Europa, com a colaboração de grupos názis palestinianos assassinando judeus e israelis.

Em vista destas manifestações de terrorismo local e estrangeiro em sítios como Holanda, gente como Geert Wilders que tem feito fronte à provocação vê-se obrigado a viver permanentemente com medidas pessoais de seguridade. Como é possível que no século XXI, na democrática e pacífica Europa, algumas pessoas, políticosx, intelectuais, debuxantes e outros, precisem protecção as 24 horas do dia quando não têm feito nada para além de exprimir legalmente as suas opiniões? Será a autocensura o que defnirá a nossa cultura no sucessivo?

Para a maioria dos europeus, Geert Wilders apresenta-se como um herói e um defensor da suas liberdades perdidas e da sua dignidade; um veredito de culpabilidade no seu actual processo reforzaria o seu áura e debilitaria aos seus inimigos políticos. A opinião pública passaria a ver a esses contrincantes como as marionetas da Organização da Conferência Islâmica (OIC) que contiuamente e por todos os meios pressiona aos governos europeus para que castiguem severamente o que eles consideram “blasfêmia”, segundo a Sharia. A modo de exemplo, em Março de 2006, o Comitê Executivo da OIC levu a cabo o seu 1º Encontro Ministerial em Jeddah, onde decidiram que os Estados membros da OIC e o seu Secretário Geral centrariam os seus esforços nos seguintes objectivos:
  1. Adopção duma Ressolução na 61ª Sessão da Assembleia Geralkda ONU encaminhada a proibir a difamação das reliiões e dos símbolos religiosos, da blasfêmia, a denigração dos profetas, e a prevenção no futuro doutras acções difamatórias.
  2. Planificar uma estratégia global para evitr a difamação das religiões, implementando medidas adequadas a tal fim.

Os Governos occidentais devem decidir se queremjulgra conforme as leis de Occidente ou as a Sharia. Wilders tem desafiado a Lei da Sharia e, em coinseqüência, a sua vida está em perigo permanente. Acredito que as ameaças contra ele são os autênticos crimes que Holanda deveria julgar. Se Wilders resulta condeado, ois europeus verão nesse veredito a supressão das suas próprias liberdades para defender-se, e a sua submissão à dhimmitude.

A persecução contra Wilders revela uma profunda enfermidade social e política. O castigo e a reconvenção em nada ajudarão; mais bem empiorarão as coisas. Em Wilders os Governos deveriam saber dilucidar o descontento dos seus próprios povos, aos que têm ignorado e desprezado durante demassiado tempo. Esta é a mensagem de Wilders. E a de Flemming Rose e Kurt Westergaard, por nomear apenas a alguns dos prominentes revolucionários que lutam contra a imposição da Sharia em Europa, e sem esquecer aos heróicos apóstatas muçulmãos.

O Mundo Livre está observando atento. Comprar a seguridade de Europa através do apaciguamento, o politicamente correcto, a auto-censura e a palestinização da sociedade, só nos conduzirá à guerra civil.

Os human os temos uma memória curta. Mas a história lembrará que o juízo contra Wilders suporá a condeia da liberdade de expressão, ou bem apoiará o mais preçado bem do gênero humano contra o terrorismo intelectual e o totalitarismo na cultura.


BAT YE’OR

FUNDO DE FANGO

O Fundo para um Novo Israel (New Israel Fund)* forma parte duma campanha de impostura global. Nada tem a ver com os direitos humanos –senão, mais bem, com a negativa ao direito dum povo concreto à sua autodeterminação.

No NIF estám furiosos. Acreditam que é admisível difundir falsas testemunhas sobre o Estado de Israel. Acreditam que é admisível participar na campanha de demonização de grupos cujo único objectivo é aniquilar a Israel. Acreditam que é admisível cooperar com a Comissão Goldstone, inclusso apesar de que tenha sido promovida pela maioria aritmética dos países mais sinistros, os que controlam o Conselho de Direitos Humanos da ONU. Acredditam que é admisível que Israel coopere com a devandita Comissão, inclusso apesar de que nenhum país do mundo livre apoiou a sua constituição. É certamente legítimo fazer estas coisas num país democrático. Mas há algo mais que também é certamente legítimo: expôr a verdade sobre este Fundo e os grupos que hipocritamente ostentam a bandeira dos “direitos humanos”.

Se a maioria dos grupos que são apoiados pelo Fundo não reconhecem o direito do Estado de Israel a existir como Estado judeu e democrático, imaginade o que realmente pensam dos direitos humanos…

Digamos a verdade: direitos para todos menos para os judeus. Os palestinianos têm direito a um Estado, um Estado nacional, próprio, como os croatas, os húngaros, os checos, os eslovacos e os demais povos. Mas os judeus não.

