23/01/10

OS JUDEUS DE NICARÁGUA


Os judeus de Nicarágua têm uma Torá por primeira vez em mais de 30 anos. A comunidade judia de Nicarágua sofreu sanguinárias persecuções durante o mandato do sandinismo. Hoje, algumas famílias judias regressam ao país para começar de novo. E a adquisição dum novo Sefer Torá é um importante passo nesse caminho. O novo Sefer Torá chegou reempraçando o que se trasladara a Costa Rica, depois de que um incêndio arrasara a única sinagoga do país em 1978 e a Revolujção Sandinista forzasse à comunidade judia a emprender o caminho do exílio.

O templo queimado fora expropriado nos anos 80 e convertido numa funerária católica.

Os judeus começaram regressar a Nicarágua nos anos 90, tras a derrota nas eleições do sandinismo, e hoje em dia a comunidade judia conta com uns 60 membros, dos que vários são argentinos imigrados tras a crise de 2001.


Contudo, o Presidente da Congregação Israelita de Nicarágua, Gerald Smith, diz que a situaçãoi que vive o país desde o regresso ao poder de Daniel Ortega é “muito confusa”. Eduardo Translateur, o anterior Presidente da Congregação, afirma que “a situação volta ser dramática para os judeus” e que nos últimos meses quatro famílias judias abandoaram o país. Translateur indicou que o país passa pela pior crise desde a guerra civil dos anos 80, e que o povo está muito preocupado.

Nicarágua, o segundo país americano mais pobre (depois de Haiti), situado no posto 134 do ránking mundial em quanto ao PIB, actualmente apenas mantém relação com Israel. Daniel Ortega sustenta umas relações prioritárias com Venezuela, Líbia e Iran. Pense-se que o Estado Judeu não conta com Embaixador em Manágua, sendo o delegado israeli em Costa Rica que faz as funções de embaixador itinerante –mentres que o Governo de Teheran tem mais de 100 diplomáticos em Nicarágua.

O seu Presidente, o afamado ladrão social-comunista Daniel Ortega, conspícuo genocida dos índios misquitos na década dos 80, é um depravado violador e pedófilo que submeteu a abusos sexuais à sua própria filhastra, Zoilamérica Narváez, desde que esta tinha 11 anos. Para conhecer de primeira mão a testemunha dos abusos deste judeófobo, se é que tendes estómago, premer aquí.

O PATÉTICO RABINATO DE ROMA



Os “rabinos” de Roma protagonizaram um imenso Chilul HaShem [profanação do nome de D’us] ante todos os judeus do mundo e a sua comunidade, e deveriam ser revocados. Permitamos que os judeus de Roma tenham rabinos comprometidos com a Torá, e não um fato de traidores. Permitir o acceso do chefezuelo dos adouradores de ídolos com o seu mastodôntico cruzifixo dourado num lugar sagrado judeu atenta contra as mais básicas das nossas leis halájicas, e são sinal duma profunda e arraigada corrupção.


ARIEL BEN YOCHANAN

MONEY ÜBER ALLES


A marioneta estadounidense Karzai apresentou um absurdo plano encaminhado a sobornar com dinheiro aos combatentes talibães, a fim de que entreguem as armas. O plano incluiria também a concesão de diversas prebendas.

A ideia inspira-sed claramente no caso palestiniano, onde foi levada a cabo num contexto bem distinto: aos preguizosos, desmotivados e corruptos gangsters de Fatah propujera-se-lhes disfrutar duma vida civil, com postos de trabalho nominais e dinheiro fresco a câmbio da vaga promesa de não praticar o desporto nacional palestiniano, o terrorismo –algo que, de todos modos, seguiram a fazer durante anos.

Os honestos, militantes e altamente motivados combatentes talibães conformam um rebanho doutra calanha bem distinta.

PÂNICO AOS TEFILIN



Como se não tivessem avondo com tratar de que lhes sirvam comida kosher nos vóos, os ortodoxos judeus já têm outro quebradeiro de cabeza nas suas viagens em avião.

Um voo de US Airways Group Inc. foi desviado depois de que um adolescente judeu ortodoxo comezasse a rezar sujeitando “uma caixa que continha versos”, segundo disseram os aterrorizados membros da tripulação.

Os nervos estám a flor de pele depois de que o já conhecido como suicida da roupa interior tratara de estoirar-se num voo a Detroit o passado mes de Dezembro, acrescentando a atmósfera de medo existente desde o ataque terrorista do 11-S de 2001.

Pouco antes das nove da manhã, a tripulação do voo US Airways Express que opera entre o aeroporto LaGuardia de New York e Louisville, decidiram aterrar em Philadelphia. O agente especial do FBI, J.J.Klaver, dixo que um rapaz de 17 anos sacou umas filactérias, caixinha de pele –também conhecida por tefilim- utilizada nos servizos religiosos judeus. O rapaz ía acompanhado pela sua irmão de 16 anos.


A aterrizagem teve lugar sem incidentes, e os quinze pasageiros do avião foram transbordados a outros aparelhos. O rapaz não foi detido nem arrestado, no que Klaver qualificou como “simples incidente”.

Uma portavoz da Administração de Seguridade nos Transportes manifestou que a agência recebera notificação passadas as 8:30 da presença a bordo dum “passageiro extranho”, momentgos antes de que a tripulação desviasse o voo. Também acrescentou que o avião foi rastreado, mas que não acharam nada suspeitoso.

A companhia aérea não emitiu comentário algum.



AUSSIE DAVE





UCRÂNIA HONRA AOS SEUS NÁZIS


O Presidente ucraniano, pomposamente imposto na “Revolução Laranja” patrocinada pelos EEUU, concedeu as mais altas honras do Estado a Stephen Bandera, um famoso criminal de guerra que dirigiu um batalhão ucraniano das SS názis.

O Presidente ucraniano foi calurosamente recebido em Israel não há demassiado tempo, e Israel ultima actualmente um acordo de acceso com visados livres que permitirá a chegada massiva de judeófobos procedentes de Ucrânia.

