24/04/10

JERUSALÉM EM VENDA

Numa entrevista na Canle 2 de TV, Netanyahu declarou que o destino dos distritos árabes de Jerusalém é um assunto a diluzidar na ronda final das negociações. Em romám paladino, que serão entregados, mas não neste momento, por favor.

Com esta afirmação, a plataforma política do Likud é plenamente congruente com Kadina, os laboristas e, inclusso, o Meretz –e, inclusso, com a OLP.

O dirigente espiritual do Shas, Ovadia Yosef, também manifestou o seu apoio a entregar Jerusalém Leste –como sempre, a fim de salvar a vida dos judeus. O imensamente sábio Rabino deveria contestar por que não é melhor liquidar Israel na sua totalidade já, e transladar toda a sua população a Austrália –um lugar muito mais seguro para os judeus que a Terra de Israel.

Lieberman implicitamente apoiou a entrega de Jerusalém, atacando ao Governo em matérias muito mais irrelevantes dentro do acordo de coaligação do seu partido.

Desde a resolução do Conselho de Seguridade da ONU, em Março de 1980. que condeava a construcção israeli em Jerusalém, os EEUU opõem-se consistentemente à nossa presença na Cidade Sagrada. Todos os demais países, também, retiraram as suas embaixadas de Jerusalém. O Governo israeli jamais intentou estabelecer a sua soberania sobre os distritos árabes de Jerusalém, que têm permanecido, de facto, sob o controlo efectivo da Autoridade Palestiniana.

Não resulta, pois, novedoso que Israel esteja disposta a cedê-lo tudo no que respeita à sua capital.

ACCIDENTE LABORAL



Outro membro de Hamas tem resultado morto numa “missão de Yihad” –o qual, provavelmente, tenha sido devido a que a sua bomba estoirou prematuramente, ou a um ajuste de contas interno.

Esta é a decimoprimeira vítima falescida em circunstâncias semelhantes este ano.

Embora que o desafortunado pedaço de churrasco só tinha 18 anos, o sítio web de Al Qassam dixo na sua semblança que figera uma “grande carreira como yihadista”. Perguntamo-nos a que idade a iniciaria...


ELDER OF ZIYON

A CONSPIRAÇÃO SIONISTA CONTRA O REINO ANIMAL

Uma intrépida blogger palestiniana tem sacado à luz o nosso Programa Sionista de Encarceramento Animal.

Histórias e práticas aberrantes como estas não se producem no resto do mundo, mas apenas em Israel, onde o domínio dos mentalmente enfermos sionistas é absoluto. O seguinte relato não é fruto a imaginação dum novelista, nem tem sido propagado por uma pessoa vulgar ou por alguém dado às mentiras e as fabulações, senão que foi resenciado e confirmado por quinze activistas do pacifismo e religiosos cristãos, dez homens e cinco mulheres –três de elas israelis, uma francesa e outra britânica. A pessoa que contou este relato é Abbas Zaki, membro do Comitê Central de Fatah, e que tem mais de sesenta anos de idade.

A momento do crime foi durante o regresso das celebrações cristãs do Domingo de Ramos, o passado 28 de Março do 2010. O assunto vai do arresto dum asno e um cavalo por parte dos soldados israelis na vila ocupada de Belém, no ocupado West Bank. O asno e o cavalo são símbolos do imaginário religioso cristão, motivo pelo qual foram arrestados.

Cinco dias depois de que Zaki e os seus amigos foram postos em liberdade, foram achados não-culpáveis pelo juíz militar da prisão israeli de Ofer. Mas o asno e o cavalo seguem detidos. Ninguém sabe aínda se o asno e o cavalo serão sentenciados pelo juíz militar, ou se os militares os levarão à Corte ante o juíz para serem escuitados antes do juízo.

Seguro que acreditávades que os filhos das monas e os porcos seriam algo mais sensíveis no que respeita aos animais, não sim?

Ignoro como essa blogger em questão foi quem de averiguar o nosso Programa de Encarceramento Animal mas, de ter feito correctamente o seu trabalho, deveria ter averiguado que o nosso seguinte objectivo haviam ser as cabras.


Arrestar o asno de Jesuscristo e o cavalo, e mantê-os em cárcere israeli não é o primeiro crime desta espécie. Segundo um documento publicado pelo Ministério de Detidos da Autoridade Palestiniana, um gato foi sentenciado de por vida a prisão num cárcere do Negev. A história foi publicada e exposta nos jornais palestinianos e em Al Jazeera o passado 19 de Novembro de 2009. O Ministério de Detidos afirmou que as violações israelis contra os prisioneiros extenderam-se às mascotas felinas que vivem no cárcere do Negev.

A Administração penitenciária confirmou que no cárcere do Negev acha-se detido um gato numa cela por colaboração com os prisioneiros palestiianos que rendem elevadas sentenças nesse mesmo presídio. A administração penitenciária do Negev achou ao gato culpável de transportar objectos entre os prisioneiros duma cela a outra. O animal semelha que era um gato de rua que se colara no recinto e ao que os prisioneiros adestraram para transportar objectos e avisos entre as distintas celas. O gato teria resultado sentenciado pelos israelis a viver o resto dos seus dias no cárcere do Negev, junto com os prisioneiros palestinianos que o adestraram.

Lembro uma vez, estando em companhia do correspondente da AFP em Hebron, que filmara a uns sodados das IDF mandando parar a alguém e solicitando-lhe que fixese uma tarjeta identificativa para o seu asno. Não me extranha, pois, que haja quem não se tome em sério aos israelis. Ano tras ano, a sua condição mental colectiva vai em progressivo deterioro –como o recente arresto dum asno e um cavalo e a sentença de por vida a um gato podem demonstrar.

Doutra banda, sugiro que se esta senhora está realmente interessada no benestar dos animais, poderia fazer uma reportagem da utilizção que dam os palestinianos aos burros-bomba -e outros animais-bomba- e à tortura de gatos e leões às mãos dos rapazes de Hamas nos seus shows.



AUSSIE DAVE

23/04/10

שַׁבָּת שָׁלוֹם

ISRAEL, ASSASSINA DE SOLDADOS NORTEAMERICANOS


O título fala por sim só.

Se recentemente não tendes seguido a retórica procedente do regime de Obama, é provável que vos tenhades perdido o novo libelo de sangue que está de moda.

Israel e a política israeli são as responsáveis das baixas dos EEUU no Meio Leste, e Israel é a responsável damorte de soldados norteamericanos.

Alguns o proclamam alto em voz alta, outros de modo implícito, mas a mensagem está sendo vendida alta e clara.

Ontem mesmo, o antigo Embaixador dos EEUU em Israel, Martin Indyk, fixo uma série de graves afirmações na Rádio do Exército israeli.

“Os EEUU acreditam que o permanente conflito israeli-palestiniano tem socavado os seus esforços por isolar a Iran e evitar que adquira armas nucleares”.

“Os EEUU acreditam que o conflito continuado israeli-palestiniano perjudica os seus interesses estratégicos no Meio Leste”.

“Israel tem que cingir a sua política aos interesses dos EEUU ou haverá sérias conseqüências”.