Por exemplo, o NIF apoia uma associação “altruísta” denominada Zochrot. Uma associação que só aspira a eliminar o Estado de Israel implementando o “direito de retorno”. Pouco importa que não exista tal direito ou que nunca tenha existido um precedente dum “retorno” massivo tras um intercâmbio de populações ao rematar um conflito. Mas isto não retrai aos do Fundo. De contado esgrimem a sua consigna: “direitos humanos”!

Isto não quer dizer que Israel esteja exenta de ser criticada. Entre os centenares de queixas, seguro que alguma terá uma base. Mas cada dia mais a gente razoável abjura das organizações de “direitos humanos” –e não porque abjurem dos direitos humanos, muito pelo contrário. É devido a que a gente normal está cada dia mais convencida de que os direitos humanos têm-se convertido numa arma arrojadiza para as forças do ml. O NIF apenas é uma mais, uma entre as muitas existentes em todo o mundo formando parte desta impostura global.



BEN-DROR YEMINI


* O partido Kadima tevem de solicitar a apertura duma investigação da organização de direitos humanos New Israel Fund (NIF). Este grupúculo está implicado na deposição de falsas testemunhas contra Israel no curso da Comissão Goldstone.

Imediatamente o membro da Knesset pelo partido ántisionista Meretz, Nitzan Horowitz, tem sinalado que abrir uma investigação contra o NIF constituiria uma “persecução política da pior espécie”.

PETRAEUS ESTÁ EQUIVOCADO


O respeitdo alto mando das tropas estadounidenses em Irak, afirmou que um ataque occidental contra Iran incitaria o auge dos movimentos nacionalistas radicais nos países muçulmãos. Trata-se dum erro de apreciação.

O ataque seria um sopapo no rosto de Ahmadineyad. Doutra banda, o sentimento de apoio ao regime iraniano está caíndo em picado.

Em qualquer caso, nada pode promover mais o sentimento nacionalista pro-iraniano que o permanente desafio deste país às sanções e o seu pulso continuando o desenvolvimento da bomba nuclear.

HOLOCAUSTO, ISRAEL, HOMOSEXUALES

Recientemente fue el Día de Recuerdo del Holocausto. Gobiernos, ciudadanos y organizaciones judías y no judías de todo el mundo participaron en actos en los que se recordaba a las víctimas de aquel crimen. Aunque el objetivo principal de la industria de la muerte puesta en marcha por el totalitarismo nacionalsocialista era el exterminio de toda la población hebrea, otros tipos de personas murieron por miles en los lagers del Tercer Reich.

Es habitual invitar a los actos de recuerdo a grupos que representan a tipos de personas que, aunque en cifras mucho menores y de forma menos sistematizada que los judíos, fueron víctimas de la barbarie nazi. Resulta común encontrar en este tipo de ceremonias a miembros de organizaciones gitanas (una minoría cuyo número de víctimas se eleva a cientos de miles) y algunas asociaciones de homosexuales.

Una de estas últimas, la asturiana XEGA, rechazó la invitación de la comunidad judía local para participar en un acto de recuerdo. Como excusa para justificar su ausencia, los responsables de la asociación argumentan que "nos tememos que nuestra presencia en el mismo pudiera ser considerada un apoyo a la política del gobierno de Israel en relación con el pueblo palestino". La respuesta, que la propia organización ha publicado en su sitio web, añade un párrafo de condena al único Estado democrático de Oriente Medio.

Aunque no pase de ser un episodio casi anecdótico, este es un buen ejemplo de la nueva judeofobia que se extiende por Europa y América. Un antisemitismo que, según los estudios de diferentes organizaciones, resulta especialmente violento en Francia pero donde más extendido está es en España y Polonia. Aunque en este caso concreto no se plasma de forma explícita, los autores de la respuesta a la Comunidad Judía asturiana insinúan una equiparación de Israel con los nazis en un escenario, el conflicto de Oriente Medio, que se intenta igualar con el Holocausto. Se trata de una de las acusaciones antisemitas más habituales en la actualidad.

Dicha equiparación es insostenible y muestra una visión del conflicto basada en los estereotipos y no en el conocimiento. Junto al innegable sufrimiento de los palestinos está el también real sufrimiento de los israelíes. En este caso en concreto es la más inoportuna de las excusas. Los dirigentes de XEGA deberían informarse sobre la vida de los homosexuales en Israel (no muy distinta a la de los españoles) y en los territorios bajo gobierno palestino (donde nadie que aprecie su propia vida "sale del armario").