QUEIMADA





Recordarán ustedes que hace no mucho tiempo, la imagen de unos tipos quemando una bandera española era privativa de las manifestaciones del nacionalismo radical en Euskadi. La portada de La Razón muestra hoy la misma suerte en una manifestación contra la política lingüística de la Xunta, convocada por los socialistas y los nacionalistas.
¿Recuerdan ustedes la expresión "cuando finalicemos la reforma del Estatut, Cataluña será más España y España estará más unida”? Lo dijo Zapatero el 17 octubre de 2005, tras salvar el proyecto de su primer naufragio. "Zapatero es una garantia de una España cohesionada, unida, plural y diversa". Esto, que también tiene su aquél, fue un apunte profético de Montilla el 14 de julio de 2003.
Bien, pues aquel gesto ritual en los mítines de Herri Batasuna, cuando subían dos encapuchados al escenario y quemaban una bandera en una performance muy jaleada por el público, ya se ha hecho habitual en la Cataluña más española y hoy registramos este caso en Santiago de Compostela. Dirán que los convocantes de la manifestación no tienen por qué sentirse cómplices de la queimada. Puede, pero ahora imaginen que los de la foto hubiesen quemado una bandera de Galicia o una foto de Castelao. E imaginen las consecuencias.
SANTIAGO GONZALEZ

ISRAEL CELEBRA A SUA VITÓRIA POLÍTICA


Depois de que dias atrás Obama se arrependesse publicamente de ter pressionado a Israel para asinar a paz com os palestinianos, o Governo israeli está eufórico.

Peres sugeriu que Abbas deve baixar da alta árvore na que se encaramou agardando a ajuda de Obama. Netanyahu, pela sua banda, também tratou aos palestinianos como a monos ao anunciar que em qualquer acordo futuro Israel reservaria-se o pleno controlo na desmilitarização do seu Estado.

Os palestinianos replicaram que nem um só israeli seria admitido no seu Estado –o que leva a plantejar por que Israel necessitaria um tratado de paz quando pode implementar mais singelamente uma deportação.

Em todo caso, agarda-se que ambos bandos ignorem ao enviado especial de Obama, George Mitchell, e que continuem instalados nessa confortável hostilidade que não precisa das concessões de ninguém dos dois.

TENDO ÁRABES, QUEM NECESSITA AFRICANOS?



As IDF advertiram por condutos oficiais a Netanyahu que Al Qaeda poderia estar calibrando a possibilidade de enviar terroristas suicidas a Israel, camuflados entre o tropel de imigrantes africanos que accedem a Israel ilegalmente através do Sinai. As IDF intentam proporcionar assim uma justificação politicamente correcta à construcção do Muro no Sinai –que seria mais bem para deter o acceso de terroristas, e não tanto o de ilegais.

Mas por que haveria Al Qaeda de necessitar infiltrar-se em Israel através de Eritrea, quando têm um milhão e meio de terroristas potenciais vivendo já entre os judeus?

22/01/10

שַׁבָּת שָׁלוֹם

DA MILITÂNCIA JUDIA AO JUDAÍSMO



Os judeus não podem sobreviver numa sociedade aberta. O judaísmo não é muito forte. E é dificil ser diferente –inclusso um pouco diferente. Aínda é mais dificil proclamar a tua diferência no meio dos teus vizinhos gentis. É uma inconveniência ser diferente. A gente necessita forza e vínculos com um grupo forte. Os gentis são mais e mais fortes que os judeus.

A diferência religiosa, como o judaísmo, pode ser uma fonte tremenda de orgulho, mas esse tipo de orgulho exige um conhecimento tremendo. A menos que um seja estimulado a estudar desde a infância, por que haveria de começar a aprender de súpeto algo que semelha irrelevante? Uns poucos aprenderiam, mas a maioria não.

Durante a maior parte da história, os judeus viram-se obrigados a ser diferentes. Ao começo, a educação quase forzosa, as pressões sociais, a baixa mobilidade, e a hostilidade universal evitaram que se bautizassem e assimilassem.

Os antigos judeus eram notavelmente ánti-judaicos, e provocavam permanentemente aos profetas que os fustigavam pelas suas iniquidades. Adouravam ídolos e apenas respeitavam nada das leis rabínicas. Os judeus sobreviviram daquela grazas a que eram uma entidade política, tendo o seu próprio país.

No Exílio, a lei rabínica e a hostilidade cristã preservaram a nação judia. Hoje, sem embargo, não podemos sobreviver como entidade estritamente religiosa. A Cristandade tem-se disolvido numa miríada de sectas, e perdido a sua significância identificativa para a maioria da gente. A assimilação judia não é única, senão que segue o modelo cristão. Num tempo de cinismo religioso, a identidade religiosa não pode sobreviver.

A nossa única oportunidade é a opção antiga: um Estado militante, altamente inusual e identificável. Os judeus necessitam uma entidade política clara, e isto require um Estado judeu diáfano sem árabes. Tras converter-se em zelosos patriotas, os judeus poderiam intentar racionalizar o seu nacionalismo, e adoptar o Judaísmo como religião nacional. Este é um modo seguro de preservar a identidade judia no futuro. Mas require, insistimos, uma entidade política muito forte.


OBADIAH SHOHER

DE QUE LADO ESTÁ PERES?


O Presidente Simon Peres advertiu ao Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, que de continuar com o bloqueio das negociações com Israel poderia desatar-se uma terceira Intifada (sic!), e que ignorar isto era jogar com fogo.

O mércores, o enviado especial dos EEUU, George Mitchell chegou à região noutro intento de relanzar as conversas entre israelis e palestinianos.

Doutra banda, num encontro na residência do Presidente o passado domingo, Peres informou ao Ministro de AAEE noruego, Jonas Gahr Store, das suas conversas com Abbas.

Peres dixo-lhe que comentara a Abbas que “pospôr as negociações de paz é jogar com fogo. Abbas diz que tem tempo. Mas pode suceder algo que dê início uma Intifada, e então ambas partes terám perdido uma grande oportunidade”.

Store, pela sua banda, dixo a Peres que Israel deveria dar mais passos em apoio a Abbas. “Abu Mazen [Abbas] é vulnerável e sinte-se ferido. Na sua posição necessita sentir o apoio dos EEUU”, manifestou Store, acrescentando: “Vós tendes os melhores psicólogos, capazes de desentranhar a personalidade e o perfil político de Abu Mazen. Como podemos fazer que se desbloquee?”.

Alto! Os melhores psicólogos israelis nem sequer têm sido capazes de desentranhar a enfermiza personalidade de Simon Peres. Vede, se não, o que dixo de Abbas:

“Eu sou amigo de Abu Mazen. Ele diz que os norteamericanos o subiram a uma alta árvore e que depois sacaram a escada. Alguns dos erros foram cometidos por ele. As suas expectativas sobre Obama foram criadas por ele. Acreditou que Obama tomaria partido pelos palestinianos…Entendo os seus sentimentos de contrariedade”, dixo Peres.

Nós diríamos, mais bem, que foi ele o que se subiu a uma árvore demassiado elevada pertrechado dum rifle, e o que incitou à sua gente para que sacassem a escada e usasem o bosco para construir mais armas.

Mentres, velaqui o surrealista titular que ontem publicava “Ha’aretz”:




Durante as negociações de Oslo alguns bromeavam dizendo que Peres era o conselheiro da parte palestiniana. Semelha que tantos anos depois Peres segue estando confuso.