E a couze final:

“Obama asina 30 ou 40 cartas de condolência cada mes, o qual é muito mais que as que poida asinar o Primeiro Ministro israeli, portanto tem um legítimo interesse em que se reduçam as tensões na região”.

Bem. Pois velaí o tendes. Israel é a responsável das tensões, dos problemas dos EEUU no Meio Leste –e mais sinladamente, da morte de 30 a 40 soldados norteamericanos cada mes.

Durante os dois últimos meses este tem sido o libelo de sangue que emana do regime obamita.
 


JOE SETTLER

OUTRA PERSPECTIVA DO CASO ANAT KAM

Velaqui algumas observações dum pai com conhecimento directo doutro “caso”, Moshe Belogorodsky. Vou directamente ao meio da sua carta:

.(…) Embora o tema era preocupante, inclusso inquedante, devo reconhecer que não me quitava o sono. Depois de tudo, o Shabak e a polícia detiveram a Anat e a mantinham a bom recaudo, afastada da possibilidade de seguir causando dano à seguridade e benestar público israelis…E foi então quando entrei em shock. Durante os últimos três meses, e até agora, Anat Kamm tem permanecido na sua casa!!

Achava-me confundido, assombrado. Estava convencido de que se tinha que tratar dum erro. Provavelmente existia uma boa razão para que o Shabak não a tivesse metido na cela dum cárcere. Foi então quando este tema converteu-se em algo pessoal para mim, quando o meu enfado se fixo real. Perguntava-me: como o logrou o Sr. Kam, o pai de Anat? Como conseguiu o que eu não fora capaz? Que valores inculcou em Anat para sair vitorioso onde eu tivem de saborear o amargo gosto da derrota? Ou pode que não fosse uma quesão de valores. Pode que fosse devido à sua capazidade como pai, a umas técnicas pedagógicas superiores capazes de impressionar a qualquer?

Comento-vos. A minha filha, Chaya, também foi considerada um ‘perigo para a seguridade pública e o Estado’. Há cinco anos, quando ela tinha 14, foi arrestada durante uma manifestação contra a ‘desconexão’, e acusada de dirigir-se de modo pouco apropriado a uma polícia. Foi conduzida ante um juíz de juventude emTel Aviv, não muito longe de onde uma Anat que daquela contava 18 anos vivia. O Fiscal do Estado, no nosso caso, solicitou ao juíz que encarcerasse à minha filha Chaya até o remate do procedimento judicial emprendid contra ela. Baixo que argumentos? Pois que Chaya era, já vem, uma criminal com motivações ideológicas. E que devido à sua ideologia era inaplacável. E perigosa para a gente e para o Estado.

Que é o que resultava tão perigoso neste caso? Que participara noutro acto de desobediência civil pacífica um mes antes, que fora arrestada e libertada sob a proibição de participar em actos semelhantes. E que desobedecera tal proibição, negando-se a permanecer de braços cruzados tranquilamente mentres as suas compatriotas estavam sendo expulsas dos seus fogares. Portanto, em palavras do fiscal, o seu perigo para a seguridade do Estado e a gente era manifesta. Embora semelhe inacreditável, o juíz aceitou este ridículo argumento.

Como contra-proposta, solicitei ao juíz que enviasse à minha filha a casa sob arresto domiciliário. Prometim-lhe que nos encarregaríamos de supervisá-la as 24 horas do dia. Não houvo lugar. O juíz considerou que nós, os seus pais, não éramos fiáveis como para garantir que a nossa criminal filha não fosse atentar contra os interesses públicos israelis. E enviaram a Chaya ao cárcere, à espera de juízo. Apelámos contra esta escandalosa decisão, e o nosso caso foi remitido à Corte Suprema de Israel. Ayala Procaccia foi a juíz que nos correspondeu ali. Quando me inteirei que a Sra. Procaccia ía ser a nossa juíz, o meu coração dou um volco. A Sra. Procaccia é sobradamente conhecida pelos seus plantejamentos de extrema esquerda, tanto antes de acceder à Corte Suprema como durante o seu trabalho nesta entidade. E aceitou os argumentos da fiscalia. A minha filha de 14 anos, Chaya, era, sem dúvida, uma criminal com motivações ideológicas. O seu crime era “especialmente grave porque amosara um absoluto despreço à lei. E tal actitude não pode ser tomada à ligeira pela Corte, sem importar que ideologia seja a que esteja detrás de tamanhe conduta”.

“As liberdades de expressão e manifestação são o símbolo distintivo duma democracia, na medida em que se mantenham dentro dos confins da lei. É ánti-democrático tratar de impôr pela força ideias que são manifestamente ilegais. Devemos emitir uma clara mensagem de que não se legitimarão os actos que vulnerem a lei, e emprendidos com o propósito de promover uma ideologia social ou política de qualquer índole”. A Sra. Procaccia ía aínda mais longe, estabelecendo que “a ilegal e depreçativa conduta da acusada não me deixa outra opção que afastá-la do entorno ideológico que a levou a vulnerar a lei”. Quer dizer, que a Sra. Procaccia não se limitou apenas a negar o arresto domiciliário a Chaya na sua casa, senão que se negou a reclui-la em qualquer lugar de Judea ou Samaria! A resultas de tudo isso, Chaya passou 40 dias no cárcere –antes de ser levada a juízo.


A semana passada, finalmente, a fiscalia do Estado decidiu solicitar à Corte que modificasse as condições do arresto de Anat Kam…Poderedes entender fazilmente o alívio que sentim quando me inteirei que ía ser a Sra. Procaccia quem havia de decidir sobre o seu caso. Provavelmente saberia que era o que cumpria fazer. Contudo enviei por fax ao seu despacho uma cópia do protocolo que seguira com Chaya, por se acaso a Sra. Procaccia esquecera algum detalhe.

Bem; não serviu de muito. Lim a decisãoda Sra Procaccia respeito a Anat. Não sou um experto legal, e as acrobácias legais de Procaccia resultam-me incomprensíveis. Mas o fundo da sua decisão é penosamente diâfana. Anat pode permanecer na sua casa! Dalgum modo, é menos perigosa para a gente do que era Chaya.

Estou absolutamente horrorizado. Como pode uma pessoa que está tão claramente escorada, tão vergonhosamente ansiosa por implementar a sua agenda política, como pode uma pessoa assim têr o poder de decidir o destino dos cidadãos deste país??

Não é hora de que o Comitê Legal da Knesset inície a discusão sobre este tema? Como pode uma pessoa como Ayala Procaccia continuar na Corte Suprema??

Não será hora de que cada um de nós, cidadãos de Israel, exijamos uma resposta a esta questão???


Bem. Agora já sabedes por que algumas pessoas pensam que o Sistema funciona duma forma para o campo nacional e doutra para o campo ilustrado e progre da esquerda. Os da “paz”.


YISRAEL MEDAD

EL LIBRO NEGRO DEL COMUNISMO



Se ha podido escribir que "la historia es la ciencia de la desgracia de los hombres", y nuestro siglo de violencia [el s. XX] parece confirmar la veracidad de esta frase de una manera contundente.