ANTONIO JOSÉ CHINCHETRU

FUMATA BRANCA?


Segundo fontes egípcias Israel prepara um ataque a Iran desde o Golfo e o norde dde Irak.

Rumores procedentes do entorno árabe figeram-se eco na noite de ontem, mércores 3 de Fevereiro, da possibilidade duma iminente escalada bélica no Meio Leste. Fontes militares às que teve acceso DEBKA Files, sinalaram que não só são os dirigentes sírios quem estám batendo os tabores de guerra –o Ministro de AAEE sírio, Walid Muallen, dixo em Damasco diante do seu homônimo espanhol Miguel Angel Moratinos que “os israelis não conhecerão o potencial sírio até que tenham a guerra às poirtas das suas cidades”-, senão que fontes militares egípcias desvelaram que Israe está ultimando o ataque contra Iran. Estas informações apontam a que a Armada Israeli, junto com a 5ª Flota dos EEUU têm estado nas últimas semanas percorrendo as águas do Golfo Pérsico e as costas iranianas, preparando um ataque naval e de comandos de operações especiais israelis.

Oficiais dos servizos de inteligência das IDF e das forças especiais, afirmam também que têm estado estabelecendo rutas de acceso das suas forças aéreas e de terra em Iran, tendo como objectivo as suas instalações nucleares.

Segundo estas fontes egípcias, Arábia Saudi tem exigido explicações a Washington sobre o suposto apoio do EEUU aos preparativos israelis para atacar Iran, e sobre por que não se tem posto ao corrente dos mesmos aos governos de Riyad e dos países árabes do Golfo. Os saudis argumentam que várias unidades navais e de inteligência despregadas no Golfo têm detectado movimentos israelis, reunindo a tal efecto evidências documentais.

Parte deste material foi publicado o mércores pela noite no Cairo por “Shorouk”, uma publicação que os servizos de inteligência egípcios freqüentemente utilizam para filtrar informações bem contrastadas.

“Shorouk” foi a primeira em dar a conhecer o ataque da Força Aérea Israeli contra o convoi com armamento paa Iran em Sudám, o passado Janeiro de 2009.


DEBKAfile Exclusive Report

A POLÍTICA DE JUDENRAT DO PSOE

A conservação e a sustentabilidade energética são duas das principais preocupações que atingem ao nosso planeta. Estudantes de todo o mundo compitem no Solar Decathlon, que terá lugar em Espanha no mes de Junho de 2010, tratando de achar soluções aos nossos problemas comuns.

Os estudantes que conformam a equipa que representa a Israel deram com um engenhoso procedimento de fazer as vivendas mais eficazes desde essa perspectiva. Qual é o seu delito para terem sido expulsados da competição?

Sim, caros amigos de Israel:

Sabíades que o Governo espanhol expulsou à equipa do Ariel Univerity Center (Israel) da competição Solar Decathlon 2010, que promove em cooperação com os EEUU?

Isto converte a Espanha no único país europeu que implementa um boicote acadêmico contra Israel.

A iniciativa espanhola semelha ser uma continuação da sua secular história de assassinatos, persecução e intolerância face os judeus. Espanha foi a última democracia occidental em reconhecer formalmente a Isrel como Estado. Não o fez até 1986.

Espanha argumenta que expulsou à equipa do Ariel porque as políticas da União Europeia e a ONU proibem as relações com instituições em “territórios ocupados”. Mas essa política não existe. Espanha não expulsou à equipa duma universidade chinesa, inclusso a pesar de que China continua com a sua cruel ocupação do Tibet e ostenta um deplorável registo no campo dos direitos humanos. Espanha não expulsou a França, que aínda ocupa quatro das suas antigas colônias –a Guaiana Francesa, Guadalupe, a Martinica e Reunião. Espana não se olhos no seu próprio espelho ante os contenciosos de ocupação que mantém por Ceuta e Melilha com Marrocos, ou o País Basco que leva décadas tratando de obter a sua independência. Espanha só tem em conta a Israel. Hoje em dia, Espanha ostenta a taxa mais elevada de condutas ántisemitas de toda Europa

Por favor, lêde a detalhada informação sobre esta expulsão na nossa página web. Unide-vos à iniciativa contra esta injusta e discriminatória decisão política, que só se ensanha com o Estado Judeu.

Agide agora para obrigar a Espanha a readmitir à equipa israeli.






VERGONHA PARA ESPANHA

03/02/10

BRAVO, SILVIO!