NA PROCURA DO MONTE DO TEMPLO


Para mais informação sobre este projecto ide aqui:



…um director de cinema independente israeli está trabalhando sobre um documental que aborda a ideia de que a Arca da Alianza está intacta e soterrada baixo o Monte do Templo de Jerusalém.

Hirschel Moskoff, um engenheiro natural de Toronto, diz que o projecto tem surgido do interesse que tem sentido toda a sua vida por esse emprazamento onde se erigiram os dois Templos Sagrados do judaísmo.


YISRAEL MEDAD




O MONSTRO DE DUAS CABEZAS


Um dos aspectos mais fascinantes do novo livro “Salvadores do século XX: Hitler e Stáline” é o surprendente paralelismo engtre Adolfo Hitler e Josef Stáline. Velaqui um extracto do livro, amosando a comparação:


O nome da família de Hitler foi modificado.
O nome da família de Stáline foi modificado.

Hitler era golpeado pelo seu pai.
Stáline era golpeado pelo seu pai..

A mãe de Hitler tivera três filhos antes de Adolf. Todos morreram.
A mãe de Stáline tivera três filhos antes de Josef. Todos morreram.

Hitler foi um rapaz enfermizo.
Stáline foi um rapaz enfermizo.

O pai de Hitler abandoou à família.
O pai de Stáline abandoou à família.

Hitler foi criado e mimado pela sua mãe.
Stáline foi criado e mimado pela sua mãe.

Hitler adourava à sua mãe.
Stáline adourava à sua mãe.

Hitler foi Católico.
Stalin foi Ortodoxo.

A mãe de Hitler queria que fosse sacerdote católico.
A mãe de Stáline queria que fosse sacerdote ortodoxo.

Hitler estudou num monastério benedictino.
Stalin estudou numa escola ortodoxa e no seminário.

O pai de Hitler morreu quando este tinha 13 anos..
O pai de Stáline morreu quando este tinha 11 anos..

De rapaz, Hitler foi um estudante excepcional.
De rapaz, Stáline foi um estudante excepcional.


Hitler tinha umas dotes artísticas extraordinárias na escola.
Stáline tinha umas dotes artísticas extraordinárias na escola.

Hitler não superou os estudos no instituto.
Stáline não superou os estudos no instituto.

Hitler não foi à Universidade.
Stáline não foi à Universidade.

Hitler perdeu a fê aos 13 anos.
Stáline perdeu a fê aos 13 anos.

Aos 20 anos Hitler era um marginal que vivia pela sua conta.
Aos 20 anos Stáline era um marginal que vivia pela sua conta.

O marxismo fascinava a Hitler.
O fascismo fascinava a Stáline.

Hitler viveu em Viena em 1913.
Stáline viveu em Viena em 1913.

Hitler esteve no cárcere pelas suas crenças políticas.
Stáline esteve no cárcere pelas suas crenças políticas.

Hitler, nascido em Áustria, foi-se a Alemanha por motivos políticos.
Hitler, nascido em Geórgia, foi-se a Rússia por motivos políticos.

Aos 33 anos Hitler liderou o resurgir do Partido Názi.
Aos 33 anos Stáline liderou o resurgir do Partido Bolchevique.

Aos 35 anos Hitler escreveu o “Mein Kampf”, desenhando as linhas mestras da política názi.
Aos 35 anos Stáline escreveu o “O marxismo e a questão nacional”, desenhando as linhas mestras da política comunista.

Aos 42 anos Hitler controlava o regime názi.
Aos 42 anos Stáline controlava o regime comunista.

Em 1931 a amante de Hitler suicidou-se com a sua pistola.
Em 1932 a amante de Stáline suicidou-se com a sua pistola.

A amante de Hitler era 22 anos mais jovem que ele.
A amante de Stáline era 21 anos mais jovem que ele.

Aos 45 anos Hitler comezou a purga dos seus camaradas názis.
Aos 45 anos Stáline comezou a purga dos seus camaradas comunistas.

Hitler admirava e temia a Stáline.
Stalin admirava e temia a Hitler.


Esta curiosa lista de semelhanzas não é senão una mostra do fascinante estudo de Jim Putnam “Salvadores do século XX: Hitler e Stáline”, que pode ser adquirido através do sítio web de IvyHollow.com

UM FILME SOBRE A DESTRUCÇÃO



No 25 aniversário de “Shoah”, Claude Lanzmann vem de aterrizar em Madrid para a retrospectiva integral sobre a sua obra que organizam o Círculo de Bellas Artes e a Casa Sefarad. “Shoah”, documental cvlave sobre a memória do extermínio dos judeus pelo nazismo e de nove horas de duração, projectou-se ontem no Cinema Estudio da entidade cultural madrilenha sem interrupções, com motivo, para além disso, do Dia Internacional em memória das vítimas do Holocausto. “Não é um filme sobre superviventes, senão sobre a morte”, sinalou Lanzmann.

“Em ‘Shoah’ não aparece nenhum cadavre porque é um filme sobre a destrucção. Sobre o crime perfeito. Sobre a destrucçãoi do crime mesmo. Nos campos de extermínio de Polônia, onde se matava aos judeus, não deixaram pegadas do seu crime.

As fotos que existem de cadavres em campos pertencem a campoois de concentração dentro de Alemanha, como Dachau. Trata-se de mortos a causa duma má gestão do campo, já a finais da 2ª Guerra Mundial, ou às epidémias que apareceram, como o tífus”.


Falar de vigência na sua obra é inevitável. Lanzmann tem lembrado coimo faz apenas umas semanas, jum grupo ultradireitista em Hamburgo conseguiu que não se projectasse “Shoah” num dos cinemas da cidade. “O ántisemitismo não é algo simples de explicar”, laiou-se. “Não acredito que ‘Shoah’ deva ver –se como um fracasso sobre a possibilidade de criar um relato do Holocausto”, tem respondido. “O filme é uma investigação policial, um western, um filme épico”, acrescentou, para rematar confissando que filmou a quase todos os soldados alemães que aparecem na fita “sem o seu consentimento”.

O cineasta francês, cuja família judia provinha da Europa do Leste, tem lembrado o muito que segue comovendo o filme, e tem posto como exemplo as muitas misivas que recebeu em 2003 quando a obra se projectou na TV francesa. Lembrou o remate duma delas que dizia, “Sr. Lanzmann, não sabe que experiência supõe amanhecer vendo o final do seu filme”. Ao respeito, e sobre a lembranza do Holocausto convertida em espectáculo, Lanzmann não quixo avaliar se o cinema que se faz sobre tal catástrofe é ou não válido. Simplesmente, tem dito sobre Spielberg, que “não reflexionou o suficiente”.