Es cierto que en los siglos anteriores pocos pueblos y pocos estados se han visto libres de algún tipo de violencia en masa. Las principales potencias europeas se vieron implicadas en la trata de esclavos negros; la República francesa practicó una colonización que, a pesar de ciertos logros, se vio señalada por numerosos episodios repugnantes que se repitieron hasta su final. Los Estados Unidos siguen inmersos en una cierta cultura de la violencia que hunde sus raíces en dos crímenes enormes: la esclavitud de los negros y el exterminio de los indios.

Pero todo eso no contradice el hecho de que nuestro siglo parece haber superado al respecto a los siglos anteriores. Un vistazo retrospectivo impone una conclusión sobrecogedora: fue el siglo de las grandes catástrofes humanas –dos guerras mundiales, el nazismo, sin hablar de tragedias más localizadas en Armenia, Biafra, Ruanda y otros lugares–.El imperio otomano se entregó ciertamente al genocidio de los armenios, y Alemania al de los judíos y los gitanos. La Italia de Mussolini asesinó a los etíopes. Los checos han tenido que admitir a regañadientes que su comportamiento en relación con los alemanes de los Sudetes durante 1945-1946 no estuvo por encima de toda sospecha. E incluso la pequeña Suiza se encuentra hoy en día atrapada por su pasado de gestora del oro robado por los nazis a los judíos exterminados, incluso aunque el grado de atrocidad de este comportamiento no tenga ningún punto de comparación con el del genocidio.

El comunismo se inserta en esta parte del tiempo histórico desbordante de tragedias. Constituye incluso uno de sus momentos más intensos y significativos. El comunismo, fenómeno trascendental de este breve siglo XX que comienza en 1914 y concluye en Moscú en 1991, se encuentra en el centro mismo del panorama. Se trata de un comunismo que existió antes que el fascismo y que el nazismo, y que los sobrevivió y alcanzó los cuatro grandes continentes.

¿Qué es lo que designamos exactamente bajo la denominación de comunismo? Es necesario introducir aquí inmediatamente una distinción entre la doctrina y la práctica. Como filosofía política, el comunismo existe desde hace siglos, incluso milenios. ¿Acaso no fue Platón quien, en La República,estableció la idea de una ciudad ideal donde los hombres no serían corrompidos por el dinero ni el poder, donde mandarían la sabiduría, la razón y la justicia? Un pensador y hombre de estado tan eminente como sir Tomás Moro, canciller de Inglaterra en 1530, autor de la famosa Utopía y muerto bajo el hacha del verdugo de Enrique VIII, ¿acaso no fue otro precursor de esa tesis de la ciudad ideal? La trayectoria utópica da la impresión de ser perfectamente legítima como crítica útil de la sociedad. Participa del debate de ideas, oxígeno de nuestras democracias. Sin embargo, el comunismo del que hablamos aquí no se sitúa en el cielo de las ideas. Se trata de un comunismo muy real que ha existido en una época determinada, en países concretos, encarnado por dirigentes célebres –Lenin, Stalin, Mao, Ho Chi Minh, Castro, etc. (...)–.



Sea cual sea el grado de implicación de la doctrina comunista anterior a 1917 en la práctica del comunismo real (...), fue éste el que puso en funcionamiento una represión sistemática, hasta llegar a erigir, en momentos de paroxismo, el terror como forma de gobierno. ¿Es inocente, sin embargo, la ideología? Algunos espíritus apesadumbrados o escolásticos siempre podrán defender que ese comunismo real no tenía nada que ver con el comunismo ideal. Sería evidentemente absurdo imputar a teorías elaboradas antes de Jesucristo, durante el Renacimiento o incluso en el siglo XIX, sucesos acontecidos durante el siglo XX. No obstante, como escribió Ignazio Silone, "verdaderamente, las revoluciones, como los árboles, se reconocen por sus frutos". No careció de razones el que los socialdemócratas rusos, conocidos con el nombre de bolcheviques, decidieran en noviembre de 1917 denominarse comunistas. Tampoco se debió al azar el que erigieran al pie del Kremlin un monumento a la gloria de aquellos que consideraban precursores suyos: Moro o Campanella.

Superando los crímenes individuales, los asesinatos puntuales, circunstanciales, los regímenes comunistas, a fin de asentarse en el poder, erigieron el crimen en masa en un verdadero sistema de gobierno. Es cierto que al cabo de un lapso de tiempo variable –que va de algunos años en Europa del Este a varias décadas en la URSS o en China– el terror perdió su vigor y los regímenes se estabilizaron en una gestión de la represión cotidiana a través de la censura de todos los medios de comunicación, del control de las fronteras y de la expulsión de los disidentes. Pero la memoria del terror continuó asegurando la credibilidad, y por lo tanto la eficacia, de la amenaza represiva. Ninguna de las experiencias comunistas que en algún momento fueron populares en Occidente escapó de esa ley: ni la China del "Gran Timonel", ni la Corea de Kim Il Sung, ni siquiera el Vietnam del "agradable Tío Ho" o la Cuba del radiante Fidel, acompañado por el puro Che Guevara, sin olvidar la Etiopía de Mengistu, la Angola de Neto y el Afganistán de Najibullah.

Sin embargo, los crímenes del comunismo no han sido sometidos a una evaluación legítima y normal, tanto desde el punto de vista histórico como desde el punto de vista moral. Sin duda, ésta es una de las primeras ocasiones en que se intenta realizar un acercamiento al comunismo interrogándose acerca de esta dimensión criminal como si se tratara de una cuestión a la vez central y global. Se nos replicará que la mayoría de estos crímenes respondían a una legalidad aplicada por instituciones que pertenecían a regímenes en ejercicio, reconocidos en el plano internacional y cuyos jefes fueron recibidos con gran pompa por nuestros propios dirigentes. Pero ¿acaso no sucedió lo mismo con el nazismo? Los crímenes que exponemos en este libro no se definen de acuerdo con la jurisdicción de los regímenes comunistas, sino con la del código no escrito de los derechos naturales de la humanidad.


La historia de los regímenes y de los partidos comunistas, de su política, de sus relaciones con sus sociedades nacionales y con la comunidad internacional, no se resume en esa dimensión criminal, ni incluso en una dimensión de terror y de represión. En la URSS y en las "democracias populares" después de la muerte de Stalin, en China después de la de Mao, el terror se atenuó, la sociedad comenzó a recuperar su tendencia y la coexistencia pacífica –incluso si se trataba de "una continuación de la lucha de clases bajo otras formas"– se convirtió en un dato permanente de la vida internacional. No obstante, los archivos y los abundantes testimonios muestran que el terror fue desde sus orígenes una de las dimensiones fundamentales del comunismo moderno. Abandonemos la idea de que determinado fusilamiento de rehenes, determinada matanza de obreros sublevados, determinada hecatombe de campesinos muertos de hambre sólo fueron accidentes coyunturales, propios de determinado país o determinada época. Nuestra trayectoria supera cada terreno específico y considera la dimensión criminal como una de las dimensiones propias del conjunto del sistema comunista durante todo su período de existencia.