PROPORCIONALIDADE E HIPOCRESIA


“Derrotar o mal sempre supõe um custe. Nunca sai grátis, desagraçadamente. Mas o custe de fracassar na derrota do mal aínda é mais elevado”.
(Jamie Shea, Portavoz da OTAN nas BBC News, 31 de Maio de 1999)


O furor internacional provocado pelo Informe Goldstone e a subseguinte censura a Israel pela sua conduta na Operação Liderádego Sólido não decrece, inclusso a pesar do telão de fundo do elogiável esforço humanitário desenvolvido tras o terremoto de Haiti. É esta interminável vorâgine de condeias o que faz particularmente pertinente trair a colação as palavras com que o representante da OTAN contestou às críticas pelas numerosas baixas civis derivadas dos freqüentes ataques aéreos da Aliança durante a guerra de Kosovo entre Março e Junho de 1999.

Shea insistiu em que os aviões da OTAN apenas bombardearam “objectivos militares legítimos” e que se houvo vítimas civis foi porque a OTAN se vira obrigada a intervir militarmente. Uma vez que a intervenção foi inevitável “tratamos de fazer tudo o possível para assegurar-nos que se havia civis nas imnediações se suspendesse o ataque”, fazendo ênfase em que “a OTAN não tem como objectivo os civis; que fique absolutamente claro”.

Porém, centos de civis foram abatidos pela campanha aérea da OTAN, denominada “Operação Força Aliada”, que atacou bairros residenciais, residências de ancianos, hospitais, mercados em funcionamento, colunas de refugiados em marcha, autobuses civis e comboios cruzando pontes, e inclusso uma embaixada estrangeira [Veja.se a Táboa ressumo dalguns dos grandes incidentes].

As cifras exactas são difíceis de avaliar, mas o mínimo admitido é de quase 500 mortes de civis (que alguns elevam a mais de 1.500) –incluíndo crianças, mulkheres e ancianos, assassinados nuns 90 ataques documentados por uma Aliança que incluia as forças de Bélgica, Canadá, Dinamarca, França, Holanda, Itália, Tirquia, Espanha, o Reino Unido e os EEUU. Mais de 150 dessas baixas civis foram provocadas pelo uso de bombas de racimo lanzadas sobre conhecidas áreas com população civil.

Paradoxalmente, as baixas militares infligidas pela OTAN nas forças sérbias durante quase 80 dias de bombardeo aéreo, contrarrestado por um inexistente poder ánti-aéreo, foram surprendentemente baixas, rondando na maioria das estimações menos de 170 mortos.

As forças da OTAN não sofreram, pela sua banda, baixas em combate!. Isto foi principalmente devido à decisão de dirigir os ataques aéreos desde grande altura, o que reduzia enormemente o perigo para o pessoal militar aéreo da OTAN –mas incrementando-o dramática e exponencialmente para os civis sérbios (e kosovares) sobre o cenário bélico. Contrariamente ao que se passou na Operação Liderádego Sólido emprendida pelas IDF em Gaza, as populações civis dos países participantes na Operação Força Aliada em nenhum momento foram atacadas, nem sequer ameaçadas, pelas forças militares sérbias.

A transcendência de tudo isto para Israel, asediada como está pelas diatribas críticas e a censura ante a sua campanha em Gaza, é palmária. E de ela derivam-se três grandes aspectos:

  1. A irrelevância da proporcionalidade nos conflitos militares.
  2. A hipocresia sem límites da política internacional.
  3. A desastrosa incompetência da diplomácia israeli.

O tema da proporcionalidade, ou mais bem da pretendida ausência de ela, tem sido o pretexto da feroz condeia do proceder  israeli na sua operação militar em Gaza devido ao número de baixas palestinianas em comparação com as israelis. A conduta na operação militar em Kosovo de muitos dos detractores de Israel amosa, sem embargo, que eles nunca a tiveram em demassiada consideração. Pelo contrário, o modus operandi que eles adoptaram –como o referido bombardeo desde grande altura- demonstra que eles aspiraram em todo momento deliberadamente à desproporcionalidade. Como sinalámos, garantiam-se assim uma percentagem de baixas praticamente nula entre as suas tropas, mas correlativamente resultava mais dificil alcançar os pretendidos objectivos militares sobre o terreno, expondo à indedfesa população civil a perigos muitos maiores e a um mais elevado número de baixas.