Definido pelo Director do Círuclo de ellas Artes, Juan Barja, como um “comnbatente e um resistente”, Lanzmann passou parte da sua juventude na Resistência contra os názis, e já em 1970 abandoou o seu trabalho como jornalista para adicar-se por inteiro ao cinema. Entre 1972 e 2001 tem dirigido cinco documentais, 'Pourqoui Israël' (1972), 'Shoah' (1985), 'Tsahal' (1994), 'Un vivant qui passe' (1997) e 'Sobibór' (2001), todos presentes nesta retrospectiva.


FACTUAL

O PROGRE DANNY GLOVER, O CLIMA E HAITI


Já o figera Al Gore quando um tornado arrasara Birmânia: a culpa da mortalidade não fora da incompetente Junta Militar socialista e da sua corrupção, não; fora do câmbio climático. Agora os calentólogos volvem aproveitar um desastre natural para fazer-se propaganda.

Todos temos lido até a saciedade que o telepredicador Pat Robertson culpou aos próprios haitianos do terremoto que destruiu parte do seu país por se terem entregado ao Demo. Porém, poucos teredes lido nada sobre isto.

O actor e activista ecologista Danny Glover (famoso por ser a parelha de Mel Gibson na série de filmes “Arma Letal”) tem achado um culpável politicamente correcto para a catastrofe de Haiti: o quecemento global e quem se nega (nos negamos) a tomar medidas contra ele.

“O sucedido em Haiti poderia ter passado em qualquer ponto do Caribe, porque todas estas ilhas estám em perigo pelo quecemento global (…). Quando vemos o logrado no Cume Climátgico de Copenhage, velaqui temos a resposta. Isto é o que se passa, entendedes do que falo?”.

A parvada é equidistante no disparate da proferida dias atrás pelo mono corroncho venezolano, acusando aos EEUU de induzir o terremoto com fins bélicos.

A diferência de Robertson, Glover tem escolhido uma deidade politicamente correcta e, amparado nela, pode soltar as memeces que queira sem que o Império Progre o bote aos leões.

Por certo, Glover é embaixador de vontade da UNICEF. Um motivo mais para não adquirir nada que tenha o selo desse gang de funcionários da corrupta ONU.

AJAMI



Algo se passa com o cinema israeli. Tras dois anos entrando nas nominações finais dos Óscar na modalidade de Melhor Filme em Língua Estrangeira –com “Beaufort” e “Vals com Bashir”- semelha que este ano se culminará o hat trick.

A Acadêmia de Arte e Ciências anun ciou o mércores a lista de nove filmes pré-seleccionados entre centenares para optar ao prémio na categoria. E incluíram “Ajami”, a proposta oficial israeli para os Óscar. O bairro de Ajami, em Jaffa, Israel, é uma amalgama de culturas e pontos de vista enfrontados entre judeus, muçulmãos e cristãos. A trágica fragilidade da existência humana põe-se de manifesto na fechada comunidade de Ajami, onde os inimigos devem conviver como vizinhos.

A lista deste ano inclui também filmes de Argentina, Austrália, Bulgária, França, Alemanha, Kazajstám, Holanda e Peru. Os cinco nominados finais serám anunciados juntos com o resto de candidaturas numa conferência de imprensa a celebrar-se o próximo 2 de Fevereiro.

Hannah Brown, crítico de cinema de “The Jerusalem Post” descreveu “Ajami” como um drama descarnado sobre o mundo do crime em Jaffa. A fita está co-dirigida por dois principiantes, Scandar Copti, um árabe-cristão israeli, e Yaron Shani, um judeu israeli.

O filme –que está rodado em hebreu e árabe- recebeu uma menção espeical no Festival de Cannes, e ganhou o “Ophir Award” –os Óscar israelis.

Ajami” competirá com “A fita branca” (Alemanha) –ganhador do Globo de Oiro ao melhor filme estrangeiro-, “El secreto de sus ojos” (Argentina), “Samson e Dalila” (Austrália), “O mundo é grande e a salvação agarda tras a esquina” (Bulgária), “Um profeta” (França), “Kelin” (Kazajstám) e “O inverno em tempos de guerra” (Holanda).

Quizá este seja o ano do cinema israeli nos Óscar –havida conta, sobretudo, de que “Ajami” é uma aposta indisimulada pela “coexistência” entre árabes e israelis.





21/01/10

UMA RESPOSTA DESPROPORCIONADA?


A hecatombe acaecida em Haiti tem servido para comprovar desgrazadamente a absoluta inutilidade da ONU. Por suposto, devemos reconhecer que a própria ONU é uma mais das vítimas desta tragédia, com 100 membros do seu staff mortos no transcurso do terremoto e nos momentos posteriores. E que a absoluta destrucção das já de por sim frágeis infraestruturas de Haiti supõem que as dificuldades para socorrer ao seu povo vam ser excepcionais.



Não obstante, o problema central semelha ser a ausência total de liderádego, até o ponto de que ninguém está tomando o controlo da situação. O próprio Governo de Haiti é incapaz de fazê-lo; até ontem mesmo, os EEUU agardavam num segundo plano à espera de que a ONU desempenhasse o seu papel. Mas a ONU tem fracassado bochornosamente nesse cometido. Como resultado, mentres os países do mundo desenvolvido têm estado enviando ajuda e subministros, estes têm-se ido amontoando mentres a população de Haiti falecia a causa das suas feridas, enfermidades e carência de água. E agora que os EEUU têm perdido por fim a paciência e enviado as suas tropas para fazer chegar a ajuda à gente, surgem as inevitáveis protestas dos franceses –e o coro dos ánti-iánquis- com a canbtinela de que os EEUU estám “ocupando” Haiti. Até esse ponto chega a majaderia da obsessão ánti-americana.

Como resposta às acusações de que a ONU é inútil como foro global desde o que promover a paz mundial, soe-se aducir que, sem embargo, joga um papel incalculável proporcionando ajuda e apoio aos desvalidos do mundo. Haiti amosa-nos a trágica realidade dessas palavras vazias. E aínda, com o temos visto com uns EEUU que duvidaram em tomar as rendas no operativo haitiano, os dirigentes mundiais consideram qualquer acção internacional como suspeitosa agás que tenha o marchamo da ONU. A resultas de todo o qual, a ajuda fica paralisada, com o resultado de que incontáveis milhões caim vítimas da morte e a enfermidade, das tiranias e a desídia ante a incompetência endêmica desse ente internacional que pretende ser representativo da humanidade.