¿De qué vamos a hablar? ¿De qué crímenes? El comunismo ha cometido innumerables: primero, crímenes contra el espíritu, pero también crímenes contra la cultura universal y contra las culturas nacionales. Stalin hizo demoler centenares de iglesias en Moscú. Ceausescu destruyó el corazón histórico de Bucarest para edificar en su lugar edificios y trazar avenidas megalómanas. Pol Pot ordenó desmontar piedra a piedra la catedral de Phnom Penh y abandonó a la jungla los templos de Angkor. Durante la Revolución Cultural maoísta, los guardias rojos destrozaron o quemaron tesoros inestimables. Sin embargo, por graves que pudieran ser a largo plazo esas destrucciones para las naciones implicadas y para la humanidad en su conjunto, ¿qué peso pueden tener frente al asesinato masivo de personas, de hombres, de mujeres, de niños?

Nos hemos limitado, por lo tanto, a los crímenes contra las personas, que constituyen la esencia del fenómeno del terror. Éstos responden a una nomenclatura común incluso, aunque una práctica concreta se encuentre más acentuada en un régimen específico: la ejecución por medios diversos (fusilamientos, horca, ahogamiento, apaleamiento; y en algunos casos gas militar, veneno o accidente automovilístico), la destrucción por hambre (hambrunas provocadas y/o no socorridas) y la deportación, o sea, la muerte que podía acontecer en el curso del transporte (marchas a pie o en vagones de ganado) o en los lugares de residencia y/o de trabajos forzados (agotamiento, enfermedad, hambre, frío). El caso de los períodos denominados de "guerra civil" es más complejo: no resulta fácil distinguir lo que deriva de la lucha entre el poder y los rebeldes y lo que es matanza de poblaciones civiles.


No obstante, podemos establecer un primer balance numérico que aún sigue siendo una aproximación mínima y que necesitaría largas precisiones, pero que, según estimaciones personales, proporciona un aspecto de considerable magnitud y permite señalar de manera directa la gravedad del tema:

        URSS: 20 millones de muertos.
– China: 65 millones de muertos.
– Vietnam: 1 millón de muertos.
– Corea del Norte: 2 millones de muertos.
– Camboya: 2 millones de muertos.
– Europa Oriental: 1 millón de muertos.
– América Latina: 150.000 muertos.
– África: 1,7 millones de muertos.
– Afganistán: 1,5 millones de muertos.
– Movimiento comunista internacional y partidos comunistas no situados en el poder: una decena de millares de muertos.
         
El total se acerca a la cifra de cien millones de muertos.

Este grado de magnitud oculta grandes diferencias entre las distintas situaciones. Resulta indiscutible que en términos relativos la palma se la lleva Camboya, donde Pol Pot, en tres años y medio, llegó a matar de la manera más atroz –hambre generalizada, tortura– aproximadamente a la cuarta parte de la población total del país. Sin embargo, la experiencia maoísta sobrecoge por la magnitud de las masas afectadas. En cuanto a la Rusia leninista y estalinista, hiela la sangre por su aspecto experimental pero perfectamente reflexionado, lógico y político.

[...]

Nuestra obra contiene muchas palabras y pocas imágenes. En ella se aborda uno de los puntos sensibles de la ocultación de los crímenes del comunismo: en una sociedad mundial hipermediatizada, en que la imagen –fotografiada o televisada– es lo único que merece credibilidad ante la opinión pública, solamente disponemos de algunas escasas fotografías de los archivos dedicados al Gulag o al Laogay, y ninguna foto de la deskulakización o del hambre durante el Gran Salto Adelante. Los vencedores de Nüremberg pudieron fotografiar y filmar con profusión los millares de cadáveres del campo de concentración de Bergen-Belsen y se han encontrado las fotos tomadas por los mismos verdugos, como ese alemán que dispara a bocajarro sobre una mujer que lleva a su hijo en brazos. Nada de eso existe en relación con el mundo comunista, en que se había organizado el terror en el seno del secreto más estricto.

No se contente el lector con algunos documentos iconográficos reunidos aquí. Consagre el tiempo necesario a conocer, página a página, el calvario sufrido por millones de seres humanos. Realice el indispensable esfuerzo de imaginación para representarse lo que fue esa inmensa tragedia que va a continuar marcando la historia mundial durante las próximas décadas. Entonces se planteará la cuestión esencial: ¿por qué? ¿Por qué Lenin, Trotsky, Stalin y los demás consideraron necesario exterminar a todos aquellos a los que designaban como "enemigos"? ¿Por qué se creyeron autorizados a conculcar el código no escrito que rige la vida de la humanidad: "No matarás"?


 
STÉPHANE COURTOIS


[A obra colectiva, “O Livro Negro do Comunismo”,  publicou-se originariamente na França, A edição em castelhano apareceu em 1998, mas foi imediatamente descatalogada. Há escasos dias Ediciones B tem posto à venda a reedição]

ACERCAMENTO ENTRE OS PARTIDOS RELIGIOSO-SIONISTAS?

O membro da Knesset pelo partido Fogar Judeu, Uri Orbach, visitou o passado joves a localidade de Beit El, convidado pelo portavoz de União Nacional e membro da Knesset, Yaacov Katz e o chefe da autoridade local, Moshe Rosenboim. A visita marca o último capítulo no acercamento permanente entre os dois partidos que, segundo se agarda, poderia rematar numa próxima fusião organizativa.

Os dois parlamentários discutiram os passos a dar na prática para propiciar a união de ambas formações.

Orbach e “Ketzaleh” falaram ante um grupo de estudantes da Raayah Ulpana, um licéu religioso para rapazas, e ante estudantes da Alta Yeshiva e os seus professores.

Assitiram, assimesmo, como convidados à morada do Rabbi Zalman Melamed, o Rabbi de Beit El e máximo dirigente das instituições educativas na comunidade, para além de dirigente espiritual de União Nacional.

A visita produze-se justo um mes depois de que parlamentários das duas facções religioso-sionistas da Knesset percorreram juntas Jeusalém, na sua primeira saída conjunta tras as eleições de 2009. No transcurso do percorrido visitaram a Yeshiva Machon Meir de Kiryat Moshe (Jerusalém), e o Centro de Crise para Mulheres Religiosas.

O campo religioso-sionista tem permanecido dividido entre uma facção moderada e outra nacionalista durante vários anos, mas a finais de 2008 tanto o Partido Nacional Religioso como a União Nacional acordaram fussionar-se com o propósito de conformar o novo partido Fogar Judeu. Poém, no último momento, a lista unitária não se materializou

A facção de União Nacional abandoou antes das eleições Fogar Judeu, reconstituíndo a União Nacional e chamando a Yaacov Katz para que a dirigisse..



GIL RONEN

ISRAEL É BOMBARDEADA DESDE JORDÂNIA


Dois mísseis disparados desde Jordânia não alcançaram por pouco território israeli.

Certamente, o ataque foi perpetrado por exaltados muçulmães locais mais que por orde do Governo hachemita. Mas, como teriam reagido os EEUU se uma banda de criminais mexicanos se adicassem a disparar mísseis desde o outro lado da fronteira?