O que nos conduze a sublinhar a espesa hipocresia dos críticos com Israel. O seu código de conduta dificilmente lhes outorga uma superioridade moral respeito o seu código de combate. Em contraste com o claro desprezo da OTAN face os inimigos civis, as IDF freqüentemente pugeram aos seus soldados em perigo mortal para evitar que os civis palestinianos resultassem feridos. O uso do podrio militar israeli sempre foi acorde e em resposta a uma ameaça tangível para os seus próprios cidadãos. Este, porém, não foi o caso dos ataques militares emprendidos pelas forças da OTAN contra os sérbios que, como mencionamos anteriormente, não constituiam ameaça alguma para a população civil fóra dos confins da antiga Jugoeslávia –e muito menos para a dos países participantes na aliança. Qualquer alegação de que a brutalidade sérbia justificou as severas acções da OTAN pode ser fazilmente contestada sinalando as crueis atrozidades perpetradas contra os sérbios pelos kosovares uma vez que as forças sérbias foram neutralizadas pela OTAN. Sem dúvida, a guerra civil inter-étnica nos Balcães estava empantanada numa inegável ambigüidade moral, onde resulta mais fácill saber qual das partes era mais forte e qual mais débil, mas não tanto saber quem eram os “bons” e quem os “máus”. Aínda mais, se a brutalidade é uma justificação para o uso da força desproporcionada, daquela seguramente existem poucos objectivos mais meritórios de ataque que as organizações terroristas islâmicas como Hamas, por muito lamentáveis que poidam ser os inevitáveis danos colaterais.

O descarado desprezo pela proporcionalidade dos beligerantes democráticos e a vergonhosa hipocresia das suas críticas fóra de lugar a Israel, desvelam uma deficiência cruzial –amiúde sinalada, e com a mesma freqüência ignorada- na estrutura da estrategia internacional: a incompetência e a impotença da diplomacia israeli.

A conduta na guerra de Kosovo das principais democracias mundiais deveriam proporcionar material suficiente para contrarrestar resoltamente a maior parte das pomposas condeias que se esgrimem contra Israel a todas horas. Desgraçadamente, sem embargo, não acaece assim e, embora o tratamento dos mass media israelis durante o operativo em Gaza experimentou uma melhora respeito à espantosa cobertura durante a Guerra do Líbano em 2006, aínda segue parecendo atrapado na espiral de apresentar desculpas com uma timidez que socava a sua credibilidade e capazidade persuasiva.

Para que Israel se imponha na cruzial batalha da opinião pública debe passar à ofensiva. Deve inspirar confiança e convencimento na fundamental validez moral do seu agir como nação. Não deve evitar a resposta contundente contra as difamações injustufucadas e anatemizar aos malévolos difamadores.

Não se deve acobardar à hora de convocar a todos os embaixadores dos países da OTAN num foro público, aberto aos mass media internacionais, e sinalar firmemente o arriscado que é “lanzar pedras” para aqueles que vivem em casas com “paredes de cristal”.

Não se deveria reprimir à hora de encarar aos corresponsais estrangeiros carentes de princípios –e que elaboram patranhas malévolas contra Israel- afeando-lhes sem ambigüidades o facto de que não tenham integridade profissional, e advertindo-lhes que o abuso da sua posição como jornalistas pode derivar na sua expulsão do país. Deveria deixar-se claro aos membros dos mass media internacionais residentes em Israel, e que insistem em fazer um retrato falseado e sem fundamento, que quizá tenham que seguir fazendo a sua cobertura regional desde algum país árabe –onde presumivelmente acharam uma sociedade menos criticável e deficiente.

Israel deveria fazer fincapé em que, embora sendo certo que a crítica da política israeli não constitui per se uma forma de ántisemitismo, a permanente aplicação dum duplo raseiro face o Estado Judeu no que aos abusos dos direitos humanos respeita –mentres se faz a vista gorda sobre casos avondo mais terríveis por doquier- faz que o ántisemitismo seja  cada vez mais uma explicação plausível ante tamanhe conduta.

O Governo israeli não deve aforrar nos recursos necessários para, dum modo assertivo, reemprazar o politicamente correcto pelo politicamente certo, no discurso internacional sobre o Meio Leste em geral, e sobre o conflito palestiniano-israeli em particular. Estas verdades devem ser trasladadas à atenção dos criadores de opinião política em todo o mundo –de ser preciso, contrarrestando as opiniões tendenciosas e hostis mediante campanhas nos grandes canles de comunicação.

Só medidas contundentes permitirão que Israel ganhe a batalha da opinião pública, evitando ser vítima do injusto, injustificado e injustificável doble raseiro, e garantindo que no sucessivo as operações militares de Gaza e Kosovo não sejam julgadas com critérios dispares.



MARTIN SHERMAN