Em Haiti, sem embargo, tem havido uma nação estrangeira que tem roto decididamente essa parálise e tem levado de imediato a ajuda de emergência às vítimas haitianas. Esse país é Israel. Às poucas horas do terremoto, os mass media israelis informavam de que se estava pondo a ponto um contingente de não menos de 220 membros de pessoal de emergência para partir de imediato face o desafortunado país. Como amosa este informe da CNN, os israelis têm desprazado um hospital móvil plenamente equipado a Porto Príncipe para asistir às vítimas feridas e enfermas. O Ministério de AAEE Israeli manifestou:
“Entre o venres pela noite e o sábado dúzias de contáiners de equipamento médico e logístico foram desembarcados e o hospital despregado. A delegação israeli aterrizou na capital Porto Príncipe ontem pela tarde e se estabeleceu num campo de futebol próximo ao aeroporto. Tras a chegada as equipas C4I despregaram a infraestrutura de comunicações preparando a base hospitalária. Duas equipas formadas por pessoal das unidades caninas das IDF foram enviadas em missões de rescate. A primeira das equipas foi enviada aos cuarteis da ONU em Haiti a fim de ajudar ao rescate de superviventes. As unidades de rescate trabalham em cooperação com as autoridades locais a fim de ubicar as zonas da catástrofe onde poidam aínda ser localizados e assistidos os superviventes do desastre”.

Um boletim posterior do Ministério de AAEE Israeli indica que já têm sido atendidos mais de 200 pacentes. Diria-se que Israel tem sido capaz de despregar tamanhes meios de asistência tão velozmente. Um cooperante norteamericano manifesta à CNN: “Levo aquí desde o martes; ninguém, agás o hospital de campanha israeli, tem-se feito cárrego dos pacentes”.

Outro sinala, referindo-se ao hospital de campanha israeli: “É outro mundo, comparado aos outros hospitais. Têm sido imaginativos, meu D’us, têm máquinas, quifófanos, ventiladores, monitores,…é singelamente inacreditável”.

Dos hospitais norteamericanos, aparentemente, não há nem rasto. O jornalista destaca que os israelis têm chegado desde a outra parte do globo. Outro cooperante afirma que se avergonha de ser americano.

Israel enviou uma equipa de 220 ajudantes. Israel tem uma população de seis milhões. A população britânica é de 60 milhões.

Eu diria que se trata duma resposta desproporcionada de Israel. E vós?



MELANIE PHILLIPS

The Spectator

QUANDO HITLER SE INTEIROU DA VITÓRIA DE SCOTT BROWN





SIMPLY JEWS

NETANYAHU GANHADOR EM MASSACHUSETTS



Ignoro se o recém eligido senador republicano por Massachusetts, Scott Brown, e o Primeiro Ministro israeli Binyiamin Netanyahu têm-se encontrado alguma vez. Uma batida pelo Google Images não oferece nenhuma fotografia de ambos juntos. Mentres agardo que algum dia se conhezam, não teria por que suceder para que o Primeiro Ministro Netanyahu disfrute dos benefícios da arroiadora eleição o passado martes em Massachusetts. Aluf Been, do jornal israeli “Ha’aretz” está furioso pelo facto de que Netanyahu seja o grande beneficiário do que se passou o martes. E faz bem em estar furioso. Porque é uma boa nova para Israel que a agenda Obama –com o “Estado palestiniano” como ponto estelar na política exterior- sucumbisse numa derrota histórica o passado dia 19.

Durante os últimos nove meses, Netanyahu tem tratado de resistir a pressão de Obama, que disfruta duma maioria Democrata em ambas câmaras do Congresso. Agora, sem embargo, Obama dependerá em maior medida do apoio dos seus rivais republicanos, os simpatizantes e amigos de Netanyahu.


Nenhum político israeli acompassa os seus passos aos acontecimentos da política norteamericana com tanta mestria como Netanyahu. Bloqueou as negociações sobre a congelação dos assentamentos, decidindo que se prolongaria durante 10 meses, rematando precisasmente em Setembro –momento no que terám lugar as eleições para a renovação do Congresso, nas que se agarda que os demócratas sofram um duro revés.

Netanyahu entendeu que devia aguantar a pressão até que os seus aliados da direita retomemm uma posição de poder no Capitol Hill para retomar as rendas das actividades políticas da Casa Branca. A eleição em Massachusetts, um dos Estados mais esquerdistas dos EEUU, será a partir de agora uma pesada cárrega para Obama.

Os partidários do processo de paz verám isto como uma oportunidade perdida para Obama, que malgastou o seu primeiro ano no poder com estéreis movimentos diplomáticos que fracassaram no intento de relanzar as conversas entre Israel e os palestinianos. A partir de agora, as coisas serám muito mais difíceis para Obama.

O apoiio do Congresso é essencial no processo político, e na actual atmósfera política dos EEUU –onde os partidos estám especialmente polarizados- Netanyahu pode confiar nos republicanos para reduzir a pressão sobre Israel.

Como teria dito Ronald Reagan, amanhece em América. E em Israel, graças a D’us.


Fonte: ISRAEL MATZAV

MARICAS


A tribo gay:

O Nehirim Queer Shabbaton DC é um “retiro urbano” de comunidade, cultura e espiritualidade para os maricas e lesbianas judeus, os seus colegas e aliados. Trata-se duma fim de semana repleta de obradoiros, leituras e grupos de discusão sobre temática homosexual e judia. Intelectualmente estimulante e espiritualmente inspirador, o Shabat Marica tem-se desenvolvido durante três anos em New York e Amsterdam –e agora chega por vez primeira a Washington D.C., apresentado em colaboração com o programa GLOE (Gay & Lesbian Outreach & Engagement).


A nossa proposta inclui à activista religiosa Sharon Groves, o professorff de literatura israeli Yaron Peleg, o co-fundador do Hebrew Priestess Institute Holly Taya Shere, o dirigente activista do GLBT, e professor de leis, Aeyal Grosso, e o director executivo de Nehirim, Jay Michaelson, recentemente nomeado à “Forward 50”, lista dos cinqüenta judeus mais influíntes dos EEUU. Os temas de reflexão vam desde a intersecção da identidade do Movimento de Maricas e Lesbianas com o conflito político palestino/israeli, até práticas para escrever como um judeu espiritual, o gênero na obra de Philip Roth, conselhos práticos para a protecção legal das relações fóra do matrimônio, etc.


Também incluímos um amplo menu de opções espirituais, desde o estudo da Torá até o Ioga, meditação nos servizos de Shabat, e conversão da fim de semana nalgo transformativo do que gozar.


Sem comentários.


YISRAEL MEDAD

O DR. MICHAEL BEN-ARI


A primeira vez que vim ao membro da Knesset (e doutor) Michael Ben-Ari num encontro da Ichud Leumi [União Nacional], pensei que se tratava duma espécie de militante do Shas despistado que entrara no recinto equivocado. Certamente, ninguém sabia demassiado de ele quando foi incorporado às listas.