QUIZ

Um dos seguintes ítems, embora semelhe mentira, existe. Poderiades adivinar de qual se trata?

a) O Coelho de Páscua

b) Uma organização sionista palestiniana

c) O “Desodorante Arafat”



E a resposta correcta é…

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V

b)

Se não acreditades no que digo, dade-vos uma volta por este sítio web:

BOLIVIA NUCLEAR, UN CHISTE QUE PODRÍA NO SER GRACIOSO

Cuando los nazis decidieron tomar el mundo, se referían al mundo entero. Lograron ocupar gran parte de Europa y algo de África. Pensaron tomar Asia, Oceanía y Norteamérica con ayuda de los japoneses, pero la bomba en Hiroshima puso fin a sus planes en ese flanco. Esa es la historia más conocida.


Lo que muchos ignoran, es que además de los lugares mencionados, en sus planes imperiales también figuraba Sudamérica. Para entrar en este espacio los alemanes eligieron Bolivia. Centro geográfico del cono sur, o como lo denominaban ellos, el “herzland” (el corazón de la tierra o corazón geográfico). Lugar de vital importancia geoestratégica si se quiere controlar la totalidad del continente.

Inicialmente enviaron a Bolivia ingenieros civiles que construyeron uno de los primeros aeropuertos modernos de Sudamérica en la ciudad de Cochabamba, el centro del país, conocido hasta hoy como Aeropuerto Jorge Wilstermann, en honor al primer piloto boliviano, justamente de origen alemán, de quien procede el nombre del equipo de fútbol que es conocido por los fanáticos del deporte.

La elección de Bolivia no fue al azar, como no lo fue para Fidel Castro y Ernesto Guevara cuando iniciaron su agresión guerrillera en Ñancahuazú, que acabó con sus pretensiones de dominio del herzland por mucho tiempo, después de la victoria del ejército boliviano sobre los invasores comunistas, hasta que llegó al poder el actual cacique incaico.

Pues tampoco es por mera casualidad o amor al prójimo, que los rusos estén ofreciendo montar una planta de energía nuclear en Bolivia, como anunció su embajador en La Paz, Leonid Golubev. El diplomático dijo que Rusia podría ayudar en el desarrollo atómico de Bolivia con fines pacíficos. Habría que ser demasiado descarado para indicar que la misma podría ser usada posteriormente con fines bélicos. Para eso está Ahmadinejad.

Si algo le sobra a Bolivia es energía, igual que a Irán. Bolivia exporta gas a Brasil y Argentina, y tiene petróleo de sobra que se vende de contrabando como gasolina a los países limítrofes. El gas boliviano alimenta a todo el estado de Sao Paulo que tiene una población estimada de 42 millones de habitantes. ¿Tiene algún sentido que Bolivia procure energía atómica?

Evo Morales, Hugo Chávez y los demás patanes del Siglo XXI, piensan que los pueblos son imbéciles. Hasta el momento la experiencia y la psiquiatría les dan la razón, de lo contrario no estarían gobernando. Pero si las masas no brillan por su lucidez, eso no significa que todos se traguen las mentiras y engaños que cotidianamente vocean, para considerar el armamentismo como una necesidad.

Dmitry Medvédev, que es el Morales de su país, puesto que Vladimir Putin es el Chávez que sigue dirigiendo el circo ruso, tiene los mismos delirios inmortales que su jefe, de llegar a hacer de su nación la potencia hegemónica más grande del orbe.

Putin nunca se resignó a aceptar el despedazamiento de la Unión Soviética, el colapso del comunismo y el triunfo de la libertad. Es inteligente, astuto, y en su corazoncito nada le causaría mayor placer que ver el fin de los Estados Unidos como superpotencia. Sus ilusiones desgraciadamente están materializándose gracias a la ineptitud de Barack Obama.

Estando Norteamérica en un descenso veloz y los chinos demasiado ocupados trabajando y ascendiendo económicamente, el momento no podría ser más propicio para ganar terreno en Latinoamérica, que se encuentra gobernada por los más feroces antiamericanos de todos los tiempos.

Hablar de una Bolivia nuclear, es un chiste divertido, si pensamos que los científicos bolivianos son los que pretenden fabricar la bomba. Pero cuando los rusos están de por medio, el escenario adquiere dimensiones reales.

Si los vecinos del herzland están conformes con una Bolivia atómica en manos de Chávez, allá ellos. Si por el contrario creen que puede ser una amenaza futura para sus países, más vale que empiecen a hablar ahora y a tomar las medidas preventivas para poner a los psicóticos bolivarianos en su lugar.


JOSÉ BRECHNER



Vídeo: Evocalypto duvida sobre se deve modernizar os seus métodos e começar a construir o arsenal nuclear.

EL POLLO HOMOSEXUAL

Sé que tendría que resistirme al artículo y dedicar este preciado espacio a gente con algo más de cerebro. Pero la carne es débil y un espíritu malévolo como el mío no puede sustraerse a la poderosa tentación. Cuando alguien que preside un país, intenta revolucionar a toda una región y pretende salvar el mundo dice que la ingesta masiva de pollo convierte a los europeos en homosexuales y en calvos, y cuando esto lo dice en una conferencia titulada "Conferencia Mundial de Pueblos sobre Cambio Climático", entonces merece algo de atención.
La teoría, según el aludido, señor Evo Morales, presidente de Bolivia, amigo de Ahmadineyad y Chávez, y revolucionario de bolsillo, es simple. Los pollos están cargados de hormonas femeninas, ergo, la ecuación está hecha. Dejemos en propia boca tan sabia reflexión: "El pollo que comemos está cargado de hormonas femeninas. Por eso, cuando los hombres comen esos pollos, tienen desviaciones en su ser como hombres". Y como además el pollo también produce calvicie, y como los europeos comemos mucho pollo, pues ya está, se disparan los gais y los calvos. La verdad es que, ahora que lo pienso, debe de tener razón, porque en las épocas en que comía pollo notaba que me crecían las tetas. Y desde luego, al pollo con el que estoy casada no le voy a poner pollo nunca más, no vaya a ser que mire con demasiado cariño a Jesús Vázquez.

Resuelto, pues. La malvada desviación carnal de los hombres que aman a los hombres no es el resultado natural de su orientación sexual, sino la conjura judeo-yanqui-transgénica contra los pueblos indígenas, cuya alimentación con quinua los salva de caídas de pelo y alas de mariposa. Ya ven ustedes, dos mil años de teorías cristianas para combatir la homosexualidad y resulta que era cuestión de pollos.

Conocedores, pues, de la verdad de la homosexualidad, quedan por resolver algunas preguntas tontas, de esas que nacen para incordiar a las grandes ideas bolivarianas. Por ejemplo: ¿qué pasa con las mujeres?, ¿se vuelven lesbianas porque se hinchan de comer pollo?, y ¿qué pasa con los bolivianos homosexuales que no ingieren las maldades cárnicas capitalistas?, ¿lo suyo son ganas contrarrevolucionarias de molestar?, y ¿cómo es que existen homosexuales desde el principio de los tiempos? Esta me la sé: el mundo no existía hasta que lo descubrieron los bolivarianos.

Por supuesto, hay más maldades capitalistas. Por ejemplo, "la patata holandesa" (sic) o la Coca-Cola, que todo el mundo sabe que es un invento de opresión. Y suma y sigue, chillando sus barbaridades al sol de un congreso con 20.000 personas escuchándolo. ¿Nos reímos? Nos reiríamos si no fuera porque estos cómicos, ridículos, delirantes e incultos personajes gobiernan a millones de personas. Lo peor es que quieren salvar el mundo. ¡Dios! Esperemos que el mundo nos salve de sus locuras.



PILAR RAHOLA

22/04/10

OS JUDEUS SÃO OCUPANTES. E QUE?

Os judeus, equivocadamente, negam-se a reconhecer que são ocupantes de Palestina. A ocupação não tem por que ser injusta; freqüentemente basea-se em direitos e necessidades. A muitos judeus gostaria-lhes que o seu Estado estiver na França, mas assentaram-se em Palestina porque os árabes são mais fázeis de esmagar que os franceses. O actual consenso israeli em abandoar Judea e Samaria demonstra que os razoamentos religiosos e históricos carecem de valor para a maioria dos judeus; por que os haveriam de têr no caso dos árabes? Certo, as chairas e costas de Palestina –a actual Israel- estavam vazias dois séculos atrás. Mas Arizona também está quase vazia; alguém acredita que os norteamericanos aceitariam que os judeus proclamassem o seu Estado em Arizona?

Esta imbecilidade dos direitos históricos é contraproducente. E é fazilmente desmontável: que se passaria se os descendentes dos canaanitas regressassem à sua antiga terra? Ou se os Peles Vermelhas reclamassem Norteamérica? Revestindo a questão do Estado de Israel com esta bassura moral, os judeus não fazem senão complicar as coisas com irreais limitações morais à hora de afrontar a guerra. Fins morais, como a vitória na 2ª Guerra Mundial, amiúde foram logrados através dos meios mais brutais, mas a opinião pública subscreve a superficial noção de acadar os fins morais através de meios morais. Os imigrantes europeus que foram a América não imploraram aos índios nativos que sentissem mágoa dos refugiados religiosos, nem trataram de argumentar o seu “direito a existir”. Tal direito não existe, como poderiam testemunhar centos de tribos e nações sem Estado. O Estado de Israel é simplesmente uma questão de poder: os judeus têm o poder para impôr os seus desejos aos árabes, mas não aos europeus, e daí que construíssemos um Estado para nós em Palestina.

Se abandoássemos esta retórica moral, os judeus seríamos capazes de combater pelo nosso Estado ao igual que qualquer outra nação tem lutado pelo seu Estado: sem o mais mínimo miramento pelas limitações morais que se presupõem às relações em tempo de paz entre vizinhos. Livres do moralismo progressista -que nada tem a ver com os valores práticos do Judaísmo- os judeus deixariam de devanar-se os sesos com bobadas irresolúveis como instaurar uma democracia etnicamente cega no Estado Judeu. Qualquer nação à procura de Estado, o primeiro que fixo foi exterminar ou expulsar aos aborígens, e só depois se adicaram a construir democracias. Nenhum Estado é etnicamente cego, inclusso os EEUU tem quotas de imigração para determinadas nacionalidades. Nenhum país em guerra, ou cuja identidade esteja ameaçada, oferece direitos iguais para todos. Em 1939, os britânicos proibiram a venda de terras aos judeus que residiam legalmente em Palestina; por que não vam poder os judeus israelis proibir a venda de terras aos árabes?



OBADIAH SHOHER

QUE BONITO ES ISRAEL


E por se alguém duvidava das aviesas intenções do caudilhista Evo Morales, velaqui este regalo envelenhado para o Estado Judeu.

No vídeo que reproduzimos abaixo, uma sorte de fanfárria frikie bolivariana perpetra uma insuportável tonada a Israel.

Provavelmente, como em “Helter Skelter” de The Beatles, que se comentava que escuitada a gravação do revês continha mensagens satânicas, este engendro encerre alguma ameaça cifrada na que se incite o asalto de uma sinagoga, a loa dos bocatas de panzeta de porco, ou algo pelo estilo. O que está claro é que tras este tema interpretado pela versão andina de Heidi, o irmão oculto do Virginiano e a imitadora cutre de Shakira –para além da coreografia de fundo das chamas e os guacamaios- não pode haver nada que preságie coisa boa.

O melhor, o “passo de baile” do tal Delfín a partir do minuto 1:37.

A que não há estómago para ver o vídeoclip até o final?


CALVOS, HOMOSEXUAIS E OUTROS DEGENERADOS

Seguindo a senda iniciada no seu dia por outros dirigentes populistas de América do Sul, como o expresidente de Chile Salvador Allende, e vítima dum evidente empacho das patranhas defendidas por farsantes como os que militam em Greenpeace, o mandatário boliviano Evo Morales “culpou”, neste caso aos alimentos transgênicos, da homosexalidade e da calvície.

Como evidenciou o filósofo Víctor Farías no seu imprescindível estudo “Salvador Allende: contra los judíos, los homosexuales y otros degenerados”, Allende, dirigente socialista e antisemita manifesto, defendeu nos anos 30 a necessidade de esterilizar aos enfermos mentais e aos alcoólicos, assim como que os judeus eram geneticamente delinqüentes.

Ao igual que Allende, que no seu dia dou refúgio a criminais názis alemães e que elaborou a sua tese doutoral nos anos 30 - sustentando que a homosexualidade era uma enfermidade própria de “degenerados”, Evo Morales a emprendeu anteontem contra os transgênicos, no transcurso da inauguração do cúmio social que se celebra no seu país para discutir sobre o câmbio climático, falando também dos perjuízos provocados pela Coca-Cola, a pataca holandesa (terá também algo contra Geert Wilders?), os medicamentos e os plásticos. Segundo lemos em Libertad Digital, o analfabeto Presidente de Bolívia, defendeu as suas estrambóticas ocorrências sustentando que “não são inventos senão informação provada” e nalguns casos, como o da Coca-Cola, fruto das suas próprias vivências.

Evo Morales começou falando dos pólos, pois, segundo ele, as aves de granxa engordadas com hormonas femininas têm conseqüências em quem as consume: “Está carregado de hormonas femininas. Por isso quando os homens comem esses pólos, têm desviações no seu ser como homens”, asegurou o sósias andino de Freddy Krugger.

Também acrescentou que por culpa dos pólos e do gado vacuno criado com hormonas, as rapazas desenvolvem premturamente o busto.

Respeito das conseqüências desses alimentos na calvície, Evo é muito pesimista e profetizou que “em cinqüenta anos todo o mundo será calvo”. Embora centra a sua maldição no Velho Continente: “A calvície é uma enfermidade europea, onde quase todos são calvos, E é devido às coisas que comem. Mentres, nos povos indígenas não há calvos, porque comemos outras coisas”, afirmou Morales, mentres revolvia a sua mata de cabelo.

Para além de criticar as patacas holandesas, Morales a emprendeu –como não!- com o mais célebre dos refrescos: “Todos tomamos Coca-ola, lamentavelmente”, comentou, para acto seguidoi lembrar que nos anos noventa –os loucos noventa…- bebeu vários vasos dessa bebida ficando muito afectado na sua saúde (O que não comentou foi com que a combinara, claro).

Também criticou a farmacopea occidental que, segundo o Doutor Morales, “cura um mal, mas provoca dois”, para rematar questionando os danos medioambientais causados pelos plásticos, fronte o tradicional prato boliviano de barro cozido.