Foi quando subiu ao estrado e comezou falar, que fum conscente de estar na mesma habitação com alguém chamado a ser uma das figuras mais importantes da Knesset.

E não me tem decepcionado –Ben-Ari é provavelmente a maior surpresa da actual Knesset.

Bibi relegou à Ichud Leumi aos escanos traseiros da Knesset, mas a pesar de terem sido abandoados nesse deserto político, Ben-Ari tem logrado manter-se a flote e demonstrar o tipo excepcional de político, dirigente e indivíduo que é.

Não sempre tenho estado dacordo com tudo o que tem dito (com quase tudo sim, mas não com tudo), mas enorgulhece-me vê-lo sempre na primeira linha de combate livrando as nossas batalhas na Knesset e sobre o terreno, e dizendo aquilo que precisa ser dito –sem complexos e com inteligência.

O doutor Michael Ben-Ari é, em definitiva, o político a seguir durante os próximos quatro anos (pelo menos até que seja expulsado da Knesset por medo à sua popularidade).

Porque, sem dúvida, é o único que tem logrado pôr nervoso ao establishment.


JOE SETTLER

20/01/10

POR QUE APOIO A GEERT WILDERS?



Quem é o europeu vivo mais importante? Eu afirmo que é o político holandês Geert Wilders. Fago-o porque é o melhor situado para afrontar a ameaça islâmica que se extende pelo continente. E tem o potencial de emerger como figura histórica de envergadura mundial.

Essa ameaça islâmica consta de duas componentes: duma banda, uma população indígena de credo cristão, baixa taxa de natalidade e retraimento cultural, e, doutra, o influxo dos devotos, prolíficos e culturalmente assertivos imigrantes muçulmãos. Esta situação cambiante projecta profundas interrogantes sobre Europa: será capaz de manter a sua civilização maioritária ou se converterá num continente de maioria muçulmã submetido à lei islâmica (Sharia)?

Wilders, de 46 anos, fundador e alma mater do Partido das Liberdades (PVV) é o indiscutível dirigente dos europeus que desejam salvagardar a sua identidade histórica. Devido principalmente a que ele e o PVV diferem da maioria dos demais partidos nacionalistas e ánti-imigração europeus.

O PVV é liberal e conservador, asem ligações com o neo-fascismo, o nativismo, o conspiracionismo, o ántisemitismo ou outras formas de extremismo. Wilders inspira-se publicamente em Ronald Reagan. Indicativo da sua moderação é o alinhamento inequívoco de Wilders com Israel, que inclui dois anos de residência no Estado Judeu, dúzias de visitas, e a sua aposta por trasladar a Embaixada holandesa a Jerusalém.

Para além do qual, Wilders é um carismático, consistente e locuaz dirigente da que se tem convertido velozmente na forza política mais dinâmica de Holanda. Para além doutros temas, o Islám e os muçulmãos constituim o eixo central do seu discurso. Ignorando a tendência dos políticos holandeses às meias tintas, ele tacha abertamente a Mahoma de ente diabólico e exige que os muçulmãos “arranquem a metade do Coran se desejam seguir em Holanda”. Mais em geral, ele vê o Islám em sim próprio como um problema, não apenas como uma virulenta vfariante do chamado Islamismo.

Por último, o PVV beneficia-se do facto de que, caso único em Europa, os holandeses são receptivos a um rechazo não chauvinista da Sharia. Isto fixo-se evidente por vez primeira uma década atrás quando Pim Fortuyn, um professor homosexual excomunista começou a argumentar que os seus valores e estilo de vida estavam ameaçados irrevocavelmente pela Sharia. Fortuyn anticipou a Wilders fundando o seu próprio partido e encabezando a exigência de deter a imigração muçulmã em Holanda. A partir do assassinato em 2002 de Fortuyn por um esquerdista, Wilders recolheu o seu legado.

O PVV tem-se estreado bem eleitoralmente, ganhando um 6% dos escanos nas eleições parlamentárias nacionais de Novembro de 2006 e o 16% nas eleições europeias de Junho de 2009. As enquisas actualmente sinalam que o PVV continua o seu ascenso caminho de ser o primeiro partido do país. De chegar a ser Wilders Primeiro Ministro, poderia optar a um papel dirigente em toda Europa.

Mas não será singelo.

O fracturado panorama político de Holanda supõe que o PVV deva achar sócios com os que formar uma coaligação de Governo (tarefa complicada, dada a demonização que a esquerda e os muçulmãos têm feito de Wilders apresentando-o como “um extremista de direita”) ou obter uma maioria absoluta de escanos no Parlamento (perspectiva aínda afastada).

Wilders deve sortar também as rastreiras tácticas dos seus rivais. Nomeadamente, por fim têm logrado, tras dois anos e meio de enredos, sentá-lo ante os tribunais sob acusações de discurso e incitação ao ódio. O processo contra Wilders comeza em Amsterdam hoje, 20 de Janeiro. De resultar condeado, Wilders afronta uma multa de 14.000$ ou 16 meses de cárcere.

Mas lembremos: ele é o político mais determinante do seu país e, para além disso, devido às ameazas contra a sua vida tem que viajar permanentemente acompanhado de gardaespaldas e cambiar constantemente de domicílio. Quem é, na realidade, a vítima da incitação?

Embora tenho os meus desacordos com Wilders respeito o Islám (pois eu respeito essa religião, a pesar de estar em contra do Islamismo com todas as minhas forzas), estou abertamente em contra do processo. Rechazo a criminalização das diferências políticas, especialmente o intento de segar a erva sob os pês dum movimento político mediante os tribunais. Em conseqüência, o Projecto Legal Forum do Meio Leste está trabalhando no respaldo a Wilders, aportando quantiosos fundos para a sua defesa e ajudando-o em tudo o possível. Fazemo-lo convencidos da capital importância que tem poder falar com liberdade em público durante o tempo de guerra sobre a natureza do inimigo.

Ironicamente, trunfe Wilders ou remate na cadeia, seguramente verá aumentadas as suas possibilidades de converter-se em Primeiro Ministro. Mas os princípios estám neste caso por diante das perspectivas políticas. Wilders representa a todos os occidentais defensores da sua civilização. O resultado do seu processamento e a sua liberdade de expressão têm uma extraordinária transcendência para todos nós.


DANIEL PIPES

JUÍZO ÀS LIBERDADES


O parlamentário holandês Geert Wilders acude a juízo hoje em Amsterdam, sob acusações pela sua campanha política para deter e revertir a crescente islamização de Holanda.


Com tal motivo, reproduzimos a continuação a opinião de dois destacados comentaristas polítcos: Daniel Pipes e Diana West.