Toda uma exibição do talento deste liberticida antisemita, para além duma mostra inegável da modernidade da nova esquerda iberoamericana.


SOPHIA L. FREIRE

A CARTA SECRETA DE BIBI A OBAMA


Querido Presidente Obama,

entristece-me ter que ser tão franco com você, franco e descortês, mas o nosso último encontro não rematou prazenteiramente. É duro admitir o contraste: você inclina-se ante um obsceno tirano, você bromea com os corruptos caudilhos latinoamericanos, mas depois vai e insulta-me –ao Primeiro Ministro do melhor amigo dos EEUU, Israel.

Devo concluir que o seu amigo, Rashid Khalidi, não esteve falando em váu com você durante todas aquelas ceias e festas que compartiram?

Alguns problemas geopolíticos são complicados na superfície, mas indo um pouco mais ao fundo soe jazer uma verdade simples que os esquerdistas educados entre a elite, como você, não são capazes de reconhecer. A verdade do nosso conflito com os árabes não ocupa mais que um par de dúzias de palavras:

O muçulmães não estám dispostos a aceitar que os infieis controlem um troço de terra que eles considerem território sagrado do Islám até o fim dos tempos.

Rashid Khalidi nunca tem sido sincero com você neste ponto. Ele explicou-lhe que os judeus de Israel eram odiados pelo trato que dam aos muçulmães palestinianos. Ele nunca explicou a você como tratam aos árabes palestinianos no Líbano, ou como são tratados outros muçulmães pelos seus irmãos de fê. Observe a matança massiva que os muçulmães perpetram os uns contra os outros em Irak, ou no Yemen.

Ou pode que Khalidi sim falasse de isso –e que explicasse a você que os muçulmães se decapitam uns aos outros e mandam a reventar-se a mulheres e crianças devido ao terrivelmente humilhados que se sintem pelos judeus israelis.

Na longa lista dos mais violentos conflitos, em termos de contabilidade de cadavres, desde a 2ª Guerra Mundial, o conflito árabe-israeli figura no posto nº 49. Isto supõe o 0’06% do total de vítimas desde então.

Não é algo do que devamos estar orgulhosos –é atroz figurar nessa lista. O nosso conflito com os árabes, desde 1948, tem suposto um custe em vidas humanas de 50.000 pessoas, incluíndo os soldados de ambas partes.

A guerra civil em Algéria custou a vida a umas 200.000 pessoas –tão valiosas como aqueles que caíram nas nossas guerras e confrontações com os muçulmães. Essas perdas apenas são nunca mencionadas pelos mass media norteamericanos, nem formam parte da narrativa de Rashid Khalidhi, que soe ser, mais bem, deste teor:

Os árabes estám ofendidos pelo trato que os palestinianos recebem dos judeus israelis, aos que você respalda, e quando os árabes palestinianos tenham o seu próprio Estado no West Bank e Gaza, os árabes serão um grupo de indivíduos felizes, começarão a querer aos EEUU, e Osama bin Laden passará o resto dos seus dias cuidando as vermelhas barbas dos seus colegas talibães em Kandahar.

Você está sincera e profundamente impressionado por Khalidi. Você falou na sua festa de despedida em Chicago, depois de que Khalidi fosse nomeado Professor de Estudos Árabes Modernos na Universidade de Columbia.

Existem vídeos da sua asistência, mas “Los Angeles Times”, que obtiveram uma cópia, segue negando-se a fazer público esse documento.

Nós também obtivemos uma cópia desse vídeo –possuímos bons contactos, já sabe, aquí e alá. Não é um espectáculo edificante, certamente, o de ver a você falando nesse evento. Comprendo que você não queira que os seus amigos israelis o vejam, e os donos de “Los Angeles Times” sintem-se a gosto ocultando-o aos norteamericanos. Não se preocupe, meus lábios estám selados. Mas está claro que não posso considerar a você um amigo de Israel.

Sr. Presidente: imaginemos que o ano que vem constitui-se um Estado Palestiniano. Ou dois, que mais dá. Um Estado de Hamas e outro Estado no West Bank. Nunca mais presença militar israeli entre Tel Aviv e o Rio Jordão. Que Jerusalém Leste é a capital do Estado do West Bank, sem muros de separação, aberta à parte occidental. Gaza é a capital do Estadio Palestiniano occidental. E que uma autoestrada conecta estes dois Estados -por que não?-, acrescente-o também à cesta. Pido-lhe que imagine que isto chega a suceder. E pido-lhe que você se faga absoluto responsável do que suceda.

Porque eu não posso.

Eu apenas estou interessado numa só coisa: a seguridade. Nós, os judeus, temos uma certa obsesão com a seguridade. Algumas coisas desagradáveis têm-nos acontecido recentemente na nossa história e nos dois mil anos precedentes. Como resultado de isso, somos um pouco alérgicos às situações de perigo e temos a mania de tomar-nos as ameaças em sério. Hamas estabelece na sua Carta Fundacional que tem como objectivo destruir aos judeus, dado que os judeus são os inimigos eternos do Islám. São respaldados nisto pelos seus amigos do Líbano e Teheran, que recentemente foram anfitriões duma denominada Conferência sobre o Holocausto na que se questionava que o Holocausto tivesse acontecido realmente.

O seu amigo Rashid Khalidhi tem convencido a você de que tudo cambiará no mundo islâmico uma vez que os palestinianos tenham o seu próprio micro-Estado ao oeste do Rio Jordão e ao leste de Tel Aviv (a apenas três milhas da nossa cidade mais populosa). E você tem acreditado.

Você acredita, certamente, que os muçulmães serão membros leais e satisfeitos das suas sociedades a partir do momento em que você inaugure uma Embaixada em Jerusalém Leste, não sim? Você acredita realmente que os terroristas suicidas potenciais começarão a estudar a língua escandinava, em vez de adicar-se a destruir famílias inteiras? Acredita, em verdade, que os palestinianos deixarão imediatamente de lançar mísseis contra Israel no momento em que a bandeira palestiniana ondee no cúmio do Monte do Templo? Não mais artefactos explossivos dezmando os seus heróis militares no Afeganistão, não mais “estudantes” talibães arrojando ácido nos rostos das rapazas nas escolas. Tudo cambiará a partir do momento em que Palestina nasça. Você, certamente, acredita nisso, não sim?

Você, realmente, acredita que os muçulmães o venerarão a partir do momento em que logre que os judeus israelis se axeonlhem.

Você pretende que eu corra o risco de comprovar se você está equivocado. Mas não o penso fazer.

Não posso aceitar o seu experimento. Porque estou absolutamente convencido de que a violência continuará, que se incrementará. Os seus homens seguirão sendo aniquilados em Irak e Afeganistão pelos mesmos inimigos. Nós não somos o problema, neste conflito erroneamente denominado “palestiniano-israeli”. O problema são os valores fundamentais do mundo islâmico.

Os nossos problemas com os muçulmães não são devidos ao trato que proporcionamos aos palestinianos. As injustiças no nosso país –que as temos, e tratamos de combatê-las- e nos territórios que controlamos militarmente são muito menos gravosas que as injustiças no mundo muçulmão. E, por suposto, menos crueis.