Não se pode subestimar a cruziaql importância do procedimento judicial que terá lugar hoje, mércores 20 de Janeiro, em Holanda , dia no que o parlamentario Geert Wilders acude a juízo baixo uma série de cárregos derivados dos seus valentes e cada vez mais exitosos esforços por posicionar aos seus concidadãos em contra da Islamização do seu país, e do Occidente em geral. Homem de acção política, Wilders tem sido sinalado não apenas pelo seu discurso político, senão pela sua eficácia como advogado das liberdades e o pluralismo, nenhum dos quais pode sobreviver em sociedades governadas ou ameazadas pela Sharia.

Não é sobre a repressão e a depredação do Islám sobre o que versa o juízo de Wilders –matéria à que se têm referido múltiples acadêmicos e jornalistas também. Trata mais bem sobre os remédios políticos necessários para deter a extensão da lei islâmica. Esses remédios incluim paralisar a imigração islâmica e a deportação dos agentes da Yihad. Medidas simples que qualquer Estado democrático, que queira evitar a islamização, deveria adoptar. Simples medidas que Holanda adoptará o dia que Geert Wilders e o seu Partido pelas Liberdades (PVV) –a oposição das forzas actualmente dirigentes no país- cheguem ao poder.

O juízo ao que vamos asistir é um juízo político. No pior sentido da palavra. E está em jogo mais que o futuro da liberdade de expressão. No juízo de Geert Wilders baralha-se o futuro da liberdade.


DIANE WEST

CHÁVEZ ABRE A BOCA



O mono corroncho denunciou ontem que o terremoto de Haiti foi provocado pela Marinha estadounidense –para ir fazendo práticas de posteriores movimentos de terra induzidos, a fim de invadir Iran.


Não sabemos se é mais de ciência ficção de série Z o dos terremotos induzidos por telequinese ou o de Obama lanzando-se a invadir Iran.


Este fascista bolivariano já acusara horas antes aos EEUU de utilizar a situação de Haiti para invadi-la e ocupá-la militarmente, como tem feito ele desde há anos com o povo venezolano.






CAZA DE BRUJAS


Fuerzas policiales y miembros del Servicio de Seguridad Interior detuvieron a 10 personas en el asentamiento de Yitzhar, bajo "sospecha" de haber participado en el incendio de una mezquita en la aldea palestina de Yasuf el mes pasado y en otros delitos, y teniendo en cuenta que las fuerzas de seguridad ya habían acusado con anterioridad a otro inocente por estos incidentes y seguramente seguirán arrestando a gente que, oh casualidad, son un estorbo a las políticas de concesión del gobierno, las noticias referidas a este tema terminan siendo poco creíbles.

La Policía informó que Zvi Sucot y Eliran Elgali de Yitzhar y Shlomo Gilbert de Elon Moreh, todos de 20 años de edad, son "sospechosos" de dañar gravemente "propiedades palestinas". Dos religiosos, estudiantes de yeshiva, fueron también detenidos, recordemos que Barak sostiene fuertes diferencias con los religiosos por lo que el considera una insubordinación al negarse a obedecer órdenes de expulsar judíos de sus propias casas, a tal fin ha buscado criminalizar las protestas, mostrar que esta supuesta insubordinación traería la ruina de Israel y se ha procurado demonizar a los colonos y a los religiosos, con cierto grado de éxito entre la maleable mentalidad de algunos laicos, principalmente de la izquierda.

Durante el operativo, las fuerzas de seguridad registraron una yeshiva en el asentamiento y encontraron "elementos violentos", incluidos clavos. En general, en asentamientos de este tipo, los clavos se utilizan para asuntos concernientes a la carpintería, pero en la paranoica mentalidad de los seguidores de Barak, los colonos estarían construyendo peligrosísimos artefactos con clavos, seguramente aparecerán fotos de explosivos con clavos y lo próximo será acusarlos de estar enriqueciendo uranio en sus granjas. Otros cinco sospechosos, cuatro de ellos menores de edad, fueron arrestados bajo sospecha de disturbios en la zona de Samaria. Uno de ellos es también sospechoso de "manifestar" fuera de la casa de un inspector de la Administración Civil. Según los residentes locales, más de 100 miembros de las fuerzas de seguridad llegaron a la comunidad a fin de llevar a cabo las detenciones. Todos los sospechosos fueron detenidos para ser interrogados.


Un funcionario de la yeshiva Yosef Od Hai declaró "no hay ninguna duda de que esos actos de brutal rutina hacen nuestra vida difícil pero por desgracia ya estamos acostumbrados a las persecuciones a los rabinos y estudiantes de yeshiva. Los estudiantes están decididos a continuar el estudio y la difusión de la Torá". El Distrito de Policía de Judea y Samaria se negó a comentar sobre las reclamaciones de violencia.
El miembro de la Knéset, Michael Ben Ari (Unión Nacional) criticó al ministro de Seguridad Interna, Isaac Aharonovitch después del incidente. "El ministro de Seguridad Interna no pierde el sueño por los actos de la delincuencia, el asesinato y la pedofilia, pero envía a cientos de agentes de Policía para llevar a cabo actos de vandalismo en Yitzhar, flagrantes violaciones de derechos humanos y ocultando pruebas de las acciones de los policías", dijo.

"Etiqueta de precio" es el lema adoptado hace unos meses por los colonos que llevan a cabo represalias contra los palestinos en respuesta a la evacuación de los asentamientos por parte de las fuerzas israelíes. El ministro de Defensa, Ehud Barak, ordenó a las fuerzas de seguridad a trabajar para localizar y detener a los responsables de los incendios, y pidió que se "haga justicia".

Por otro lado persisten y se intensifican las persecuciones a los religiosos dentro de las filas del ejército, dos soldados de la Brigada Shimshon, que desplegaron un cartel en protesta por la utilización de soldados para destruir las casas judías en Negohot han recibido su último castigo, después de haber estado en la prisión militar durante 18 días, haber sido degradados al rango de soldado, y haber sido retirados del servicio en combate, uno ya ha sido expulsado del ejército por completo, y el otro ha sido retirado del programa Hesder. En lugar de ser autorizado a continuar su servicio en el ejército de cinco años y seguir su estudio de la Torá y el ejército regular, deberá servir ahora otros 18 meses en el ejército sin ningún tiempo de yeshiva, lo que es obviamente, una persecución de índole religiosa. Los soldados son Aryeh Arvos, que se negó a expresar "su pesar" por el incidente y fue expulsado del ejército, y Achiya Ovadiah. Eran parte de un grupo que desplegó una pancarta que decía "la brigada Shimshon no evacua Homesh" en una ceremonia de Tzahal en el Muro de los Lamentos. Poco después, seis soldados de la Brigada Najshón mostraron una bandera similar en la cima de un edificio en su base militar.


IANUS Y SEKER SE ENCONTRARON

19/01/10

CASTIGO COLECTIVO. E QUE?



Amnesty International tem levantado certo alboroto com o seu último informe sobre Gaza, que sustenta que o bloqueio israeli é um castigo colectivo. Sem dúvida, o é – e o bombardeo palestiniano de Sderot é um castigo colectivo, também, como sucede em qualquer guerra.

O bloqueio e o seu conceito de castigo colectivo só se converte num problema quando a pacifista Israel insiste em que o nosso apenas é uma operação policial em Gaza, em vez duma parte da guerra entre judeus e muçulmãos.

ISRAEL AJUDA A HAITI, HA’ARETZ EMPORCA A ISRAEL



Mentres Israel e as IDF levam a cabo um exemplar Kiddush Hashem, despregando os seus servizos médicos de emergência na devastada Haiti, sempre poderemos contar com Ha’aretz para arruinar a foto.

Ha’aretz socava o Estado sionista: “A compassião israeli com Haiti não pode ocultar a nossa tropelia em Gaza”.

Akiva Eldar insiste em que todo o positivo que estamos fazendo em Haiti fica sepultado pela “indiferência de Israel ante o crescente sofrimento do povo de Gaza”.

A loável identificação com as vítimas da terrível tragédia na distante Haiti só encobre a indiferência com o crescente sofrimento do povo de Gaza. Só apenas a uma hora de distância das oficinas dos maiores jornais de Israel, um milhão e meio de pessoas levam asediadas numa ilha desértica dois anos e meio. A quem lhe importa que o 80% dos homens, mulheres e crianças que habitam a essa distância estejam por debaixo da linha da pobreza?

Tras culpar a Israel e as IDF de todas as desgrazas de Gaza, Eldar solta o seguinte: “Certo, as milícias de Haiti não lanzam foguetes contra Israel”.

Que amável! O abrumador apoio dos gazenhos a Hamas e a sua política. Hamas lanzando mísseis contra nós, seqüestrando os nossos soldados, atacando aos civis das nossas cidades,…E resulta que Israel é a responsável.

A conclussão de Eldar?: “Inclusso a image dos nossos excelentes doutores em Haiti nãol pode desdebuxar as nossas tropelias na Franxa de Gaza”.

Goldstone estaria orgulhoso.

De facto, tudo quanto precisamos fazer é renomear o Ha’aretz como “O Informe Goldstone diário”.


THE MUQATA

QUE TERIA FEITO ABRAHAM LINCOLN?


Tanto Liat Collins como Danny Ayalon, nas suas recentes colunas no The Jerusalem Post, “O dilema democrático” e “A responsabilidade civil não deveria ser opcional”,respectivamente, tratam da questão de cómo deveria responder o Governo antes o comportamento ánti-israeli dos nossos membros árabes radicais da Knesset. Como estudoso da história, cada vez que leo algo sobre este assunto, lembro-me de Abraham Lincoln, o mais grande dos Presidentes dos EEUU, e da sua resposta ante as actividades do Representante Clement Vallandigham.

Quando a Guerra Civil norteamericana estalou em 1861, Vallandigham era um congresista demócrata, representante de Dayton, Ohio. Contextualizemos para os leitores não estadounidenses: a Guerra Civil derivou do intento dos Estados escravistas do Sul de emancipar-se da Inião e formar o seu próprio país, os Estados Confederados de Norteamérica. Vallandigham, embora pessoalmente oposto à escravidão, acreditava que o Governo federal não tinha direito constitucional a evitar a secesão dos Estados do Sul. Naturalmente, inclusso estava mais firmemente em contra do uso da forza militar para obrigar ao Sul a manter-se dentro da União. Vallandigham era o dirigente dos “Cabezas de Cobre”, demócratas do norte pro-confederados, contrários à guerra.

Em 1863, o General Ambrose Burnside, a cárrego do distrito militar de Ohio, publicou uma orde estabelecendo que as declarações públicas de simpatia face o inimigo não seriam toleradas. Vallandigham não se arredou, e incrementou a provocativa linguagem dos seus discursos, fazendo fincapê em que a guerra se estava fazendo para libertar aos escravos, não para salvar a União, e que o Presidente era “o Rei Lincoln”, que deveria ser desprazado da presidência. Também declarou que “não queria pertencer aos Estados Unidos”.

O que foi demassiado para Burnside, que arrestou a Vallandigham e o enviou ante um tribunal militar. Foi acusado de sentimentos absolutamente desleais e obstaculizar a marcha da guerra. Vallandigham foi sentenciado a dois anos de prisão militar, sentência eventualmente ratificada pela Corte Suprema dos EEUU.


Lincoln, sem embargo, não desejava fazer de Vallandigham um mártir “cabeza de cobre”. Assim, ordeou que o antigo congressista (pois perdera a reeleição em meio do processo) fosse sacado de prisão e exilado à Confederação que tão firmemente defendera. Oficiais federais trasladaram a Vallandigham através das linhas da União até território confederado em Tennessee. Ele depois marchou desde ali a Canadá, e rematou regressando ao Norde. Tras a guerra, retomou a sua prática da advogacia em Dayton.

Comparando a Vallandigham com os membros da Knesset Jamal Zahalka, Taleb a-Sanaa e outros, podemos extrair semelhanzas e diferências. Tanto Vallandigham como os membros árabes da Knesset opugeram-se fortemente às acções militares do seu país; tanto Vallandigham como os membros árabes da Knesset utilizaram linguagem incendiária e provocativa nas suas intervenções públicas de ataque contra o seu país; e tanto Vallandigham como os membros árabes da Knesset afirmaramm não querer pertencer aos EEUU (Vallandigham) ou ao Estado Judeu (os membros árabes da Knesset).

Outra semelhanza é que o congressista/membros árabes da Knesset atacaram ao seu país durante o curso duma guerra, tratando de ajudar ao inimigo. Mas isto conduze-nos à significativa diferência na natureza do inimigo a quem Vallandigham e os árabes da Knesset dam apoio. Durante a Guerra Civil, os confederados nunca procuraram a destrucção do Norde. Mais bem, queriam continuar com o sistema escravista, sem interferências com os abolicionistas do Norde, que pretendiam “arruinar” o seu sistema de vida económico e social. Os inimigos de Israel, sem embargo, estám juramentados na destrucção do Estado. Portanto, as acções dos membros árabes da Knesset são mais perigosas e destrutivas que qualquer das que levopu a cabo Vallandigham.

Daquela, deveriam os membros árabes da Knesset receber o trato de Vallandigham, ser exilado ao país que supostamente veneram e apoiam em maior medida que o que representam?

Se perguntamos “Que fazeria Lincoln?” obteríamos a resposta. Mas não temos um Lincoln entre nós.


DAVID GLEICHER