O nosso conflito radica no enorme escândalo de que um insignificante país como Israel possa patentar mais inventos e achádegos científicos, ano tras ano, que todos os países muçulmães juntos. Contamos com mais pessoas galardonadas com o Prémio Nobel que todo o mundo islâmico junto. Um mais alto nível de vida, mais liberdades, uma justiça independente. Pacíficas transmisões de poderes entre os políticos eleitos.

Acredita você, de verdade, que estes grandes logros israelis têm-se producido a costa dos árabes?

Temos nós roubado as suas liberdades, a sua independência judicial, a sua criatividade, os seus Nobel?

Nós construímos a nossa Terra sobre areia seca e estéril, sem dinheiro procedente do petróleo. Os príncipes saudis escolheram edificar um Estado medieval de pervertidos e hipócritas com toda a riqueza do seu petróleo.

Não se trata de nós. Trata-se do espírito que alimenta o Islám. Trata-se da sua falha de curiosiade, da sua carência de debates e de crítica. A ausência duma arte livre, de discurso livre, de investigação científica livre, uma revolução de espíritos livres, de direitos para as mulheres, de cosmopolitismo urbano –a ausência de respeito por tudo aquilo que se desvie dos medievais conceitos do Islám.

É delirante acreditar que você pode resolver os nossos problemas ou criar da nada um meio onde os palestinianos possam transformar a sua sociedade à modernidade, num Estado aberto com plena divisão de poderes.

Em Gaza, os palestinianos eligiram para governar o seu destino um partido islamo-fascista. De producir-se eleições livres no West Bank, fazeriam o mesmo. As famílias tribais dos territórios palestinianos ódiam-se entre elas mais aínda do que nos ódiam a nós.

Você não tem nem ideia. Nem ideia do que se passa no Meio Leste e no mundo árabe. Não é o que Khalidhi lhe tem contado –um conflito baseado num punhado de judeus que pleiteam por uma faixa de terra que ocupa a metade do tamanho do jardim de Bill Gates. Trata-se do declive duma velha civilização, o Islám, tras o colapso do Império Otomano. Trata-se de grandes acontecimentos, grandes sucessos históricos –com grandes conseqüências.

Quiçá os nossos Pais Fundadores cometeram um erro –teria sido mais seguro estabelecer o novo fogar nacional judeu na Florida. Mas temos uma história que nos vincula aquí, que se remonta a mais de três milênios, e que pesou decisivamente na nossa determinação. Não está você dacordo?

Você contempla o mapa do nosso exíguo país e as suas zonas fronteirizas, e acredita que é possível achar a solução desde onde está você. Mas está equivocado. Trata-se da cultura. Das tradições tribais. De contos dum Profeta que marchou voando aos Céus aos lombos dum cavalo, utilizando Jerusalém como rampa lançadeira. Árabes e muçulmães estám tão obsessionados com os seus delírios de grandeça medievais –legitimados pela sua mitologia religiosa- que são incapazes de viver no presente e têm medo do futuro. Esse é o motivo de que não tenham gente galardonada com o Prémio Nobel, nem inventos apassionantes, nem indústrias ponteiras.

Não se trata de nós, Sr. Trata-se de eles. Por favor, pense ao respeito a próxima vez que se incline ante um pervertido jeque saudi, ou me deixe só num quartucho mentres você marcha a cear.

O seu amigo,

Bibi.



LEON DE WINTER

21/04/10

QUIZ

Qual é a diferença entre estas duas fotografias?










Correcto!
Na segunda não há nenhum cartaz de “Proibido fumar”.

O VELO O CIUDADANÍA


Ser esclavo voluntario es potestad del individuo libre. O que cree serlo. En una sociedad que garantiza su libre opción dentro de que la ley marca. A todos. Se requiere sólo mayoría de edad. Y no invasión del espacio público. En cuanto a la vida privada de un ciudadano adulto concierne, el Estado no se atribuye potestades.

Es el criterio que prevalece en la ley francesa que excluye el velo de los espacios públicos. Viene precedida por un largo estupor. La República fue alzando su edificio, a lo largo del siglo XIX, sobre el fundamento inviolable que el Abad de Siey_s formulara en Agosto de 1789 ante la Constituyente. «Todos los ciudadanos son iguales ante la ley». Precisamente por ser individualmente distintos. Precisamente, porque sólo ese igual tratamiento puede impedir -o acotar, al menos- la dura tentación de que los derechos de unos sean violados por los otros. Todos los ciudadanos. La mitad que componen las mujeres, hubo de perseverar duramente a lo largo de un siglo, para ser incluida en esa universal ciudadanía. Sin limitaciones. A pesar de la lucha desesperada de mujeres como Théroigne de Méricourt desde el inicio del 1789 revolucionario, sólo ya en los años de entreguerras del siglo XX esa universalidad legal fue un hecho. En Europa. En la Europa del otro lado del Atlántico que son los Estados Unidos y Canadá. En Australia. Y se acabó. Para el resto del planeta, con diversos matices, las mujeres siguen siendo animales domésticos más o menos privilegiados. Pero ninguna religión ha teorizado eso en modo más atroz que el Islam. Desde su origen.

¿Puede una mujer adulta aceptar ser sierva en una sociedad libre? ¿Puede hacerlo un varón? Sí. En pleno derecho. Baste la lectura del barón Von Sacher Masoch o la de Pauline Réage (alias de la bien poco sumisa Dominique Aury, todopoderosa secretaria de la NRF) para entenderlo. Cualquier juego pactado entre adultos es estanco a la tutela del Estado. Que una mujer (o un varón) decidan pasearse por su domicilio con una cadena al cuello, un chador, yihab o burka, una bola de presidiario y un paso por detrás del cónyuge, sólo a los afectados concierne. Nada dirá el Estado sobre eso. Si pretende perseverar en la garantía democrática.

Pero una mujer (o un varón) adultos exhibidos como animal diversamente despreciable por otro de su especie en el espacio público, perpetran un delito que la ley regula.
Pero la aplicación sobre un menor de simbologías de esclavitud, ya sea pública, ya privada, es un delito, uno de los más graves que puede cometer, a los ojos de la ley democrática, un adulto. Si el adulto es un padre, eso entraña la desposesión de su patria potestad. Inmediata.

Las adultas francesas (como los adultos franceses) podrán llevar, allá donde no afecten a la vida pública, el atuendo y actitud que buena o malamente se les antojen. No en aquellos lugares que paga el dinero ciudadano: hospitales, centros de enseñanza, administración... Tengan la edad que tengan. En cuanto a las niñas (como en cuanto a los niños), el Estado tutela que ninguna supresión -ni material ni simbólica- de su integridad ciudadana sea tocada. Por nadie. No hay padre que tenga el derecho de trocar a su hijo o hija en bestia.

No, el hiyab -como las otras variantes del velo islámico- no es ornamento ni atuendo. Es signo litúrgico. Que dice lo que dice. Lo que el Libro al cual debe fe el musulmán dicta: la propiedad sobre la hembra del varón. En suma, lo anticiudadano. Eso prohíbe la nueva ley francesa. Nadie puede, en la República, desposeer a nadie de la condición ciudadana. Ni de sus símbolos. O velo o ciudadanía. No ambos.


GANRIEL ALBIAC